Categoria: Acessórios

  • Design 100% Nacional

    Well…

    Novamente na correria passando pra dar um oi geral.

    Bom, sobre o título do tópico, tenho recebido varios e-mails questionando do porque de tantas postagens falando sobre o Design produzido no estrangeiro e poucas coisas daqui da terra brasilis…

    Isso não tem um porque exato no entanto podemos – eu e outros blogueiros – afirmar que o acesso à produção estrangeira é bem mais fácil que à nacional.

    Ou então parece que o Design brasileiro resume-se ao que aparece às vezes em sites e revistas e que, tirando os mesmos de sempre, ninguém mais produz nada.

    Então abro este canal para expor os trabalhos dos Designers brasileiros que trabalham com coisas voltadas ao Design de Interiores/Ambientes.

    Para expor os trabalhos, envie um e-mail para ldda.paulooliveira@sercomtel.com.br com:

    fotos boas dos produtos

    breve descrição dos produtos

    dados do designer e/ou empresa

    De posse desses materiais vou fazer posts variados por tipo de produto:

    Móveis para ambientes de Estar

    Móveis para ambientes de servir

    Móveis para áreas externas

    Acessórios

    Equipamentos

    Materiais e Revestimentos

    Portanto, podem começar a mandar as informações ok?

  • O meu Natal

    Bom, conforme prometido, aqui vão algumas fotos do que estou preparando para o Natal aqui em casa.

    Ainda não está finalizado, precisam de uns ajustes mas já dá para vocês terem uma idéia.

    Infelizmente minha câmera não está legal e aproveito para deixar uma dica: jamais empreste sua câmera pra quem quer que seja. Emprestei a minha e ela voltou detonada e nao tem como ajustar as configurações mais, nem ressetando.

    Como eu coloquei num post anterior, estou cansado de papai noel, renas, bonecos, flocos e cristais de neve e tantas outras coisas que não tem absolutamente nada a ver com a cultura, clima e realidade brasileira. Nem mesmo o tipo de pinheiro usado é natural daqui. Quem sabe se fosse uma araucária…

    Nossa cultura é riquíssima, é uma fonte quase que inesgotável de informações que podemos adaptar e aproveitar em nossos projetos.

    Neste caso específico vejam por onde andei:

    1 – Moro numa região que já foi a principal área cafeicultora do país. Então fui em busca de elementos e o melhor que encontrei foi a peneira que era usada pelos colhedores de café. Ela serve como base de todo o arranjo. Ela serve também para lembrar que devemos peneirar tudo que nos acontece para separar o joio do trigo, para mantermos e guardarmos apenas o de bom que nos acontece.

    2 – Os outros elementos tirei do folclore nacional. As fitas multicoloridas presentes nas festas e indumentárias populares como congadas, folia de reis, bois e várias outras me servem de sustentação para as bolas artesanais, algumas em patchwork, outras em aplicações de rendas, outras com transparência para dar mais leveza.

    3 – Como não poderiam faltar, as luzes (todas LEDS) se fazem presentes e ganham mais força com as bolas espelhadas.

    4 – Sobre a mesinha de canto, a idéia é montar um presépio apenas com animais. Porém não encontro por aqui animais em escala semelhante à do Menino Jesus que já possuímos ha anos. Portanto ficam por hora o Anjo com fibra ótica e as velas.

    5 – Sobre os Anjos que anunciam aos pastores, aos de coração despojado, a Boa Nova : “O Menino nasceu numa mangedoura! Glorificado seja Deus nas alturas e paz na terra aos homens e mulheres por ele amados”  acredito que Deus nos envia seus anjos em determinados momentos de nossas vidas para nos socorrer, auxiliar e proteger. Estes podem vir não somente como espíritos, mas também como pessoas que se fazem presença divina em nossas vidas, em algum momento, trazendo-nos uma mensagem de esperança, de amor e de fé. Podem simplesmente passar por nossas vidas e continuar seu caminho ou permanecem junto da gente por longos períodos ou pela vida toda. Quando amamos nos tornamos anjos um dos outros. É no amor compartilhado que Deus manifesta o seu amor infinito derramado sobre nossos corações. E no amor nos tornamos anunciadores da Boa Nova, do amor que dá sentido a nossa existência.

    Bom, por hora é isso. Assim que estiver finalizado vou tirar outras fotos pra colocar aqui neste post.

    Espero que gostem da idéia e repensem sobre o Natal.

    Repensem principalmente sobre o significado autêntico do Natal.

    Celebrar o Natal não se resume a presentes ou fartas ceias mas antes de tudo nos remete à recordar, na fé e na reflexão, de que neste dia  Deus, em seu infinito amor, nos deu o maior de todos os presentes: O seu filho Jesus Cristo.

    “Um Menino nos foi dado” na sua Aliança de Amor com cada um de nós e com toda a humanidade para que conquistemos uma vida plena na justiça e fraternidade.

    Nesta Aliança, deu-nos um Salvador, seu Filho, aquele que redime e livra de todos os pecados, nos limpa e purifica para que nos tornemos sempre mais seus filhos e como filhos, irmãos uns dos outros.

    E, para todos, deixo uma mensagem bíblica para qualquer situação:

    Não temas, crê somente!

    Confie, entregue tudo nas mãos d’Ele, tenha fé e siga a tua jornada.

    Ele tudo fará por ti.

  • Gostei!!!!

    Que tal mudar a cara de tua mesa ao oferecer um almoço ou jantar, ou até mesmo uma simples reunião de amigos regada a comes&bebes e ainda por cima mostrar aquela consciência ecológica???

    Mas lembre-se: somente madeira de demolição ou certificada!

  • Quer ter uma luminária dessas?

    É super fácil de fazer:

    1 – compre uma tela para pintura

    2 – compre um cordão de luzes para natal

    3 – pinte a frente com a cor desejada

    4 – no verso, faça o desenho – lembre-se que desenhando no verso a imagem tem de estar espelhada (invertida)

    5 – faça pequenos furos, com diâmetro suficiente para passar apenas as lampadinhas

    6 – vá colando com cola quente ou silicone (melhor) a fiação, lembrando-se de deixar as lâmpadas livres para serem inseridas nos buraquinhos

    7 – deixe o pedaço do fio com a tomada totalmente livre para que alcance uma tomada.

    Uma outra idéia é utilizar uma base de vidro leitoso – tem de ser mandado fazer em uma vidraçaria de qualidade – ou então mandar fazer um bastidor – base de tela – e aplicar um tecido com maior transparência:

    Viram?

    Super fácil e com um efeito mais que interessante!!!

    Adorei e já estou com minha cabeça aqui fervendo de idéias!!!!

  • A energia solar ao alcance de todos

    Fonte: Jornal do Brasil – 13.11.2008


     

    Rio de Janeiro – Conhecido pela harmonia com a natureza e pelo sol intenso durante o ano, o Rio ainda está engatinhando quando se trata do uso de energia solar em substituição ao chuveiro elétrico, o maior vilão das contas de luz. Mas uma ONG paulista vem multiplicando pelas residências da cidade um aquecedor solar de baixo custo que possibilita economia de até 40% ao fim do mês – podendo chegar a 60%, como no caso de um centro cultural em Santa Teresa. Enquanto em cidades de São Paulo o equipamento já é uma realidade, no Rio o governo do Estado ainda tenta fazer valer a lei – aprovada no início do ano – que exige a implantação do sistema em todos os prédios públicos estaduais. Nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por exemplo, o sistema está previsto apenas em parte do Complexo de Manguinhos.

    O aquecedor solar de baixo custo foi desenvolvido pela ONG Sociedade do Sol, junto do Centro de Tecnologia da Universidade de São Paulo, que disponibilizou o manual de instalação na internet. Com materiais simples como tubos e forros de PVC (usado em tetos de escritórios), o técnico de informática Hans Rauschmayer vem promovendo cursos de instalação do equipamento no Rio e, esta semana, foi convidado para divulgar o sistema nas prefeituras de Búzios, Macaé e Itaguaí.

    – É tão simples que muitos não acreditam – conta Hans. – A água pode atingir até 60 graus, mas há um sistema de segurança, e a temperatura pode ser regulada a partir da instalação de um segundo registro, com água fria.

    Os forros de PVC, pintados de preto, transformam-se num coletor solar ligado à caixa d’água, devidamente revestida por isolamento térmico. Por ser mais densa, a água fria passa por dentro dos canais dos forros e empurra automaticamente a água quente para dentro da caixa, sem necessidade de automação elétrica. A água quente, porém, pode durar no máximo três dias, caso não haja sol. Todo o sistema custa em torno de R$ 300 e pode gerar até 60% de economia, como aconteceu no Centro Cultural João Fernandes, em Santa Teresa.

    Freezer vira caixa d’água

    O administrador do Centro, Paulo Sérgio da Silva, foi ainda mais original: pegou dois freezers que serviam de depósito de bebidas e os reaproveitou como caixas d’água, já com o devido isolamento térmico. Com os 600 litros de água quente, mais de 20 pessoas tomam banho por dia no Centro, que serve ainda de abrigo a turistas participantes de trabalhos sociais do local.

    – Antes, eu gastava em torno de R$ 500 com luz, e hoje não chega a R$ 300 – lembra Paulo. – Para nós, que dependemos de doações, foi um ganho enorme. Temos aquecedor solar em quatro banheiros, e estamos planejando instalar em outros dois.

    Morador de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, Ronaldo Fonseca Rocha fundou uma empresa para revender o sistema. Em mais de 10 anos, porém, não vendeu o equipamento a mais de 200 pessoas.

    – Em Belo Horizonte e Juiz de Fora, vendemos bastante, mas no Rio é muito pouco – afirma.

    No interior de São Paulo, por exemplo, a demanda também é grande porque as prefeituras dão desconto no IPTU para quem instalar o equipamento.

    Estado tenta implantar sistema em prédios públicos

    O governo do Estado tem se esforçado para substituir parte da energia elétrica em seus imóveis, mas, desde o início do ano – quando a lei entrou em vigor – apenas dois prédios implementaram o novo sistema. A Universidade Estadual do Rio de Janeiro
    (Uerj) também desenvolve um aparato semelhante ao da Ong Sociedade do Sol, mas ainda está em fase de testes.

    No início do ano, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico criou o Programa Estadual de Racionalização do Uso de Energia, com o objetivo de estudar e pôr em prática todas as leis aprovadas nesse sentido. Em novembro, a Santa Casa de Misericórdia de Resende substituiu 43 chuveiros elétricos pelo sistema de aquecimento de água por energia solar, promovendo uma economia de energia elétrica de cerca de 30%. O sistema, porém, custou aos cofres públicos R$ 199 mil.

    No mês seguinte foi a vez do Hospital Universitário Pedro Ernesto economizar os mesmos 30%, desta vez feita a partir da modernização do sistema de refrigeração da unidade. O investimento no projeto chegou a R$ 2,2 milhões, mas não há previsão de substituição da energia elétrica.

    A lei, de autoria do então deputado Rodrigo Dantas (DEM), hoje secretário municipal de Obras, obriga o Estado a implementar aquecimento solar em até 40% da água utilizada nos prédios públicos. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a lei vem sendo cumprida em prédios reformados e nas novas licitações. Nas obras do PAC, porém, apenas parte de Manguinhos receberá um projeto piloto com os aquecedores.

    – Ainda temos pouco tempo de estudo, mas muito já foi feito – argumenta o superintendente de energia, Luiz Antônio Almeida Silva.

    Uerj realiza estudos

    A Uerj pesquisa um sistema semelhante ao desenvolvido pela Ong Sociedade do Sol, mas construído com aço galvânico, mais barato do que cobre e alumínio. O sistema da Uerj deverá custar entre R$ 300 e R$ 500. Manoel Antonio Costa Filho, coordenador do laboratório de energia solar do Centro de Estudos e Pesquisas em Energias Renováveis, explica que o estudo ainda precisa aprimorar o isolamento térmico.

    O mais importante é evitar custos freqüentes com manutenção, e, por isso, adotamos o aço – explicou Manoel. – Mas estamos desenvolvendo formas de isolamento térmico da caixa d’água, já que temos muitas tecnologias disponíveis no mercado nacional.

  • Dicas de Consumo

    Usando a energia com consciência.

    Quanto maior o desperdício de energia, maior é o preço que você e o meio ambiente pagam por ela. Ao usar a energia elétrica de maneira correta, você economiza na conta de luz e ainda ajuda o país a preservar suas reservas ecológicas e, conseqüentemente, a vida do planeta.

    Existem três maneiras de usar a energia eficientemente:

    Hábitos Inteligentes
    Use os equipamentos elétricos de maneira correta como está indicado no seu manual.

    Equipamentos Eficientes
    Na hora de comprar, verifique se o equipamento tem este selo de eficiência.

    Projetos Inteligentes
    Ao reformar ou projetar sua casa utilize algumas soluções criativas que podem ajudar na redução do seu consumo de energia. Projete os ambientes utilizando o máximo de luz natural, pinte as paredes com cores claras e com melhor isolamento térmico. Utilize ventilação apropriada, circuitos elétricos bem dimensionados e formas de aquecimento de água mais adequadas à sua necessidade.

    Energia Elétrica. Use corretamente e tenha sempre uma amiga ao seu lado.

    Com fios de alta tensão

    Se você encostar ou mesmo chegar perto de fios de alta tensão, o choque pode ser fatal. Alguns trabalhos rotineiros merecem muito cuidado e devem ser executados por profissionais experientes. Saiba quais são as atividade:

    . Instalação de antenas de TV e rádio.
    . Trabalhos em marquises de casas e prédios.
    . Podas de árvore embaixo de fios.
    . Manuseio de escadas em colheitas de frutas.

    Não faça queimadas, principalmente sob as linhas de transmissão. O calor do fogo, mesmo quando não atinge os cabos elétricos, pode provocar curtos-circuitos.

    Atenção redobrada, diversão garantida.

    Não deixe seu filho soltar pipa perto dos fios de alta tensão. Essa brincadeira é muito divertida se você estiver em campo aberto e longe dos fios da rede elétrica. Os fios dos postes não são encapados e caso a linha do papagaio encosta neles, o choque pode ser fatal.

    Porque é importante evitar o uso de energia no horário de pico

    Entre 18 e 21 horas, o consumo de energia elétrica é muito mais alto do que nos outros horários. Isso porque estão funcionando ao mesmo tempo, além das fábricas, a iluminação pública, a iluminação residencial, vários eletrodomésticos e a maioria dos chuveiros. Este é o chamado horário de pico (horário de ponta) de consumo de energia elétrica.

    Seria necessário construir novas usinas e linhas de transmissão só para atender o horário de pico. E isso teria custos sociais ambientais elevadíssimos. Por esta razão, a CPFL e o Governo Federal através do PROCEL, Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica, desenvolveram uma série de projetos junto às indústrias e aos grandes consumidores, para diminuir o consumo nesse horário.

    Você também pode contribuir, como consumidor e como cidadão, para que a energia elétrica não falte: evite ligar muitos aparelhos e lâmpadas nesse horário. Utilize-os por menos tempo e um de cada vez e, se possível, escolha outra hora para seu banho. Esse pequeno esforço, por parte de cada cidadão, trará benefícios ao meio ambiente e garantirá o conforto de todos.
    Para saber o valor do consumo dos equipamentos da sua casa, consulte a placa atrás de cada equipamento ou o manual do fabricante, multiplicando a potência pelas horas de uso durante o mês.

    Instalações corretas. Mais economia e segurança para você.

    Algumas dicas importantes para evitar problemas e prevenir acidentes com eletricidade:

    . Quando um fusível derreter ou fundir, nunca o substitua por moedas, arames, fios de cobre, de alumínio ou qualquer outro objeto. Desligue imediatamente a chave e procure saber a causa do incidente. Troque sempre o fusível danificado por outro novo, de igual amperagem e, se possível, troque por disjuntores “quick-lag” que oferecem maior segurança.

    . O uso de “benjamim” é muito perigoso. Você sobrecarrega a tomada com vários aparelhos elétricos, e isso pode provocar um superaquecimento dos fios, causando um curto-circuito.

    . Nunca use aparelhos elétricos em locais com água ou umidade, nem com mãos ou os pés molhados. O choque é inevitável.

    . Nunca mude a chave (verão/inverno) do seu chuveiro enquanto ele estiver ligado.

    . Não mexa no interior de televisores, mesmo desligados. A carga elétrica pode estar acumulada e provocar choques perigosos.

    . Jamais use garfo, faca ou objeto metálico em aparelhos ligados. E só limpe esses equipamentos depois de tirá-los da tomada.

    Alguns cuidados no dia-a-dia

    . Nunca deixe as crianças mexerem em aparelhos elétricos ligados, fios, nem colocarem os dedinhos em tomadas.

    . Coloque sempre os protetores nas tomadas que estão ao alcance das crianças.

    . Desligue sempre a chave geral quando precisar fazer qualquer reparo na manutenção.

    . Se você tomar choque ao ligar torneiras e chuveiros elétricos, isso indica que existe um problema de aterramento (fio-terra) na instalação.

    Hoje você já pode contar com um seguro residencial que cobre danos elétricos em aparelhos eletrodomésticos causados por curto-circuito e raios. Informe-se com a CPFL e faça o seu seguro.

    Ao trocar uma lâmpada segure-a só pelo bulbo de vidro. Nunca toque na parte interna do bocal (soquete).

    Equipamentos eletrônicos sensíveis como microcomputadores e aparelhos de fax precisam de proteção especial, como estabilizadores de voltagem e protetores contra descargas elétricas. Consulte o manual do fabricante e as lojas especializadas.

    fonte: CPFL

  • Emergência…

    Um produto bastante interessante uma vez que serve de luminária de emergência e também como sinalização para rotas de fugas.

    Trata-se da Halo of Light, projetada para salva-lo.

    Usando dois sistemas LED, a luminária ao mesmo tempo que quebra a escuridão, projeta no chão uma sinalização indicativa através de setas do trajeto a ser percorrido em caso de emergência.

    Designer: Foo Wei Zen & Chua Wenfong

    Via: Yanko Design

  • Sinto muito, te enganaram!

    Gostei tanto da sinceridade deste post ddo pessoal da BADE que resolvi trazê-lo na íntegra pra cá. Espero que curtam também.

    Você comprou uma pintura parecida com essa aí de cima em uma daquelas lojas de decoração e presentes para colocar na parede da sua casa? Se comprou, saiba que você levou gato por lebre e ainda está pagando o maior mico.

    Essas “obras de arte” são uma enganação armada para levar o precioso dinheirinho de pessoas bem intencionadas que pensam que ela é uma pintura.

    Na verdade esses quadros não passam de produtos feitos em série, distribuídos por todas essas lojas e não valem absolutamente nada! Nada mesmo, até uma tela em branco é mais valiosa que eles, porque nela ainda pode ser pintado algo que valha a pena.

    Portanto, nunca compre um quadro se o vendedor lhe perguntar qual a cor do seu sofá ou da sua parede e lhe oferecer um que vai combinar porque tem os mesmos tons.

    Não é assim que se compra um quadro e se você pensa que quadro é objeto de decoração, melhor não tê-lo.
    Usando um pôster com a reprodução de uma foto famosa ou de uma pintura de um artista famoso você vai estar pagando muito menos, fazendo um papel mais relevante para a humanidade e ficando livre de pagar um mico achando que tem um quadro quando não é um quadro.

    Por um quadro fajuta você pode ser obrigado a gastar de $ 250 a R$ 450. Por esse mesmo valor você consegue comprar uma obra autêntica, única e original de um artista verdadeiro.

    E aonde você encontra? Nas ruas, em espaços públicos, casas de cultura, bibliotecas e todos os outro lugares que normalmente e freqüentemente promovem exposições.

    Aí você fala: mas eu não entendo nada de arte! Sem problema, vá pela sua intuição, escolha a tela que lhe faz bem.

    Tenha em mente que nas lojas de decoração que vendem aqueles quadros eles entendem menos ainda, tanto que se propõem a vender algo que não é uma pintura como se fosse.

    E não se preocupe com a sua decoração. Qualquer pintura razoável fica bem em qualquer parede e independe da cor e dos móveis.

    Quanto ao tema, também fique à vontade: pode ser uma paisagem, uma natureza morta (para quem não sabe, aquelas frutas em cima de uma mesa ao lado de um jarro é uma natureza morta clássica), um retrato, um floral ou um conceito. Vale a mesma regra para o estilo: pode ser moderno, clássico, acadêmico, vanguarda, conceitual, contemporâneo etc.

    A regra é simples: gostei, então eu levo.

    Uma última dica: se for possível você conhecer o artista, para que ele fale sobre o trabalho, verá que automaticamente você vai criar um conceito de valor afetivo pela obra que ultrapassará o quanto pagou e, conseqüentemente, o quanto vale. Para terminar esta postagem, seria legal enfocar também a moda das mandalas e das esculturas de parede, mas é melhor terminar por aqui, o assunto vai ficar longo e muito cabeludo…

    Os links abaixo mostram o trabalho de alguns artistas pinçados de uma busca bem superficial no Google. Aproveite!

    Flávio Fernandes
    Crovadore

    Márcio Camargo

     

    Sugado: Decorando Tudo

     

    * E deixo mais uma dica: as Galerias nem sempre são espaços inacessíveis aos menos abastados. É possível sim encontrar obras belíssimas com valores razoáveis e acessíveis.

  • Criatividade inconsequente e sem noção.

    A idéia até que foi legal: criar um espelho para interruptores voltado para um público: cristãos.

    Porém o descuido acaba por destruir um projeto cuja aplicação e temática são bastante interessantes.

    Fala sério, isso é totalmente sem noção e descabido.

    Mas, tirando o seu lado agressivo, até que tem o lado ridiculamente engraçado.

     

  • Tendências: muita calma nessa hora…

    É bastante comum ver pessoas antenadas e correndo atrás das tendências lançadas nos maiores eventos mundiais, seja qual for o segmento: moda, decoração, novos produtos, dentre tantos outros. Enfim, sempre temos algo de novo, praticamente todos os dias.

    Mas será que isso tudo tem realmente algo a ver com você usuário, seu estilo, suas necessidades, seus sonhos e expectativas?

    Muitos clientes chegam até os profissionais com recortes de revistas (ou até mesmo várias delas inteiras) dizendo: é exatamente isso o que eu quero. Isso não só compromete negativamente a vida do profissional especializado como pode complicar a sua também.

    Causa estranheza quando algum profissional de Design de Interiores/Ambientes, que passou por uma formação acadêmica bastante profunda e específica tanto na área técnica quanto na criativa, se submete a simplesmente “chupar” (copiar) um projeto seja lá de onde for. Isso tolhe a capacidade criativa do profissional. Ele tem habilidades e conhecimentos para muito mais que o simples copiar algo. E, com esta prática, fatalmente ele não vai conseguir responder à altura das suas expectativas pessoais.

    Mas tal situação não se reduz à relação profissional – cliente. Este profissional poderá se tornar alvo de sérios problemas judiciais por plágio, cópia, etc. E não será você – cliente – quem irá responder por esta ruptura com o necessário comportamento ético, mas o profissional, na maior parte das vezes, pressionado pelo cliente.

    Deixando esta questão profissional de lado, vamos ao que realmente interessa: você, caro cliente.

    Tendências são boas? Sim e não. Vejamos por que:

    Segundo o dicionário Michaelis: “tendência – ten.dên.cia – sf (lat tendentia) 1 Disposição natural e instintiva; pendor, propensão, inclinação, vocação.(…) 3 Força que determina o movimento de um objeto. (…)”

    As tendências são criadas para mostrar conceitos, idéias, aplicação para novos e velhos materiais. Mostrar o que vem pela frente. E só isso. Ninguém vive de ou com tendências, salvo aqueles que as ditam. E, todos nós sabemos que qualquer coisa dita ou imposta, não presta.

    Vale lembrar também que hoje determinada coisa é tendência, amanhã já não mais será, pois já foi superada por alguma outra novidade, outra regra, desbotaram um pouco a cor que ontem era um “must” e assim por diante.

    É o que podemos perceber claramente na Bienal de Arquitetura de Veneza. Diferenças enormes entre projetos nos países – que levam em consideração suas características (climáticas, geográficas, etc) particulares. Até mesmo aqueles que tratam do mesmo tema tem diferenças enormes. Mas também percebemos isso dentro dos próprios países. Um material excelente para o sul não é bom na mesma medida para o norte/nordeste. Assim como a Bienal, as tendências devem servir simplesmente para nos fazer pensar sobre o que vemos, queremos e desejamos.

    Na Semana de Arte Moderna (1922) podemos perceber claramente como isso deve ser tratado: devemos receber essas informações estrangeiras e passa-las por um filtro. No Manifesto Antropofágico, isso é feito com a arte, literatura, etc. Traziam o que tinha de melhor lá fora que, uma vez “digerido”, era assimilado e transformado à realidade cultural brasileira. Isso nem de longe quer dizer que devemos nos tornar xenofóbicos, mas sim que devemos, acima de tudo, manter viva a nossa cultura, limpa e isenta de qualquer subserviência à padrões culturais estrangeiros.

    As revistas estão certas? Sim e não.

    As revistas são as responsáveis por nos apresentar essas tendências, não obstante o fato de muitas dessas tendências, enquanto produtos culturais, estarem submetidas à lógica do mercado e impostas artificialmente segundo interesses comerciais. Entretanto, para além desta observação crítica, temos de levar em consideração muitas coisas dentro de uma revista. Não basta olharmos uma foto de um ambiente, um objeto ou móvel. Temos de observar o contexto geral no qual aquilo está inserido ou pode vir a ser inserido.

    Um living “dos sonhos” qualquer um quer ter, porém aquela da revista pode não ser aquela que você realmente necessite por um simples detalhe: ela não foi projetada para você e sim para uma outra pessoa (família), que tem hábitos, gostos, rotinas e muitas outras variáveis diferentes das tuas. Ou então aquele móvel belíssimo, pode não adaptar-se corretamente à você pelo simples fato de que aqui no Brasil não temos uma homogeneidade corporal – na verdade estes padrões já não mais existem na maioria dos países. Ergonomicamente falando, aquela cadeira pode ser perfeita pra mim, mas para você pode não ser. Você pode ser mais alto ou mais baixo que eu, ter a mesma altura, porém ter pernas mais curtas. Enfim, são muitas coisas que precisam ser levadas em consideração na hora de projetar e montar o ambiente.

    Falando diretamente de produtos, muitas outras variáveis têm de ser levados em consideração também. Aquele novo revestimento para pisos pode não ser adequado às suas necessidades pelo simples fato de haver crianças ou idosos em sua residência. A escada de vidro causa desconforto, desequilíbrio, insegurança. A fechadura pode não ser a ideal. A automação pode lhe trazer sérios transtornos se você não for uma pessoa com um mínimo de habilidade com aparelhos eletrônicos. Isso e muito mais na parte mais técnica.

    Indo para a área psicológica, poderemos cair em problemas como cores que não batem com a tua personalidade, texturas não agradáveis ao seu tato, sensação de não pertencer ao espaço ambientado, desânimo, entre outros. Isso tudo porque você não levou em consideração as suas características pessoais, suas emoções, seus gostos, seu psicológico. Preferiu correr atrás das tendências, daquilo que está na moda. E não do que te agrada, do que tem “a tua cara”, o teu jeito.

    Temos de pensar seriamente que um projeto de Design de Interiores não deve se submeter aos modismos sempre passageiros. O projeto de Design de Interiores de sua casa permanece para além dos modismos e você terá de conviver com ele por algum tempo, ou por muito tempo. Importa discernir e fazer escolhas sobre os aspectos que dizem respeito ao seu estilo.  Isso refere-se a sua identidade pessoal.

    Portanto, o uso de revistas como referência e a percepção das tendências apresenta-se como positivo desde que você, cliente, coloque-se aberto para uma conversa e troca de idéias com o profissional sobre as escolhas que você fez para melhor adequá-las ao seu uso às suas necessidades. Torna-se fundamental a presença do profissional para oferecer uma orientação certa sobre o melhor produto, atento a seu estilo, seus sonhos e às demandas cotidianas de sua vida pessoal e/ou familiar e, ao mesmo tempo, atento às tendências que se apresentam.

    Artigo escrito para a Revista Mary in Foco.

  • Adesivos de parede

    ou tatuagens de parede, como quiser. Porém não só para paredes. Temos também para pisos, eletrodomésticos e onde mais a sua criatividade passear…

    O fato é que este acessório nos permite brincar com, e alterar os ambientes quantas vezes quisermos. De fácil instalação e com uma também fácil remoção – que não estraga as paredes – os adesivos vem ganhando força e público a cada dia.

    O melhor de tudo é que qualquer imagem pode ser transformada em adesivo. Até mesmo aquelas de tatuagens  e artes gráficas que encontramos em diversos sites na internet. Mas atente-se sempre para os Direitos Autorais antes de utiliza-las ok?

    Encontrei dias atrás o site DizDecor, especializado em adesivos, que são vendidos através do site. Esta empresa tem produtos de designers nacionais e internacionais inspiradas na cultura POP.

    Outra facilidade desta empresa é a parceria com a Camiseteria onde eles transpõem as imagens das camisetas para o vinil para que você possa aplica-los em suas paredes.

    A Diz Decor também possui um blog destinado aos amantes do vinil (adesivos). Vale a pena a visita.

    Os preços são bastante acessíveis.

    Não sou adepto de fazer propaganda de empresa alguma uma vez que nós profissionais temos de ficar isentos de “amarras” comerciais para o bem de nosso trabalho e, principalmente, para o bem do cliente. Mas esta empresa merece sim este publieditorial gratuito não só pelo excelente trabalho desenvolvido, mas, principalmente, para mostrar a todos a diferença que faz contratar empresas sérias e que entendem realmente do assunto.

    Só atentem para não cometer erros por desatenção, especialmente quando utilizar frases e textos:

    Por essas e outras que é sempre imprescindível que a empresa contratada te envie um layout da aplicação antes de confecciona-lo.

    Na imagem acima tem um erro gritante. Quem consegue encontra-lo?

    Curta mais esta técnica disponível e acessível para valorizar e alterar os seus espaços ou de seus clientes.

  • Lareiras? Não, fireplaces…

    O designer alemão wolf udo wagner desenvolveu para a Maison Object uma produto que tem as características de uma lareira, porém, móvel. Você a leva para onde quiser. Com isso é mais um fireplace que uma lareira. Batizou o produto de Ponton Fireplace.

    Pode ser usada em ambientes internos e externos. Produzida com um vidro resistente ao fogo e aço, funciona por mais de duas horas e meia sem precisar ser recarregada. A emissão de dióxido de carbono é mínima.

    Mais informações:

    http://www.pontonliving.eu
    http://www.maison-objet.com

     

  • Por falar em Unicamp

    Além do Laboratório de Iluminação, a Unicamp oferece muitas outras coisas bem interessantes.

    Navegando pelo site encontrei o INOVA que fala sobre várias coisas como inovação tecnológica, patentes, propriedade intelectual, desenvolvimento tecnológico, além de vários cursos.

    Vale a pena uma visitinha ao site do INOVA para conferir o que anda rolando por lá.

  • Recuperador de calor para chuveiros elétricos

    Foi em pleno banho ao lavar os pés sujos de terra avermelhada que o tecnólogo José Geraldo de Magalhães teve uma idéia ao perceber a água quente se esvaindo pelo ralo. Pensou em desperdício e começou a imaginar um sistema que aproveitasse esse calor para ajudar a esquentar a própria água do chuveiro. Sete anos depois daquele dia na sua cidade natal, em Rio Vermelho, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Magalhães acompanha, desde setembro, a distribuição gratuita de um lote de 7 mil peças de seu invento para pessoas carentes da Região Metropolitana de Belo Horizonte num programa elaborado e financiado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

    Chamado de recuperador de calor para chuveiros elétricos, o sistema possibilita uma redução de 44% no gasto de energia elétrica de uma residência. O recuperador é produzido pela empresa Rewatt Ecológica, da qual Magalhães é um dos sócios. O funcionamento é simples. Em vez da água da caixa ou da rede de distribuição ir direto para o chuveiro, ela segue por uma mangueira e chega a uma plataforma de plástico reforçado instalada no chão do banheiro, com 58 centímetros (cm) de diâmetro e 4 cm de altura com tapete e estrutura antiderrapante.

    Dentro dela existe um trocador de calor feito de alumínio, na forma de um encanamento em espiral, que recupera o calor da água quente do banho e aquece, em cerca de 20 segundos, a água limpa no interior do cano. A água aquecida é levada, por pressão natural ou por um pressurizador, para o chuveiro. A diferença do novo sistema é que quando a água chega ao aparelho ela já está pré-aquecida em comparação à existente na caixa. Normalmente a água natural parte dos 20º Celsius (C) e é esquentada no chuveiro até 38ºC, que é a temperatura do banho quente no inverno.

    “Se ela já estiver com 27ºC, a diferença cai de 18º para 11ºC”, diz a professora Júlia Maria Garcia Rocha, do Grupo de Estudos e Energia (Green) do Instituto Politécnico da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Foi ela quem coordenou os dois testes que comprovaram tecnicamente a viabilidade do sistema, primeiro a pedido de Magalhães e depois da Cemig. “No início, nós não acreditávamos que o recuperador funcionasse. Depois fizemos os testes, o modelamento teórico e, no final, sugestões para melhorar o equipamento”, diz Júlia. “Fiquei tão impressionada que coloquei o recuperador na minha casa.”

    Em um dos estudos, Magalhães instalou nove recuperadores de calor em uma academia de ginástica, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Com a instalação foi possível substituir os chuveiros de 5.400 watts para outros com 2.000 watts, também foram trocados os de 4.400 watts para 1.800 watts. No primeiro mês da instalação a redução com energia elétrica foi de 1.020 quilowatts-hora (kWh), o que representou a economia de 612 reais na conta de luz. Inicialmente o recuperador de calor está sendo instalado em residências escolhidas pelo projeto Conviver da CEMIG, que leva a eficiência energética a populações carentes. A Rewatt tem planos para comercializar o recuperador. “Estamos nos estruturando para vender o recuperador para um público mais amplo a partir de janeiro de 2008”, afirma Magalhães. O preço inicial do recuperador de calor será de 360 reais.

    Fonte:
    Mídia eletrônica: Agência FAPESP http://www.agencia.fapesp.br Por Marcos de Oliveira 19/10/2007

    http://www.rewatt.com.br/funcionamento.htm
    http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=13373

    acesso em outubro de 2007
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    sugado: http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/rewatt.htm

  • Interiores automotivos – Trailers e Motorhomes

    Pra quem curte a vida e é ligado em passeios mais livres e descompromissados, ligados à natureza sem dispensar o conforto, os trailers ou os motorhomes são definitivamente são a melhor pedida.

    Trailers são rebocados por carros.

    Motorhomes são aqueles ônibus ou caminhões transfromados em residências motorizadas.

    Com toda a tecnologia e equipamentos disponíveis hoje não é nada difícil pensar nos dois casos.

    Trailers

     

    Motorhomes:

     

  • Brincando com a luz

    Tenho visto alguns lançamentos pela WEB bastante interessantes e vou compartilhar neste post alguns com vocês.

    Que tal um céu estrelado particular?

    Só seu, de ninguém mais… Ou ainda, quem sabe, no quarto de seus filhos?

    Pois é! O Laser Cosmos faz isso por você. Trabalhando com laser verde e tecnologia holográfica promove um belo efeito estrelado em suas paredes e tetos.

    Já para aqueles que não dispensam um som dançante nem mesmo na rora do banho, o Underwater Light Show é uma bela solução.

    Com tecnologia LED alimentado por pilhas, é diversão pura na hora do sua banheira ou até mesmo dentro da piscina.

    Se quer algo menos psicodélico, pode optar pela Rose Bath Lights:

    Pode ainda optar para seu banheiro pelo LavNav:

    Ou então na torneira com o Glow Flow Tap:

    Calma, pra quem não tem banheira a opção é o LED Shower Light:

    Adam Frank desenvolveu uma luminária usando um equipamento já antigo: as lamparinas a óleo. Porém usando e abusando da gostosa brincadeira de luzes e sombras chegou à Lumen.

    Fiona Jean Thompson brincando com acessórios que bem poderiam ser herança recebida da vovó, criou o candelabro a seguir:

    Potes com o sol ou a lua dentro?

    Esta é a proposta de Tobias Wong. Alimentado por energia solar, basta deixa-lo em local ensolarado que, durante o dia o pote produz uma luz amarelo-alaranjado bem proxima à luz solar. Conforme vai escurecendo e chegando a noite, o pote vai assumindo o branco azulado característico da lua.

    Já o Light Bench é a peça ideal para quem deseja dar uma cara nova, tecnológica e sustentávem ao seu jardim. Alimentado com energia solar, traz tecnologia LED RGB dentro de placas de policarbonato no assento e no encosto.

    Que tal pegar seus convidados de surpresa com um rechaud feito de gelo?

    Esta é a idéia do produto Mathmos Thaw. É uma base para vela daquelas redondinhas usadas normalmente em rechaud. Porém ele vem com uma forma interna (cilindro) que vai para o freezer onde a água formará a cúpula deste rechaud. Conforme a vela vai queimando, esta cúpula vai derretando e a água voltando para o interior da forma.

     

    Não sei se estes produtos já se encontram à venda aqui no Brasil, se alguém souber ficarei grato pela informação!

  • Banheiros – alguns cuidados…

    Recebi por e-mail de minha prima Miriam, de Curitiba, que também é Designer de Interiores.

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    O banheiro encerra uma insolúvel contradição: apesar de ser o lugar que você procura para realizar hábitos de higiene, sem dúvida ele reúne as condições mais propícias à contaminação. Por um lado, isso se deve às próprias características do ambiente. Mas a falta de atenção com a limpeza e com a manutenção, além de hábitos pouco cuidadosos, também contribuem para que os microorganismos façam a festa , afirma o biomédico Roberto Figueiredo, bastante conhecido como o Dr. Bactéria.

    Abaixo, ele identifica os maiores perigos escondidos nesta parte da casa e dá conselhos, certeiros e baratos, para que você deixe o banheiro de casa um pouco menos hospitaleiro para fungos, bactérias e outros agentes causadores de doenças.  

    1. Usar toalha de tecido no lavabo
    Sem dúvida, quando falamos de higiene, uma toalha de papel, virgem (não reciclado), representa o melhor. No entanto, fica difícil colocar em um banheiro de uma casa um toalheiro de papel sem dar cara de shopping ou indústria. Por isso, não da para se livrar de uma toalha de tecido. Troque diariamente ou sempre que estiver muito molhada. Eduque as pessoas para não enxugar o rosto nestas toalhas, lugar de lavar o rosto é no banheiro e usando a toalha de banho.

    2. Partilhar um sabonete em barra
    Geralmente, os sabonetes não apresentam ação desinfetante, bactericida (a não ser os produzidos com esta finalidade). Eles servem para limpar, e não para matar germes. Tenha higiene: percebendo que há algum resíduo preso ao sabonete, lave-o.

    3. Abrir a porta e dar descarga depois de lavar as mãos
    É claro que a maçaneta da porta, sendo tocada por uma mão contaminada, vai carregar as bactérias. No entanto, mantendo a maçaneta sempre limpa, sem gordura ou outra impureza, os microorganismos tendem a morrer, pois não resistem à falta de água. Mesmo assim, procure lavar as mãos após apertar a descarga ou tocar em outros objetos do banheiro.

    4. Deixar cesto de roupas sujas no banheiro
    Estando bem fechado, não representa tanto problema assim. Mas, no caso das roupas íntimas, sempre é bom adicionar na água de lavagem uma colher de desinfetante à base de quaternário de amônio, facilmente comprado em supermercados. Isso diminui os riscos contaminação. 

    5. Manter a escova de dente na pia
    Pode ser mantida, desde que você nunca dê a descarga com a tampa aberta e sempre pulverize a escova com uma solução de gluconato de clorexidina a 0,12%, encontrada facilmente nas farmácias e drogarias. Enxágüe antes de usar.    

    6. Deixar lodo acumulado no boxe e nos armários
    Aquele lodo é constituído por microorganismos que, na maior parte das vezes, não causam doenças. No entanto, podem levar a uma alteração da flora normal da boca quando em contato com escovas de dente, levando a processos de gengivite e cárie, por exemplo.

    7. Dar descarga com a tampa levantada
    Dando a descarga com a tampa levantada, você catapulta os germes para o ar. Eles chegam a atingir até 6 metros de altura e, como o pé direito de seu banheiro não tem tudo isso, os microorganismo ficam rodando pelo ar por até 2 horas, contaminando escovas de dentes e outros materiais colocados sobre as bancadas e pias.

    8. Tomar banho com os pés descalços
    No banheiro de sua casa, não tem tanto problema, afinal e você quem controla a limpeza e higienização com água sanitária. No entanto, em clubes e noutros locais, sempre é bom usar um chinelo de dedo, principalmente sobre estrados de plástico (altamente contaminados).

    9. Manter um tapete de borracha de uso comum no banheiro
    Tudo que você colocar irá servir de mais uma base para o crescimento de microorganismos. Sendo possível, elimine. Mas existem locais em que o piso muito liso pode levar a acidentes, principalmente de pessoas mais idosas. Nesses casos, não é possível eliminar, então lembre-se de desinfetar com água sanitária.

    10. Deixar as janelas do banheiro sempre fechadas
    O vapor retido dos chuveiros eleva a umidade das paredes, favorecendo o bolor. A aplicação, a cada 15 dias, de uma solução de 50% de água sanitária em água eliminará a presença destes bolores desagradáveis. Mas sempre é bom ventilar.