Categoria: Vídeos

  • pelo meu reader…..

    Bom, vamos a mais um post sobre o que encontrei de interessante pelo meu reader.

    Para iniciar, quero compartilhar este texto “Diploma para quê?” da Ligia Fascioni. Ele não é novo e não estava na atualização de meu reader, mas fuçando no blog dela acabei encontrando-o e vale o comentário e citação neste post. Não o copiei e colei aqui pois não pedi permissão para ela, então fica aí o link. Posso copiar e colar aqui na íntegra os que eu gostar Ligia????

    Ela tem muito material interessante em seu site e em seu blog que vale a pena vocês conhecer.

    Hoje que percebi que ainda não tinha colocado o link do blog dela aqui no meu blogroll. Agora já está devidamente arrumada esta minha falha ok Ligia? Mais que merecida a citação de seu trabalho aqui.

    Bom, com relação ao texto é aquilo que eu sempre escrevo: um diploma só – ou vários de vários níveis como ela diz no texto – não valem absolutamente nada se você não coloca todos estes conhecimentos em prática no dia a dia. Nem as revistas, nem as IES, nem eu e nem os outros blogs mentem quando dizem que a atualização e especialização profissional são importantíssimas em nossa área, porém,

    “Não estão. É que, teoricamente, se você tem vários diplomas, teve acesso a vários conjuntos de informações específicas. Isso aumenta muito as suas chances de recombiná-las e criar algo que, de fato, tenha valor para o mercado. Que faça diferença na vida das pessoas. Que seja desejável a ponto de alguém poder pagar mais por isso. Quanto mais cursos, mais combustível e mais matéria prima para converter em excelência. Quem sabe aproveitar isso, ganha mais, claro.”

    Leiam este texto, ele esclarece muitas coisas em poucas linhas ok?

    E parabéns Lígia por mais este brilhante texto!!!

    Encontrei também este vídeo no Youtube mostrando a importância do Design na nossa vida, brincando com dois mundos paralelos:

    1 – com a presença do Design em todas as suas áreas

    2 – sem a presença do Design

    Simples, bonito e vai direto ao ponto. Foi feito, pelo que entendi, por um grupo de estudantes de Design da UFRGS.

    Parabéns pela iniciativa e pelo resultado pessoal!!!

    Por falar em resultados e aplicação dos conhecimentos adiquiridos em busca de algo novo, diferente, até que ponto você tem aplicado seus conhecimentos em seus projetos?

    Você é daqueles que prefere especificar mobiliário de lojas ou é do time da criação personalizando seus projetos?

    Pois é, tenho percebido uma grande quantidade de profissionais da área de Design de Interiores/Ambientes acomodando-se dentro de lojas de planejados e buscando as terríveis RTs.

    E onde você enfia todo o conhecimento restante que adiquiriu em seu curso? Pra que então você investiu tempo e dinheiro na sua formação? Especificar modulados onde o vendedor é quem vai fazer o projeto qualquer um faz, até minha vizinha de 5 anos. Isso não faz o Designer pelo contrário, depõe contra a nossa profissão. Transformam o Designer num mero decorador ou pior, atestam o que falam e escrevem por aí que esta área é coisa de madame desocupada.

    Isso inclusive reforça a visão tosca que alguns arquitetos* disseminam aos quatro cantos contra a nossa profissão sendo inclusive um dos “boatos” de que o CAU – recém aprovado e em fase de implantação – deve restringir a área exclusivamente para arquitetos. Estão usando erradamente a denominação “arquitetura de interiores” como sinônimo de Design de Interiores – o que é um erro gravíssimo e demonstra total e absoluto desconhecimento sobre as duas coisas – uma vez que muitos profissionais formados em Design de Interiores/Ambientes estão manchando a profissão com atitudes umbiguistas e equivocadas abrindo então esta brecha.

    Gente, com as matrizes curriculares dos cursos de Design de Interiores/Ambientes é inadmissível que esse tipo de atitude aconteça. Buscar soluções exclusivas, criativas, inovadoras e que atendam principalmente à personalidade do cliente é fundamental. E não é numa loja de planejados ou de móveis prontos que isso vai acontecer. Não mesmo!

    Nem é tão difícil assim chegar a uma solução com identidade própria. Veja este exemplo:

    Este slideshow necessita de JavaScript.

    Fotos: String_Gardens

    Observem como uma solução simples deu um toque todo especial neste projeto. Tá, eu sei que isso não tem muito a ver com as soluções de mobiliário que eu vinha falando, mas faz parte do processo criativo.

    Por falar nisso, você só projeta quando tem um cliente ou faz isso diariamente como forma de estudo, testes, aplicações, etc? Prefere deixar a sua mente atrofiar ou explora seus conhecimentos, pesquisa sobre novas coisas?

    Olhem o que Robert Butkovic fez: estipulou que produziria 100 logos diferentes em 100 dias. Não foram projetos para clientes mas sim apenas uma forma de desenvolver, explorar e ampliar o seu pensamento criativo. Esse tipo de atitude serve como estudo através do qual acabaremos descobrindo e criando muitas coisas. Só temos a ganhar com esse tipo de atitude.

    Outra coisa é a absurda falta de união dos profissionais. Vejo uma grande parcela olhando o colega profissional como um inimigo comercial e não como um aliado até mesmo quando o assunto refere-se a questões como a regulamentação profissional que é de interesse de todos: nós profissionais, nossos clientes e o mercado.

    #ficadica: se não nos unirmos urgente a coisa vai ficar feia em pouco tempo. Vamos levar uma rasteira e depois não adianta ficar de chororô por aí não.

    Então pessoal, que tal começar a levar mais a sério a profissão e trabalhar pelo coletivo em benefício de todos nós?

    Vamos parar de olhar apenas para nossos umbigos quando o assunto refere-se à atuação e exercício profissional?

    Pensem e reflitam seriamente sobre isso ok?

    Abraços e até o próximo post.

    .

    *alguns arquitetos: não me refiro a todos os arquitetos mas como a expressão diz, apenas a alguns que insistem em denegrir, deturpar, desinformar, fazer denúncias vazias e atrapalhar os trapalhos desenvolvidos pelos Designers de Interiores.

  • Boas festas!

    Bom pessoal,

    estou bastante sumido estes dias pois estou finalizando um trabalho da pós sobre iluminação de exteriores. Tenho de encaminhar ainda hoje…

    Eu estava pensando em fazer um cartão como sempre faço e postar aqui para vocês, mas a minha madrinha me enviou um vídeo pelo orkut que é perfeito para a ocasião.

    Assim, desejo a todos um Natal grandioso em paz, amor ágape e luz (que vem de Deus) e que 2011 venha carregado de gratas surpresas como a que este vídeo mostra:

    Um forte abraço a todos!

  • Victoria’s Secret Fashion Show 2010-2011

    Bom, para os antenados de plantão, isso já nem é tão novidade. Consegui agora o vídeo completo do show da Victoria’s Secret deste ano. Na verdade, está dividido em 4 partes.

    Quem já viu algum sabe do tipo de show que estou falando, vale cada segundo, cada detalhe. E, como a produção de Set é uma das possíveis áreas para os Designers de Interiores/Ambientes, vou posta-los aqui para vocês com alguns comentários abaixo de cada parte.

    Quem está acostumado com as mega produções deste desfile pode ter estranhado o deste ano. Apesar de continuar sendo um mega evento, com uma mega produção, este ano eles optaram pela simplicidade: prova de que nem tudo precisa ser caro e/ou precioso para valorar a montagem.

    Um outro detalhe importante é que nestes vídeos aparece o backstage (as coxias como chamam aqui no Brasil) que é o espaço de preparação e produção das modelos e de moda. Além de todo o aparato necessário, que é também, este espaço, trabalho nosso.

    Vamos aos vídeos.

    Na primeira parte devemos observar a largura da passarela que eles sempre usam. Essa deve ser larga o suficiente para que as modelos possam exibir os adereços que fazem parte da produção de moda. Perceberam o revestimento do piso da passarela? Não sei se é isso, mas me lembrou um papel de parede que vi em São Paulo aplicado na parede de uma loja. É um papel com gliter, maravilhoso!

    Na boca de cena, vemos um cortinão simples e  levemente translúcido com grafismo simples. Sobre a boca de cena, apenas um trabalho também simples de frontão que passa perfeitamente o recado da marca. Identidade total!

    Temos um grande coreto giratório no centro do palco que é, na verdade, o único elemento cênico desta parte. Simples, e manda o seu recado.

    Já na parte do show da Katy Perry, nada de especial cenograficamente falando a não ser os fresnéis que descem sobre a passarela criando um efeito fantástico e inesperado. Raramente se vê uma iluminação que desce para o meio do palco.

    Nota mil para esta parte!

    Repito, prestem muita atenção na estrutura montada no backstage. Tudo tem de ser muito bem layoutado e atendendo um fluxograma que permita a agilidade de locomoção de toda a equipe.

    Nesta parte vemos que para a cenografia foi utilizado um elemento bastante simples que lembra bastante os celeiros das fazendas norte-americanas. Muito simples e com um efeito belíssimo!

    Na sequência entra uma parte mais agitada onde, cenograficamente falando, não temos elementos. Na verdade temos apenas os adereços utilizados pelos atletas de ginástica e um trabalho de Lighting Design estonteante. É a parte esportiva.

    Peceberam como tudo muda do vermelho para o azul num piscar de olhos? É o poder da luz.

    Nesta parte temos o show do Akon com as modelos desfilando ao mesmo tempo. Prestem atenção na quantidade de cristais suspensos formando um grande céu estrelado sobre a platéia. E, novamente, quem faz a cenografia é o lighting design. Quando as modelos comeam a entrar, descem fios com cristais presos nas pontas sobre a boca de cena. Conforme as modelos vão esbarando nos mesmos, eles começam a balançar (dançar) suavemente ampliando ainda mais o efeito. Certamente também há um pouco de vento promovendo a movimentaçção.

    Simples e lindo!

    Após, entramos numa cenografia bastante simples com grandes árvores na boca de cena. Sobre a passarela descem lanternas. Tudo bastante étnico.

    E novamente, quem comanda o espetáculo é o Lighting design.

    Na última parte do vídeo temos novamente a participação da Katy Perry. A cenografia foi muito bem sacada: simples e linda! Mostra toda a alegria e energia, características muito fortes na marca.

    Em cada lateral do palco temos um monte de balões metalizados coloridos. No centro, um elemento bastante simples também na forma de um cachorro deitado.  Ao ser virado, aparece uma escadaria.

    De fundo, temos um trabalho muito bonito também de lighting design.

    E, promovendo a interação com a platéia, além da que as modelos já fazem, vemos os mesmos balões do palco caindo suavemente sobre a platéia.

    Por falar em platéia, vocês perceberam o layout dela? O recuo necessário para as câmeras sobre trilhos e gruas? A iluminação de segurança trabalhada de forma bastante estética fugindo dos tradicionais balizadores de piso?

    Bom é isso gente. Este show da Victoria’s Secret mostra claramente que não é necessário um cenário gigantesco, cheio de detalhes para conseguir passar o recado.

    Espero que tenham gostado.

    Abraços.

  • Muito cuidado ao preparar o seu Natal

    Bom pessoal, sendo curto e grosso, vale lembrar a todos que além de deixar as nossas casas ou as de nossos clientes mais bonitas e com ricos arranjos, é fundamental tomar cuidados, especialmente quando lidamos com eletricidade – mas vale lembrar também que nesta época é muito comum o uso de velas que também merecem muita atenção.

    Portanto, resolvi postar um vídeo que encontrei no Youtube para que vocês tomem consciência dos riscos que corremos quando não damos a devida atenção a cuidados básicos.

    Perceberam como em questão de segundos a festa pode se transformar num grande pesadelo?

    Então, antes de plugar vários cordões de luzes um no outro e liga-los na tomada, tenha  a certeza de que o circuito escolhido para a ligação irá comportar a carga total da instalação.

    Evite o uso de benjamins (T’s) e observe sempre o que diz a embalagem dos cordões, especialmente até quantos cordões podem ser ligados um no outro e quantos watts de consumo tem cada cordão.

    Com estes dados, observe o disjuntor referente ao circuito escolhido para conferir se este irá comportar a carga.

    Evite também fazer gambiarras (emendas) em cordões que estão rompidos pois estas podem provocar curto-circuítos que provocarão um incêndio, fatalmente.

    Bom, espero que adotem estes cuidados. São medidas simples de se tomar e que irão garantir uma festa segura e bela a todos!

    Abraços.

  • Alguns vídeos interessantes

    Dias atras conversando com uma amiga minha, ela me relatou o problema de uma cliente: um pano de vidro enorme na sala que não sabia como resolver pois a familia reclamava demais daquilo pois tornava a sala totalmente sem condições de ser utilizada durante a tarde toda.

    Conversamos, trocamos alguma idéias e, já que o cliente tem $$ para investir, encontrei este produto aqui que vou indicar a ela:

    Fantástico para quem tem grandes áreas totalmente fechadas em vidro.

    Gosto demais dessas tecnologias todas, especialmente aquelas que favorecem mudar o que se vê, tornando uma fachada em algo inesperado e surpreendente.

    Já postei aqui ha algum tempo o da Flare Facade que também gostei demais.

    Mas olhando outros vídeos no youtube, encontrei algumas coisas legais:

    Aperture é um painel usado em instalações artísticas. Mas dependendo do cliente, especialmente os institucionais e comerciais, pode-se aproveitar esta tecnologia interativa num projeto. Fiquei imaginando isso em RGB…

    Olhem que interessante a aplicação dos coolers de computadores nesta instalação.

    Olhem só que delícia de brincadeira. Não te lembrou daqueles dias de outono que caminhamos pelas ruas com as folhas voando sobre o chão numa deliciosa dança?

    Por falar em voar e leveza, vejam isso:

    Impressionante como um simples pedaço de pano e alguns ventiladores podem gerar uma instalação tão bela e poética!

    Isso me faz pensar sobre as nossas cidades e como a falta dessa poesia, beleza, do lúdico afetam seriamente a nossa vida cotidiana. Por exemplo, aqui em Londrina temos dois lagos belíssimos e não se vê vontade alguma em fazer algo que ajude a implementar o turismo embelezando estas duas áreas. Quem me dera tivéssemos administradores públicos com boa vontade e, principalmente bom gosto:

    Perceberam que isso tudo aí é água?

    Pois é, semaninha começando e eu continuo queimando a cabeça com várias coisas ahahah então tou normal.

    Abraços e até o próximo post!

  • LD – Luz dinâmica

    Um assunto bastante interessante e que infelizmente ainda não é utilizado aqui pelo Brasil salvo pouquíssimas excessões: a luz dinâmica.

    Mas o que vem a ser essa tal de “luz dinâmica”?

    De uma forma simples e rápida é a luz não estática.

    Entende-se por luz estática aquela que estamos acostumados a usar nos projetos, que utilizam luminárias “normais” como spots embutidos ou nao, pendentes, arandelas, projetores, etc.

    Já a luz dinâmica pode-se dizer que nasceu da iluminação cênica pura, especialmente a de shows musicais e boates.

    Ela pode ser “fixa”: sofrendo alteração de cores (RGB e filtros), texturas ou imagens (através de gobos e filtros) sobre a superfície iluminada.

    Mas ela também pode ser “móvel” utilizando-se de equipamentos específicos.

    O vídeo a seguir mostra uma bela apresentação de efeitos para boates e eventos:

    Toda esta movimentação, cores e texturas projetadas podem ser aproveitadas num projeto de LD voltado para a arquitetura ou Design de Interiores/Ambientes.

    Observe neste vídeo uma fantástica aplicação para o espaço urbano:

    Bom né? Pois observe este outro vídeo do mesmo grupo com outras idéias geniais:

    Olha só o que este grupo de estudantes de design aprontaram:

    Curti muito especialmente a parte de projeções de sombras dos transeuntes. Vivemos em cidades violentas, estressantes e este tipo de produção certamente pode ajudar a contrapor isso. Lembro-me de uma oficina que ministrei em Curitiba para professores da rede estadual de educação, na disciplina de educação Artística, e que mostrei a eles como é fácil brincar com o teatro de sombras nas escolas usando um retroprojetor e um lençol. Professores com 40, 50,60 anos viraram crianças ao brincar com suas proprias sombras. E é isso que a população necessita nas cidades.

    Já postei este vídeo aqui num outro tópico mas vale a pena mostra-lo de novo pela beleza da instalação:

    Agora, misturando LD com um painel cinético, diga que isso não caberia perfeitamente dentro de um shopping, uma boate ou até mesmo dentro de uma residência ou loja, guardadas as devidas proporções?

    Outra boa forma de aplicação da luz dinâmica é com a aplicação de paineis fixos em LED que promovem maravilhosas alterações do espaço e o melhor de tudo: são programáveis. Sei que ainda são equipamentos caros, porém a beleza que estes trazem para os ambientes é incrível. Observe este vídeo de instalação e teste de um destes painéis:

    Observem como a simples aplicação de um sistema RGB pode mudar muito o visual urbano, seu skyline:

    Aqui no próximo, a aplicação em um objeto que pode ser, tranquilamente, uma mesa de centro ou apoio numa loja ou numa residência de um cliente mais descolado:

    Ou também numa instalação parietal como estas de um estande da Flos e de algumas outras imagens que tenho aqui em meu PC, que eu acho geniais pela aplicação destes diversos recursos:

    Este slideshow necessita de JavaScript.

    Finalizando, para quem acha que os LEDs ainda são ineficientes para iluminação de grandes áreas, dê uma olhadinha neste próximo vídeo. Observem que em alguns momentos aperecem aplicações, por vezes simples, mas que fazem muita diferença:

    Então, dá para encarar? Dá para pensar em como aplicar estas soluções em nossos projetos?

  • Fibo o que?

    Pois é, Leonardo Fibonacci, foi o primeiro grande matemático na Europa durante a Idade Média. Ele era também conhecido como Leonardo de Pisa.

    Entre os livros de Fibonacci destacam-se “Liber abbaci” (1202), “Practica geometriae” (1220) e “Liber quadratorum” (1225).

    Mas o que tem o trabalho dele a ver com Design de Interiores/Ambientes e Lighting Design?

    1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 35, 55… quem já viu essa sequência numérica sabe da importância da presença dela em tudo, especialmente na natureza que é particularmente, a maior biblioteca de exemplos disso, como pode-se perceber neste vídeo que encontrei no excelente Design on the Rocks:

    Eu já fiz um post aqui no blog falando sobre o assunto e explicando com alguns outros vídeos.

    Tá, e o que isso tem a ver com o nosso trabalho? Como é que eu posso aplicar isso em meus projetos?

    Primeiro temos de entender melhor sobre este assunto. Pesquisar, ler bastante, ver vários vídeos explicativos (youtube, vimeo e outros estão cheios deles) e principalmente aplica-los em exercícios praticos e de observação.

    Depois, pensar em que partes de nossos projetos podemos aplicar este conhecimento:

    – paginação de pisos e revestimentos de parede? ]

    – layout?

    – design de mobiliários?

    – talvez naquele adesivo que você pretende colocar na parede?

    – na iluminação?

    – na relação entre as dimensões dos objetos escolhidos para compor os ambientes?

    – talvez no paisagismo?

    – quem sabe no fluxograma?

    E assim por diante.

    Basta entender um pouco mais sobre o assunto e buscar as soluções dentro dele.

  • My Reader 6/11/2010

    Bom, vou começar uma série de posts nesse estilo para compartilhar com vocês um pouco sobre o que ando lendo pela web, aqui em meu reader.

    Vamos lá então?

    1 – No Arch Daily, dois posts me chamaram a atenção hoje:

    primeiro o TED Prize-winner JR com suas impressionantes instalações fotográficas levando beleza e, em muitos casos, humor para as ruas das cidades seja em muros, fachadas, áreas degradadas ou qualquer outro ponto. Belíssimo trabalho, merecedor do prêmio.

    Depois o Tourist Stop Hardanger Fjord do Huus Og Heim Architecture. Um belíssimo exemplo de projeto para o que chamamos por aqui de Ponto de Apoio Turístico. Mas infelizmente, assim como o nome feio que recebe por aqui no Brasil, os projetos são geralmente ridículos de feios. Quem sabe um dia cheguaremos a esse nivel de projeto.

    2 – Do excelente blog de minha amiga Marcia Nassrallah, um excelente post sobre casa acessível. Um post muito bem elaborado sobre como devemos pensar os projetos que realizamos. Não somente visando o hoje mas também pensando e prevendo questões futuras que poderão tornar os ambientes inviáveis. São as casas para uma vida inteira, alguns cuidados que devem ser considerados na hora de projetar.

    3 – No Kuriositas um post com mais uma bela apresentação em vídeo sobre mapeamento arquitetural, trabalho de Lighting Design e Arte digital: The LightLine of Gotham.

    4 – No deliciosamente machista Papo de Homem, uma cobertura excelente sobre o Salão do Automóvel, em especial um post para aqueles que assim como eu, adoram os carrões.

    5 – Do sempre excelente e muito crítico Urbanismo: ainda mais negligências, um post fora do contexto do blog falando sobre as problemáticas RTs. De forma simples e curta a Mary conseguiu levantar alguns pontos fundamentais e suas consequências possíveis. O que fazer?

    #pausa… sinceramente não sei pq continuo seguindo alguns blogs…. #pensandoalto

    5 – Já no Born Rich – que sepois que eu li o livro A Linguagem das Coisas, passei a vê-lo como um desserviço ao Design pela futilidade de muitas coisas ali – continuo acompanhando pelos excelentes projetos de interiores de embarcações e aviões, como este aqui, realizado pela empresa International Jet Interiors de New York.

    6 – No sempre excelente Brainstorm9, confesso que ri muito com esse vídeo sobre o Serra e a Dilma pós-eleições.

    7 – Do ChairBlog, uma verdadeira biblioteca sobre este móvel, um post apresentando o trabalho incrível do Sebastian Brajkovic. São peças muito inusitadas que brincam com a sensação motion gerando cadeiras e poltronas muito interessantes. A impressão é de uma foto tirada movimentando o objeto, ou esticando-o, deformando-o. Não sei se são confortáveis, ergonômicas ou seguras, mas que são lindas são!

    8 –  Já o Contemporist, apresenta um grupo que trabalha com paisagens urbanas: o Urban Landscape Group. Vale a pena a visita ao site deles pois tem uns projetos incríveis para áreas públicas e algumas intervenções e/ou soluções bastante interessantes como a apresentada no post para iluminação de uma via pública.

    Por hoje está bom né pessoal?

    Depois volto com mais news e infos pra vocês sobre o que ta rolando pelo meu reader.

    Abs e um excelente final de semana!

  • 600.000 acessos!!!

    UH-LA-LÁÁÁÁÁ

    Caramba, este blog já ultrapassou os 600.000 acessos! Na verdade, neste exato momento contamos com 610.322 acessos!

    Valeu gente pela confiança, carinho, respeito e interesse com que encaram o meu trabalho.

    De coração sinto-me emocionado e ao mesmo tempo isso aumenta a minha ansiedade.

    Emocionado porque em tão pouco tempo de existência, este blog tem se tornado uma referência dentro de minhas áreas de atuação o que me faz lembrar de uma passagem de minha vida que gostaria de compartilhar com vocês:

    Ha pouco mais de 10 anos atras, passei por um momento complicadíssimo em minha vida. Foi quando me converti ou melhor, voltei a trilhar nos caminhos do Senhor.

    Dentre tantas conversas e orações, um dos pastores com quem tive um único momento – que fui levado pela minha irmã Pollyana – me fez uma revelação: “Eu te vejo sentado em uma mesa sendo responsável por direcionar a vida de milhares de pessoas, especialmente os mais jovens”.

    De imediato pensei em duas opções e dei risada até mesmo porque nunca me dei muito bem com esse lance de revelações e tal:

    1 – algum trabalho burocrático por causa do “atras da mesa” – coisa que eu não suporto nem pensar sobre

    e

    2 – atuando em algum ministério com jovens – o que sinceramente não me agradava nem um pouco a ideia.

    Pois bem, hoje estoou eu aqui, com este blog que nasceu não de uma vontade minha mas sim de uma solicitação de muitos amigos e colegas profissionais realizando este trabalho. Levando cultura, conhecimento, curiosidades, compartilhando percalços e vitorias profissionais entre tantas coisas mais com vocês, meus leitores.

    Um trabalho que ultimamente eu não tenho levado tão a sério hora por falta de tempo, hora por preguiça e hora por algum outro motivo mas que, agora que me caiu esta ficha vou obedecer!

    Estava aqui pensando em como agradecer a vocês por todo este apoio e carinho e só me veio em mente utilizar uma de minhas grandes paixões que é a música. Então uno aqui duas grandes paixões de minha vida: música e Deus para agradecer-lhes com uma apresentação do, na minha concepção e entendimento, melhor coro gospel que existe:

    The Brooklin Tabernacle Choir cantando Thou, Oh Lord

    Infelizmente os vídeos deles são bloqueados e não consigo coloca-los aqui, então está aí o link ou se quiser, coloquei-o no gadget do VodPod ali em cima, à direita, bem abaixo do meu logotipo.

    Confesso que me emocionei agora constatando isso e as lágrimas rolaram aqui rsrs. Mas sabemos que são lágrimas de alegria, de felicidade e paz plenas pois sei que minha vida está nas mãos d’Ele. E dali ninguém nem nada a tira. Nada me atinge.

    Assim, encerro este post mais uma vez agradecendo a vocês por todo este apoio durante estes pouco mais de 3 anos de blog e especialmente a Deus por me fazer capaz de realizar este trabalho com seriedade e integridade moral e ética.

    Valeu gente!

    Valeu meu Senhor!

  • Veja antes que tirem novamente do ar

    Postei aqui ha um tempo atrás – pouco antes do natal – os vídeos da série Lighting Fantastic que a BBC de Londres fez.

    Deixei avisado que por questões de direitos autorais aquele material acabaria sendo retirado do Youtube e pimba! Não durou mais que uma semana.

    Mas como sempre tem gente “do bem”, os vídeos foram repostados. Então corra e assista pois é uma mega viagem pela história da iluminação.

    Ah, clique aqui para a página do youtube com os vídeos. Perceba que são vários capítulos divididos em partes, então atenção na sequência correta para não se perder e achar tudo sem pé e sem cabeça.

    Ah, e também uma outra informação: está em inglês.

    Só para aguçar a curiosidade, aqui vai a primeira parte do primeiro episódio:

  • Indicação de filmes

    Assisti neste final de semana a dois filmes e quero compartilhar com vocês leitores pois, além de excelentes roteiros e argumentos são um espetáculo cenográfico, de locações e de figurinos.

    Vou escrever sobre “A Single Man” (pessimamente traduzido para o português como “direito de amar”). O mais coerente com a tradução e com a história seria “um homem sozinho” ou coisa assim. O segundo filme coloco um pouco no final deste post.

    Confesso que ainda estou bastante tocado por este filme por causa da história. Já aviso que é doída, corta a alma e nos deixa com um apertado nó na garganta e no coração.

    Colin Firth está surpreendente neste filme. Jamais esperaria vê-lo interpretando um homossexual, mas agradáveis surpresas sempre acontecem. Ele trata o tema do filme e o carater da personagem com uma integridade moral e ética perfeitas.

    Em resumo, ofilme apresenta o drama de um professor homossexual no início da década de 60 que perde seu companheiro de 16 anos num acidente de carro e não vê – apesar da vida que leva cheia de luxo e uma posição social privilegiada – razão para continuar vivendo.

    Os mais homofóbicos podem ficar tranquilos pois este filme não é nada agressivo e tampouco tem cenas de putaria que vocês adoram ver nos filmes héteros. Pelo contrário, mostra um homem já maduro e bem resolvido em todos os sentidos na vida e que sofre pela perda do amor de sua vida. Se vocês pensam que ser gay é ser uma caricatura de mulher apenas, não percam a oportunidade de conhecer o outro lado gay que a mídia não mostra por não dar retorno: o dos homens, que são homens, gostam de ser homens, andam, falam, gesticulam como homens e não tem o menor problema com a sua sexualidade. São simplesmente homens que gostam de homens. E, principalmente, que tem o direito de amar livremente assim como você.

    Bom, tecnicamente falando o filme é um show em todos os sentidos.

    A fotografia, cenografia e locações são um espetáculo e para aqueles que querem conhecer um pouco mais sobre como eram as coisas e a vida na década de 60 é fundamental assisti-lo. Indiscutivelmente a melhor representação deste período que eu já vi em filmes até hoje.

    O make-up é outro show a parte. Os penteados e maquiagens são uma verdadeira viagem no tempo.

    Os figurinos são uma perfeita representação de bom gosto. Também pudera, o diretor estreante é ninguém menos que Tom Ford. Não sabe quem é ele?

    Foi Tom Ford quem reergueu a grife Gucci e ocupou o lugar de Yves Saint Laurent depois de sua morte.

    Daí os figurinos impecáveis, ternos absurdamente alinhados e vestidos maravilhosos como o usado pela Juliane Moore (num papel pequeno mas fundamental à história) na noite de natal que aparece em parte na foto acima.

    Tudo isso embalado por uma trilha sonora e uma sonoplastia impecáveis.

    Vale cada segundo. Veja o trailler:

    O segundo filme, aqui no Brasil traduziram seu nome para “Os homens que não amavam as mulheres” .

    Este é um filme sueco (falado em sueco também) e muito interessante. É uma história de investigação que envolvem crimes contra mulheres. Cria-se uma estética interessante ao misturar vários elementos de personagens distintos. O filme faz parte de uma trilogia do autor sueco Stieg Larsson. Todos os tres livros já foram filmados por lá.

    Uma curiosidade: Larsson não chegou a ver o sucesso de sua obra, ele morreu de infarto pouco após entregar os três livros ao seu editor. Parece que seria uma decalogia mas o sueco não viveu para tanto.

    Para quem não conhece a Suécia é uma excelente oportunidade para perceber um pouco da paisagem e do modo de vida deles. Veja o trailler e fique com vontade:

  • Mundo hipócrita

    Assista ao vídeo a seguir. Depois leia o que coloco.

    Pois bem, o vídeo mostra claramente como as pessoas são hipócritas e misteriosamente “deixam de ser” quando há algum interesse particular em jogo.

    No vídeo temos duas situações distintas porém semelhantes e que demonstram claramente a hipocrisia que existe no ser humano.

    Primeiro, um ser prestativo, ajuda a comunidade num momento de dificuldade inclusive protegendo crianças. Quando a tormenta passa e esta comunidade não precisa mais de sua ajuda, simplesmente deixam aflorar o que há de mais bizarro no ser que se diz humano: o lado animal, irracional, intolerante.

    Depois, hipocritamente, o endeusam. Mas em meio a esse “arrependimento” eis que surge outro diferente querendo participar e, assim como o primeiro, o animal selvagem aflora. Hipocritamente as placas, faixas que levantavam ha pouco ainda permanecem em suas mãos no momento do segundo ato bizarro.

    Assim, esta é a hipocrisia do ser que se diz humano. E você tem sido um hipócrita ou um animal irracional e selvagem com seus clientes?

    Pergunto isso pelo seguinte: me lembro que ainda na faculdade, em um dos trabalhos desenvolvidos, optei por fazer o projeto de uma residência tendo por base um casal de amigos meus de São Paulo. Dois homens já maduros, sérios, profissionais respeitadíssimos em suas áreas e… gays. Amantes da arte, do design, da música de qualidade, etc.

    Pra mim não há problema algum nisso, muito pelo contrário e por isso mesmo resolvi encarar este desafio. Como sempre sozinho pois sempre fui arredio com trabalhos em grupos. Confesso que abusei nas artes homoeróticas, porém não havia uma única peça de cunho ou carater pornográfico.

    Lembro-me claramente do momento da apresentação. Teve gente que só faltou enfartar dentro da sala enquanto eu apresentava o trabalho. Outros preferiram fechar seus olhos e orar sei lá pra qual deus intolerante eles servem. Mas cumpri o meu papel firme e forte em meus propósitos, idéias e ideais.

    Posto isso, me recordo de tempos atrás numa conversa informal com uma arquiteta evangélica, ela ter me falado que tinha pego um projeto para um casal gay. Até aí tudo bem se ela não tivesse proferido suas “bestialidades homofóbicas insanas” com relação aos dois clientes.

    Aí pergunto:

    1 – O que vale é só o dinheiro ou seus princípios?

    2 – Qual a qualidade e qual o atendimento às  necessidades dos clientes neste caso?

    3 – Será que enquanto projeta e constrói, não estaria esta arquiteta “azarando ou rogando praga” sobre estes clientes movida por sua intolerância?

    Tudo bem que eu não acredito em pragas, isso é coisa de gente fraca que precisa de muletas para apoiar e desculpar as suas fraquezas. O meu Deus é maior que qualquer coisa!

    Mas o que me pega mesmo é onde está a ética deste tipo de profissional. Onde está o respeito deste tipo de profissional para com os seus clientes. Pois assim como ela fez este comentário comigo (e foi de forma irada e jocosa) certamente o fez com outras pessoas.

    Digamos que para um profissional racista apareça um cliente afro-descendente.

    Digamos que para um cliente homofóbico apareça um cliente gay.

    Digamos que para um profissional socialista (ECA!) apareça um cliente milionário.

    Entre tantas outras combinações possíveis.

    Qual será a reação?

    Serão estes éticos e agirão de acordo com os seus princípios?

    Ou serão animais irracionais como os do filme acima?

    E você, que tipo de profissional é?

  • ainda dá tempo: 350.org

    A campanha internacional 350.org acaba de lançar uma convocatória para o Dia Global de Soluções Climáticas, no próximo 10 de outubro (10/10/10), quando promoverá em todo o mundo eventos de combate ao aquecimento global.

    A 10/10 é uma campanha que começou na Inglaterra em 2009 para ajudar e unir um movimento de cidadãos, escolas, organizações, governos e empresas para cumprir o ambicioso objetivo de reduzir as suas emissões em 10% até 2010.  A 350.org Brasil, está liderando nacionalmente a Campanha 10/10/10  para apoiar as pessoas que querem aderir a este objetivo, e para coordenar projetos de sustentabilidade em todo o Brasil no dia de Soluções Climáticas em 10/10/10.

    Quem quiser se juntar ao movimento, pode participar dos eventos já definidos (mais aqui) ou organizar a sua própria ação. Algumas sugestões: plantar árvores, divulgar projetos de energia solar, promover uma marcha ou pedalada, trabalhar em uma horta orgânica ou ajudar na limpeza de parques e praias.

    O site da 350.org, com versão em português, conta com um espaço para o cadastro dos eventos já definidos. Até agora, foram contabilizadas mais de 1.300 ações. Na home da campanha Tic Tac Tic Tac, que apoia a 350.org, você encontra materiais para produzir camisetas, faixas e banners com a mensagem “Estamos colocando as mãos à obra – e vocês?”

    A 350.org ainda pede que o organizador não deixe de fotografar ou filmar a atividade. A campanha pretende reunir todos esses registros em um grande mosaico e divulgá-los para os governantes e a mídia em todo o mundo.

    Para inscrever seu evento, clique aqui.

  • Magical Egypt – Illumination

    Um presente para os mais curiosos e já pensando numa possível entrevista com o professor Farlley Derze sobre história da iluminação.

    Uma série de cinco vídeos falando sobre a arte, arquitetura e iluminação egípcia. Nestes vídeos são mostrados alguns elementos utilizados pelos antigos egípcios para promover a iluminação natural bem como expõe um projeto de iluminação artificial projetado especialmente para estes espaços visando melhorar a experiência dos visitantes. Degustem:

    Parte 1

    Parte 2

    Parte 3

    Parte 4

    Parte 5

  • Excelentes soluções

    Bom, quando digo que Design de Interiores e Ambientes tem muito de Desenho Industrial tem muita gente que torce o nariz.

    Alguns da área de interiores, por preguiça mental. Só de pensar em ter de criar soluções, pesquisar materiais e mais um mundaréu de coisas para depois ainda colocar tudo no papel, conseguir quem execute com qualidade e etecéteras dá um frio na barriga, um sono.

    É mais fácil comprar tudo pronto nas lojas né não senhores DECORADORES?

    Alguns da área de DI-Produtos, alegam que esta é uma área deles e que os Designers de Interiores  não devem se meter ora por nao ter formação em produtos, ora por seja lá qual for o motivo alegado. De qualquer forma, estes que defendem esta visão demonstram absoluto desconhecimento das matrizes curriculares dos cursos de Design de Interiores e Ambientes. No mais, porque não reclamam de arquitetos, engenheiros, cozinheiros e tantos outros profissionais de áreas que não tem nada a ver com o Design que atualmente vem fazendo design? Bah…

    Bom, independente destas fuleirices, sempre que encontro em design excelente posto aqui para vocês.

    Muitas vezes, e hoje em dia é cada vez mais comum isso devido aos reduzidos espaços das novas construções, buscar soluções inteligentes para resolver os ambientes é uma constante.

    Assim, exige-se do profissional de Design de Interiores e Ambientes mais que uma especificação de produtos prontos e sim a solução, a criação destas soluções.

    O vídeo acima nos traz excelentes soluções para espaços reduzidos.

    Não é questão de copiar – até mesmo porque isso é CRIME, mas sim, e antes de tudo, analisar as soluções apresentadas buscando indentificar possíveis soluções que possam ser adaptadas ao seu problema.

    Este adaptar pressupõe criar, recriar, entender o funcionamento e reconhecer os materiais utilizados para que se possa aplica-los de outras formas na solução de seus problemas projetuais.

    Bom, lapiseiras na mão, muita borracha e bom trabalho!

  • de luto e de mudança: DesignBR

    Bom pessoal, infelizmente tenho de informar que o nosso espaço DesignBR no Ning irá desaparecer dentro de alguns dias.

    Eu e a equipe que vinha mantendo aquele espaço estamos bastante chateados pois sabemos que muito do conteúdo que ali foi depositado irá perder-se assim que a equipe do Ning apertar a tecla “delete”.

    Isso se deve ao fato de que a partir de agora, a hospedagem de grupos naquela plataforma passou a ser paga – e bem paga.

    Tentamos contato com diversas empresas buscando apoio, patrocínio ou ajuda para que pudéssemos levantar a quantia necessária para manter o portal online e, infelizmente, não conseguimos. Até mesmo com faculdades e universidades nós conversamos e nada.

    As que sinalizavam aparentemente de forma positiva vinham tentando impor suas condições que, via de regra eram:

    – exclusividade

    – exigências com relação ao conteúdo querendo impor censuras absurdas

    – acesso direto aos dados de membros

    – entre outros absurdos.

    Com isso, tivemos de engolir o amargo sabor da derrota, da perda de um trabalho desenvolvido exaustivamente pela equipe de moderadores, especialmente o Ed Ramos que é quem estava tocando firme o DesignBR nestes últimos tempos.

    Um espaço voltado para designers que em menos de 4 anos conseguiu reunir num mesmo espaço uma quantidade absurda de estudantes, profissionais, professores das diversas áreas do design como nenhum outro espaço já conseguiu.

    Um espaço onde o livre pensar, os debates, a troca de informações, a construção do conhecimento eram as chamas que mantinham o portal em pé.

    Um espaço técnico, acadêmico e profissional que tornou-se uma grande enciclopédia do design.

    Um espaço que transformou-se numa verdadeira vitrina do design brasileiro.

    Triste, constatamos que se fossemos pedir apoio, patrocínio ou socorro para um timinho qualquer de futebol, de fundo de vila, para um campeonatinho de milésima categoria, não nos faltariam recursos cedidos. Absolutamente tudo nos seria cedido.

    Triste constatamos que aqui neste país não se valoriza o que é daqui, a produção nacional.

    Triste constatamos que tampouco valoriza-se a construção permanente do conhecimento.

    Não conseguimos salvar quase nada de lá do portal. Na verdade, pouco mais que arquivos com a listagem de membros.

    Os materiais das comunidades, fórum, imagens e todos os outros dados serão, fatalmente perdidos.

    Até mesmo o Ning não respondeu sobre um possível apoio ao portal reduzindo o valor ou isentando-nos deste valor. Vou tentar mais um contato nesta semana tentando mostrar a eles a importância da manutenção daquele espaço.

    Pensamos em fazer uma chamada de fundos junto aos membros mas desistimos ao analisar outras ações envolvendo arrecadação de fundos onde quem recebe sempre é acusado de absurdos, por melhor, pura e verdadeira que seja e sua intenção.

    Assim, estamos sim de luto por causa da “morte” anunciada daquele espaço.

    De luto por causa da ignorância nacional.

    De luto por causa da leviandade dos empresários nacionais.

    De luto por causa da falsidade das Instituições de Ensino que “dizem” promover o conhecimento.

    De luto por nos ver de mãos e pés amarrados, boca, olhos e ouvidos vedados por causa da superficialidade humana.

    Se você também sente-se de luto por esta perda assim como nós, divulgue este manifesto contra a ignorância e descaso cultural que varre nosso país. Seja por e-mail, em seu blog, nas redes sociais que você participa. O importante é mostrar publicamente qual é a realidade de nosso país.

    Outra forma de você tentar ajudar é mandando mensagens ao Ning solicitando apoio a nossa causa, que o portal não seja eliminado, mostrando que é um espaço acadêmico, voltado á construção e disseminação do conhecimento.

    Mesmo assim, estamos tentando elaborar um outro espaço com as mesmas funcionalidades mas isso demandará tempo.

    O Jonas do blog espaço.com é quem está nos ajudando nisso tudo. Valeu garoto!

    Portanto mesmo de luto, nos sentindo como uma ave que acaba de ter sua asa decepada, estamos tentando voar em prol do conhecimento e da cultura do Design aqui no Brasil.

  • interagindo com os leitores

    Buscando outras pontes de interação com os leitores do blog além dos comentários nos posts tive algumas idéias e para começar proponho este exercício.

    Bom, gostaria de saber a opinião de vocês com relação a esta animação.

    Além de um exercício de observação, tenho certeza de que ele mexerá muito com o interior de cada um de vocês.

    Quais sentimentos ela desperta em vocês, qual a interpretação de vocês sobre ela, o que ela tem a ver com o seu dia a dia?

    Sintam-se a vontade para comentar.

  • O que você tem feito?

    Constantemente leio através do reader ações visando melhorias ambientais, outras de conscientização e manifestações diversas nesse sentido. Mas sempre me perguntei se estas ações realmente atingem seus objetivos, se há envolvimento da população, se não passam de modismos passageiros que logo são substituídos por outros num ciclo vicioso que não leva a lugar algum.

    Dentre as ações estão os telhados verdes. Já que os eles ainda são caros para implantar, especialmente em construções que não foram projetadas originalmente com este elemento e demandam projetos estruturais e outros complementares, uma saída é a pintura dos mesmos com tinta branca.

    Sei que este assunto já é manjado e já foi batido por praticamente todos os blogs mas a verdade é que pouco se tem visto de ações concretas nesse sentido.

    Tempos atrás, saindo de avião de Curitiba e chegando em Londrina fiquei observando as duas cidades procurando onde, quantos ou SE havia sido implementada esta ação por alguém.

    Para minha tristeza, em Curitiba observei apenas quatro telhados brancos e em Londrina apenas um.

    E você? Tem conversado com seus clientes sobre isso? Ao menos tem conhecimento dos benefícios ambientais que essa simples ação pode oferecer ao planeta?

    Outra ação muito interessante e simples é alvo de chacota de muita gente. Porém, observem o vídeo que vocês entenderão os benefícios:

    Faça xixi no banho e ajude não só a mata atlântica, mas o planeta!!!

    Além destas duas existem muitas outras ações ocorrendo mundo afora. Vale aqui uma busca pela web para conhecê-las e conscientizar-se.

    Fica aqui então este último vídeo para reflexão:

    Doído, mas uma realidade não muito distante caso não seja revertido todo o mal que já causamos ao nosso planeta.

    Pense nisso.

  • Embelezamento urbano

    É impressionante como ações simples podem melhorar o ambiente urbano. Seja colocando apenas um foco de luz em uma árvore da rua, pintando um muro ou qualquer outra intervenção pequena, os resultados podem ser surpreendentes.

    O artista Aakash Nihalani nos dá uma bela mostra com esta instalação:

    Como se vê, uma ação simples acabou conseguindo resultados positivos.

    Aqui em Londrina seria uma boa uma vez que quando estamos dirigindo não sabemos se olhamos para a sinalização (quase inexistente ou escondida), para os pedestres ou para os buracos no asfalto.

    Brincadeiras sérias à parte, ao menos acaba-se aquele visual duro e feio das placas de sinalização que emporcalham todos os cruzamentos de nossas cidades. Tão emporcalhado que as vezes temos de ficar um tempão procurando a placa certa diante do amontoado delas existentes num único cruzamento.