Categoria: Parceiros

  • 2ª Expo Virtual de Iluminação Sustentável – LightingNow

    O nosso parceiro Portal LightingNow está lançando a segunda edição da sua Exposição Virtual. Isso demonstra o grande sucesso desta idéia tanto junto aos fornecedores quanto ao público.

    A idéia é simples: fornecedores adquirem seus estandes virtuais, montam os mesmos e o público visitam a feira através de sites elaborados especificamente para este fim. Veja um exemplo de estande virtual aqui.

    Não há necessidade de instalação de nenhum software. A Expo pode ser acessada de qualquer equipamento conectado a internet, seja ele um computador, tablet ou celular. E ainda tem mais: ela fica disponível 24h por dia!!!

    Para vocês terem uma idéia da dimensão deste evento, observem os números da primeira edição:

    Os Números da 1ª Edição:
    16.000 visitas ao portal
    6.791 visitantes na expo
    43.745 páginas visitadas
    550 profissionais no Workshop

    Os Expositores
    GE
    PHILIPS
    BRILIA
    LIGHT DESIGN
    INTEGRATTA
    LEDPLUS
    LUME ARQUITETURA
    EFILUX
    SSL LEDS
    UTILUZ
    ILUFLEX

    Lembrando que todo o público é formado maciçamente por profissionais ligados à iluminação

    Quais as vantagens desta exposição virtual?

    Benefícios p/ Expositores

    Baixo Investimento
    Abrangêcia Nacional e Internacional
    Sem locação de “Chão” e Montadora
    Sem despesas com Viagens e Staff
    Sua empresa não “pára” em virtude da Expo
    288 horas disponíveis à visitação
    Sem produção de Gráfica p/ Visitantes
    Sem consumo de Energia Elétrica
    Evento Sustentável

    Benefícios p/ Visitantes

    Visitação com horário flexível (24 horas)
    Otimize de seu tempo (visite quando puder)
    Sem despesas com Viagens e Hospedagem
    Sem a ausência de seu Trabalho ou Faculdade
    Material por Download (sem papel)
    Interação com os Expositores
    Vídeos, Animações e Apresentações
    Informações atualizadas em tempo real
    Evento ambientalmente correto

    O que pode ser disponibilizado no Stand Virtual?

    Apresentação de sua Empresa
    Catálogos
    Folders de Lançamentos
    Fotos de Produtos e Institucionais
    Cases de Sucesso
    Vídeos em Geral
    Apresentações em Power Point
    Downloads Diversos
    Links Externos
    Contatos Comerciais e tudo mais que puder ser “virtualizado”

    A Feira Virtual é uma oportunidade única para disponibilizar ao público visitante, tudo o que um “Stand Convencional” pode oferecer, porém com um custo infinitamente inferior.

    Entre em contato com o Departamento Comercial e conheça a proposta exclusiva para disponibilizar o seu Stand Virtual na 2ª Edição.

  • LD na origem

    Esta entrevista com o Francesco Iannone foi publicada em 2007 na revista Lume Arquitetura.

    É bastante interessante a visão dele – que é considerado um dos pais do LD – sobre a atuação do profissional da área.

    Vale a pena ler e refletir sobre muitas coisas colocadas por ele nesta entrevista.

    Leia a entrevista aqui no site da Lume Arquitetura.

  • Especialização em Design de Interiores – IPOG

    É isso mesmo pessoal, o IPOG está com inscrições abertas para a especialização em Design de Interiores.

    Fruto do incansável trabalho do Glauccus, o curso foi pensado e moldado nos padrões do curso de Iluminação, ou seja, primando pela qualidade acima de tudo.

    OBJETIVOS:
    – Aprimorar os conhecimentos dos profissionais através dos mais inovadores procedimentos metodológicos no que tange à concepção e projeto de espaços interiores e design do mobiliário;
    – Enfatizar as premissas de Design, Tecnologia, Funcionalidade e Estética no tocante ao Design de Interiores;
    – Viabilizar a atualização dos profissionais sobre a organização de espaços interiores, públicos/privados e residenciais/comerciais, dentro de novas concepções de ambientação e tendências.  tanto brasileiras quanto mundiais.

    PÚBLICO ALVO:
    Graduados nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Artes Plásticas e Designers;
    Empresários, executivos e profissionais dos setores industrial, comercial, de serviços, da administração pública/ privada e educação, que desejam aprofundar e qualificar seus conhecimentos na área de Design de Interiores

    MATRIZ CURRICULAR:
    A Psicologia do Ambiente: Influência  do ambiente no comportamento do usuário
    A Linguagem do Design de Interiores
    Composição Espacial
    Design Informacional
    Design Universal na Ergonomia do Cotidiano
    A Cor e suas Influências
    Materiais de Revestimentos e Acabamentos na Composição de Interiores
    Comportamento do Consumidor e Simbolismo
    Design de Interiores Residenciais
    Projeto de Design de Interiores Residenciais
    Retail Design
    Design Corporativo
    Design de Interiores Comerciais
    Projeto de Design de Interiores Comerciais
    Metodologia do Trabalho Científico
    Projetos Conceituais: Design e Interiores
    Projeto de Paisagismo e Jardinagem
    Sistemas, Equipamentos e Instalações
    Gestão de Carreira e Marketing
    Gestão do Projeto e do Escritório

    Carga horária total: 480 horas / aula

    Para mais informações sobre o curso, turmas e matrículas, acesse o site do IPOG.

  • LD – Palestra do IPOG em Londrina

    Pois é pessoal de Londrina e região. Mais uma bela palestra, presente do IPOG, para vocês:

    LOCAL DA PALESTRA: HOTEL BLUE TREE PREMIUM LONDRINA
    DATA: 19/01/2012
    HORÁRIO: 19 ÀS 21H

    ENTRADA: 1KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL

    Eu certamente não vou perder a oportunidade de ouvir o “mestre” Farlley. Tenho certeza que será brilhante esta palestra.

    Lembro também que o IPOG está com inscrições abertas para a turma LDII da pós em Iluminação e Design de Interiores aqui em Londrina.

    Entre em contato, converse com o Sandro diendo que fui eu quem indicou. Tenho certeza que ele oferecerá uma proposta irrecusável para você ;-))

    Ah Sandro, pode reservar a minha vaga na palestra ok?

    Nos vemos na palestra pessoal???

  • Designer? Seja bem vindo!

    Bem diferente do que me aconteceu numa loja aqui de Londrina e que relatei no post “Só dizáiner?” (sic), preciso mostrar que nem tudo está perdido nesta terra. Algumas (poucas) lojas tem a coragem e a ética de enfrentar o lobby estúpido dos arquitetos que predomina por aqui.

    Entre elas, destaco a MMartan do shopping Catuaí. (Rod. Celso Garcia Cid Km 377, Lj32A – Catuaí , Londrina – PR. CEP 86050-901 Tel:(43) 3339-4050 )

    Estive na loja no dia 29/12/11 já ao final da noite. Inicialmente ia comprar apenas duas capaz de travesseiro e dois travesseiros. Porém, a Nadir me atendeu tão bem desde a entrada na loja que acabei levando em edredom que não estava nos planos iniciais.

    Inicialmente ela estava me tratando como um cliente normal. Quando perguntei se havia algum desconto especial para especificadores ela me perguntou qual era a minha profissão. Respondi que era Designer de Interiores/Ambientes e especialista em iluminação (LD) ao mesmo tempo em que entregava-lhe o meu cartão. De pronto ela me levou até um terminal de computador para verificar a existência de meu cadastro no sistema. Eu já sabia que não existiria pois como trabalho 95% com projetos de LD, são poucas as lojas de outros produtos em que tenho cadastro aqui em Londrina.

    De pronto ela fez o meu cadastro e explicou o sistema de parceria da MMartan. Em momento algum percebi preferência por esta ou aquela classe social. Até relatei à ela o ocorrido na outra loja e ela me mostrou no sistema que não há preferências: todos recebem exatamente os mesmos benefícios.

    Nesse meio tempo acabei me interessando também por um edredom (luxuozérrimo!) que foi inserido na compra. Além dos descontos da promoção das peças iniciais ainda ganhei mais 10% de desconto sobre o valor total.

    No caixa vi um Aromatizador de ambientes Black Casa Moysés, e comentei com meu amigo (o mesmo que presenciou a cena grotesta na casa dos Puxadores) que um amigo em comum nosso usava aquele produto em sua casa. Comentei com a Nadir que em breve voltaria para comprar para mim pois adorei o cheiro do produto. Ela então, de pronto, me presenteou com um frasco pelo meu aniversário recém passado (27/12). Fiquei pasmo na hora e agradeci muito.

    Então, é este tipo de empresa, séria e ética, que temos de valorizar no nosso dia a dia profissional. É nestas empresas que devemos levar nossos clientes e tira-los daquelas que só fazem unir-se a lobbyes corporativistas mantidos por profissionais incapazes em sua área de origem e que, todos sabemos, só fazem DECORAÇÃO de Interiores por causa da grana que este mercado oferece.

    Assim, vou abrir uma lista em meu blogroll para divulgar empresas sérias como a MMartan que sabem valorizar o profissional, independente de que área venha.

    Parabéns à toda a rede MMartan por esta postura ímpar!!!

  • Londrina e o CCZ – a novela continua…

    Pois é gente. Por estas terras, berço de mensaleiros e laboratório de tantas maracutaias politicas eis que aparece mais uma: o tão esperado e mais que urgentemente necessário Centro de Controlo de Zoonozes (CCZ). Mas calma, nada é tão simples assim. Ainda não saiu do papel, pra variar…

    Bom, o que me leva a escrever sobre isso é que analisando o edital encontrei várias incoerências e irregularidades sendo a principal, o fechamento do mesmo exclusivamente para arquitetos e engenheiros. Sim, são exatamente estas palavras que constam lá: arquitetos e engenheiros.

    Pois bem, vamos analisar então a situação como um todo.

    Tempos atras quando começou o barulho em cima da construção deste CCZ aqui em Londrina, estranhamente o SOS Animal daqui juntou-se à prefeitura, fazendo coro ao apresentar um espaço que mais me pareceu um mero depósito de cães de rua. Nem de longe lembra um CCZ na infra-estrutura necessária. Depois disso todos sumiram da mídia sobre este assunto e só retornam agora.

    Ontem sou surpreendido com a notícia de que pela segunda vez a licitação foi deserta ou seja, não houveram interessados. Das duas uma: ou os profissionais daqui são incompetentes e não fazem a menor idéia de como projetar um CCZ atendendo às necessidades reais deste espaço ou a coisa foi tão mal feita pela prefeitura que ninguém ficou sabendo. Pra mim, uma mistura das duas coisas.

    Claro, nao posso deixar de citar que tem um arquiteto aqui em Londrina que é eterno amiguinho da prefeitura e sempre acaba pegando estes projetos desertos para fazer suas sandices. Em troca recebe da prefeitura e políticos apoio ao seu projeto esdrúxulo de transformar Londrina numa cópia ridícula e fajuta de Londres, desprezando absurdamente a verdadeira história desta cidade.

    Bom mas voltemos ao edital. Quem quiser ler na íntegra, está aqui para vocês baixarem o PDF:

    tp0023_11_edital

    Pois bem, vamos analisar alguns trechos desta coisa chamada edital.

    OBJETO: Elaboração de projetos complementares para a Construção de Unidade de Controle de Zoonoses na Fazenda Refúgio – Londrina/PR.

    A primeira parte é uma apresentação da Lei de Licitações municipal. As condicionantes para que uma empresa possa participar do certame. O que interessa mesmo é o Anexo I onde temos a descrição dos lotes em disputa:

    LOTE 01:
    Serviços – Contratação de sondagem do tipo SPT, para uma edificação de 2.000 m², com no mínimo 5 furos, seguindo normas das NBRs – 6484 – 6502 – 7250.
    R$ 7.962,50

    LOTE 02:
    Serviços – Contratação de projetos, Arquitetônico e complementares (conforme memorial descritivo), para Construção do Centro de Zoonoses com área de 2.000 m².
    R$ 205.500,00

    Pois bem, entende-se por “projetos complementares” todos aqueles que não fazem parte do sistema estrutural da edificação. Assim temos: elétrica, hidrossanitario, segurança, acessibilidade, interiores, lighting design (ou iluminação), paisagismo, etc.

    Então, porque raios consta isso aqui no presente edital?

    “1.2. São documentos específicos para este certame, devendo, também, constar do ENVELOPE 1
    (UM):
    I – Prova de regularidade para com o CREA, mediante apresentação de Certidão de
    Registro de Pessoa Jurídica, comprovando que tanto a empresa quanto o responsável
    técnico pela obra encontram-se em situação regular, nos termos da Lei n.º 5.194 de
    24/12/66, bem como Resolução n.º 218/73 e 266/79 do CONFEA;

    II – Comprovação de aptidão para desempenho da atividade pertinente e compatível com
    o objeto da licitação, através da apresentação da Certidão de Acervo Técnico
    expedida pelo CREA, em nome do responsável técnico pela empresa licitante,
    acompanhada do Atestado(s) emitido(s) por pessoas jurídicas de direito público ou
    privado sendo pertinente e compatível: LOTE 01 – prestação de serviços de sondagem
    através da apresentação da cópia de Acervo Técnico emitido pelo CREA, bem como,
    cópia de Atestado de Capacidade Técnica; LOTE 02 – prestação de serviços de
    topografia, projeto de fundações e estruturas, projeto de arquitetura, projeto de
    instalações hidráulicas e sanitárias, projeto de instalações elétricas e eletrônicas,
    projeto de instalações mecânicas, projeto de instalações de prevenção e combate a
    incêndio, através da apresentação da cópia de Acervo Técnico emitido pelo CREA,
    bem como, cópia de Atestado de Capacidade Técnica.”

    Tudo fechado junto ao CREA, numa reserva de mercado descarada para arquitetos e engenheiros. Porém existem áreas neste projeto global onde nós, Designers de Interiores/Ambientes e Lighting Designers, poderíamos atuar tranquilamente dada a nossa formação acadêmica específica.

    Ah sim, vão dizer que é por causa da fiscalização e responsabilidade técnica? Nada que uma boa cláusula contratual não resolva como já expliquei várias vezes aqui neste blog. Se o profissional é sério e responsável, não temerá uma cláusula de responsabilidade técnica.

    Conheço muitos arquitetos e engenheiros que mal sabem desenhar uma planta baixa decente, fruto das “uniesquinas” que proliferaram-se por nosso país. Logo, esta exigência é inaceitável.

    Pois bem, mas isso também se deve à inexistência de nossa regulamentação profissional. Enquanto os profissionais da área ficam posando de pavões e peruas, a categoria carece seriamente de apoio para que a regulamentação seja efetivada como deve ser feita. O egoísmo e o “isso não me afeta” é o que mais prejudica qualquer tentativa de regulamentação profissional de nossa área. Mas não a regulamentação fantasiosa e ineficiente proposta pela ABD e sim, aquela proposta pelo grupo do prof Freddy Van Camp.

    Mantemos no Facebook um grupo onde denunciamos maus tratos, anunciamos boas ações e pedidos de ajuda:

    MAGGYE – REDE PARA CÂES DOADORES DE SANGUE EM LONDRINA E REGIÃO

    Este grupo nasceu após perdermos a nossa Maggye para a erlichiose canina (doença do carrapato) e pela falta de Banco de Sangue em junho/11. Londrina está infestada de carrapatos e são muitos os pets que vem sofrendo com esta doença e outras mais. Temos tido um grande apoio de moradores de Londrina e região bem como de alguns jornalistas não comprados pela admimistração pública.

    Não entendemos os CCZs como meros depósitos de cães de rua à espera da eutanázia como alguns gestores tem colocado irresponsavelmente na mídia. Entendemos sim como um espaço para acolhimento, tratamento, doação através da posse responsável, castração, ações de prevenção, combate e controle às zoonozes urbanas bem como um laboratório de análises clínicas avançado (que Londrina não oferece em lugar algum à população) e de atendimento em casos específicos como é o caso do Banco de Sangue (coleta/doação/ transfusão) públicos, de acesso livre, diferente do que acontece com o do Hospital Veterinário da UEL que, apesar de ser um orgão público, não fornece sangue para clínicas particulares. Aberto todos os dias, 24h incluindo domingos e feriados.

    Que abrigue também um corpo da promotoria de defesa animal para que possam, no exato momento da entrada/denuncia, inteirar-se do fato ocorrido para tomar as devidas providências legais.

    Assim, venho publicamente oferecer, de graça, à prefeitura os meus serviços como Designer de Interiores/Ambientes e Lighting Designer para projetar o CCZ dentro do que me compete:

    – projeto de iluminação decente e que atenda às reais necessidades do CCZ;

    – projeto de interiores global (envolvendo tudo o que está em minhas atribuições profissionais);

    O projeto arquitetônico, tenho um amigo arquiteto que tenho certeza que o fará também de graça já que ele também é um grande amante e defensor dos animais.

    Mas com algumas condicionantes:

    1 – um corpo clínico (veterinários e funcionários da rede pública de saúde) escolhido e indicado pelos gestores da Rede Maggye para que possam indicar o verdadeiro programa de necessidades de um CCZ decente;

    2 – Um corpo gestor para realizar o acompanhamento das obras bem como dos pagamentos realizados com membros da Secretaria Municipal da Saúde e membros da sociedade civil (sem coleguismos/apadrinhamentos/outros por parte da ADM pública) devendo primeiramente serem analisados os nomes indicados pelos profissionais envolvidos no projeto;

    3 – Isenção de interferências projetuais pelos gestores públicos;

    4 – Liberdade de criação projetual.

    5 – Outros tópicos que serão posteriormente discutidos.

    A fiscalização através do CREA/CAU poderá ser realizada tranquilamente, desde que apenas sobre as suas áreas/profissionais de competência respeitando a liberdade das minhas áreas cujas responsabilidades serão formalizadas no contrato.

    Assim, fica a oferta e o desafio à Prefeitura de Londrina.

    Ou será que discordam de alguns itens elencados pois sabem que não conseguirão meter a mão na cumbuca se assim o for e, portanto, farão de conta que não ficaram sabendo desta minha proposta?

    Vamos trabalhar decentemente por uma Londrina realmente digna para todos?

  • 2011 – o melhor aqui no DAC

    Como faço todo ano, aqui vai a lista dos posts que, na minha opinião, foram os mais importantes aqui no #DAC!

    Normalmente escolhe-se apenas um post por mês, mas às vezes fica difícil. Então, divirtam-se nas leituras sem esquecer que, além destes citados, tem vários outros.

    Vamos aptoveitar as férias para ler???

    Janeiro:
    Dúvidas sobre iluminação (LD)?

    Fevereiro:
    Carta aberta ao Senado Federal

    Março:
    E quando o cliente…

    Abril:
    É Proibido!
    (RE)Design

    Maio:
    Design de Interiores/Ambientes – localização

    Junho:
    Especificação e o Código de Defesa do Consumidor

    Julho:
    Insista, invista e contrate um Designer de Interiores/Ambientes.
    Revistas de decoração – fotos e imagens podem realmente ajudá-lo a definir suas preferências e estilo?
    Do It Yourself (DIY) – perguntas a se fazer antes de começar uma reforma sozinho(a)

    Agosto:
    Especialista em Lighting Design???
    Picaretagem via internet

    Setembro:
    Concreto translúcido – Via Lume Arquitetura

    Outubro:
    “Y” x especializações
    Sobre tendências, revistas, cópias e o “eu” do cliente
    Precificando o projeto
    Luxuria ou futilidade?

    Novembro:
    Brieffing – #ComoFaz?
    Marcenarias: vamos educar o mercado?
    Home Staging???
    Do egoísmo profissional

    Dezembro:
    IES e Design: THE
    LD – a carnificina da mídia continua…
    “Só dizáiner?” (sic)

    Boa leitura e aproveito para agradecer novamente a todos vocês que me seguem e acompanham este blog pelo apoio.

    Agradeço especialmente à família Lume Arquitetura (De Maio Editora, na pessoa da Maria Clara De Maio) pela oportunidade de juntar-me a eles na revista. Este foi sem sombra de dúvidas o melhor presente que recebi este ano!! É uma honra fazer parte desta família!!!

    Mais que necessário lembrar também das amigas profissionais e blogueiras Elenara, Ro, Marcia, Maria Alice, Joyce e Geane. Incansáveis na busca  de informações relevantes e sempre dispostas a me cutucar e provocar ahahahahhah amo vocês meninas!!!!

    Também não posso deixar de agradecer ao Ed que tem levado sozinho o Portal DesignBR. Cara todo o mérito do portal é seu, sou apenas um colaborador!!!!

    Que 2012 venha mega iluminado para todos nós e sempre, com as bênçãos de Deus sobre nossas vidas!!!.

    ;-)

  • “Só dizáiner?” (sic)

    É pessoal, depois eu que sou ranzinza e birrento. Mais uma vez me deparei com uma situação constrangedora em uma loja aqui de Londrina.

    Estava com um amigo/cliente acompanhando-o em compras, quando resolvemos procurar puxadores para os criados-mudos recentemente adquiridos. Como a Belquímica (onde costumo comprar materiais de marcenaria) encontrava-se fechada em razão de férias coletivas fomos até a Casa dos Puxadores, na Rua Belo Horizonte 450, aqui na cidade de Londrina.

    Verificamos o mostruário disponível sem acompanhamento ou qualquer interferência do vendedor que estava atrás do balcão, entretido no computador fazendo não sei o que. Definido o modelo chamei este vendedor para solicitar oito peças do produto escolhido.

    Como eu já imaginava que o valor em RT seria ridículo, solicitei ao vendedor que o revertesse em desconto para o cliente.

    Ele me perguntou se eu tinha cadastro na loja. Respondi que provavelmente não e ele falou que iria primeiramente fazer o cadastro. Perguntou-me então “O senhor é o ARQUITETO…(?)

    Respondi de pronto que eu não era arquiteto e sim DESIGNER.

    Ele olhou para mim com certo desdém e soltou:

    Só dizáiner(SIC)?”

    Questionei “como assim “só designer? Sou um especificador da mesma forma que eles.

    Então, indiferente à situação de embaraço a que submeteu o cliente, ele retrucou: “Nosso sistema só aceita arquitetos”.

    Reiterei que eu, na qualidade de designer, sou um especificador assim como qualquer arquiteto. Ou melhor, na maioria das vezes muito mais que os arquitetos, considerando que dentre as competências profissionais do designer destaca-se a de projetar e produzir os móveis por completo e não apenas comprá-los em lojas de móveis.

    A resposta do vendedor foi que “não tem como cadastrar a não ser que o meu supervisor libere o sistema“.

    Meu cliente, indignado com a situação, ao perceber o constrangimento e a falta de respeito profissional em relação a mim – creio que deveria estar visível o meu rosto roxo de raiva – pediu para sairmos dali e encontrar outra loja.

    Antes de sair, falei para o vendedor que a loja perdeu um especificador, vendas futuras e também que não espere que eu fale bem da loja onde for.

    No caminho para o carro meu cliente (formado em grau superior, pós-graduação em nível de doutorado) estava perplexo! De origem paulistana, morando alguns anos em Londrina, disse que se surpreendeu pela forma ignorante, medíocre e provinciana de perguntar “você é só designer?”! Como se houvesse graus inferiores no exercício da excelência profissional. Na conversa, mostrou-me por analogia como se aplicaria este absurdo em outros ramos técnicos ou profissionais, no âmbito da pesquisa, tecnologia e congêneres.

    É preciso respeitar as competências específicas de cada área, inclusive considerando suas intersecções, que não obscurecem a identidade profissional. Ao contrário, segundo este cliente, num contexto onde valorizamos a interdisciplinaridade e as decorrentes interações na elaboração de projetos (em qualquer área) como condição sine qua non de qualidade e confiabilidade, esta reserva de mercado é obsoleta e inaceitável. Em outras palavras, um mercado de “mente pequena”, atrasado e de olhar míope para a própria realidade.

    Como se pode observar, a indignação deste cliente lhe permitiu entender o corporativismo grosseiro e anacrônico que ainda reina nesta área profissional em Londrina: um sério obstáculo para parcerias que seriam bem vindas e que, com certeza por meio de uma sadia concorrência, proporcionaria o avanço em inovações de projetos para além da estagnação da criatividade que marca especificamente o mercado londrinense.

    Na verdade, um mercado com contradições! Nem tudo está perdido! Saímos desta loja – Casa dos Puxadores – e fomos para outra próxima, do outro lado da rua Belo Horizonte, onde fomos bem atendidos com respeito profissional na compra dos puxadores de ótima qualidade.

    Esta situação merece uma reflexão crítica muito séria e mais aprofundada: este caso deste vendedor e da loja que ele representa – que não é isolado – manifesta um corporativismo latente por detrás dos balcões comerciais. Para além de um comércio tacanho, a pergunta que devemos sempre fazer é a seguinte: a quem realmente interessa estas práticas de visão estreita?

    É pessoal, aqui em Londrina – assim como em cidades do porte de Londrina e menores – podemos constatar uma certa “máfia” de arquitetos, encabeçada por uns poucos que se acham “estrelinhas” em torno dos quais gravitam aqueles que se contentam com migalhas do mercado sob tácita reserva. Entretanto, vários destas “estrelinhas” precisam ficar fazendo interiores pra sobreviver, confundindo ou enganando os clientes e, por sua vez, demonstrando claramente sua incompetência em destacar o que é específico no exercício profissional de arquitetura, sua verdadeira formação.

    No que se refere à formação – inclusive do ponto de vista de uma ética profissional – cabe aos cursos de Design implementarem com seriedade curricular um diálogo com a Arquitetura – desde que esta se abra para isso – demarcando claramente as competências e as possibilidades de interação profissionais, abrindo o mercado para parcerias produtivas e para o respeito das especificidades de atuação. Não se pode mais suportar estratégias escusas e imorais para garantir reserva corporativista de mercado.

    Considerando o Curso de Design ofertado pela UNOPAR, espero sinceramente que seu novo gestor, a empresa Kroton Educacional, sem se tornar refém de “coleguismos” provincianos,  promova um efetivo “choque de gestão” priorizando a qualidade curricular deste Curso sobretudo com a contratação de docentes de reconhecida competência para as áreas teórico-práticas e tecnológicas relacionadas com o Design.

    Indo mais a fundo no problema inicial deste post, aqui em Londrina, arquitetos recebem o quanto querem como RTs das lojas (já ouvi relatos de até 40%) enquanto os designers tem de chorar muito para conseguir míseros 5% – quando conseguem isso. Pouquíssimas são as lojas que nos dão 10% de comissão. Sem considerar que muitas lojas também são coagidas a privilegiar os arquitetos, com receio de perder clientela. No entanto, os colegas designers por necessidade continuam levando clientes, submetendo-se a essa humilhação. Seria muito melhor se fossem éticos com seus clientes, relatassem como isso tudo acontece – inclusive a existência das RTs. Certamente o cliente ficaria do seu lado e não da loja.

    Outro detalhe: as RTs dos arquitetos são pagas rapidamente. Estou com três lojas que, desde maio deste ano, estão me “enrolando” e não me pagam o que me devem de RT.

    Aqui em Londrina rolam altos coquetéis das lojas, construtoras e empreiteiras que NUNCA convidam designers. O que acontece (e sei disso através de uma amiga que organiza as melhores festas aqui) é que um determinado grupo de arquitetos assedia os organizadores para saber quem são os convidados e, se tiver um único designer convidado eles boicotam a festa. Já relatei isso aqui em meu blog e já vinha relatando antes dele, ainda no orkut. Como vêem, nada mudou por aqui.

    Enquanto isso na “Ilha da Fantasia” a ABD fica fazendo festinha e carnaval mascarando o real problema que afeta o mercado, isto é, a dura realidade a que somos submetidos diariamente.

    Enquanto a nossa categoria (designers de interiores/ambientes) não conseguir reverter a asneira que a ABD fez junto ao grupo do prof Freddy Van Camp e termos a nossa área inserida no projeto de regulamentação do Design as coisas continuarão a ser assim. Fica aqui mais uma vez a minha solicitação para que o grupo do professor Freddy e os deputados envolvidos reavaliem essa questão pois a ABD, por interesses estranhos que rolam nos bastidores, não tem qualquer autonomia ou autoridade representativa para decidir sobre a nossa profissão, nosso futuro profissional.

    A ABD afirma que não há essa rinha entre arquitetos e designers, porém até mesmo o Ricardo Botelho (que vocês conhecem muito bem) já escreveu recentemente sobre isso no portal ADForum. Tanto não há que a ABD insiste em não enquadrar ou separar os profissionais corretamente como Designers de Interiores/Ambientes, Arquitetos Decoradores e Decoradores. Irresponsavelmente, insistem em dizer que são a mesma coisa. Porém ficam quietos quando os arquitetos “sentam o cacete” nos designers.

    Percebo claramente que a ABD continua refém do mesmo grupinho de “espertalhões” que se acham poderosos e espertos. Mas na verdade escondem as intenções oportunistas que não condizem com a maioria dos profissionais sérios que não participam da “rodinha” privilegiada.

    Talvez o pessoal das grandes cidades não consiga entender estes problemas por ser bem mais difícil que estes aconteçam já que a realidade é bem diferente. Sempre recebo convites de empresas de São Paulo, Campinas e Curitiba para seus coquetéis e festas. Mas mesmo que não sintam estas dificuldades e não passem por estas humilhações diariamente não quer dizer que devem se calar e não defender a nossa classe profissional.

    Então, profissionais, acadêmicos e docentes de Design de Interiores/Ambientes, acordem. Leiam e releiam este post quantas vezes forem necessárias para refletir sobre esta (e tantas outras) situação estúpida que temos de nos submeter diariamente longe dos grandes centros. Somos formados, estudamos muito como qualquer outra profissão exige. Então não tem porque termos de nos submeter a este tipo de humilhação diariamente.

    Se a ABD não se mexe, nos mexamos nós então. Aqui vão, inicialmente, algumas sugestões de como nos unir. Vou refletir sobre isso e soltarei um post em breve com mais sugestões para educar o mercado.

    1 – Entrem em contato com o grupo do professor Freddy Van Camp pedindo que acrescentem Interiores/Ambientes nas especialidades do PL de regulamentação do Design com urgência. Se você já passou por alguma situação constrangedora ou vexatória não tenha vergonha de relatar isso a eles.

    2 – Converse com as lojas (preferencialmente com o gerente) antes de levar os clientes para compras. Ligue e diga que é arquiteto (invente um nome) e pergunte quanto é a RT. Depois ligue, apresente-se corretamente e questione quanto é a RT. Se houver diferença, fale na cara dura que a loja perdeu um especificador e o porquê disso. Também avise seus colegas profissionais de sua cidade sobre a sacanagem que tal loja faz.

    3 – Boicote também as lojas que fazem coquetéis e festas “só para arquitetos”.

    4 – Se algum estabelecimento – ou alguém – exigir a sua carteira de associado da ABD para seja lá o que for, diga claramente que ela não é um Conselho Federal, não tem poder legal, portanto não há o menor cabimento nessa exigência.

    Bom é isso por hora.

    Hoje é meu aniversário e eu não conseguiria curtir tranquilo a minha festinha aqui em casa sem colocar isso para fora.

  • Revelando segredos e conquistas – I

    Vocês se lembram de quando fiz este post aqui ainda em agosto deste ano?

    Pois é meus leitores. Está na hora de revelar o porque de tamanha bobice minha. Realmente fiquei embasbacado, boquiaberto, abobado (mais do que já sou rsrs) e extremamente feliz com uma chamada que recebi pelo skype naquele dia. Nada podia ser revelado pois estávamos em negociação e acertos dos detalhes necessários para a efetivação disso.

    Eu tenho a honra de contar com uma ávida leitora de meu blog que me cobra bastante quando fico dias sem postar nada. É a M.C. que citei no post. Na verdade ela me incita, cutuca, instiga muito sobre temas para posts.

    Então é chegada a hora de revelar a vocês o porque de eu estar me sentindo mais que orgulhoso e respeitado pelo trabalho desenvolvido aqui no blog e também honrado com esse presente (que tenho absoluta certeza de que tem as mãos de Deus nisso).

    Bom, vamos lá: quem for presenteado neste próximo sorteio da revista Lume Arquitetura irá receber a revista de estréia de uma coluna minha nela.

    É isso mesmo que vocês leram: a partir da edição n° 53 (dez/11) sou o mais novo colunista da revista Lume Arquitetura.

    A Maria Clara me falou que já vinha pensando em me convidar a algum tempo mas a pedrada mesmo veio através deste post aqui. Ele definiu o convite.

    É uma honra imensa escrever para uma mesma revista onde escrevem profissionais de excelência como o Valmir Perez – com seus fantásticos textos sobre estética, arte e luz – além, claro, de todos os outros que participam de forma fixa ou esporádica na revista. Não posso deixar de citar também a seriedade e competência de toda a equipe responsável e que trabalha para fazer da Lume Arquitetura, sem sombra de dúvida, a maior e melhor revista sobre iluminação e Lighting Design do Brasil – e que agora faço parte desta excelente equipe!!!

    Agradeço à Maria Clara por este convite e por acreditar na seriedade de meu trabalho.

    A coluna seguirá a linha editorial deste blog e levará o título Luz e Design em foco. A diferença é que lá os textos são mais curtos (rsrsrsr) porém não perdem o foco, a ética, a crítica e a acidez com relação ao mercado de Lighting Design nacional.

    Então é isso gente. Esta é a novidade para 2012.

    Eu não poderia receber um presente melhor de aniversário (27/12) e Natal.

    Não posso deixar de agradecer também a vocês leitores. Sem vocês (mesmo que anonimamente ou “apenas” aumentando o contador de acessos em busca de informação) esse reconhecimento dificilmente aconteceria.

    Um forte abraço, recheado de agradecimento, em todos vocês!!!!

  • 900.000 – Sorteio revista Lume Arquitetura

    Pois é pessoal, como anunciei no Facebook, vamos a mais um sorteio de assinatura da Revista Lume Arquitetura.

    Só que desta vez, em comemoração aos 900.000 acessos a este blog, a De maio Editora presenteia vocês leitores deste blog não com uma, mas com DUAS chances de ganhar a assinatura da melhor revista sobre iluminação e Lighting Design do Brasil!

    Para concorrer às assinaturas você deverá:

    1 – inscrever-se (ou já ser membro) no grupo deste blog e no de Lighting Design lá no Facebook

    2 – Compartilhar algum material (vídeo, texto, foto) sobre iluminação (relacionada à luz, projeto) que você goste muito e compartilha-lo com todos lá no grupo Lighting Design do Facebook. (apenas buscamos incitar a troca de informações e a interação entre os profissionais).

    3 – Colocar aqui embaixo nos comentários a frase: “Eu quero ganhar a assinatura da Revista Lume Arquitetura”. (este apenas para gerar os numeros de ordem de inscrição para fins do sorteio).

    O sorteio da primeira assinatura será realizado no dia 10/12/2011 às 20:00hs (horário de Brasília).

    O sorteio da segunda assinatura será realizado no dia 10/12/2011 às 20:30hs (horário de Brasília).

    Ambos serão realizados através do site http://www.random.org/

    Boa sorte à todos!!!

    Vamos ver quem foram os sortudos (ou sortudas) da vez e vão levar este presentaço da De Maio Editora?

    Vamos aos resultados?

    1° sorteio:

    Vencedora: Luciana Galvão

    2° sorteio:

    Vencedora: Natalia Ladeira

    Às felizardas:

    Entrem em contato com a Katia (katia@lumearquitetura.com.br) para formalizar a sua assinatura.

    Parabéns à Luciana e Natalia.

    A valeu pela participação dos que não tiveram sorte desta vez.

    Até o próximo sorteio!!!

    ;-)

  • Marcenarias: vamos educar o mercado?

    Profiçionalizmo…

    Acho que já comentei isso aqui em meu blog mas não me lembro se cheguei a me aprofundar sobre o assunto. Então vamos lá: a bola da vez é a safadeza da maioria dos marceneiros. Mas calma gente, a culpa não é só deles, é também de péssimos e folgados profissionais de design e arquitetura que educaram o mercado dessa forma.

    Seguinte: em março, comprei os materiais (madeiras, MDF, ferragens, etc) para fazer dois móveis aqui de casa (cabeceira e painel para TV). Estão guardados lá na loja desde o dia da compra. Até aí tudo bem.

    O problema é que eu simplesmente não estou conseguindo um marceneiro que me façam os móveis. A resposta é sempre:

    “Não trabalhamos assim, com o projetista fornecendo o material. Nós que compramos o material.”

    CraroCreidi, tá me achando com cara de idiota??? SentaLáCreidi!!!

    Sabem porque eles não trabalham assim? Então vamos esclarecer as coisas e colocar tudo em pratos limpos.

    A verdade é que eles compram os materiais e revendem pelo dobro do preço.

    Geralmente o custo calculado por eles para executarem um projeto é formulado assim:

    Custo do material + 100% deste custo + mão de obra (100% em cima da soma dos dois anteriores).

    Em números para ficar melhor exemplificado:

    Custo material: R$ 1.800,00
    Custo material repassado ao cliente: R$ 3.600,00
    Mão de obra: R$ 5.400,00
    Custo final: R$ 9.000,00

    Perceberam a safadeza? Isso é uma PUTA falta de respeito tanto com os profissionais – que chamam de “parceiros” e ainda ligam reclamando quando sumimos – quanto com os clientes.

    No entanto devo ressaltar aqui a parcela de culpa dos péssimos profissionais que geraram – e mantém – esse tipo de sem vergonhice no mercado: os profissionais de design e de arquitetura. Sim, estes tem culpa também.

    Explico:

    É fácil desenhar um móvel (até meu sobrinho com suas garatujas o faz). Difícil é projetar um móvel valendo-se de TODAS as etapas que isso exige. Incluindo a COMPRA dos materiais necessários.

    Mas os folgados e preguiçosos preferem deixar esse trabalho para os marceneiros. Escolhem o padrão ou textura pela web, por catálogos ou amostras e deixam o resto todo nas mãos dos marceneiros. Os mauricinhos e patricinhas de plantão se recusam a ir sujar suas roupas e sapatos nesse tipo de lojas. Geralmente tem uma visão dantesca desse tipo de ambiente e arrisco-me a afirmar com certeza de que a maioria NUNCA entrou numa loja desta.

    Pra que vão perder tempo numa loja de madeiras e MDF se tenho quem faz para mim? “Eu escolho daqui, ele vai lá e compra.”

    Ah não posso deixar de citar também que a grande maioria dos projetos que chegam às mãos hábeis dos marceneiros vem irregulares, cheios de falhas e também tem aqueles só esboçados geralmente acompanhados de frases como:

    “Você sabe fazer, então resolva a estrutura”.

    BURROS!!!
    ASNOS!!!!
    INCOMPETENTES!!!
    IRRESPONSÁVEIS!!!!

    Depois tem a cara de pau de reclamar do preço cobrado pelos marceneiros. Tem a cara de pau de apresentar-se como Designers.

    Por causa de vocês é praticamente impossível encontrar um marceneiro que faça estes dois móveis aqui para minha casa (já tive esse problema em outros projetos para clientes e tenho certeza que praticamente 100% dos que já tentaram isso não tiveram sucesso).

    SE o mercado tivesse sido EDUCADO da maneira correta – por bons e conscientes profissionais – essas coisas não ocorreriam.

    Então vamos nos unir e DESEDUCAR essa prática absurda dos marceneiros?

    Vamos passar a fazer os projetos COMPLETOS, comprando os materiais e forçando-os a abandonar esse estelionato enrrustido?

    Passe a comprar os materiais que serão usados em marcenaria e pare de trabalhar com marceneiros que não aceitam essa forma de prestação de serviços.

    Ou vão preferir continuar perdendo clientes por causa do alto custo da execução dos projetos ou por não encontrar um marceneiro decente e ético que produza seus móveis?

  • Home Staging???

    Já sei que muitos vão tentar afirmar que esse trabalho é uma das competências (por Lei) dos arquitetos e engenheiros. Mas calma, antes de atirar pedras e vir com trololó, não vou me referir à parte estrutural ok? Se insistirem em englobar o todo que esse tipo de parceria pode gerar em serviços tudo bem.

    Fica aqui registrada então a denúncia de reserva ilegal (e criminosa) de mercado, que fique bem claro, e que as autoridades competentes façam a sua parte punindo (dentro da LEI) os que defendem isso.

    No exterior, essa parceria com os corretores de imóveis e imobiliárias (e até mesmo com particulares) é chamada de “Home Staging”. Diferente do que muitos (dentre os poucos que conhecem esse trabalho) possam pensar, esta técnica não visa somente uma mera “encenação do imóvel ocupado ou vazio” ou seja, dar uma arrumada, redistribuir os móveis com um layout melhor. Esta técnica pode e deve ser aplicada de maneira mais ampla.

    Digamos que você leitor tem uma casa e quer vendê-la. Já parou para analisar que qualquer benfeitoria realizada na mesma aumenta o seu valor no mercado? Já percebeu que todo possível comprador torce o nariz para qualquer manchinha que tiver na parede ou riscadinho no piso?

    Sim, é bem isso mesmo. As pessoas quando buscam um imóvel novo tem preferência por aqueles que não lhe trarão trabalho assim que o adquirir. Poucos são os que buscam algo para entrar em reforma, principalmente as pesadas.

    Assim, temos nesse nicho de mercado mais uma área para os profissionais de Design de Interiores/Ambientes.

    Como? Vou explicar.

    É certo que uma casa mal arrumada, com uma distribuição ruim dos móveis acaba gerando uma visão poluída (e distorcida) dos ambientes para o possível comprador. Ele (a grande maioria) não consegue visualizar os espaços e suas possibilidades especialmente quando o imóvel ainda está habitado e consequentemente cheio dos móveis do atual morador. Então, aqui está o primeiro meio de trabalho neste mercado: arrumação.

    Mas não ficamos só nisso. Quando somos chamados para este serviço devemos fazer uma vistoria completa no imóvel. Devemos estar atentos a absolutamente tudo, dentro e fora do imóvel. SE, e somente SE, houverem problemas estruturais, aí sim devemos chamar profissionais qualificados (arquitetos e engenheiros) para resolvê-los. O restante (não estrutural), podemos trabalhar livremente no imóvel:

    – Verificar se a pintura está ok ou se precisa ser renovada/retocada.

    – Verificar as condições dos pisos e revestimentos e se necessário propor alterações.

    – Verificar se as instalações elétricas e hidráulicas estão ok,e propor as alterações nevessárias.

    – Verificar a situação dos armários embutidos que permanecerão no imóvel.

    – Verificar os gessos.

    – Verificar o paisagismo (quando houver).

    – Entre várias outras coisas.

    Percebam que para cada item destes é um trabalhão danado.

    E é assim que este DEVE ser feito. Este é o verdadeiro Home Staging.

    Tem alguns sites e profissionais (incluindo já aqui no Brasil) que pregam que devemos apenas “dar um tapa”, ou seja, mascarar os problemas, torná-los imperceptíveis ao possível comprador. Em resumo: ele que se exploda depois com o azedo abacaxi fantasiado de doce e suculento morango que o venderam.

    Isso não é ser profissional. É ser desprovido de qualquer ética e respeito pelo mercado e pelas pessoas.

    Muitos podem se perguntar: vale a pena investir antes da venda? Vou contar uma historinha:

    Uma conhecida minha de Ribeirão Preto ficou desempregada e recebeu o seu FGTS. Como estava difícil arrumar um novo emprego (por causa de sua já adiantada idade) ficou pensando em como investir de forma segura e rentável aquele dinheiro. Um dia andando pela cidade, viu num dos bairros uma casa popular à venda num dos conjuntos mais disputados da cidade e teve uma idéia. Não me recordo os valores exatos agora, mas lembro-me perfeitamente da relação entre eles. Comprou-a por aproximadamente R$ 17.000,00. Sobrou um dinheirinho e ela resolveu ajeitar a casa antes de vendê-la. Chamou uns pintores, deu uma arrumada no jardim, gramou o terreno, reformou o banheiro e a cozinha (troca de revestimentos, louças e metais). Investiu pouco mais de R$ 5.000,00 nisso tudo. Quando chamou um corretor ficou pasma ao ver que ele avaliou o imóvel em mais de R$ 30.000,00.

    O que ela fez? Vendeu, comprou outra, reformou, arrumou e vendeu e comprou outras e assim por diante. Hoje vive (e muito bem) fazendo isso. Mas como ela não é designer nem arquiteta, faz apenas para ela mesma. Me falou ainda esta semana pelo telefone (sim, já se dá ao luxo de contratar minha consultoria) que está atualmente mexendo com 12 imóveis ao mesmo tempo. Melhor que a realidade de muitos profissionais.

    Agora, imaginem vocês, meus leitores acadêmicos/profissionais, o nicho de mercado sensacional que é este.

    Imaginem vocês, meus leitores corretores/imobiliaristas/clientes, as vantagens que este tipo de prestação de serviços podem trazer para vocês.

    E isso não deve ser aplicado apenas às residências e apartamentos. Uma historinha de um outro amigo pessoal:

    Ele comprou um apartamento dele em 2003 por aproximadamente R$ 43.000,00. Fez uma reforma pesada e o valor não subiu quase nada. Com o passar do tempo acabou assumindo como síndico do condomínio. Nisso começou a perceber as absurdas gambiarras que o ex-síndico vinha fazendo e resolveu que estes problemas todos deveriam ser tratados com seriedade. Claro que, de início, os proprietários colocaram-se contra por causa do investimento necessário. Primeiro refez toda a parte elétrica e de iluminação das garagens (lighting). Os moradores perceberam que a conta de luz do condomínio diminuiu muito. Depois refez a pintura das paredes e tetos do Hall, escadarias e circulações. Na primeira visita de um corretor, este confidenciou a este meu amigo que agora, com essas pequenas melhorias, o valor do apartamento já ultrapassava os R$ 65.000,00. Os proprietários gostaram e perceberam que investir é sinal de lucrar. Resolveram então melhorar a área externa (portão de pedestres/acesso). Tiraram o telhadinho ridículo que não protegia ninguém e fizeram uma entrada decente (projeto meu executado por uma engenheira parceira). O valor do apartamento subiu para R$ 90.000,00. Alteraram a calçada implantando uma calçada verde com paisagismo, dentro da norma de acessibilidade municipal. Aumentou ainda mais o valor. Implantaram um sistema de segurança com acesso por tags e senhas individuais e câmeras de segurança. Hoje, o valor dos apartamentos está mais de R$ 150.000,00. Sempre tem corretor tocando o interfone desesperado para saber se tem algum apartamento à venda no prédio. Outro detalhe: antes eram 4 proprietários e 8 inquilinos. Hoje são 10 proprietários e 2 inquilinos no edifício. Todo esse trabalho foi feito com a minha consultoria em alguns momentos e projeto em outros. Agora, estão se preparando para uma reforma geral das fachadas e dos telhados, incluindo uma possível alteração para telhados verdes, tudo feito sob a minha concepção e supervisão (e executados por profissionais parceiros qualificados para tal).

    O que isso tudo tem a ver com Home Staging?

    Serve para mostrar que não apenas os proprietários, mas também os síndicos devem começar a repensar as suas decisões sobre investimentos nos imóveis, incluindo nas áreas comuns, no caso de condomínios.

    Isso é mercado, isso é valorização de um bem seu (ou de todos, no caso dos condomínios) e que o mercado sabe reconhecer.

    Serve também para mostrar que, apesar do termo “home”, este trabalho é bem mais amplo e não está atrelado apenas aos espaços interiores das edificações.

    OBS> e não me venham falar em direito autoral em residências e edifícios com mais de 10 anos (que são as que mais necessitam desse tipo de serviço) onde os proprietários já pagaram ao autor pelo DIREITO de fazer o que quiser com o SEU imóvel. Inclusive, botar “na chom”, caso algum birrento insista em atormentar e atrapalhar o processo alegando que “só ele, por ser autor, tem direito de alterar”. Isso é reserva de mercado. Isso é CRIME! O direito autoral já está lá registrado no acervo técnico, nas fotos, registros e plantas ok?

    Então, vamos que vamos. Temos muito trabalho a fazer.

    E a sociedade tem muito a ganhar conhecendo e investindo no trabalho sério dos Designers de Interiores/Ambientes, especialmente os proprietários e corretores de imóveis.

    Parcerias sérias só faz bem a todos.

  • Precificando o projeto

    Muitas pessoas me perguntam como faço para precificar os meus projetos. Nos diversos fóruns pela web encontramos diversos tópicos sobre este assunto, poucos com uma visão diferenciada. É complicado explicar isso uma vez que o mercado está muito confuso por dois motivos:

    1 – a prostituição de muitos profissionais que dão projetos em troca de RTs ou que cobram valores ridículos.

    2 – a ineficiência e alienação da ABD e outras associações (nacionais ou locais) sobre o assunto.

    Bom, não há como querer seguir os valores colocados na tabela da ABD. São surreais e só quem deve conseguir aplica-los são as estrelinhas da mídia. Os profissionais normais e mortais não conseguem. Outro problema é que a tabela contempla o valor por m² e não considera a complexidade do projeto.

    Se por um lado temos este problema dos valores muito altos da tabela, por outro temos os profissionais que não a respeitam e cobram valores bem abaixo do mínimo desejável para manter a saúde do mercado.

    SE os profissionais se conscientizassem e começassem a valorizar o seu próprio trabalho e os colegas profissionais isso tudo não ocorreria mas o que vemos são prostitutos e prostitutas profissionais emporcalhando o mercado.

    Enquanto isso não for resolvido vamos continuar a nos deparar com situações constrangedoras diariamente frente os clientes. Quando um me fala que o orçamento do fulano está bem mais barato que o meu respondo simplesmente:

    EU SEI O QUANTO ME CUSTOU SER QUEM SOU HOJE E VALORIZO ISSO. SE QUER QUALIDADE, COMPETÊNCIA E SERIEDADE FIQUE COMIGO.

    Sou anti-ético? Nem um pouco. Anti-ético é o outro que cobrou menos de 10% do valor cobrado por mim. Isso mostra o desespero do outro para manter-se sobrevivendo no mercado. (Note que sobreviver não é o mesmo que viver.)

    Também tenho uma resposta na ponta da língua para aqueles que vem com a história de que a loja tal dá o projeto de graça:

    BOBINHO, VOCÊ ACREDITA EM PAPAI NOEL? (rindo ironicamente)  VOCÊ ACREDITA MESMO QUE O VALOR DO PROJETO NÃO ESTÁ EMBUTIDO NO VALOR FINAL DO PRODUTO QUE VOCÊ IRÁ PAGAR?

    (Por sinal essa história dessas lojas de planejados merece um post na veia….)

    Bom, como eu precifico? Vou tentar explicar para vocês.

    Em primeiro lugar tenho todo o levantamento de quanto me custa manter o meu negócio. É aquela tabela dos custos fixos que gera o índice e blablablabla. Abaixo disso, jamais.

    Junto ao cliente, num primeiro momento analiso a situação através de uma ENTREVISTA informal: dimensão do projeto, estilo, nível social, vida social, quem é o cliente, etc.

    Num segundo momento, busco fazer o BRIEFFING melhor direcionado pois já tenho algumas informações importantes que colho durante a entrevista. Depois, ao pensar o orçamento peso muito bem estes itens para chegar ao valor final.

    Uso por base o valor da tabela da ABD (sim eu valorizo o meu trabalho) mas não uso a referência do meu estado (PR) e sim os valores mais altos da tabela – se é pra ser algo sério que seja igual para TODOS os profissionais independente da região onde moram afinal, tem clientes de todos os níveis em todos os cantos do país. Mas é claro que se o cliente não tem grandes recursos abro novas formas de negociação, com valores mais condizentes com a realidade do mesmo.

    Digamos que o valor final pela tabela tenha ficado em R$ 15.000,00. Aí passo a cruzar este dado com os dados do brieffing.

    Se o ambiente/projeto for mais simples e numa linguagem que eu goste mais de trabalhar – portanto já tenho os conceitos e conhecimentos em minha mente – vou automaticamente levar menos tempo para projeta-lo então posso abaixar um pouco o valor. Digamos para R$ 13.000,00.

    Se o ambiente é num estilo mais clássico (rococó ou algo similar), cheio de detalhes, ornamentos isso vai me exigir mais pesquisa de materiais e tempo na prancheta para resolvê-lo. Então procuro manter o valor inicial ou, dependendo do caso posso até mesmo aumentá-lo chegando facilmente aos R$ 20.000,00.

    No entanto só isso não serve para fechar o valor do projeto. Outras questões devem ser levadas em conta como por exemplo a tecnologia, a automação e o controle. O uso destas ferramentas nos obriga a atualização constante e eu não sou do tipo de profissional que entrega um projeto destes nas mãos de um projetista de loja (até os de móveis planejados são feitos por mim e a fábrica que se vire para executa-los exatamente conforme meus desenhos indicam). Entrego para o lojista o projeto pronto e já especificado para ele orçar materiais, equipamentos e instalação. E ai do lojista que tentar modificar meu projeto…. Isso eleva sim o custo do projeto. É a questão da personalização/autoria do projeto atendendo à individualidade e personalidade do cliente. Não quero meus clientes com “casa de revista” que não dizem absolutamente nada sobre eles.

    No caso da automação é mais fácil. Mas mesmo assim exige pesquisa e atenção ao projetar. Dá pra elevar uns R$ 4.000,00 no preço final.

    Já se o cliente pensa em controle aí a coisa é bem diferente. É algo bem mais complexo que a mera automação. E tem também o ponto que se o cliente pode pagar pelo controle, é sinal que tem dinheiro no caixa. Então, dá pra subir uns R$ 8.000,00 no valor final.

    Isso tudo eu estou falando em projeto de Interiores/ambientes que levam agregado o projeto de iluminação básica. Caso o cliente queira um projeto de LD junto com o de ambientes aí a história é outra.

    Lighting é a minha especialidade, estudei muito para dominar o assunto e saber muito bem – e como poucos – o que estou fazendo. E isso não vem de agora, desta pós que finalizei recentemente. Este especializar-me ja vem acontecendo ha mais de 10 anos, diariamente. Não posso – e nem devo – dar isso de graça a quem quer que seja afinal, nem o relógio trabalha de graça: ou você tem de dar corda ou tem de trocar a pilha.

    Então, se o cliente deseja um projeto personalizado de LD – sim, LD é personalização – vamos nos sentar e negociar os valores pois cobro pelo projeto de LD o mesmo que cobro pelo de Interiores/Ambientes. Algumas vezes o LD sai até mais caro dependendo do nível tecnológico.

    Então quer dizer que se for um projeto de Interiores/Ambientes + LD sai por R$ 30.000,00?

    SIM!

    Negociamos a forma de pagamento.

    Não posso deixar de citar a existência das RTs nessa negociação. Sempre deixo isso bem claro para meus clientes e explico direitinho como elas funcionam. Se o cliente não quer com RTs e resolve pagar o preço total, fazer o que? Obrigo os lojistas a darem os 10% de desconto extra para os clientes após o fechamento do preço. Mas se ele quer o valor com as RTs, dou um desconto de 10% no valor total e ele se compromete a fazer as compras apenas onde eu indicar.

    Isso tem de ser muito bem negociado e você tem de ser mais esperto que os lojistas. Jamais fale do desconto das RTs antes do vendedor apresentar o valor final do orçamento. Afinal, dentro deste valor final ele já embutiu os 10% das RTs que vai te pagar. Fechado o valor e negociado os descontos do cliente, aí você entra e pede o abatimento dos 10% das suas RTs. A grande maioria das lojas não gosta disso, torce o nariz, te chama no canto para “conversar”, porém quem não gosta não trabalha eticamente com seus clientes logo, não merece vender. Pule para o próximo fornecedor então.

    É complexo? Sim. Dá pra explicar melhor? Consegui expressar-me corretamente? Talvez sim talvez não. Na certa muitos só entenderão isso com a experiência profissional e o decorrer dos anos atuando no mercado.

    Por hora é isso. ;-))

  • Sorteio: 1 assinatura da revista Lume Arquitetura

    Olá pessoal, vamos  mais um sorteio de uma assinatura da Revista Lume Arquitetura??? ^^

    Bom, então vamos lá:

    Para concorrer à mais esta assinatura gentilmente cedida pela Lume você deverá:

    1 – inscrever-se (ou já ser membro) no grupo deste blog e no de Lighting Design Brasil lá no Facebook

    2 – Buscar no Youtube um vídeo sobre iluminação (relacionada à luz, projeto) que você goste muito e compartilha-lo com todos lá no grupo Lighting Design Brasil. (não precisa explicar o porque de você gostar do vídeo, apenas buscamos incitar a troca de informações e a interação entre os profissionais).

    3 – Colocar aqui embaixo nos comentários a frase: “Eu quero ganhar a assinatura da Revista Lume Arquitetura”.  (este apenas para gerar os numeros de ordem de inscrição para fins do sorteio).

    O sorteio será dia 31/10/2011 às 20:00hs (horário de Brasília).

    Será realizado através do site http://www.random.org/

    Boa sorte à todos!!!

    _______________________________________________

    POR PROBLEMAS TÉCNICOS AQUI ESTOU ATRASADO COM O SORTEIO MAS ACABEI DE REALIZA-LO.

    QUEM LEVOU ESSA ASSINATURA FOI O NÚMERO 5:

    Caio Eduardo Fernandes

    Por favor Caio, entre em contato com a Katia (katia@lumearquitetura.com.br) para formalizar a sua assinatura.

    Parabéns ao Caio e a todos que participaram.

    Até o próximo sorteio ;-))

  • Revista Lume Arquitetura – Especial Internet – Ed 51

    Para quem não leu a matéria que saiu na revista Lume Arquitetura sobre os blogs que falam sobre iluminação e Lighting Design, a Maria Clara acabou de me encaminhar o PDF da mesma que disponibilizo aqui para vocês:

    Especial Internet – Blogs ed_51

    Mais uma vez agradeço a todos vocês que acompanham e apoiam o meu trabalho aqui neste blog. Sem vocês este reconhecimento não seria possível.

     

     

     

  • Casa Conceito 2011 – Passeio

    Demorei, a mostra já foi encerrada, mas aqui está o ambiente “Passeio” que fizemos na Casa Conceito 2011 aqui em Londrina.

    Trata-se da calçada frontal da residência.

    A avenida onde a casa está implantada é de grande fluxo e importância para a cidade porém não vemos nada que se destaque, falando sobre muros.

    Se passamos na avenida durante o dia vemos uma sequencia de nada ou salpicados de alguma coisa copiada de qualquer lugar (era, tijolinhos, pintura ou falta dela, etc). Se passamos durante a noite, é tudo cinza, escuro e sem vida (incluindo a péssima iluminação pública).

    Calçada e muro – antes

    Outro fator a destacar é que nas mostras (e na vida real) dificilmente as pessoas dão o devido valor à este elemento que faz parte da edificação. Costumam dizer que o Hall de entrada é o cartão de visitas da casa.

    NÃO MESMO. Sempre digo que o muro e a calçada frontal é que o são, afinal eles são os primeiros contatos dos visitantes com a edificação.

    Assim pensamos num projeto que desse o devido destaque à estes elementos da construção, chamando a atenção do público. E acredito piamente que conseguimos pois com todos os visitantes que conversei perguntavam se o muro “era meu” e parabenizavam.

    O projeto original foi pensado já desde o início para utilizar as esculturas de parede do Jadir Battaglia. Apesar dos riscos envolvidos (vandalismo e roubos) ele aceitou ceder as peças pois nunca tinha realizado uma aplicação nesse sentido de suas peças. Isso nos levou a fechar parceria também com a empresa de segurança Digitemp que colocou um sistema de alarme magnético nas esculturas e nas luminárias.

    O projeto inicial era esse:

    As molduras em EPS da Decorpol formariam os “quadros” e a “tampa” do muro. Em uma semana a empresa enviou o produto. O detalhe é que eu precisava de um modelo que proporcionasse a instalação de fita ou mangueira LED para iluminar as esculturas. Fiz o desenho, encaminhei e recebi o produto exato, como eu precisava.

    Porém, com o passar do tempo este projeto começou a gerar dúvidas: não tínhamos contato direto com a proprietária da casa para verificar a necessidade de alterações pós-mostra e também começamos a perceber que estávamos caindo no óbvio, na aplicação comum. Também o detalhe que na escultura da direita, bem nesse espaço, há o relógio de luz da Copel e este não poderia ficar inacessível. O projeto em si não atrapalhava em nada o acesso a ele, porém ele estragava o visual do projeto. Resolvemos então alterar radicalmente o projeto.

    Como estávamos precisando de algo para a parede do Lounge Externo por causa da sacanagem do fornecedor da cobertura, optamos por retirar uma escultura do muro e colocá-la lá. Buscamos então uma linguagem mais clean e contemporânea, algo inexistente aqui em Londrina.

    Alteramos o projeto de LD, o paisagismo, as cores e a disposição dos elementos do muro. Com isso ganhamos muito esteticamente. Mantivemos o volume que desejávamos desde o início e o destaque de dia e/ou noite.

    Foto oficial by Ruffino

    Sim, chapamos uma tinta branca em todo o muro e abusamos com os números (também feitos sob encomenda em EPS pela Decorpol) em vermelho.

    Para esconder (ou ao menos suavizar esteticamente) o quadro de luz, optamos por vasos com samambaias afixados acima dele onde, as folhas, não atrapalham o acesso ao mesmo. Este mesmo elemento aplicamos em outros pontos do muro para não chamar a atenção justamente em cima do problema. Poucas pessoas perceberam que tinha um quadro de luz ali.

    Pra ajudar, na noite anterior à inauguração da mostra, enquanto estávamos tentando finalizar o Lounge um caminhão saindo acabou por enroscar o seu baú no portão e nos fez esse favor:

    Isso porque já eram mais de 23:00hs. Quiseram jogar a responsabilidade disso sobre nós mas, como viram que eu tinha tudo devidamente registrado (fotos, vídeos e testemunhas), desistiram. Porém o portão ficou lá danificado durante toda a mostra e ainda está. Será entregue assim à Luciane, proprietária da residência?

    Sobre este portão, vale ainda ressaltar que tentaram nos forçar a pinta-lo. Relutei fortemente contra isso pois trata-se de madeira bruta (peroba rosa), bastante antiga que não merece essa infelicidade. Sim sou contra este tipo de destruição. Este portão, assim como o deixamos, nos conta a sua história. Se soltássemos uma camada de tinta sobre ele, não seria mais ele. Também perderia o seu valor material.

    Fundamental foi a parceria com a Arte Flores e Paisagismo M.E., através de seu proprietário Fabiano, na parte de paisagismo que nos forneceu as plantas, elementos e insumos necessários e também a Madeplast que forneceu o deck de madeira plástica (que infelizmente não saiu na foto oficial pois não estava instalado ainda). Também temos a parte de iluminação com o apoio da Eletroville, da GE Iluminação e do Renaldo.

    Por falar em iluminação, neste projeto pensamos numa forma de atingir os objetivos estéticos e dar o devido destaque aos elementos aliado ao baixo consumo energético. Apesar de termos trabalhado com lâmpadas halógenas, o alto rendimento das luminárias nos permitiu isso.

    Está aí, um belo projeto, bastante elogiado e destacado na CasaConceito 2011 aqui de Londrina.

  • Casa Conceito 2011 – Lounge Externo

    Pois é pessoal, vamos falar agora sobre o espaço que me deixou irado e que me levou a escrever este post de desabafo: o Lounge Externo.

    Bom, tivemos de fazer mágica para conseguir montar o espaço à tempo para a abertura da mostra. De nada adiantou reclamar com a coordenação da mostra sobre o acúmulo de entulhos e lixo no espaço pois, por mais que elas (Jacqueline e Andreia) tentassem nos auxiliar, o pessoal não respeitava e continuavam a jogar lixo. Pior ainda foi ter de ouvir de uma fulana que estava entupindo a rampa com caminhões que eu precisava compreender a situação pois ela precisava finalizar seu espaço. (que vontade de falar um baita palavrão aqui). Então, montamos o ambiente na sexta feira à noite e sábado pela manhã e tarde até o momento da abertura – 14hs.

    A mostra abriu com ele ainda inacabado, infelizmente, e tivemos de fazer sérias alterações no projeto inicial seja por problemas causados por fonecedores ou pelos problemas já citados no outro post.

    Aliás, isso não foi um problema enfrentado somente por nós. A arquiteta Alice Prandini fez uma verdadeira mágica em seu espaço depois que o marceneiro a deixou na mão no sábado de manhã da abertura da mostra ao não entregar o mobiliário e ela teve de sair correndo nas lojas “catando” peças para conseguir montar o espaço e posso dizer: ficou show!!!

    Mostrou uma maturidade, seriedade e competência profissional ímpar!!! Parabéns Alice!!! ;-))

    Well, voltando ao Lounge.

    Tenho um roblema sério para resolver com o pessoal da 3DBoard, especialmente o Dyone: pela falta de profissionalismo e responsabilidade do fornecedor que ia fazer a cobertura do lounge acabei não tendo como aplicar o produto deles já que a parede recebe chuva direta e, mesmo com a idéia de usar pintura automotiva, ficamos com receio de aplicar o produto e acabar queimando-o já que não sabemos qual seria o resultado dessa exposição direta às intempéries (sol/chuva). Julguei melhor não aplicar para não correr riscos. Tentei repassar o material para profissionais de outros ambientes sem sucesso (trouxas pois perderam de expor um produto de primeiríssima qualidade e beleza em seus espaços). Então Dyone, tenho de ver se remeto esse produto para você novamente com os mais sinceros pedidos de desculpas por todo o processo envolvido no antes mostra, se pago o produto e aproveito-o aqui em casa ou se você libera para ser sorteado aqui no blog entre os leitores.

    Tivemos então a primeira alteração séria no ambiente que acabou afetando também o projeto do muro (Passeio) onde tivemos de tirar uma escultura do Jadir Battaglia e aplica-la na parede onde iríamos usar o 3DBoard. E também alterar a bancada de vidro após a mesma ser danificada “não se sabe por quem”. O Marcelo nos socorreu providenciando uma base e um filete de granito branco que acabou ficando perfeito e escondendo o deslocamento e sustentando o peso. Para esconder as imperfeições causadas pela água jogada na parede com a massa ainda fresca (que provocou bolhas) optamos por usar a mesma tinda do muro, a alumínio, da Hydronort, que escondeu bem os defeitos.

    O Oratorium não saiu pois a rampa estava inutilizável até a hora da abertura da mostra. Então, acabamos tranferindo-o para dentro do espaço do lounge tranformando-o num estar. Ficou super legal o espaço onde estamos com os dois protótipos finais de uma peça da LaCasa Design sendo experimentadas e avaliadas pelo público: são dois “pêndulos” que servem para área externa, varandas e até mesmo para salas de estar internas. Estão fazendo um sucesso enorme e tenho de tirar o chapéu para o Renato da LaCasa Design: é surpreendente esta peça. Também neste espaço temos a bancada de madeira de demolição (peroba rosa) fornecida pela EcoDesign que também ficou perfeita no espaço.

    Ainda falando em móveis, a mesa do lounge ficou show e também estão elogiando muito a idéia do tramado do tampo com o vazado no centro. E as cadeiras e chaises estão fazendo a alegria do pessoal que senta ali para conversar. Estão elogiando muito também a ousadia da mistura de peças e disposição das mesmas.

    O painel de mosaico de teca da TWBrazil que usamos para esconder a janela também é outro detalhe que está chamando bastante atenção dos visitantes e profissionais pela beleza do material. A facilidade de aplicação também é outra característica que está agradando bastante a todos.

    A Madeplast entrou com o pisante da escada de acesso/saída. É um produto surpreendente, belo e ecologicamente correto.

    As esculturas do Jadir Battaglia estão surpreendendo o pessoal pelas formas orgânicas. Já ouvi muitas palavras na tentativa de traduzi-las mas a mais recorrente é: sensuais. =0 Mesmo sendo “sensuais” estão gostando bastante e muitas pessoas já disseram que retornarão dia 16 quando ele estará por aqui visitando a mostra para conversar com ele.

    O mais interessante é que este ambiente foi feito exatamente para mostrar o que a iluminação é capaz de fazer num espaço. Se você passa por ele ainda durante o dia percebe um ambiente bastante simples e limpo, porém acolhedor, confortável. Bem diferente dos outros ambientes requintados, mega detalhados e iluminados da mostra. Quando você passa novamente por ele na saída, já durante a noite, percebe que o ambiente é outro: fruto de um projeto de LD muito bem pensado e planejado.

    Outra intenção, como já escrevi também neste outro post, era montar algo usável pelos visitantes. Um espaço onde eles pudessem sentar-se para esperar os amigos ou decansar um pouco após a visita pela casa. É pra usar mesmo e não apenas para olhar com medo de tocar.

    Na bancada de vidro da Arti In Vetro, usamos em built-in, uma fita LED RGB fornecida pela Sinalon. A película que acabamos perdendo como já retratado anteriormente, foi trocada por um adesivo automotivo branco, o que realçou ainda mais o efeito RGB dos LEDs.

    No muro, aplicamos as arandelas da iLED de maneira não convencional. Invertemos a sua posição e forçamos o Victor a alterar a vedação das mesmas para podermos utiliza-las dessa maneira. Brincando com a luz, desenhando com a luz. A pintura alumínio e a textura original do muro acabaram ressaltando o efeito.

    Um detalhe interessante é que uma brincadeira boba que fizemos está fazendo bastante sucesso: a aplicação de uma mangueira LED dentro da grelha de águas pluviais. O desenho de luz e sombra projetado no muro está agradando as pessoas e até mesmo os profissionais dos outros ambientes.

    Já surpresa mesmo fica por conta do Hallucination, da Acme. Comprei (já que não consegui nenhum fornecedor) este equipamento especialmente para este ambiente e foi a primeira idéia que tive para o espaço: aplicar um equipamento de iluminação cênica para mostrar que estes podem, e devem, ser utilizados tambem na arquitetura. O efeito está surpreendente.

    O que mais ouço das pessoas é: nossa tem que passar pela água?

    Ou ainda: trouxeram o lago (Igapó) aqui pra cima?

    Ele está instalado embaixo do beiral do telhado (para proteção das intempéries e cobertura do facho) projetando o efeito diretamente sobre o chão. Coloquei-o em stand-by para que não ficasse muito boate então temos um efeito fixo (sem pan ou tilt) onde apenas os gobos estão em movimento dando o efeito de água sobre o chão.

    Ele também lava uma das faces das esculturas. Quando você entra (à noite) percebe a silhueta das esculturas levemente iluminadas pela luz das arandelas e grelha. Quando sai, percebe a textura e cor projetada pelo Hallucination que acaba reforçando as formas das esculturas.

    O melhor de tudo é que este ambiente é todo iluminado por LEDs com exceção do Hallucination que usa uma dicróica. Mais eficiente, impossível ;-)

    Bom, taí o resultado do espaço problemático.

    Independente de termos feito sérias alterações no projeto, mandamos o nosso recado, fizemos o que quisemos e estamos sendo bastante elogiados tanto pelo trabalho como pela ousadia de lançar um ambiente bastante “simples” logo na entrada da casa.

    É o que eu sempre digo: montar um ambiente com R$ 100.000,00 e com fornecedores desesperados para aparecer em seu ambiente por causa de seu “nome profissional” é fácil. Qualquer um faz.

    Difícil é montar um ambiente com fornecedores te deixando na mão por causa de outras “estrelinhas” e sofrendo todo tipo de desrespeito por parte de alguns profissionais e também, com um orçamento bastante apertado já que tivemos de dividi-lo entre 3 ambientes.

  • Casa Conceito 2011 – Galeria Amigo Fiel

    Um dos ambientes feitos por mim, a Adriana e o Fernando na Casa Conceito deste ano é a Galeria Amigo Fiel.

    Uma idéia muito legal da fotógrafa Ana Paula Rosa que convidou algumas pessoas da alta sociedade londrinense para fotografar com seus amigos mais que fiéis: seus cachorros.

    Mais que uma galeria de imagens, a beleza das fotos e as historias de amizade por tras de cada foto mandam muito bem o recado: eles são nossos melhores amigos e merecem todo cuidado, carinho e, acima de tudo, respeito.

    E não digo apenas os nossos xodós cachorros, mas sim todos os animais. Serve como um alerta à sociedade.

    Bom, falando sobre o projeto:

    A Ana Paula queria um espaço bastante limpo e que lembrasse uma galeria sem sê-la literalmente. Também precisava de espaço para receber os convidados e ao mesmo tempo que a observação das fotos fosse tranquila.

    Como qualquer imagem, as fotos necessitam ser observadas a certa distância o que nos levou a colocar apenas um puff e um aparador como itens de mobiliário no espaço.

    Temos também o último lance de escada que faz parte do ambiente. Seria óbvio demais colocar um mega pendente de cristais ou similar bem no meio do vão além de prejudicar o projeto de iluminação. Então optamos por este pendente cúpula com florescentes compactas dentro e na base, 3 spots LED que estão lavando a escada toda até o térreo com uma luz excelente. Ah, e ele não está no centro do vão e sim mais próximo do guarda corpo. O inesperado sempre acontece e o efeito geralmente surpreende.

    Como o espaço está localizado no último pavimento da edificação, temos a laje inclinada do telhado além de uma inclinação numa das paredes por causa da janela. Resolver isso nos tomou muito tempo: colocar ou não gesso? Pendurar algo para esconder a diferença de pé-direito?

    Bom, foram muitas as opções e direcionamentos, porém resolvemos tirar proveito da estrutura do ambiente e suas inclinações através de luz, claro. Ou seja, meio que voltamos ao início quando pensamos em manter a inclinação e trabalhar com pendentes, etc. Porém, optamos por spots e arandelas.

    Na parte da iluminação, foi fundamental a parceria com a Via Light (loja Londrina) que, através da gerente Jamile, nos forneceu as luminárias que são ótimas tanto em beleza quanto em qualidade de luz.

    O piso também é um show à parte: um vinílico, lançamento da J. Serrano, que é simplesmente maravilhoso.

    A tela ao fundo é minha. Por hora fica esta imagem dela com a luz apagada pois a chave da sala onde ela está ligada estava passeando pela mostra e só depois das fotos consegui pega-la.

    Seguem as imagens.

    Apesar de nas fotos parecer que a iluminação está ofuscando, na real isso não acontece. Deve ser alguma coisa no obturador de minha máquina (que eu ainda não aprendi a mexer direito) que acaba dando esta explosão de luz.

    Depois faço um post específico apresentando cada produto utilizado no ambiente.

    Lembro que a Casa Conceito 2011 está aberta diariamente nos seguintes horários:
    Segunda à sexta das 16:00hs às 22:00hs
    Sábados, domingos e feriados das 14:00hs às 21:00hs.
    Aqui em Londrina-PR na Avenida Adhemar Pereira de Barros, 555 – à beira do Lago Igapó I.

    Está bem fácil encontrar pois o nosso projeto do muro e calçada está um escândalo e chama a atenção de qualquer um que passe pelo local tanto de dia quanto à noite. Depois posto sobre o muro ok?

    P.S.> o extintor e a luminária de emergência não fazem parte do projeto. Foram exigências do Corpo de Bombeiros tanto a localização quanto os modelos lindos… #AFF