Categoria: automação

  • FLARE: pele para fachadas

    Como se não bastassem as tecnologias já desenvolvidas com sistemas de iluminação para fachadas, agora chega a vez da robótica.

    Obra dos Designers Christopher Bauder and Christian Perstl.

    FLARE é um sistema bastante simples, mecanicamente falando, mas que, ligado à um programa de computador pode fazer a fachada transformar-se de forma impressionante.

    A vantagem é que este sistema não utiliza luz artificial para seus efeitos. Tudo é conseguido pela luz natural e urbana do entorno.

    Bom, o vídeo fala por si. Nele também é possível ver como é simples o sistema.

    ADOREI!

     

  • Como detectar problemas nas instalações elétricas

    08/10/2008 11:30:23 – Portal Lumière
     

    Choques no chuveiro, disjuntor desarmando, oscilações na luz, equipamentos demais, tomadas de menos… Essas cenas são muito comuns em grande parte das residências e sinalizam um grave problema: instalações elétricas obsoletas ou mal dimensionadas.

    Esse mal acarreta resultados graves para a população e para o patrimônio, como falta de segurança, risco de acidentes e desperdício de energia.

    Para evitar tudo isso, é necessário realizar verificações periódicas nas instalações elétricas, e reformas e adequações sempre que necessárias. Para saber quando está na hora de fazer a avaliação, damos aqui algumas dicas:

    – Se a sua casa, apartamento ou condomínio tem mais de 10 anos e jamais passou por uma reforma no sistema elétrico, certamente está na hora de realizar uma verificação completa, com um profissional habilitado. Isso deve se repetir a cada 5 anos, mais ou menos;

    – Fios e cabos com sinal de aquecimento mostram a necessidade de um check-up, pois indicam que há uma sobrecarga e que a instalação deve estar inadequada para as atuais necessidades de consumo;

    – As instalações elétricas devem ter o fio terra instalado em todas as tomadas para proteger as pessoas contra o choque elétrico. Por este motivo todas as tomadas devem ser aquelas com o modelo de 3 pólos. Se sua instalação não possui esta configuração, programe uma reforma;

    – Os quadros de forças não podem ser feitos em madeira ou qualquer outro material combustível. Se isso ocorre, eles devem ser trocados. Assim como as demais partes da instalação;

    – Fusíveis tipo rolha ou cartucho são inadequados e devem ser substituídos;

    – Caixas de passagem abertas, fios desencapados e emendas mal feitas são sinais de perigo e devem ser corrigidos imediatamente.

    Dois últimos lembretes:

    – Toda a instalação elétrica deve ser projetada por profissionais habilitados para este trabalho, ou seja, um engenheiro ou técnico em eletrotécnica. Estes profissionais devem seguir as regras estabelecidas. No caso de instalações elétricas residenciais ou comerciais, a norma técnica é a NBR 5410 (ABNT), que apresenta todos os requisitos mínimos para garantir o conforto, a qualidade e a segurança de uma instalação elétrica;

    – Instalações elétricas possuem uma limitação de uso, seja pelo tempo de utilização (desgaste natural dos componentes) ou pela mudança dos hábitos e necessidades dos moradores (que com o passar dos anos acabam agregando vários equipamentos ou aumentando potências de chuveiros sem sequer verificar a instalação elétrica).

    Fique atento para isso e garanta a segurança de seu imóvel e a economia de energia.
     
    Edson Martinho é engenheiro eletricista e presidente da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel)

  • LD – Normas Técnicas

    Hoje para praticamente qualquer coisa existem normas. Para o LD não é diferente. Existem normas gerais e outras bastante específicas que comporá o todo do projeto.

    A norma base de qualquer projeto é a NBR 5413 que versa sobre os níveis de iluminância mínimos para ambientes internos. Os valores ali expressos devem ser aplicados o mais próximo possível.

    No entanto, existem várias outras normas que devem ser observadas durante o projeto e estas dizem respeito às características particulares de cada um.

    Se o espaço for da área da saúde, teremos de observar outras normas, especialmente às da ANVISA.

    Se o espaço for de área pública, existe em cada município o seu Código de Ocupação do Solo onde estão descritas várias normas locais.

    Se for uma via de tráfego de veículos, sempre é bom ir buscar nos Detrans e órgãos relativos ao transporte as normas pertinentes.

    Caso o projeto seja na área cênica, existem também normas específicas tanto para palcos de teatro quanto para de eventos externos.

    Alguns podem vir a pensar que isso irá limitar o projeto e até mesmo padronizar determinada área de projetos – talvez por isso as ruas são sempre iguais. Porém aqui é que entra o lado criador e manipulador da luz do LD. Pode-se tranquilamente criar, projetar sem observar as normas – porém sempre atento a noções mínimas de bom senso – e depois partir para a compatibilização do projeto às normas. Se fizermos o percurso inverso, fatalmente o projeto acabará tendo uma cara normal, comum.

    Algumas normas fundamentais para o trabalho do LD:

    NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência
    NBR 5413 – Iluminância de Interiores – Procedimento
    NBR 5461 – Iluminação – Terminologia
    NBR 6854 – Aparelhos de Iluminação para Interiores – Especificação
    NBR 7195 – Cor na Segurança do Trabalho – Procedimento
    NBR 9077 – Saída de Emergência em Edifícios – Procedimento
    NBR 10637 – Bloco Autônomo de Iluminação de Segurança para Balizamento e Aclaramento – Especificações.
    NBR 5461 – Esta norma define termos relacionados com diversos assuntos, a parte voltada para iluminação esta descrita a seguir:
    h) componentes de lâmpadas e dispositivos auxiliares
    i) luminotécnica: iluminação diurna
    j) luminárias e suas componentes

    As acima citadas são ferramentas fundamentais e gerais para um bom projeto. Estas um LD tem de dominar por completo. As mais específicas vão depender das necessidades dos projetos.

    * Eu, particularmente, acho um absurdo termos de pagar – e caro – por estas normas uma vez que são OBRIGATÓRIAS o uso e aplicação em projetos. Como tal, deveria ser gratuito o acesso a estas normas aos profissionais.

    ** Este texto faz parte de minha apostila do curso de LD que ministro em universiddes.

  • Reforma: de galpão abandonado à apartamento

    Mais um belíssimo projeto que vale a pena ser mostrado.

    Trata-se de um antigo galpão onde antes funcionara uma academia de ginástica e que estava ha anos abandonado. O trabalho para a equipe de designers foi transforma-lo num luxuoso e contemporâneo apartamento com 5 quartos.

    ANTES:

    DEPOIS:

  • Começa em janeiro avaliação energética de prédios

    Antonio Gaspar
     
    A partir de janeiro de 2009, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) passa a conceder etiqueta às construções que apresentem eficiência energética. Com isso, o consumidor brasileiro ganha mais um balisador que o ajudará no momento da opção por um apartamento, sala ou espaço em um edifício. Podem participar da avaliação empreendimentos com área mínima de 500 metros quadrados abastecidos por, no mínimo, 2.3 quilowatts (2.300 volts).

    O diretor de qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, disse que a estrutura para avaliação dos projetos já está montada. “Poderemos usar tanto nossos laboratórios quanto os acreditados”, disse. As normas para a concessão da etiqueta foram estabelecidas por um comitê formado por vários ministérios e pelo Inmetro. Segundo Lobo, a adesão é voluntária, mas, ressalta, “o comitê tem poder, definido por lei, para tornar a participação compulsória”.

    Além do consumidor, que poderá colocar na ponta do lápis o preço do imóvel e os custos mensais representados pelo consumo de energia, a etiqueta será uma ferramenta importante para os síndicos. “No trabalho de gerenciamento, se o edifício não tiver obtido a categoria A, for C, por exemplo, o síndico saberá exatamente o que tem de ser feito para chegar no melhor patamar”, explica Carlos Alexandre Príncipe Pires, coordenador de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia. Ela chama a atenção da importância da medida como indutora de mudança de comportamento do governo no que diz respeito aos prédios públicos.

    Avaliação – As edificações serão avaliadas em três quesitos. Cada um contribui com um porcentual para a pontuação final. O setor de iluminação tem peso de 30%, o de ar-condicionado, 40%, e o envoltório, 30%, explica Pires.

    Em outras palavras, os projetos serão avaliados quanto ao número de janelas, fator que define a necessidade de uso de luz artificial e equipamentos elétricos, a qualidade dos materiais elétricos e dos equipamentos do ar-condicionado, os produtos usados na face externa (envoltório), como tijolo (melhor isolante, por exemplo) ou vidro, se há espaço entre o último andar e a laje, se há clarabóia, entre outros. “Todos os cálculos e procedimentos foram realizados e constam em ambiente de informática”, explica Pires.

    fonte: CLD