Categoria: arquitetura

  • Hotel FOX

    Foi inaugurado recente o Hotel FOX, em Copenhagen, Dinamarca.

    A empresa EventLabs, responsável pelo projeto teve a idéia do projeto de utilizar 21 designers gráficos para alterar os quartos e outros espaços do Hotel. Olhem o resultado dessa parceria:

    Foram trabalhados pelos designers todos os espaços do hotel como podem ver no segundo link acima.

    Enquanto a equipe de arquitetura e civil preocuparam-se com a estrutura os Designers Gráficos e de Interiores entraram na montagem dos ambientes.

    Muito bom!

    Isso se chama PARCERIA!

     

  • Yellow Goat Design Company

    o Yellow Goat Design Company éformado por quatro Designers e que resolveram direcionar bastante o seu trabalho para um nincho específico: peças exclusivas.

    Começaram criando peças para lojas, restaurantes, bares e com o tempo, e com suas peças caindo facilmente no gosto do mercado, passaram a desenvolver peças voltadas à residencias também. Há uma série de peças que hoje já são produzidas industrialmente e que pode-se encontrar a venda, apenas na Europa e EUA.

    Estes são apenas alguns exemplos. Entre no site do grupo e delicie-se com os outros modelos.

     

  • Alguns projetos de LD pelo mundo

    Osaka Aquarium Kaiyukan, Minato Japan

    Allianz Arena, Munich

    HSBC Main Building, Hong Kong

    Conference Center, Salt Lake City Utah

    Commerzbank Tower, Frankfurt

    Hayward Gallery, London

    America’s Cup Pavilion, Valencia Spain

    Pacific Design Center, Los Angeles

    Hotel San Ranieri

  • Bela arquitetura – Santiago Calatrava

    Museu de Arte de Milwaukee, Wisconson

    Este foi o primeiro projecto do famouso Arquitecto Santiago Calatrava nos Estados Unidos da América. As fontes e jardins ali existentes contribuiram para o Arquitecto enquadrar o seu projecto tirando o maximo partido da iluminação e da topografia da zona. A sua cor branca com com imuneras aplicações de vidro convidam ao exercicio da mente em busca do sol. A criação desta nova ala do museu em 2001 permitiu aumentar em cerca de 30% o tamanho total do mesmo, bem como o parqueamento para os visitantes. Os 400 metros da ponte Reiman une a parte baixa da cidade de Milwaukee ao Lago Michigan possui na sua extermidade a recepção com uma enorme parabolica em vidro e ferro colocado na vertical que provoca a ilusão do bater das asas resultante do movimento do sol. Esta Galeria possui em exposição mais de 250,000 obras.

    sugado: 4UDECOR

  • Dicas de Consumo

    Usando a energia com consciência.

    Quanto maior o desperdício de energia, maior é o preço que você e o meio ambiente pagam por ela. Ao usar a energia elétrica de maneira correta, você economiza na conta de luz e ainda ajuda o país a preservar suas reservas ecológicas e, conseqüentemente, a vida do planeta.

    Existem três maneiras de usar a energia eficientemente:

    Hábitos Inteligentes
    Use os equipamentos elétricos de maneira correta como está indicado no seu manual.

    Equipamentos Eficientes
    Na hora de comprar, verifique se o equipamento tem este selo de eficiência.

    Projetos Inteligentes
    Ao reformar ou projetar sua casa utilize algumas soluções criativas que podem ajudar na redução do seu consumo de energia. Projete os ambientes utilizando o máximo de luz natural, pinte as paredes com cores claras e com melhor isolamento térmico. Utilize ventilação apropriada, circuitos elétricos bem dimensionados e formas de aquecimento de água mais adequadas à sua necessidade.

    Energia Elétrica. Use corretamente e tenha sempre uma amiga ao seu lado.

    Com fios de alta tensão

    Se você encostar ou mesmo chegar perto de fios de alta tensão, o choque pode ser fatal. Alguns trabalhos rotineiros merecem muito cuidado e devem ser executados por profissionais experientes. Saiba quais são as atividade:

    . Instalação de antenas de TV e rádio.
    . Trabalhos em marquises de casas e prédios.
    . Podas de árvore embaixo de fios.
    . Manuseio de escadas em colheitas de frutas.

    Não faça queimadas, principalmente sob as linhas de transmissão. O calor do fogo, mesmo quando não atinge os cabos elétricos, pode provocar curtos-circuitos.

    Atenção redobrada, diversão garantida.

    Não deixe seu filho soltar pipa perto dos fios de alta tensão. Essa brincadeira é muito divertida se você estiver em campo aberto e longe dos fios da rede elétrica. Os fios dos postes não são encapados e caso a linha do papagaio encosta neles, o choque pode ser fatal.

    Porque é importante evitar o uso de energia no horário de pico

    Entre 18 e 21 horas, o consumo de energia elétrica é muito mais alto do que nos outros horários. Isso porque estão funcionando ao mesmo tempo, além das fábricas, a iluminação pública, a iluminação residencial, vários eletrodomésticos e a maioria dos chuveiros. Este é o chamado horário de pico (horário de ponta) de consumo de energia elétrica.

    Seria necessário construir novas usinas e linhas de transmissão só para atender o horário de pico. E isso teria custos sociais ambientais elevadíssimos. Por esta razão, a CPFL e o Governo Federal através do PROCEL, Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica, desenvolveram uma série de projetos junto às indústrias e aos grandes consumidores, para diminuir o consumo nesse horário.

    Você também pode contribuir, como consumidor e como cidadão, para que a energia elétrica não falte: evite ligar muitos aparelhos e lâmpadas nesse horário. Utilize-os por menos tempo e um de cada vez e, se possível, escolha outra hora para seu banho. Esse pequeno esforço, por parte de cada cidadão, trará benefícios ao meio ambiente e garantirá o conforto de todos.
    Para saber o valor do consumo dos equipamentos da sua casa, consulte a placa atrás de cada equipamento ou o manual do fabricante, multiplicando a potência pelas horas de uso durante o mês.

    Instalações corretas. Mais economia e segurança para você.

    Algumas dicas importantes para evitar problemas e prevenir acidentes com eletricidade:

    . Quando um fusível derreter ou fundir, nunca o substitua por moedas, arames, fios de cobre, de alumínio ou qualquer outro objeto. Desligue imediatamente a chave e procure saber a causa do incidente. Troque sempre o fusível danificado por outro novo, de igual amperagem e, se possível, troque por disjuntores “quick-lag” que oferecem maior segurança.

    . O uso de “benjamim” é muito perigoso. Você sobrecarrega a tomada com vários aparelhos elétricos, e isso pode provocar um superaquecimento dos fios, causando um curto-circuito.

    . Nunca use aparelhos elétricos em locais com água ou umidade, nem com mãos ou os pés molhados. O choque é inevitável.

    . Nunca mude a chave (verão/inverno) do seu chuveiro enquanto ele estiver ligado.

    . Não mexa no interior de televisores, mesmo desligados. A carga elétrica pode estar acumulada e provocar choques perigosos.

    . Jamais use garfo, faca ou objeto metálico em aparelhos ligados. E só limpe esses equipamentos depois de tirá-los da tomada.

    Alguns cuidados no dia-a-dia

    . Nunca deixe as crianças mexerem em aparelhos elétricos ligados, fios, nem colocarem os dedinhos em tomadas.

    . Coloque sempre os protetores nas tomadas que estão ao alcance das crianças.

    . Desligue sempre a chave geral quando precisar fazer qualquer reparo na manutenção.

    . Se você tomar choque ao ligar torneiras e chuveiros elétricos, isso indica que existe um problema de aterramento (fio-terra) na instalação.

    Hoje você já pode contar com um seguro residencial que cobre danos elétricos em aparelhos eletrodomésticos causados por curto-circuito e raios. Informe-se com a CPFL e faça o seu seguro.

    Ao trocar uma lâmpada segure-a só pelo bulbo de vidro. Nunca toque na parte interna do bocal (soquete).

    Equipamentos eletrônicos sensíveis como microcomputadores e aparelhos de fax precisam de proteção especial, como estabilizadores de voltagem e protetores contra descargas elétricas. Consulte o manual do fabricante e as lojas especializadas.

    fonte: CPFL

  • Consciência ecológica

    Pois é, os monjes da Thailandia que vivem no templo Wat Pa Maha Chedi Kaew levam isso bem a sério.

    Eles reciclaram mais de 1.5 milhões de garrafas de vidro, incorporando-as às paredes, colunas, escadarias, usando-as de forma a gerar mosaicos.

    Só não me pergunte quem bebeu tudo isso rsrsrsrs.

  • Diagonal Hotel – Barcelona, Espanha

    Os 240 quartos e demais espaços do Diagonal Hotel em Barcelona, Espanha foram projetados por Capella Architecture.

    Percebam três pontos bem específicos:

    – mistura de técnicas de Light Design e equipamentos variados

    – mistura de materiais

    – nas áreas comuns do Hotel, o uso das formas orgânicas.

     

     

     

     

     

     

    Um belo projeto tanto de interiores quanto de lighting design.

    Visite o site do hotel e conheça mais detalhes.

  • Arquitetura em Dubai

     Burj al Arab

     Haha Hadid Architecture Center

     Dubai Oman

     Dymanic Tower

    Jumeirah Palm

    Palm Trump Hotel

    Dubai é a maior cidade e emirado dos Emirados Árabes Unidos. É a capital do emirado de mesmo nome. Tem cerca de 1.570.000 habitantes. Pertenceu a Abu Dhabi até 1833. Diz-se que Dubai possui 30% dos guindastes de construção do mundo. O petróleo representa apenas 3% da economia e o turismo 33%. Crescimento do PIB em torno de 19% (mais que o dobro da China). Para quem sabe admirar e reconhecer a boa arquitetura. Dubai cidade dos Emirados Árabes, pretende mesmo ser um ícone mundial por ser uma cidade jovem e com uma arquitetura moderna. O Dubai pode exercer todas as suas ambições de grandeza ao longo de sua costa, cujas vistas aéreas impressionam por parecer uma cidade virtual, tamanha tecnologia e perfeição das suas construções. A ousadia e autenticidade fazem da arquitetura uma obra de arte.

    sugado: 4DECOR

  • FLARE: pele para fachadas

    Como se não bastassem as tecnologias já desenvolvidas com sistemas de iluminação para fachadas, agora chega a vez da robótica.

    Obra dos Designers Christopher Bauder and Christian Perstl.

    FLARE é um sistema bastante simples, mecanicamente falando, mas que, ligado à um programa de computador pode fazer a fachada transformar-se de forma impressionante.

    A vantagem é que este sistema não utiliza luz artificial para seus efeitos. Tudo é conseguido pela luz natural e urbana do entorno.

    Bom, o vídeo fala por si. Nele também é possível ver como é simples o sistema.

    ADOREI!

     

  • Skyline

    Dias atras estava conversando com um amigo sobre a elaboração de um evento. A conversa estava animada, divertida, com vários surtos criativos e idéias até que percebemos que para isso tudo acontecer necessitaríamos de um elemento básico: o skyline da cidade.

    Este é um dos principais elementos de eventos deste tipo. Parei o carro numa região alta da cidade e, já ao entardecer, percebemos que, apesar de Londrina ser uma bela cidade, ter um skyline interessante, faltam elementos de destaque e tudo é muito chapado, quadradinho, parecido. Se olharmos atentamente e desconsiderarmos as cores das edificações, tudo é muito igual.

    Pensamos então em outra cidade: Maringá. Lá existe aquela maravilhosa catedral em forma de nave espacial, existem também dois prédios que se destacam facilmente no skyline, e só…

    Vamos a Curitiba então? Infelizmente esta verdade se faz presente até mesmo na “cidade modelo”. Lembro-me de quando morei lá que, ao voltar da faculdade ou do trabalho sempre tinha à minha frente o skyline central. E também é a mesma coisa: quadradinhos, retinhos, iguaizinhos…

    Voltando a Londrina começamos a pensar na cidade e esquecemos do projeto. O que acontece? Até mesmo os mega lançamentos são todos, iguais, tem a mesma casca, é quadradinho, caixotinho, sem graça.

    Para piorar, o skyline noturno é triste. Tirando as luzes das janelas, não se vê um projeto de Light Design que faça com que o empreendimento se destaque na paisagem urbana. A única coisa que vemos são os esqueletos fantasmagóricos refletidos na sobra da iluminação pública (péssima por sinal).

    Por falar em iluminação pública, nem mesmo os parques, praças, monumentos e árvores recebem uma iluminação de destaque e acabam transformando-se em áreas de risco, tráfico e prostituição.

    O que acontece?

    O que passa na cabeça de quem faz este tipo de projeto?

    Será que falta “o dedo e o olho” de um Designer?

    Será que a capacidade criativa secou?

    Será que isso é algum tipo de LEI imposta por alguma associação ou órgão que diz que TEM DE SER ASSIM, CAIXOTINHO, QUADRADINHO E SEM GRAÇA?

    Aí resolvemos ir até o estacionamento do Shopping Catuaí onde temos uma bela visão da área dos condomínios horizontais da cidade. Crentes de que encontraríamos referências na paisagem noturna, nos decepcionamos. Novamente apenas luzes vindas das janelas e aquelas das ruas.

    No outro dia tivemos de ir novamente ao shopping comprar alguns materiais e, novamente nos aproximamos do beiral que nos favorece esta visão privilegiada. Mas novamente a decepção foi enorme.

    Até mesmo dentro dos condomínios de residências – que são individuais, cada um faz a sua como quer e pode – percebemos a tímida (pra não dizer nula) exposição de criatividade projetual. Isso tudo sem falar naqueles bem comerciais mesmo onde um mesmo projeto é reproduzido quantas vezes couber dentro do terreno.

    O que parece é que nada se cria, tudo se copia, realmente.

    A impressão é que os únicos pontos que valem uma pirada ao aplicar uma pitada de Design são as entradas e salões das áreas comuns.

    Comecei a dar uma olhada geral no país e tristemente constatei que a criatividade realmente anda em baixa na arquitetura brasileira. O que vemos são projetos isolados, feitos por algum maluco que ousou romper o código de enfeiamento urbanistico vigente e que, por isso mesmo, não foi seguido pelos outros profissionais.

    Quando vemos algo de inusitado, criativo, legal mesmo, geralmente este se encontra afogado, imerso num paredão de concreto sem graça, quadradinho, caixotinho… Logo, desaparece. Por algum tempo o projeto é festejado, elogiado, ganha prêmios, destaque e projeção e pensamos: dessa vez vai mudar algo.

    Ledo engano…

    Em São Paulo começamos a perceber algumas alterações neste sentido, especialmente às margens do rio Pinheiros e na região da Av. Berrini onde algumas construções estão saindo fora deste padrão.

    Porém, ainda estamos longe de ter um skyline interessante como os de várias cidades estrangeiras.

    Quem sabe um dia…

    Quem sabe um dia numa outra geração…

  • Como detectar problemas nas instalações elétricas

    08/10/2008 11:30:23 – Portal Lumière
     

    Choques no chuveiro, disjuntor desarmando, oscilações na luz, equipamentos demais, tomadas de menos… Essas cenas são muito comuns em grande parte das residências e sinalizam um grave problema: instalações elétricas obsoletas ou mal dimensionadas.

    Esse mal acarreta resultados graves para a população e para o patrimônio, como falta de segurança, risco de acidentes e desperdício de energia.

    Para evitar tudo isso, é necessário realizar verificações periódicas nas instalações elétricas, e reformas e adequações sempre que necessárias. Para saber quando está na hora de fazer a avaliação, damos aqui algumas dicas:

    – Se a sua casa, apartamento ou condomínio tem mais de 10 anos e jamais passou por uma reforma no sistema elétrico, certamente está na hora de realizar uma verificação completa, com um profissional habilitado. Isso deve se repetir a cada 5 anos, mais ou menos;

    – Fios e cabos com sinal de aquecimento mostram a necessidade de um check-up, pois indicam que há uma sobrecarga e que a instalação deve estar inadequada para as atuais necessidades de consumo;

    – As instalações elétricas devem ter o fio terra instalado em todas as tomadas para proteger as pessoas contra o choque elétrico. Por este motivo todas as tomadas devem ser aquelas com o modelo de 3 pólos. Se sua instalação não possui esta configuração, programe uma reforma;

    – Os quadros de forças não podem ser feitos em madeira ou qualquer outro material combustível. Se isso ocorre, eles devem ser trocados. Assim como as demais partes da instalação;

    – Fusíveis tipo rolha ou cartucho são inadequados e devem ser substituídos;

    – Caixas de passagem abertas, fios desencapados e emendas mal feitas são sinais de perigo e devem ser corrigidos imediatamente.

    Dois últimos lembretes:

    – Toda a instalação elétrica deve ser projetada por profissionais habilitados para este trabalho, ou seja, um engenheiro ou técnico em eletrotécnica. Estes profissionais devem seguir as regras estabelecidas. No caso de instalações elétricas residenciais ou comerciais, a norma técnica é a NBR 5410 (ABNT), que apresenta todos os requisitos mínimos para garantir o conforto, a qualidade e a segurança de uma instalação elétrica;

    – Instalações elétricas possuem uma limitação de uso, seja pelo tempo de utilização (desgaste natural dos componentes) ou pela mudança dos hábitos e necessidades dos moradores (que com o passar dos anos acabam agregando vários equipamentos ou aumentando potências de chuveiros sem sequer verificar a instalação elétrica).

    Fique atento para isso e garanta a segurança de seu imóvel e a economia de energia.
     
    Edson Martinho é engenheiro eletricista e presidente da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel)

  • Softwares para LD

    Existem hoje em dia uma variada gama de softwares específicos para o trabalho do Light Designer. Mas o profissional de LD também trabalha com alguns softwares comuns à outras áreas.

    A base do projeto é toda desenvolvida no AutoCAD. Aqui é realizada a implantação, elevações, cortes técnicos, elétrica, enfim, toda a parte técnica necessária à implantação correta do projeto.

    Já a representação 3D pode ser realizada com softwares como 3DMax ou ainda com alguns dos específicos para iluminação.

    Nos softwares específicos temos vários modelos que são distribuídos nas seguintes categorias:

    1 – projetos luminotécnicos – arquitetural e cênico
    2 – calculadoras
    3 – design de produtos – os já conhecidos.

    A seguir, alguns exemplos de softwares para vocês:

    LabLux

    Profissionais de teatro, dança, fotografia, cinema e TV são formados anualmente em dezenas de escolas espalhadas por todo o país. Além da arte em que se envolvem, esses profissionais têm algo mais em comum: o palco. E palcos precisam ser iluminados.

    Embora os próprios profissionais de iluminação gostem de dizer que seu trabalho tem muito de arte, eles estão certos de que, como os próprios artistas, eles precisam também de muito técnica.

    Técnica que era difícil de ser ensinada e transmitida até bem pouco tempo atrás no Brasil, simplesmente porque os profissionais de iluminação não possuíam uma linguagem padronizada para montar seus projetos – cada um fazia seus desenhos e planilhas à sua maneira, o que dificultava muito a vida dos técnicos que deviam efetivamente montar a cenografia.

    Foi partindo desta constatação que o pesquisador Valmir Perez, da Unicamp, decidiu desenvolver um programa cujo principal objetivo é facilitar a compreensão dos processos de execução do desenho de iluminação de palco e de captação de imagem.

    O programa é de código aberto, de distribuição gratuita , e oferece também ferramentas para o desenho de plantas de movimentação de atores e de posicionamento dos cenários e adereços.

    O LabLux é útil não apenas para profissionais de iluminação, lighting designers, fotógrafos e produtores, mas também pode ser utilizado por professores de iluminação em sala de aula, já que a ferramenta oferece a possibilidade de, através do passo a passo, contribuir para a compreensão do processo de desenvolvimento de um projeto de iluminação cênica em todos os seus detalhes.

    DIALux 4.2

    O software para cálculo luminotécnico DIALux foi atualizado para a versão 4.2, agora conta com interface mais fácil de importação de arquivo DWG, v. poderá agora também manusear o seu projeto em perspectiva e criar vídeos em formato AVI do projeto.

    O programa é gratuito e pode ser feito o download clicando aqui (http://www.dial.de/download/dialux/download/4.2.0.2/DIALuxSetup4202.exe).

    Se você não conhecia o programa, veja todas as funções que ele oferece desde os cálculos simples até os mais avançados cálculos, como luz natural e programação de iluminação. Outra grande vantagem é a biblioteca de curvas de luminárias de fabricantes.
    Relux Professional 2007 – Cálculo rápido (Easylux)

    O Relux Professional 2007 traz uma ferramenta para cálculo luminotécnico rápido, na qual é possível obter o resultado do cálculo com a distribuição das luminárias, seja ela configurada por iluminância a ser atingida ou por quantidade de luminárias no ambiente, tudo de uma forma muito prática.

    Chamada Easylux esta ferramenta é muito útil para o dia-a-dia na comparação entre modelos de luminárias a serem aplicadas no ambiente, e é acessível através da tela inicial do programa, botão Relux Express >>> Interior ou através do menu Luminaires >>> Easylux…  A única limitação é a de não poder trabalhar com dois modelos por ambiente, o que fora do cálculo rápido o Relux faz normalmente.

    O Relux Professional 2007 pode ser baixado gratuitamente no site do desenvolvedor www.relux.ch basta apenas um cadastro.

    AGi32

    Sem sombra de dúvida o melhor de todos os softwares para iluminação.

    Seu preço é meio salgado – em torno de 1.200 dólares – mas os resultados são perfeitos.

    Com interface de fácil compreensão, importa arquivos DWG facilitando o trabalho nos projetos que necessitam de vários softwares.
    CalcuLux

    Desenvolvido pela Philips, este software tem duas versões: Road e Área.

    São na verdade, calculadoras específicas para auxiliar na hora dos projetos luminotécnicos.

    *Este texto faz parte de minha apostila de LD.

  • LD – Normas Técnicas

    Hoje para praticamente qualquer coisa existem normas. Para o LD não é diferente. Existem normas gerais e outras bastante específicas que comporá o todo do projeto.

    A norma base de qualquer projeto é a NBR 5413 que versa sobre os níveis de iluminância mínimos para ambientes internos. Os valores ali expressos devem ser aplicados o mais próximo possível.

    No entanto, existem várias outras normas que devem ser observadas durante o projeto e estas dizem respeito às características particulares de cada um.

    Se o espaço for da área da saúde, teremos de observar outras normas, especialmente às da ANVISA.

    Se o espaço for de área pública, existe em cada município o seu Código de Ocupação do Solo onde estão descritas várias normas locais.

    Se for uma via de tráfego de veículos, sempre é bom ir buscar nos Detrans e órgãos relativos ao transporte as normas pertinentes.

    Caso o projeto seja na área cênica, existem também normas específicas tanto para palcos de teatro quanto para de eventos externos.

    Alguns podem vir a pensar que isso irá limitar o projeto e até mesmo padronizar determinada área de projetos – talvez por isso as ruas são sempre iguais. Porém aqui é que entra o lado criador e manipulador da luz do LD. Pode-se tranquilamente criar, projetar sem observar as normas – porém sempre atento a noções mínimas de bom senso – e depois partir para a compatibilização do projeto às normas. Se fizermos o percurso inverso, fatalmente o projeto acabará tendo uma cara normal, comum.

    Algumas normas fundamentais para o trabalho do LD:

    NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência
    NBR 5413 – Iluminância de Interiores – Procedimento
    NBR 5461 – Iluminação – Terminologia
    NBR 6854 – Aparelhos de Iluminação para Interiores – Especificação
    NBR 7195 – Cor na Segurança do Trabalho – Procedimento
    NBR 9077 – Saída de Emergência em Edifícios – Procedimento
    NBR 10637 – Bloco Autônomo de Iluminação de Segurança para Balizamento e Aclaramento – Especificações.
    NBR 5461 – Esta norma define termos relacionados com diversos assuntos, a parte voltada para iluminação esta descrita a seguir:
    h) componentes de lâmpadas e dispositivos auxiliares
    i) luminotécnica: iluminação diurna
    j) luminárias e suas componentes

    As acima citadas são ferramentas fundamentais e gerais para um bom projeto. Estas um LD tem de dominar por completo. As mais específicas vão depender das necessidades dos projetos.

    * Eu, particularmente, acho um absurdo termos de pagar – e caro – por estas normas uma vez que são OBRIGATÓRIAS o uso e aplicação em projetos. Como tal, deveria ser gratuito o acesso a estas normas aos profissionais.

    ** Este texto faz parte de minha apostila do curso de LD que ministro em universiddes.

  • Vantagens da luz – LD

    Uma das grandes vantagens em contratar um profissional de Light Design, por um profissional devidamente capacitado e habilitado, é o aproveitamento da plasticidade e, dependendo dos equipamentos utilizados, o lado mutável, ilusório, lúdico que a luz é capaz de nos proporcionar.

    Colocar-se diante do mercado, dizendo-se ser, como um Lighting Designer hoje em dia é fácil graças à web. Nela encontramos facilmente as características, fundamentos, discursos e entrevistas de profissionais reconhecidos e que ao lê-las, muitos acabam incorporando no seu discurso no dia a dia profissional. É o caso do trabalho em cenas de luz. Hoje não se ilumina mais um ambiente mas sim as possíveis cenas que nele podem ser montadas.

    Porém, o grande diferencial entre um Light Designer e um iluminador é o seu conhecimento técnico e as aplicações não comerciais/comuns/usuais que vemos infinitamente repetidos nos projetos por aí. É a capacidade de leitura dos espaços, adaptar equipamentos, criar novos equipamentos quando necessário.

    Muitas vezes, um projeto que um iluminador iria surtar para resolver além de ter um alto custo, um Light Designer consegue resolver num piscar de olhos. Observe as imagens abaixo da mesma fachada:

    Perceba que não foi feita alteração alguma nesta fachada. Provavelmente, se um iluminador comum tivesse pego este projeto o cliente teria um alto custo com instalações elétricas, muitas luminárias espalhadas pelo plano, alto consumo energético e, muito provavelmente, ela se pareceria e muito com as fachadas vizinhas.

    Já o Light Designer consegue ver além da fachada, colocar a sua pincelada artística e aplicar conceitos e equipamentos que para um iluminador comum é dificil conceber pela simples razão dele desconhecer equipamentos e aplicações.

    Taí o que foi usado para esta fachada. Dois projetores de imagens, ligados a um software e só.

     

  • Estudo da UFSC simula programa de telhados solares fotovoltaicos para o Brasil

    Criar ferramentas que auxiliem o desenvolvimento de políticas públicas para implantação de um programa nacional de telhados solares fotovoltaicos. Esse é um dos objetivos de um trabalho que será apresentado no XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, que será realizado de 7 a 10 de outubro, em Fortaleza. Mais de 800 trabalhos serão apresentados no evento que reúne pesquisadores de todo o país e contará com três conferencistas internacionais (veja abaixo).

    O trabalho de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina mostra que, entre 2012 e 2013, algumas regiões do Brasil já poderão ter preços equivalentes de energia fotovoltaica e energia convencional. Os dados são resultado de simulações de cenários para um programa solar brasileiro. As simulações foram realizadas através do desenvolvimento de planilhas eletrônicas, onde é possível identificar, entre diversos itens, o custo total do programa, o impacto tarifário que terá através da diluição dos custos aos consumidores finais e o momento em que o preço da energia fotovoltaica e da energia convencional será o mesmo para o usuário final.

    De acordo com o coordenador dos trabalhos, o professor Ricardo Rüther, foram realizadas simulações para diferentes portes de programa, taxas internas de retorno ao investidor, duração e período de pagamento da tarifa prêmio. As simulações visam atingir um modelo que seja interessante o suficiente para atrair investidores e que ao mesmo tempo não tenha um impacto tarifário de grande magnitude para o usuário final.

    A proposta é inspirada na experiência da Alemanha, país com o mais bem-sucedido mecanismo de incentivo às fontes renováveis de energia. Segue os pontos positivos do Renewable Energy Sources Act e adapta os pontos que não estão de acordo com a realidade brasileira. No modelo alemão, por exemplo, todos os consumidores finais de energia rateiam os custos do programa. No caso do Brasil, a proposta apresenta diferenciações. “No modelo brasileiro seriam excluídos do rateio os consumidores de baixa renda”, explica Rüther.

    Análise de impacto tarifário e de investimento

    A análise foi desenvolvida para o setor residencial e para as condições de radiação solar de Fortaleza, onde acontecerá na próxima semana o Entac 2008. O trabalho detalha exemplo de cenário desenvolvido para um programa de 1.000 MWp a serem instalados num período de 10 anos. Com base no consumo energético total anual do setor residencial (72.062.231 MWh para o ano de 2006, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia), foi calculada a tarifa prêmio paga por cada kWh gerado, o impacto tarifário do programa, bem como a contribuição desta energia gerada no suprimento do consumo do respectivo setor. A tarifa prêmio é um mecanismo temporário de incentivo, pelo qual o consumidor que tem um telhado solar fotovoltaico recebe por cada kWh injetado na rede el&e acute;trica uma tarifa superior à tarifa convencional por um período de 10 a 20 anos, com o objetivo de premiar a adoção da geração solar.

    De acordo com o estudo, tomando como base o consumo médio mensal do setor residencial no Brasil (200 kWh), cada unidade consumidora do respectivo setor pagará a mais em sua fatura de energia aproximadamente R$0,28 por mês, para o primeiro ano do programa. Esse valor atingirá um pico de R$1,51 por mês no décimo ano do programa e, a partir daí, esse custo declinará para os anos seguintes.

    O programa terá uma geração de 166.200 MWh adicionais ao ano, o que equivalerá a uma contribuição anual de 0,23 % no suprimento do consumo do setor residencial, no primeiro ano. Ao final dos 10 anos de instalações, o programa contribuiria com 1,6% para o suprimento dessa demanda.

    Baseado no cenário em que foi adotado um percentual anual de reajuste tarifário de 4% e uma TIR de 7%, a energia convencional começará a ter o mesmo preço da energia fotovoltaica, na região de Fortaleza, a partir de 2013. Nesse ano, segundo o cenário proposto, Fortaleza terá uma tarifa convencional de energia para o setor residencial de 0,62 R$/kWh, o mesmo valor que será o preço da energia fotovoltaica para essa região.

    “Na pior das hipóteses analisadas, a paridade de rede no Brasil já acontecerá no ano de 2013, sem a necessidade de subsídios. A questão é que quanto mais tarde o Brasil investir nesta tecnologia, mais ele se colocará atrás com relação aos países que já investem no que tange à maturidade e domínio tecnológico. Quanto mais cedo o país investir, mais cedo ele desenvolverá tanto nas áreas econômica e social, através da criação de uma indústria local e da geração de novos postos de trabalho, quanto na energética, através da diversificação da sua matriz.”, alertam os autores no trabalho.

    No artigo aceito para apresentação no XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído são apresentados dois exemplos de cenários. “O objetivo é apenas apresentar as ferramentas que foram desenvolvidas para a criação desses cenários. A fim de se chegar a um resultado o mais representativo possível e baseado na realidade econômica do país, outras análises estão sendo realizadas”, adiantam os pesquisadores.

    Na opinião dos autores, o Brasil é um país rico em fontes renováveis de energia e reúne condições necessárias e suficientes para estabelecer uma lei de incentivo à geração distribuída, em particular à geração de energia solar fotovoltaica conectada à rede, a exemplo da que foi estabelecida na Alemanha, Espanha e vários outros países. No entanto, atualmente, não há regulamentação para a promoção da energia solar fotovoltaica conectada à rede, o que dificulta a sua inserção.

    “Apesar de o Brasil ser um país em desenvolvimento, ele apresenta uma parcela de consumidores com possibilidades de assumir os custos de um programa fotovoltaico de proporção considerável. O país apresenta excelentes níveis de radiação solar. Neste trabalho demonstrou-se que isto é possível com um impacto tarifário de pequenas proporções e que se estende somente àquelas camadas da população com um maior poder aquisitivo.”, destaca o grupo que reúne pesquisadores do Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (Departamento de Engenharia Civil), do Laboratório de Energia Solar (Departamento de Engenharia Mecânica), ambos da UFSC, e da Rede de Organizações da Sociedade Civil para as Energi as Renováveis.

    Saiba Mais:

    Impacto tarifário e análise de investimento

    Os seguintes itens foram considerados dados de entrada para a base de cálculo na planilha:

    • Porte do programa (MWp/ano);

    • Duração do programa (anos);

    • Período de pagamento da tarifa prêmio (anos);

    • Preço do sistema fotovoltaico (R$/Wp);

    • Despesas de operação, manutenção e reposição (OM&R) (% do custo do programa);

    • Taxa interna de retorno ao investidor (%);

    • Produtividade (yield) média anual do tipo de tecnologia FV escolhido, para a o nível médio anual de radiação solar considerada (kWh/kWp);

    • Consumo anual residencial nacional total (kWh);

    • Tarifa média mensal de energia convencional para o setor residencial (R$/kWh).

    Baseados na entrada dos dados acima apresentados, os seguintes itens foram calculados:

    • Custo total do programa;

    • Montante anual arrecadado em tarifa prêmio;

    • Tarifa prêmio por kWh gerado pela tecnologia solar FV;

    • Impacto (acréscimo) na tarifa do consumidor residencial, por cada kWh consumido de energia convencional, ao longo do período de duração do pagamento da tarifa prêmio;

    • Geração anual de energia pela tecnologia solar FV;

    • Percentual de contribuição da geração FV no suprimento energético brasileiro

    Saiba Mais

    Um exemplo de sucesso

    A Alemanha é considerada o país com o mais bem sucedido mecanismo de incentivo às fontes renováveis de energia. O sistema de preços introduzido com o Electricity Feed Act (1991) – e posteriormente atualizado pela Renewable Energy Sources Act (2000) e pela emenda do Renewable Energy Sources Act (2004) – é a chave para o sucesso das renováveis na Alemanha. Apenas no ano de 2004, houve um aumento de aproximadamente 100% na potência FV instalada na Alemanha, que ao final de 2005 estava em aproximadamente 1,5 GWp conectados à rede elétrica pública (IEA, 2008).

    O mecanismo alemão é baseado na obrigatoriedade de compra, pela operadora de rede, de toda a eletricidade gerada pelas fontes renováveis, pagando ao produtor independente de energia (PI) uma tarifa prêmio por cada kWh gerado. Essa tarifa prêmio é relativamente superior ao preço do kWh convencional e é distinta para cada tecnologia. Os recursos para o pagamento das tarifas prêmio são captados através de um pequeno acréscimo na tarifa convencional de todos os consumidores e são depositados num fundo, utilizado para reembolsar os PIs. Neste caso, o incentivo é pago gradualmente ao longo do tempo de duração do programa (20 anos para a Alemanha), permitindo que os PIs recuperem os seus investimentos num período de 10 a 12 anos (HOLM & ARCH, 2005). O objetivo do programa é facilitar o desenvolvimento sustentável no suprimento de energia, controlar o aquecimento global, proteger o meio ambiente e atingir um aumento substancial na porcentagem das fontes renováveis no suprimento do consumo (no mínimo o dobro até o ano de 2010).

    Fonte: Artigo ´Programa de Telhados Solares Fotovoltaicos conectados à rede elétrica pública no Brasil`

    Ricardo Rüther (1,2); Isabel Salamoni (1); Alexandre Montenegro (2); Priscila Braun (1); Roberto Devienne Filho (3)

    (1) Laboratório de Eficiência Energética em Edificações-Departamento de Engenharia Civil- Universidade Federal de Santa Catarina – e-mail: ruther@mbox1.ufsc.br

    (2) Laboratório de Energia Solar – Departamento de Engenharia Mecânica- Universidade Federal de Santa Catarina

    (3) Rede de Organizações da Sociedade Civil para as Energias Renováveis

     

    Mais informações:

    Prof. Ricardo Rüther

    LABSOLAR – Laboratorio de Energia Solar

    &

    LabEEE – Laboratorio de Eficiencia Energetica em Edificacoes

    Universidade Federal de Santa Catarina / UFSC

    Caixa Postal 476, Florianopolis – SC

    88040-900  Brasil

    Tel.: +55 48 3721 5174

    Email: ruther@mbox1.ufsc.br   ruther@emc.ufsc.br   ruther@ecv.ufsc.br

  • LEDS – LEDwaves

    Eles estão a cada dia melhorando o uso dos LEDs para iluminação. Através de pesquisas, estão desenvolvendo produtos que cada dia mais transformam a iluminação.

    Hoje já podemos tranquilamente trocar algumas lâmpadas comuns por LEDS sem prejuízo algum nas variáveis de um projeto de Light Design.

    Os produtos abaixo são da empresa LEDwaves, só para vocês terem uma idéia.

    Com esta, você substitui as halógenas de 15W.

    Esta, pode ser usada no lugar das halógenas de 30W.

    Estas substituem as incandescentes de 40 e 55W.

    Opção para a PAR20 de 50W.

    Opção para a PAR30 de 75W.

    Poderosa: PAR38 de 120W.

    Street Light: por ser modular, pode substituir desde luminárias com lampadas HQL de 80 a 400W para iluminação pública.

    Vale lembrar que o uso dos LEDs nos projetos favorecem a eficiência energética pois o consumo é baixíssimo se comparado às lâmpadas convencionais além de ter uma vida útil mais longa.

     

  • Desenho e detalhamento de móveis

     

    Uma das maiores dificuldades e que também muito tempo na hora de projetar, além de gerar muitos problemas na execução de um projeto são os móveis à serem confeccionados especificamente para o ambiente.

    O principal problema ou falha – para o projetista – está no desenho e detalhamento.

    Muitos profissionais não levam em consideração ou não dão a devida importância à parte de detalhamentos. E é esta parte do projeto que irá concretizar e enfatizar a qualidade do mesmo. É esta parte que fará a diferença no resultado final.

    É comum vermos profissionais entregando esboços, croquis ou até mesmo projetos bastante falhos, com falta de informações aos marceneiros e montadores. Muitos entregam pranchas com elevações, cortes e uma perspectiva básica. Tudo devidamente cotado. E apenas isso.

    Porém, para que o projeto seja confeccionado devidamente e com qualidade, outros detalhes devem ser mostrados no projeto: outras formas de expressão, detalhamentos minuciosos, para garantir que tudo saia exatamente como imaginado, criado e planejado.

    Detalhes ergonômicos devem ser tratados com o devido cuidado e atenção.

    Primeiro temos de ter consciência de que será preciso fazer um desenho detalhado de todas as peças que comporão o produto final. Estes desenhos tem de ser cotados, com cortes e vistas. Não basta apenas as elevações e cortes gerais do produto final. Sem isso podem ocorrer erros crassos na execução.

    Devemos também mostrar detalhes pertinentes ao funcionamento e manuseio do produto. Isso é fundamental para quem está confeccionando o seu produto. E também para o cliente conseguir visualizaro que terá em mãos posteriormente.

    Além da perspectiva manual, faz-se necessário hoje em dia o uso das perspecticas em 3D que facilitarão a visualização do produto final por quem a estará confeccionando.

    Devemos também não nos esquecer das perspectivas explodidas. Estas devem ser bastante claras para que o executor possa visualizar e entender perfeitamente como deverá ser feita a montagem, onde entra e encaixa-se cada elemento. Na imagem acima – cadeira de Mauricio Azeredo – não há uso de ferragens. São apenas encaixes. Porém, quando existem parafusos e outros metais e ateriais, estes devem fazer parte da perspectiva explodida.

    Quando trabalhamos com juntas, as mesmas devem ser milimetricamente detalhadas para que não haja erro na execução.

    Outro detalhe importante, são as ferragens (parafusos, dobradiças, soldas, etc) que devem ser facilmente visualizados no desenho, a sua locação e, por vezes, forma de colocação/aplicação. Estes itens, além de detalhados nos desenhos, devem fazer constar em um memorial descritivo.

    Creio que com estas dicas rápidas eu consiga contribuir um pouco mais com o seu trabalho. Lembro que este tipo de detalhamento não se faz necessário apenas em projetos de móveis, mas sim de qualquer outro produto ou equipamento desenvolvido especificamente e também em gesso, projeto luminotécnico, hidráulico e outros que se fizerem presentes no projeto.

    Bom trabalho!!!

  • Mais sobre perspectivas e desenhos

    Continuando as dicas sobre desenho e perspectivas, seguem indicações de alguns sites interessantes sobre o assunto:

    Um site bastante didático. Online você encontrará aulas sobre Aspectos Teóricos, Temáticos, Passo a passo, Downloads de aulas, Galerias e muitas outras informações.

    É um site bastante genérico e que mostra como as coisas funcionam. Para quem é curioso nato com eu é uma boa pedida. Na parte de desenho, tem aulas disponiveis online numa linguagem bastante simples sobre perspectivas, desenhos gerais e vários outros. Vale uma visitinha.

    Os DEZ MANDAMENTOS – Na avaliação do Desenho de Observação

    Um site bem simples, porém com dicas bem interessantes sobre enquadramentos, papéis, pontos de fuga, luz e sombra, texturas, verticalidade, profundidade, texturas, croquis entre outros.

    CENTRAL DE QUADRINHOS

    Um site voltado para as HQs mas que tem dicas bem interessantes que cabem nos desenhos utilizados por nós Designers. Destaque para Perspectivas enfileiradas e Subidas e Descidas.

    IMASTERs

    Entendendo a Perspectiva – coloco este link aqui pois de nada adianta querer desenhar em perspectiva se não formos capazes de entender o que ela é e representa.

    DESENHISTAS AUTODIDATAS – Blog

    Um blog bem interessante mantido pelo Renato. Muito material, vídeos, dowloads sobre os diversos tipos de desenho.