Categoria: Acessórios

  • Natal aqui de casa – 2010

    Como coloquei para vocês dias atrás neste post, eu estava em busca de inspiração para resolver a decoração de natal daqui de casa.

    Como sabem, não suporto a importação do modelo de decoração natalina da Europa/EUA por alguns simples motivos:

    1 – Já passei da idade de papai noel, contos de fada e histórias da carochinha.

    2 – Passamos o natal debaixo de um calor infernal, em pleno verão; portanto nada tem a ver a nossa decoração ser baseada em modelos com neve, bonecos de neve, etc.

    3 – O Brasil é riquíssimo culturalmente; então, nada mais justo que buscarmos em nossas raízes ou até mesmo no gosto pessoal os elementos para decorarmos o nosso natal.

    Baseado nisso, aboli de vez o pinheirinho, quem sabe quando conseguir enfiar uma araucária aqui dentro do meu “apertamento” eu volte a usar algo assim.

    Então, fiz uma guirlanda para a porta e um arranjo sobre o espelho da sala – básico. O presépio vai ficar num canto da sala pois não consegui deixa-lo com a cara que eu queria. Depois acrescento a foto dele montado aqui neste mesmo post para vocês verem ok?

    Então seguem as três imagens, da guirlanda e do arranjo do espelho com breves descrições:

    As guirlandas e arranjos de portas são elementos já tradicionais. Este ano resolvi não trabalhar a parte superior da porta e colocar apenas uma guirlanda fixada na mesma. O festão que eu usava na parte superior virou a guirlanda.

    Optei por usar flores este ano na composição em tons de azul, branco e prata pois:

    O azul é a minha cor predileta.

    O prata traz luz, brilho – lembrando que o natal é a festa do nascimento daquele que veio para nos salvar morrendo numa cruz; Nunca penso nesta cruz como símbolo de morte e sim vejo a LUZ que dela irradia sobre nossas vidas.

    E o branco, trazendo a pureza, a paz além de dar leveza ao arranjo.

    Uma constatação: preciso aprender a fazer laços rsrsrrs.

    Já no arranjo sobre o espelho este ano resolvi me confrontar: sempre tive receio no vermelho. É uma cor que me incomoda. Mas encarei o desafio. Também usando flores: a espírito santo que é bastante popular aqui no Brasil e sempre aparece nas decorações natalinas.

    Aboli as tradicionais bolinhas e optei por estas 4 que encontrei no mesmo tom das flores pois gostei da forma e do desenho em veludo nas mesmas.

    Optei por luzes brancas em LED pois se eu usasse as vermelhas ficaria pesado demais pela combinação da cor das flores e das luzes; já as tradicionais amareladinhas, não dariam o efeito que eu gosto além de consumir mais energia. Achei nas caixas que guardo as coisas de natal estes dois fios de lampadas brancas em LED que eu nem me lembrava que tinha aqui. BINGO!

    Na foto as luzes acabaram explodindo pois tirei a foto sem o flash mas aqui no real o efeito ficou suave e deu o contraste perfeito que eu queria.

    Espero que gostem das idéias.

    E você, já preparou o seu natal?

  • Escolhendo a cadeira ideal

    Olha só gente, mais uma matéria diretamente de meu Reader que achei simples, porém bastante interessante por tratar de ergonomia:

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    Escolhendo a cadeira ideal

    Por: Eder L. Marques

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    É fato. Na era da informação, passamos mais tempo sentados que em qualquer outra posição. Seja ao computador, em uma reunião, almoço ou jantar, são horas a fio nesta posição antifisiológica.

    Segundo estudos, a pressão em nosso disco intervertebral é 50% maior do que quando estamos em pé. Não é de estranhar que tenhamos dificuldade em permanecer por muito tempo na mesma posição.Problemas com a postura Por causa de uma má postura, podemos desenvolver vários problemas.

    Mas será que estamos dando a devida atenção a isso?


    Vimos no artigo anterior alguns cuidados que podemos tormar para evitar os problemas causados por LER/DORT. Iremos agora conhecer os principais aspectos a serem observados para que possamos escolher uma cadeira adequada para o nosso dia-a-dia, e que não prejudique nossa coluna.

    O que devemos levar em conta

    • Beleza ou preço não é sinônimo de qualidade: De nada adianta combinar o estofado com a decoração de seu escritório ou encontrar “aquela” promoção se a cadeira não respeita as minímas condições ergonômicas. O melhor é deixar esse aspecto em segundo plano. Ao encontrar a cadeira ideal, provavelmente ela estará disponível em várias cores.
    • Observe as normas existentes: Prefira cadeiras que respeitem e sejam certificadas pelas normas Técnicas estabelecidas pela ABNT. A norma em vigor é a NBR 13 962/2002.
    • Não se preocupe com o status: Uma cadeira “mais elegante” que as dos subordinados não garante uma melhor saúde no trabalho. É preferível utilizar o mesmo mobiliário – desde que seja adequado – do que procurar se diferenciar apenas por questões de hierarquia.

    Problemas mais comuns

    Entre os principais problemas de um mal mobiliário estão:

    • assento demasiado alto e não regulável, responsável por cansaço e dores no quadril.
    • assento não moldado segundo as depressões do corpo (curva das pernas, principalmente), o que pode provocar dores musculares e até varizes.
    • falta de regulagem da altura e do ângulo do encosto, provocando dores nas costas e na regial renal.
    • Apoio para os braços mal projetado, dificultando a apŕoximação à mesa e levando à posturas incorretas.

    Escolhendo cadeira ideal

    Como as mudanças de funcionários são maiores que as de mobiliário, as cadeiras do escritório precisam ser as mais ajustáveis possíveis. Além disso, entre as principais qualidades que devemos observar em uma cadeira utilizada em nosso dia-a-dia, estão:

    • Possuir uma mola amortecedora, para evitar impactos bruscos na base da coluna.cadeira2.jpg
    • O assento deve ser regulável, possuir um bom estofamento, bordas arredondadas, com uma pequena inclinação para trás e possuir depressões (escavações). Isto evita problemas de circulação, entre eles as temidas varizes.
    • Encosto regulável e côncavo, de modo a acompanhar a curvatura do dorso no sentido horizontal. A região renal deve ficar completamente apoiada, assim como as costas.
    • O apoio para os braços deve ter altura e largura reguláveis, de modo a não restringir a aproximação entre a cadeira e a mesa.
    • A altura da cadeira também deve ser regulável, de modo que quem irá sentar fique com os pés completamente apoiados no chão.
    • A cadeira deve permitir o relaxamento, através da mudança da posição sentada, quando desejado.

    Tenha em mente que por mais que a cadeira seja confortável e respeite as normas brasileiras de ergonometria, se não adotarmos uma melhor postura, de nada adiantará. Portanto, junto com o novo mobiliário, tente adquirir uma nova postura!

    Via: Administrando.net – Seu blog sobre gestão, marketing e finanças. Dicas e truques diários para melhorar a sua carreira. Agradeço ao Eder pela autorização para postar este post aqui.

  • Hãããnn?? O Natal já taí….

    Pois é gente, mais um ano que se passa, já estamos chegando ao Natal novamente e daqui uns dias o ano já findou-se e temos de olhar pra frente esperançosos sobre o que se inicia. Foi rápido não?

    Então, e ontem a noite me dei conta de que isso está rolando e eu nem tinha ousado pensar sobre a decoração daqui de casa.

    Árvore eu não tenho mais, pois a minha “veinha” estava meio desfolhada e eu a levei pra casa da praia… e não comprei outra ainda. Isso já tem 3 anos rsrsrs. Também se for pra investir em outra, que seja “A árvore”, daquelas que o ponteiro faz cócegas no teto. Então estou pensando em apenas usar instalações, sei lá.

    Mas olhando pela web encontrei algumas imagens inspiradoras que gosteria de compartilhar com vocês:

    Recebi esta imagem num e-mail durante a semana e achei-a muito bonita. É uma guirlanda simples, limpa e elegantérrima. Mostrei a um amigo e ele me disse que parece aquelas coroas de luto rsrsrs. Mas, como a minha porta é na cor padrão e envernizada, pensei em trabalhar ou em branco ou num tom hortência. Montar isso eu consigo facilmente, mas fazer essas rosas de tecido… Vou ter de ver se encontro delas aqui na cidade se resolver assumi-la mesmo como enfeite de minha porta.

    Esta imagem eu encontrei no blog da vovó Rô. Muito bonita, trabalhosa e elegante também. Mas como leva muito tempo preparar todos estes cordões acho que vou abortar esta idéia. Quem sabe para o próximo ano…

    Não, eu não gostei dessa aqui por causa das luzinhas mas sim pela idéia de colocar um espelho fechando o miolo da guirlanda. Pensei em como as pessoas irão se sentir ai dar de cara com suas faces refletidas bem no meio de uma guirlanda. Essa idéia, seja qual modelo de guirlanda for que eu escolher, vou aproveitar certamente. Ah, a imagem veio do site da Apia Iluminações.

    É, esta aqui eu já adorei por causa do efeito das luzinhas. Esta é feita com aqueles plasticos que usamos para doces de festas, mas fiquei imaginando como as luzinhas LED azuis que tenho aqui iriam se comportar no miolo de rosas brancas naquele primeiro modelo. A imagem vem do blog da Maria Dorotéia.

    Já esta idéia que apareceu no blog Inspiração Inesperada, eu achei genial e bonita para enfeitar os “arredores” da casa. Pelo que parere é super simples de fazer, basta encontrar os “ninhos” já prontos.

    Como tenho um balcão aqui em casa que todo ano recebe uma vasta decoração no espelho que fica sobre dele, gostei dessa idéia: descer a decoração para o Balcão. No espelho mantenho apenas o festão com as luzes e sobre o balcão, crio alguma cena. Gostei também do branco. Essa veio do blog AmareloOuro.

    Pela quantidade e diversidade de bolas de natal que eu tenho aqui, gostei dessa idéia de aproveita-las de uma maneira diferente. Acho que vale a pena distribui-las pela casa não deixando o Natas restrito à porta de entrada e à sala. Esta eu peguei na Revista Casa e Jardim ja ha algum tempo atrás.

    É, eu não tenho este espaço todo e nem o meu apartamente é ousado assim nas cores, mas confesso que ADOREI essa produção!

    Talvez brincar um pouco com a quantidade imensa de cordões de luz que tenho aqui em casa? Pode ser… Gostei da idéia quando vi este post no M²Arquitetura.

    Pois é, pensar nisso faz um bem danado na gente não é mesmo? Mas ao mesmo tempo, isso me entristeceu muito ao ir pesquisando as imagens. Cada vez que eu encontrava alguma imagem de decoração natalina em ruas meu coração chorava, e dói agora ao escrever este post para vocês. Vou explicar:

    Se tem uma coisa que me lembra de minha infância é o Natal. Lembro-me que vínhamos lá de Assis Chateaubriand (PR) para Londrina reunirmo-nos com a família de minha mãe que é daqui de Londrina. A cidade era simplesmente linda nessa época do ano. Os comerciantes e muitos moradores investiam nas decorações de Natal e, em alguns anos, tínhamos de sair vários dias à noite para conseguir ver tudo que estava rolando.

    Lembro-me que aconteciam também concursos da mais bela decoração natalina onde os vencedores residenciais e comerciais ganhavam prêmios. Então a disputa era muito acirrada e o pessoal mandava ver, caprichavam mesmo. Até hoje guardo na memória uma decoração que o Hotel Bourbon fez em meados dos anos 80 usando anjos. Tenho esta imagem com perfeição em minha mente.

    As praças públicas, ruas e rotatórias das vias também recebiam decorações bem elaboradas o que nos permitia passear pela cidade absortos por tanta beleza, cores e luzes.

    Mas infelizmente, a marginália e o desrespeito das pessoas pelas coisas chegou a níveis tão absurdos aqui em Londrina que eu não tenho coragem de colocar um fiozinho de luz que seja na frente do meu prédio pois sei que não vai durar um único dia. Certamente vai passar algum malaco e vai destruir tudo.

    Esse tipo de acontecimento acabou por enfraquecer a vontade dos Londrinenses de continuar com aquele belíssimo espetáculo de luzes que tínhamos por aqui e que, independente da idade, todos adoravam, ficavam hipnotizados. Quem daqui de Londrina não se lembra da “casa do Quebec”?

    Hoje, se quisermos ver decoração natalina de qualidade aqui em Londrina, só nos resta ir aos shoppings pois nas ruas, temos de nos contentar com os pavorosos pinheiros de mangueira ou de lâmpadas que a prefeitura coloca todos os anos no poste central das rotatórias da cidade. Ô mau gosto do cão. E, mesmo sendo algo simples assim, sempre aparecem uns vândalos pra destruir o pouco que foi feito.

    É, ainda bem que meus natais são em Sampa, onde posso contemplar maravilhosas decorações não só na Paulista (que é maravilhosaaaaa!) mas sim em vários pontos da cidade, inclindo a belíssima e surpreendente árvore do Ibirapuera, montada pela prefeitura todos os anos e que engloba toda a parte do lago do parque onde as árvores recebem uma iluminação especial entre outros detalhes mais. Este ano vou levar meus pais e minha vozinha, para que possam maravilhar-se também.

    Ainda bem que ainda existem locais onde essa sensibilidade para com os habitantes e visitantes existe e, principalmente, existe segurança para que isso possa ser feito.

    E você? Já pensou no seu natal?

  • My Reader 6/11/2010

    Bom, vou começar uma série de posts nesse estilo para compartilhar com vocês um pouco sobre o que ando lendo pela web, aqui em meu reader.

    Vamos lá então?

    1 – No Arch Daily, dois posts me chamaram a atenção hoje:

    primeiro o TED Prize-winner JR com suas impressionantes instalações fotográficas levando beleza e, em muitos casos, humor para as ruas das cidades seja em muros, fachadas, áreas degradadas ou qualquer outro ponto. Belíssimo trabalho, merecedor do prêmio.

    Depois o Tourist Stop Hardanger Fjord do Huus Og Heim Architecture. Um belíssimo exemplo de projeto para o que chamamos por aqui de Ponto de Apoio Turístico. Mas infelizmente, assim como o nome feio que recebe por aqui no Brasil, os projetos são geralmente ridículos de feios. Quem sabe um dia cheguaremos a esse nivel de projeto.

    2 – Do excelente blog de minha amiga Marcia Nassrallah, um excelente post sobre casa acessível. Um post muito bem elaborado sobre como devemos pensar os projetos que realizamos. Não somente visando o hoje mas também pensando e prevendo questões futuras que poderão tornar os ambientes inviáveis. São as casas para uma vida inteira, alguns cuidados que devem ser considerados na hora de projetar.

    3 – No Kuriositas um post com mais uma bela apresentação em vídeo sobre mapeamento arquitetural, trabalho de Lighting Design e Arte digital: The LightLine of Gotham.

    4 – No deliciosamente machista Papo de Homem, uma cobertura excelente sobre o Salão do Automóvel, em especial um post para aqueles que assim como eu, adoram os carrões.

    5 – Do sempre excelente e muito crítico Urbanismo: ainda mais negligências, um post fora do contexto do blog falando sobre as problemáticas RTs. De forma simples e curta a Mary conseguiu levantar alguns pontos fundamentais e suas consequências possíveis. O que fazer?

    #pausa… sinceramente não sei pq continuo seguindo alguns blogs…. #pensandoalto

    5 – Já no Born Rich – que sepois que eu li o livro A Linguagem das Coisas, passei a vê-lo como um desserviço ao Design pela futilidade de muitas coisas ali – continuo acompanhando pelos excelentes projetos de interiores de embarcações e aviões, como este aqui, realizado pela empresa International Jet Interiors de New York.

    6 – No sempre excelente Brainstorm9, confesso que ri muito com esse vídeo sobre o Serra e a Dilma pós-eleições.

    7 – Do ChairBlog, uma verdadeira biblioteca sobre este móvel, um post apresentando o trabalho incrível do Sebastian Brajkovic. São peças muito inusitadas que brincam com a sensação motion gerando cadeiras e poltronas muito interessantes. A impressão é de uma foto tirada movimentando o objeto, ou esticando-o, deformando-o. Não sei se são confortáveis, ergonômicas ou seguras, mas que são lindas são!

    8 –  Já o Contemporist, apresenta um grupo que trabalha com paisagens urbanas: o Urban Landscape Group. Vale a pena a visita ao site deles pois tem uns projetos incríveis para áreas públicas e algumas intervenções e/ou soluções bastante interessantes como a apresentada no post para iluminação de uma via pública.

    Por hoje está bom né pessoal?

    Depois volto com mais news e infos pra vocês sobre o que ta rolando pelo meu reader.

    Abs e um excelente final de semana!

  • como anda o seu vocabulário?

    Neste final de semana tive mais um módulo da pós. Desta vez a grata surpresa foi a aula com o mestre Glaucus Cianciardi (Belas Artes-SP) no módulo Design de Interiores Residenciais.

    Não preciso escrever aqui que o cara é fera, conhece e entende pacas sobre o assunto. Foi simplesmente brilhante a aula. Aos poucos vou compartilhando com vocês algumas coisas sobre este módulo.

    Uma coisa que me deixou bastante feliz foi ver, no meio do material distribuído, o  meu modelo de contrato já disponibilizado para vocês aqui no blog, como modelo padrão que está sendo divulgado e distribuído a todas as turmas do IPOG.

    UIA!!! Virei bibliografia, agora oficialmente ahahahaahha.

    Bom, mas vamos ao que realmente interessa então neste post. Como anda o seu vocabulário profissional?

    Este é um tema bastante complicado de ser apresentado pois os regionalismos e jargões profissionais existem e sempre há bastante resistência na aceitação de termos, muitas vezes, oficiais em detrimento daqueles comumente usados. E isso não deixou de acontecer aqui em Londrina neste módulo.

    Os termos oficiais existem sim porém, no dia a dia das obras e contatos diversos acabamos assimilando e colocando em uso palavras mais “fáceis” ou populares. A lista abaixo eu fui anotando no meio da aula e confesso que me peguei rindo diversas vezes por causa de algumas delas comparando-as com as que eu uso. Não estão em ordem alfabética e tampouco com a definição exata pois foram sendo anotadas no decorrer da aula. Mas já dá para vocês terem uma excelente idéia. Vamos lá:

    Apuí: fibra natural possível de vergar. Ela não racha ou trinca quando “entortada”.

    Boiserie: Revestimento de paredes típico dos séculos XVII e XVIII. Trata-se de painéis de madeira adornados com baixos-relevos.

    Lambri: a mesma coisas que bouaserie – painel de madeira na parede porém sem entalhes e baixos relevos.

    Woodflex: madeira plástica.

    Escabelo: banco de origem africana.

    Etologia: delimitação de espaços. Pense no mesmo que um animal delimitando o seu espaço ou território. Da mesma forma, nós humanos fazemos isso em nossos lares.

    Frugalidade: busca pela simplicidade.

    Stimmung: criar um stimmung para o espaço. Atmosfera do espaço. O elemento primordial para a criação de um stimmung é a luz.

    Mélange: ecletismo, mistura de estilos.

    Vintage: peças que marcaram determinada época. São o que as revistas chamam de clássicos do design.

    Baldaquim: estrutura (balaustres) sobre as camas para fixar tecidos (dosel).

    Alabastro: pedra translúcida de cor amarelada, bastante usada em iluminação.

    Alma: um espaço que eu deixo entre um quadro e outro ou entre objetos. Necessário para que a composição e o olhar “respirem”.

    Aplique: arandela de parede de estilo clássico.

    Bandeira: parte superior da porta (janela) para auxiliar na ventilação e iluminação naturais.

    Bay window: janela avançada.

    Chinoiserie: qualquer coisa de influência chinesa.

    Blanc d’chine: branco chinês.

    Chine blue: azul chinês, tendência para casas junto à água.

    Botonê: botões colocados no estofado que ficam na superfície.

    Capitonné: botões mais para baixo, mais afundados no estofamento.

    Bordure: faixa (de acabamento) externa dos tapetes clássicos.

    Border: mesma faixa mas em modelos contemporâneos.

    Brise-brise: meia cortina colocada na parte metade baixa da janela. A parte de cima chama-se sanefa.

    Cabuchon: (ou toseto) detalhes no piso.

    Colchão grego: o que chamam de futton.

    Cantaria: revestimento em pedra.

    Casual: frugal, simples.

    Clapboard: revestimento de parede em escamas feita com gesso acartonado na horizontal.

    Clean: década de 80, limpeza formal, bastante minimalista.

    Damier: piso em duas cores ou texturas com a função de gerar movimento.

    Day bed: cama para área de piscina e praia com cobertura em tecido.

    Dipitco: quadro em duas partes.

    Triptico: quadro em tres partes.

    Debrum: costura grossa (reforçada e aparente) em estofados.

    Draperie: um tecido preso à parede para dar acabamento às cortinas.

    Espaleta: parede geralmente usada para dar acabamento (laterais de armários por exemplo com no Maximo 50cm) mas pode ser usada também como elemento compositivo.

    Faiança: é uma porcelana mais grosseira, rústica. Usada bastante no estilo provençal Francês.

    Faux: ou fake – coisas falsas que imitam outras.

    Ferronerie: serralheria.

    Frontão: parte fronteiriça da lareira.

    Roda pia ou saia: para bancadas de banheiros.

    Galuchat: revestimento com pele de arraia esticada. Mais anti-ecológico impossível.

    Gregas: grafismo ou desenho espiral de tendência grega.

    High tech: alta tecnologia aparente, exposta.

    Housse: capa de cadeira.

    Japonaiserie: influência japonesa na decoração.

    Kitsch: não é mau gosto e sim uma irreverência, brincadeira de bom gosto.

    Loft: espaço comercial ou industrial (geralmente galpões) que passou por um processo de retrofit arquitetônico para ser tornar um espaço residencial. Nem de longe loft quer dizer estes apartamentos ou casas construídas de forma integrada que vemos hoje.

    Masstige: a peça de mais prestígio, elegância e destaque da ambientação.

    Óculum: abertura circular na parede que não abre como a janela.

    Off White: tons de branco ou branco sujo que não o branco puro – 001.

    Panejamento: um trabalho com tecido colocado nas paredes como composição. Bastante comum em festas e casamentos. Pode ser chamado também como draperie.

    Peanhas: suporte afixado na parede para colocar algo em cima, mão francesa.

    Peça curinga: é a peça versátil no ambiente que pode ser utilizada de varias formas devido a sua versatilidade.

    Repaginar: trocar a composição interna.

    Reformar: envolve a parte arquitetônica.

    Retro: estilo das décadas de 50, 60 e 70.

    Faux boiserie: parede falsa de madeira.

    Saia e blusa: forro em duas folhas, padrão da casa colonial brasileira. Neste caso dá a sensação de descer o pé direito.

    Tabica: espaço deixado entre a parede e o forro. Na verdade é a junta de dilatação. Deve ser pintado na cor da parede e não do forro para um melhor efeito.

    Trompe l’oeil: enganar os olhos. Falsa perspectiva ou falsa representação de algo feita com pintura. Pode ser aplicado em paredes, tetos, pisos ou móveis. Pintura parietal.

    Verdure: é o tema da tapeçaria para paredes.

    Washed: efeito lavado.

    Composé: é a combinação de padronagens, cores e texturas.

    Incrustração: aplicação de metal sobre a madeira.

    Marchetaria: junção de lâminas de madeira. Não necessariamente para formar desenhos e recortes.

    Laca: é uma resina natural aplicada sobre a madeira. Nada tem a ver com o que o mercado chama de laca para mobiliário. Nem na aparência.

    Plafonnier: luminária de sobrepor. É o que chamam de plafon.

    Existem ainda muitos outros termos. Dentro de cada parte de um projeto existem estes termos como por exemplo no panejamento. Porém, o mais acertado é você adquirir o seguinte livro para saber certinho o que é cada um deles:

    MOUTINHO, Stella Rodrigo Octavio; et alli, Dicionário de artes decorativas e decoração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999

    Lembro que devemos ter bom senso quando do uso deste vocabulário junto aos clientes que geralmente são leigos. Ao mesmo tempo em que estes podem passar uma imagem positiva do profissional, demonstrando o seu conhecimento e segurança, para outros clientes pode passar uma informação boçal, arrogante. Imagine então usar estes termos numa obra junto aos operários.

    Portanto devemos conhecer os termos, seus significados e as palavras mais simples (jargões) que dizem o mesmo e também saber quando, como e com quem utiliza-los.

    Espero que se divirtam fazendo biquinho para falar varias delas já que a maioria tem origem francesa.

    Até o próximo post

  • pra quem gosta de ler

    Estava me preparando para ir dormir e um link no Google me chamou a atenção. Fui ver e cá estou eu, três horas depois, ainda acordado, zonzo de tanto ler, para compartilhar com vocês este achado.

    Trata-se de uma página, na verdade uma biblioteca de artigos e teses específicos sobre Design dentro do site modavestuario.

    Você pode ler e salvar em PDF aqueles que você quiser.

    Destaco alguns interessantes que li e outros que salvei para ler depois:

    – O Processo de Design de Aeronaves: um Estudo Exploratório
    – Questões de Ética: Relações entre o Design e a Ecologia Profunda
    – O tratamento do espaço pela cenografia nos desfiles de moda
    – Percepção de conforto por meio da avaliação visual de assentos: parâmetros para o design ergonômico de mobiliário
    – Design e Significação sob uma Perspectiva Mitológica
    – Desenvolvimento de Alternativas Sustentáveis Para Habitação de Baixa Renda
    – As transformações dos estilos de vida na modernidade e a (re)configuração dos interiores domésticos
    – Reflexões sobre a caracterização da pesquisa científica e da prática profissional no design
    – O resgate da ética no design: a evolução da visão sustentável
    – Análise de maçanetas cilíndricas e de alavanca por usuários idosos – aspectos de uso e percepção
    – Design de Interiores e Consumo Sustentável
    – Aproximações entre Arte e Design: Paisagem urbana e olhar de artista
    – Valorização do território através do design estratégico: um estudo dos indicadores de qualidade de vida urbana no âmbito do bairro
    – Design versus Artesanato: Identidades e Contrastes.
    – Cores e Iluminação Aplicadas num Projeto de Interior de Aeronaves
    – Informação ou poluição: processos de descaracterização do espaço urbano
    – Lighting Design e Planos Diretores de Iluminação Pública: A Requalificação da Cidade por meio da Luz Artificial.

    Tem muita coisa boa ali dentro. São mais de 500 artigos sobre interiores, lighting, moda, produtos, embalagens, educação, história, têxtil, arquitetura, eco-design, design social, ética, etc.

    Acesse a página e divirta-se com uma boa leitura!

  • RenovaAção

    Vira e mexe encontro alguma coisa útil e interessante na web.

    Desta vez, encontrei através do portal Planeta Sustentável uma dica super legal: o RenovaAção.

    A idéia é simples:

    Você tem alguma coisa para doar? Sempre tem alguém precisando.

    Você precisa de alguma coisa? Sempre tem alguém para doar.

    Eu sempre encontro coisas aqui em casa que me faz perguntar: “pra que tou guardando isso?”. E dificilmente consigo uma resposta firme. Mas também sempre fiquei na dúvida sobre qual destinação dar às coisas uma vez que, invariavelmente, acabariam no lixo – mais lixo derramado sobre nosso planeta.

    Assim este site do RenovaAção me parece a ferramenta certa para solucionar este problema que, creio eu, não é só meu e sim da maioria das pessoas. Se está entulhando, se não tem serventia, se não me é útil mais, sempre tem alguém precisando.

    O site serve apenas como uma ferramenta para que as partes se encontrem. Não se responsabiliza por objetos e produtos mal conservados ou danificados. Isso é uma responsabilidade de quem está doando.

    Também não se envolve no trânsito e entrega dos produtos. Isso deve ser acertado entre as partes.

    Muito boa essa alternativa!

    Já está em meus favoritos e aí ao lado na lista de links.

    Parabéns ao Adalberto Generoso por criar esta ferramenta que certamente será muito útil para diversas pessoas.

    Fica aí a dica!!!

  • simplicidade

    Vejo constantemente nos projetos elementos complexos hora para atender necessidades físicas, hora para atender necessidades estéticas e assim por diante. Sempre há uma justificativa para tudo.

    No entanto muitas vezes a opção por coisas mais simples podem resolver um problema que parece difícil. Por exemplo:

    Como resolver aquele canto da sala que “sobrou” medindo 1x1m?

    Já tenho mesinhas demais, ali não cabe uma poltrona, uma estante ficaria ridículo e assim por diante. Os empecilhos parecem ser sempre maiores que a nossa possibilidade de solucionar o que, muitas vezes, nos levam a fazer coisas que depois de prontas vem aquela sensação: “Não gostei”.

    Não sei se sou adepto de um dos motes da arquitetura “menos é mais”. Só sei que não suporto ambientes entupidos de cacarecos. Me dá náusea. Só de pensar naquele monte de bibelôs enfileirados e/ou amontoados me arrepia a alma.

    Fico pensando na “praticidade” que será para o/a usuário/a limpar um por um (ou coitadas das empregadas), em crianças correndo histericas derrubando tudo, etc. Sem contar que acho horrorosas, especialmente aquelas miniaturas de vidro/cristal.

    Por isso sempre admiro ambientes mais limpos, cleans, fáceis de manter arrumado e limpo além de serem ambientes mais leves.

    Pois bem, voltando ao cantinho nojento de difícil solução: o que fazer para não se decepcionar depois?

    Uma excelente alternativa é a arte para compor este tipo de canto. Pode ser uma arte clássica ou contemporânea, o importante é que ela tenha alguma ligação com o restante do espaço. E sim, uma arte contemporânea pode conviver tranquilamente com um ambiente clássico e austero. Depende da aplicação.

    As imagens a seguir mostram uma das obras do artista Olafur Eliasson, que está com uma exposição no Martin-Gropius-Bau em Berlin, com o nome Arco-Íris Circular:

    Pois bem. Múltiplos efeitos, lúdico para observação e contemplação. Uma peça que prende a atenção de quem a vê. Afinal, me digam um foco de luz diferente, com ou sem movimento, que não chame a atenção do olhar humano.

    A sutileza e a leveza deste tipo de peça certamente não irá interferir e muito menos pesar naquele cantinho sem graça que sobrou. Pelo contrário, irá valoriza-lo e muito.

    Consegue você aplicar este tipo de coisa nos seus projetos? Já tinha pensado nisso?

    Agora para finalizar, um exercício: você consegue listar os materiais utilizados para construir esta peça e atingir este efeito?

    Bons pensamentos e muita criatividade a vocês.

    E muita luz!

    Até o próximo post.

  • Excelentes soluções

    Bom, quando digo que Design de Interiores e Ambientes tem muito de Desenho Industrial tem muita gente que torce o nariz.

    Alguns da área de interiores, por preguiça mental. Só de pensar em ter de criar soluções, pesquisar materiais e mais um mundaréu de coisas para depois ainda colocar tudo no papel, conseguir quem execute com qualidade e etecéteras dá um frio na barriga, um sono.

    É mais fácil comprar tudo pronto nas lojas né não senhores DECORADORES?

    Alguns da área de DI-Produtos, alegam que esta é uma área deles e que os Designers de Interiores  não devem se meter ora por nao ter formação em produtos, ora por seja lá qual for o motivo alegado. De qualquer forma, estes que defendem esta visão demonstram absoluto desconhecimento das matrizes curriculares dos cursos de Design de Interiores e Ambientes. No mais, porque não reclamam de arquitetos, engenheiros, cozinheiros e tantos outros profissionais de áreas que não tem nada a ver com o Design que atualmente vem fazendo design? Bah…

    Bom, independente destas fuleirices, sempre que encontro em design excelente posto aqui para vocês.

    Muitas vezes, e hoje em dia é cada vez mais comum isso devido aos reduzidos espaços das novas construções, buscar soluções inteligentes para resolver os ambientes é uma constante.

    Assim, exige-se do profissional de Design de Interiores e Ambientes mais que uma especificação de produtos prontos e sim a solução, a criação destas soluções.

    O vídeo acima nos traz excelentes soluções para espaços reduzidos.

    Não é questão de copiar – até mesmo porque isso é CRIME, mas sim, e antes de tudo, analisar as soluções apresentadas buscando indentificar possíveis soluções que possam ser adaptadas ao seu problema.

    Este adaptar pressupõe criar, recriar, entender o funcionamento e reconhecer os materiais utilizados para que se possa aplica-los de outras formas na solução de seus problemas projetuais.

    Bom, lapiseiras na mão, muita borracha e bom trabalho!

  • analisando iluminação

    No post anterior, onde expliquei o porque de não postar freneticamente, coloquei também o porque não gosto de realizar postagens apenas com imagens. No entanto quero deixar claro que não acho este tipo de postagem inútil, muito pelo contrário.

    Eu sempre olho estes posts porém usando uma metodologia bastante analítica e crítica. Já escrevi aqui sobre ela num post ja ha bastante tempo. Ele foi alvo de críticas de algumas pessoas que alegaram não ser possível realizar este exercício uma vez que não conhecemos o autor do projeto, o conceito, etc. Porém alguém aqui sabe esses e outros dados de todos os ambientes que entramos diariamente? Claro que não. E sempre ouvimos comentários sobre os ambientes.

    Então, mantendo a linha de pensamento deste exercício, vamos aplica-lo à iluminação neste post.

    Pode parecer estranho para quem lida com interiores, mas sempre que olho para uma foto ou entro num ambiente, o faço “olhando para cima” ou seja, para a iluminação. Claro né, sou lighting designer. Depois de observar este item é que parto para a parte de interiores propriamente dita.

    Nesta primeira observação, a intenção é conseguir detectar de onde vem a luz, ou luzes. Quantas, onde e quais são as fontes de luz.

    Isso ajuda a perceber como o projeto foi trabalhado e também se houve cuidados com ofuscamento direto, se o trabalho foi feito usando fachos retos (fácil) ou cruzados (difícil), se a temperatura de cor está correta para o projeto, se o IRC é adequado, se houve a preocupação com luz e sombra entre tantos elementos. Outro elemento importante a ser observado é o tipo de iluminação empregado. Uplight, downlight, built-in, sidelight, direta, indireta, etc. Há variações? Se há, ponto positivo.

    Por exemplo: você sabe dizer que tipo de lâmpada foi utilizada para conseguir este efeito?
    

    Aqui também já dá para ter uma idéia do tipo de fonte de luz que foi utilizado e, sabendo disso, se a aplicação está correta de acordo com os dados técnicos destas. Por exemplo: uma lampada AR111 foi originalmente projetada para ser utilizada em pés direitos duplos, no mínimo. No entanto, vemos constantemente nos diversos projetos que isso não é considerado pelos projetistas.

    Depois de detectados estes elementos, passa-se para uma análise das luminárias e equipamentos empregados no projeto. Muitas vezes as pessoas confundem os efeitos de lâmpadas com os efeitos produzidos por luminárias, especialmente as mais técnicas. As lâmpadas halógenas mais conhecidas (AR, dicróica, PAR, etc) geralmente tem uma variedade de aberturas de fachos, dos mais fechados até os abertos. No entanto existem luminárias que promovem efeitos de fachos que as lampadas sozinhas não conseguem atingir. A observação e reconhecimento deste item é fundamental para a compreensão do projeto. Você conhece todos os tipos de luminárias e suas respectivas aplicações?

    Você sabe qual equipamento é usado para conseguir este efeito? 
    A cor que vemos na luz é original da lâmpada ou conseguida através de algum acessório? (se há acessório...)
    

    Conhecer tecnicamente as luminárias é essencial para um bom projeto de iluminação. A diferença dos bons projetos é que estes usam peças técnicas. Elas não são tão vistosas quanto as peças de design, porém, a maioria é projetada para ficar o mais neutra possível no ambiente.

    Saber o funcionamento e limitações delas também é fundamental. Quais as suas partes, que tipo de refletor é utilizado, temperaturas máximas de operação, resistência dos materiais, qualidade da marca, etc. E estes elementos não se consegue nos catálogos comerciais, apenas nos técnicos, que são, via de regra, bem difíceis de conseguir junto à indústria. Por falar nisso, na indústria nacional são raras as empresas que disponibilizam este tipo de material, fundamental para o desenvolvimento e especificação nos projetos. Você já viu alguma luminária com uma aplicação técnica sendo utilizada de outra forma?

    Muitas vezes nos deparamos com detalhes dos projetos de iluminação que nos deixam a pensar se é uma luminária industrializada ou se é algum elemento feito especificamente para aquele projeto. Existe na indústria uma luminária assim? Se não, como foi feito? Quais materiais foram empregados? Como é o seu funcionamento? Consegue visualizar este elemento em corte? Quais as suas partes? Houve necessidade de intervenção/integração ao projeto arquitetônico?

    Depois disso tudo, passamos a “olhar para baixo” ou seja, para o ambiente de um modo geral. Aqui buscamos detalhes que possam valorizar ou depreciar, qualificar ou denegrir o projeto. Nesta fase buscamos elementos como ofuscamento indireto (reflexos) e danos em materiais, produtos e superfícies, principalmente. Também é hora de procurar por luminárias que estejam desligadas e verificar o tipo de luz x altura de montagem. Qual a temperatura (calor) dentro do espaço? Você consegue se posicionar tranquilamente embaixo de qualquer uma das luminárias sem se sentir desconfortável? Observando os usuários percebe alguém “desviando da luz”, forçando os olhos?

    Também devemos considerar outros elementos nessa observação:

    1 – A iluminação atende às necessidades?

    2 – A iluminação é econômica?

    3 – Há excessos ou falta de luz?

    Tem uma loja num shopping daqui que eu não consigo olhar para dentro dela pois ela é ofuscante. O excesso de luz ali, num ambiente pequeno, é absurdo. Dias atrás fui a este shopping e percebi de longe que tinha algo de diferente nesta loja e fui olhar. Para piorar a situação, eles retiraram um lado da vitrina e colocaram um piso branco. Resultado: a luz ficou mais ofuscante ainda. Se eles queriam chamar a atenção conseguiram porém, qualidade projetual nota 0.

    4 – Há padronização na temperatura de cor de lâmpadas iguais?

    Pode parecer absurdo mas direto encontro lojas com fileiras de lâmpadas com diferenças entre elas: abertura de fachos, TC, angulação, etc. Caso o projeto não seja tão novo e já houveram trocas de lâmpadas, o erro é do projetista que não deixou um manual técnico para o usuário saber exatamente qual a especificação da lâmpada que deve ser utilizada.

    De uma maneira geral é este o exercício que faço, especialmente em ambientes reais (não imagens) mas dá para fazer isso observando as diversas fotos que vemos diariamente pela web.

    Espero que ajude vocês a lerem melhor os diversos projetos e imagens e que consigam aumentar seus conhecimentos fazendo este exercício.

  • Chega de bagunça

    Uma dica excelente para voces, que acompanho diariamente pelo meu reader, é o blog Chega de Bagunça.

    Para aqueles que sempre tem coisas espalhadas pela casa e não sabem o que fazer ou onde e como guardá-las (como eu rsrsr), este blog é uma maravilha!!!

    Vale a pena marcar e seguir este blog, a Paula sempre detona em seus posts com excelentes dicas como por exemplo a série de posts 50 dicas para arrumar a casa.

    Duro é reconhecer que sempre vem aquela sensação: “putz, porque não pensei nisso antes…. é tão simples…”

    Parabéns Paula pelo excelente trabalho e contribuição a todos nós!!!

  • tapetes e mais tapetes

    tem para todos os gostos e aplicações.

    A indústria tem investido intensamente em novos materiais bem como aplicado o design aos seus produtos. A valorização do profissional de design fica clara a medida em que observamos a intensa movimentação de produtos na industria.

    Na indústria dos tapetes isso não é diferente. A seguir, uma coleção de imagens de produtos que certamente farão uma grande diferença no resultado final de nossos projetos.

    1 – Para aqueles clientes que não suportam a idéia de chegar em casa e entrar com os sapatos carregando a sujeira das ruas, uma boa pedida é este tapete que já vem com chinelos incorporados ao produto:

    2 – Para quartos de crianças, gerando uma integração maior entre projeto e usuário, que tal este?

    3 – Que tal voar sobre uma área como se estivesse vendo o lugar pela janela de um avião?

    4 – Ou então surpreender o tato de suas visitas com madeira falsa?

    5 – Quem sabe contemplar um solitário urso preso sobre um iceberg num imenso oceano?

    6 – Ou ainda fazer uma graça numa clínica ou residência de algum médico:

    7 – Brincar com a percepção visual dos usuários:

    8 – Para não perder a hora:

    9 – Para lembrar do que estamos fazendo com a natureza:

    Como se vê, produtos não faltam para tornar os projetos mais interessantes, lúdicos e interativos.

    imagens: freshome.com

  • ilusão de portas….

    Muitos já sabem que eu não gosto de portas pois acho-as sem graça… Mas ainda bem que sempre tem gente que nos brinda com idéias excelentes ou para muda-las fisicamente ou para disfarça-las.

    A empresa Couture Déco, que trabalha com adesivagem, tem em seu catálogo uma vasta gama de possibilidades e idéias que transformam as portas em obras de arte, ou em gostosas brincadeiras de ilusão de ótica, eliminando aquela sensação estática e fria através da aplicação de painéis adesivados. Olha só:

    Já a empresa Casali trabalha com outro tipo de porta: as de vidro.

    Reta ou curva, simples ou dupla o que manda é a aplicação de cores e grafismos como podem ver nas imagens abaixo:

    Imagens Casali via: FurnitureStoreBlog

    Pensam que acabou? Pois vejam estas duas:

    Estas duas últimas vieram do Home Rejuvenation

  • Exposição “Design Brasil – 101 anos de história”

    Será inaugurada na terça-feira, 6 de julho, a exposição “Design Brasil – 101 anos de história”, no MCB (Museu da Casa Brasileira), em São Paulo.

    A exposição tem curadoria do jornalista e arquiteto Pedro Ariel Santana e traz um panorama do design brasileiro do início do século 20 aos dias atuais, propondo uma discussão sobre a evolução do conceito de morar, da tecnologia e do uso de materiais ao longo do século passado.

    Estarão expostas 48 peças símbolos de um século de design, com criações de Joaquim Tenreiro e Sergio Rodrigues até os irmãos Campana e Oscar Niemeyer.

    No dia 6 de julho, às 19h30, abertura da mostra, será lançado livro com título homônimo ao da exposição, trazendo o perfil de 83 profissionais e 500 peças.

    A mostra poderá ser visitada até o dia 8 de agosto, de terça-feira a domingo, das 10h00 às 18h00.

    O ingresso custa R$ 4,00, havendo meia-entrada para estudantes, e é gratuida aos domingos e feriados.

    O MCB fica na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 (Jardim Paulistano).

    Mais informações pelo telefone (11) 3032-3727 ou no site: www.mcb.org.br.

    Via> Design Gráfico

  • Embelezamento urbano

    É impressionante como ações simples podem melhorar o ambiente urbano. Seja colocando apenas um foco de luz em uma árvore da rua, pintando um muro ou qualquer outra intervenção pequena, os resultados podem ser surpreendentes.

    O artista Aakash Nihalani nos dá uma bela mostra com esta instalação:

    Como se vê, uma ação simples acabou conseguindo resultados positivos.

    Aqui em Londrina seria uma boa uma vez que quando estamos dirigindo não sabemos se olhamos para a sinalização (quase inexistente ou escondida), para os pedestres ou para os buracos no asfalto.

    Brincadeiras sérias à parte, ao menos acaba-se aquele visual duro e feio das placas de sinalização que emporcalham todos os cruzamentos de nossas cidades. Tão emporcalhado que as vezes temos de ficar um tempão procurando a placa certa diante do amontoado delas existentes num único cruzamento.

  • Feltro na parede?

    Ja sabemos que o feltro tem propriedades acústica e térmica. Tudo bem que não é o material perfeito para esta finalidade mas em determinados casos ele consegue “quebrar um galho”. O duro é a cara horrível dele. Com uma textura nada agradável ou bela, este material tem ficado escondido dentro de estúdios de música principalmente certo?

    ERRADO!!!

    Quer dizer, não mais apenas em estúdios.

    A designer Anne Kyyro mostra que, com criatividade, bom gosto e técnica é possível aplicar este material em qualquer espaço seja este residencial, comercial ou institucional.

    Aliando técnicas de corte e costura, origami e outras mais, ela consegue efeitos surpreendentes com este material simples, barato e, agora, belo. Volume, luz e sombra, texturas, movimento…

    Papel de parede pra que?

    Texturas pra que?

    Até mesmo obras de arte podem ser substituídas, dependendo do gosto do cliente.

    É, pra que ficar preso aos ditames da moda ou das tendências? É isso que dá ser um designer livre e independente que não se deixa manipular.

  • OLEDs – uaw!

    No último módulo da pós, o professor de fontes de luz artificial, Isaac, nos apresentou o que está sendo pesquisado no mundo em novas tecnologias e, dentre tudo o que apresentou-nos, estava o OLED.

    Eu já postei aqui anteriormente sobre os OLEDs mas devido à correria do dia a dia acabei deixando de observar o movimento deste produto e confesso que fiquei pasmo como já está muito adiantada a pesquisa deste material bem como o desenvolvimento de novos produtos comfeccionados com ele.

    Então resolvi fazer uma seleção mostrando algumas novidades nesta área:

    Primeiramente lembro que o OLED é uma fina película:

    Mesmo sendo finíssima, ela é composta por várias camadas de componentes:

    A espessura reduzida, a maleabilidade e resistência garantem a aplicação deste produto em inimagináveis produtos reduzindo drasticamente algumas medidas:

    Além de produtos, a industria de iluminação está investindo pesado em cima deste produto que promete ser, sem sombra de dúvida, o futuro da iluminação:

    Fontes das imagens:

    http://www.atulo.net/Palavra/netbook/

    http://electronics.howstuffworks.com/oled1.htm

    http://www.engadget.com/2005/05/20/samsungs-40-inch-oled-tv-pics/

    http://www.ubergizmo.com/15/archives/2007/10/bendable_oled_display_from_samsung.html

    http://oooled.blogspot.com/2008/11/o-que-oled.html

    http://www.tvsnob.com/archives/2008_06.php

    http://www.sustainabilityninja.com/sustainable-technology-gadgets/ge-stops-rd-in-incandescent-technology-to-focus-on-oleds/

    http://dvice.com/archives/2008/10/sony_flaunts_se.php

    http://blogadois.blogspot.com/2008_07_01_archive.html

    http://informed-architect.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

    http://www.imelmaterialeletrico.com.br/noticias.php?codigo=15

    http://www.hitechlive.com.br/papel-de-parede-oled-quem-precisa-de-janela/

    http://www.printedelectronicsworld.com/articles/oled_lighting_has_a_bright_future_00000551.asp

  • Oportunidade: IED – São Paulo:

    O que é?
    Um concurso de bolsas de estudo do Istituto Europeo di Design (IED) de São Paulo para cursos de gradução 2010 nas áreas de Moda, Design e Artes Visuais.

    Quem pode participar?
    Jovens entre 18 e 25 anos com ensino médio completo

    Regulamento:
    http://tododiacriativo.com/regulamento-das-bolsas-de-estudo-2010/ )

    Qual é o tema?
    Devem ser enviados projetos relacionados ao tema EU SOU O FUTURO! A idéia é que os candidatos mostrem seus objetivos em relação ao futuro. O que há de vir. O poder de transformar em realidade os próprios sonhos.

    Inscreva-se:
    Envie o projeto para o email tododiacriativo@ied.edu
    entre 05 de Novembro de 2009
    a 20 de Janeiro de 2010

    Os Projetos selecionados serão publicados no site www.tododiacriativo.com e poderão receber votos e comentários da parte dos internautas.

    Para saber mais e ver e votar nos projetos acesse o site.

  • Móveis em Papelão – Oficina no Rio de Janeiro

    O conceito de design limpo praticado com excelência na Escandinávia esta cada vez mais perto de nossas possibilidades, móveis em papelão é uma ótima opção para entrar em sintonia com essa tendência.

    Móveis de papelão são duráveis, criativos e de baixíssimo custo, permitem decoração inusitada e reciclar matéria-prima.

    Designers consagrados vêm desenvolvendo linhas de móveis feitos 100% com papelão . O design e arquiteto canadense Frank Ghery, o arquiteto suíço Nicola Enrico Staubli, o design e arquiteto italiano Marco Capellinni, desenvolvem projetos criativos e personalizados seguindo o conceito de design limpo. O principal aspecto dessa tendência consiste em ser ecologicamente correta. Confortáveis e práticos os móveis feitos de papelão reciclado permite que você modifique o espaço a hora que quiser, não pesa, e pode ser retrátil; a leveza e a praticidade das peças se destacam como pontos pró-investimento em móveis feitos com esse material.

    Venha saber mais e fazer seu móvel em papelão na nossa oficina de Novembro, visite o blog e faça sua inscrição pelo e-mail.