Categoria: arquitetura

  • Revista Lume Arquitetura – Especial Internet – Ed 51

    Para quem não leu a matéria que saiu na revista Lume Arquitetura sobre os blogs que falam sobre iluminação e Lighting Design, a Maria Clara acabou de me encaminhar o PDF da mesma que disponibilizo aqui para vocês:

    Especial Internet – Blogs ed_51

    Mais uma vez agradeço a todos vocês que acompanham e apoiam o meu trabalho aqui neste blog. Sem vocês este reconhecimento não seria possível.

     

     

     

  • NBRs e o exercício profissional

    A Marcia Nassrallah publicou no grupo do blog lá no facebook um link para esta materia sobre a NBR 15.575. (importante que leiam a matéria e consigam a NBR)

    Ok. Se com normas o mercado já é uma zona e temos “proficionaus” sambando na cara de todos nós (mercado, profissionais, conselhos e porgãos, etc) fazendo as suas caquinhas, imaginem se não as tivéssemos.

    O problema é que, a partir do momento em que você é OBRIGADO a seguir uma norma para o seu exercício profissional, esta deve ser de livre acesso e não paga como acontece com a ABNT.

    Sou obrigado a seguir as ditas normas mas tenho de pagar fortunas para ter acesso às mesmas.

    Você alguma vez já tentou fazer as contas de quanto ficaria a sua compra de todas as NBRs que você precisa diariamente no exercício profissional? Se não, entre no site da ABNT e faça as contas.

    Pois bem, lá fui eu no Google tentar conseguir uma cópia na NBR 15.575 e nada da versão final. Só consegui as versões anteriores e que sofreram alterações no texto final.

    Porém, lendo o livro (sim, é enorme) percebi que esta norma pode afetar seriamente a atuação dos Designers de Interiores/Ambientes. Tem dentro dela sérias prerrogativas que podem ser utilizadas judicialmente para diminuir a nossa atuação profissional por pessoas (e entidades) de má fé e que são contra a nossa atuação profissional.

    Fiquei bastante preocupado ao perceber que, enquanto a ABD diz estar trabalhando em favor da profissão, deixou passar esse elemento em branco, não informando nada aos seus associados e tampouco intervindo junto à equipe que elaborou o texto desta norma.

    As especificações da referida norma sobre conforto acústico, lumínico, partes hidráulicas, assentamento de pisos entre vários outros componentes também da áreas de Design de Interiores/Ambientes me soou como mais uma manobra para uma reserva de mercado para outros profissionais que algo voltado realmente à exigência do cumprimento de padrões mínimos de qualidade projetual.

    Acreditem: tem uma parte (usabilidade e acessibilidade) que fala sobre mobiliários. Por exemplo: um quarto de casal DEVE conter uma cama de casal, um armário e um criado no mínimo (todos estes com dimensões minimas especificadas na norma). Para validação/aprovação do projeto, fica a análise projetual (feita por quem?). Aí vem a pergunta: e se o cliente não quiser criado, ou se desejar uma cama tipo tatame (que tem dimensões fora das especificações da norma) entre tantas outras questões que cabem nesse sentido?

    Tem também a parte que fala sobre a especificação e assentamento de pisos e revestimentos que, pelo texto que tive acesso (versão 2009) deixa a situação preocupante.

    Vejam bem, tempos atrás citei o caso de uma cliente que, visando baixar os custos (sovina que só), comprou um piso diferente do que eu tinha especificado sem me consultar ou meu acompanhamento. O instalador também foi contratado por ela “numa vila qualquer” deixando de lado as minhas indicações, também por causa do preço do serviço. Agora ela está lá (menos de 3 meses depois) com parte do piso estufando e grande parte manchada.

    Eu sou o responsável por isso?

    Outro ponto que me faz pensar assim é que em muitos pontos, especialmente na parte que fala sobre área construída. Nos dá a impressão que esta norma foi elaborada por construtoras e por trás da imagem de proteção ao consumidor final está, na verdade, a proteção à estas empresas e seus projetos insanos com espaços reduzidíssimos. PD minimo para um banheiro de 2,20m??? Ah vá…

    Por exemplo: não há exigências de iluminação natural em corredores e escadas de edifícios. Custa muito para as construtoras colocar um vidrinho???

    Tem vários outros pontos ali que fiquei seriamente preocupado. Posso estar escrevendo algumas bobagens aqui, mas isso se deve ao fato de não ter livre acesso à esta norma. Para tê-la na íntegra (6 partes) tenho de desembolsar o total de R$

    Qual a legitimidade da ABNT?
    A ABNT foi reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992.

    Segundo o professor Doutor Bianco Zalmora Garcia:

    “O problema é o que se entende por legitimidade aqui. Uma vez assumido como instrumento normativo que obriga, o seu acesso dever ser universal e gratuito. Sob nenhuma hipótese, numa sociedade sob o Estado Democrático de Direito, deve ser constrangido a obediência, a uma norma que não é disponibilizada universal e gratuitamente. Ja pensou se a Constituição Federal fosse produzida por uma empresa e que para cumpri-la tivessemos que compra-la numa livraria ou numa banca de revista ou por uma loja virtual?
    A legitimidade também atinge a representatividade. A ABNT apresenta graves déficits de legitimidade neste sentido. Se qualquer cidadão, no seu livre exercício profissional, tem que obedecer uma norma, ele deve reconhecer como legítimos os procedimentos de representação do Forum que apresenta um status normativo. A representação deve ser democrátiva, portanto, representativa dos diversos interesses relacionados com os diversos segmentos a serem representados. Nenhuma entidade, sobretudo de caráter empresarial que agrega lucros de sua atividade, tem qualquer legitimidade senao for constituída, via representação popular.
    A legitimidade democrática de qualquer forum representativo deve ser amparada constitucionalmente para ter o poder normativo sobre quaisquer segmentos profissionais ou não da sociedade.
    Portanto, a pretensa obrigatoriedade da ABNT não se sustenta por duas vias: a da ausencia de legitimidade institucional (não reconhecemos a ABNT como expressão da representação apoiada nos preceitos democráticos constitucionais) e tampouco pela ausência de legitimidade na imposição de normas tranformadas em produtos de mercado a serem comprados o que afeta os princípios de universidade de acesso e gratuidade.”

    Porém, nem tudo é nefasto ou estranho nessa NBR. Algumas exigências vem de encontro ao que eu sempre defendi: o projeto deve ser mais pensado no usuário que no autoral (como aquela velha história do beiral inexistente onde a criança caiu). Ao menos nesse ponto, ela vem para frear as sandices egocêntricas de alguns profissionais.

    Tem também de muito bom a questão do fortalecimento e aumento sobre a responsabilidade técnica para os profissionais na especificação dos produtos e na parte projetual (que defendo e muito).

    Defendo sempre esse tipo de coisa pois acredito que só assim chegaremos a um mercado realmente sério. Porém, ter de pagar para ter acesso a detalhes que sou obrigado a seguir (com aval do governo federal) é injusto, anti-ético, imoral e antidemocrático.

  • Mais do mesmo – mídia tosca.

    Já escrevi a pouco tempo aqui neste post sobre os pseudos LDs que estão por aí atuando livremente no mercado e, por falta de um órgão fiscalizador, continuam emporcalhando as cidades, edificações e as cabeças dos clientes com suas sandices. Este é mais um texto sem figurinhas ou fotinhas para olhar. É para ler, refletir e ajudar a mudar este quadro.

    Hoje, não me surpreendeu quando li pelo face a chamada de uma revista para um evento via Twitter: o arquiteto fulano vai responder as dúvidas dos leitores sobre iluminação. Até aí tudo bem. Fui então ver quem era o fulano. Meia hora esperando o site dele carregar e não encontrei referência curricular alguma. Voltei então ao Google e mandei ver “nome+curriculo”.

    =0

    Formação em arquitetura + 3 cursos na Philips – e se apresenta como “luminotécnico”. (ai que vontade de soltar um palavrão aqui)

    Segundo esta revista isso o habilita como especialista e referência no assunto para “tirar dúvidas” sobre iluminação. Ele é tão profissional e especialista na área que está disposto a dar “dicas grátis” sobre o assunto. Se realmente trabalhasse especificamente com iluminação ou LD e vivesse disso, certamente não ficaria aí prostituindo o mercado dessa maneira, não se submeteria a esse tipo de coisa.

    Ah, o cara é podero$o?? Que se exploda. Só pagando jabá mesmo pra sair nas revistas como suposto queridinho ou referência em alguma coisa. O dia que para mim ser poderoso significar ter grana pra bancar jabá pra sair em revistas e mais revistas, mudo de profissão pois é sinal que não estou nem um pouco bem profissionalmente e meu produto está abaixo da mediocridade, por isso tenho de pagar.

    É, depois quando eu venho aqui e esculacho com uma marca, profissional, produto ou mídia dizem que sou grosso, faltei com a ética e mais um monte de blablablas.

    Essa mídia brasileira é porca e torta (com raríssimas excessões como a Lume Arquitetura, por exemplo). Seja ela impressa, televisiva ou da web, mais desinforma que informa. Tanto para o mercado, quanto para os profissionais e consumidores finais, ela só faz emporcalhar tudo. Muitos dos atritos existentes entre Designers e Arquitetos provém dessa estupidez dessa mídia de quinta categoria (que se acha “a maior”, “a melhor”, etc) quando demonstra claramente que não tem um mínimo de conhecimento sério sobre as áreas citadas em seus lixos publicados.

    Gostaria de saber onde é que seus editores estudaram, onde é que seus jornalistas se formaram e se seus proprietários realmente querem um país melhor para todos.

  • Casa Conceito 2011 – Passeio

    Demorei, a mostra já foi encerrada, mas aqui está o ambiente “Passeio” que fizemos na Casa Conceito 2011 aqui em Londrina.

    Trata-se da calçada frontal da residência.

    A avenida onde a casa está implantada é de grande fluxo e importância para a cidade porém não vemos nada que se destaque, falando sobre muros.

    Se passamos na avenida durante o dia vemos uma sequencia de nada ou salpicados de alguma coisa copiada de qualquer lugar (era, tijolinhos, pintura ou falta dela, etc). Se passamos durante a noite, é tudo cinza, escuro e sem vida (incluindo a péssima iluminação pública).

    Calçada e muro – antes

    Outro fator a destacar é que nas mostras (e na vida real) dificilmente as pessoas dão o devido valor à este elemento que faz parte da edificação. Costumam dizer que o Hall de entrada é o cartão de visitas da casa.

    NÃO MESMO. Sempre digo que o muro e a calçada frontal é que o são, afinal eles são os primeiros contatos dos visitantes com a edificação.

    Assim pensamos num projeto que desse o devido destaque à estes elementos da construção, chamando a atenção do público. E acredito piamente que conseguimos pois com todos os visitantes que conversei perguntavam se o muro “era meu” e parabenizavam.

    O projeto original foi pensado já desde o início para utilizar as esculturas de parede do Jadir Battaglia. Apesar dos riscos envolvidos (vandalismo e roubos) ele aceitou ceder as peças pois nunca tinha realizado uma aplicação nesse sentido de suas peças. Isso nos levou a fechar parceria também com a empresa de segurança Digitemp que colocou um sistema de alarme magnético nas esculturas e nas luminárias.

    O projeto inicial era esse:

    As molduras em EPS da Decorpol formariam os “quadros” e a “tampa” do muro. Em uma semana a empresa enviou o produto. O detalhe é que eu precisava de um modelo que proporcionasse a instalação de fita ou mangueira LED para iluminar as esculturas. Fiz o desenho, encaminhei e recebi o produto exato, como eu precisava.

    Porém, com o passar do tempo este projeto começou a gerar dúvidas: não tínhamos contato direto com a proprietária da casa para verificar a necessidade de alterações pós-mostra e também começamos a perceber que estávamos caindo no óbvio, na aplicação comum. Também o detalhe que na escultura da direita, bem nesse espaço, há o relógio de luz da Copel e este não poderia ficar inacessível. O projeto em si não atrapalhava em nada o acesso a ele, porém ele estragava o visual do projeto. Resolvemos então alterar radicalmente o projeto.

    Como estávamos precisando de algo para a parede do Lounge Externo por causa da sacanagem do fornecedor da cobertura, optamos por retirar uma escultura do muro e colocá-la lá. Buscamos então uma linguagem mais clean e contemporânea, algo inexistente aqui em Londrina.

    Alteramos o projeto de LD, o paisagismo, as cores e a disposição dos elementos do muro. Com isso ganhamos muito esteticamente. Mantivemos o volume que desejávamos desde o início e o destaque de dia e/ou noite.

    Foto oficial by Ruffino

    Sim, chapamos uma tinta branca em todo o muro e abusamos com os números (também feitos sob encomenda em EPS pela Decorpol) em vermelho.

    Para esconder (ou ao menos suavizar esteticamente) o quadro de luz, optamos por vasos com samambaias afixados acima dele onde, as folhas, não atrapalham o acesso ao mesmo. Este mesmo elemento aplicamos em outros pontos do muro para não chamar a atenção justamente em cima do problema. Poucas pessoas perceberam que tinha um quadro de luz ali.

    Pra ajudar, na noite anterior à inauguração da mostra, enquanto estávamos tentando finalizar o Lounge um caminhão saindo acabou por enroscar o seu baú no portão e nos fez esse favor:

    Isso porque já eram mais de 23:00hs. Quiseram jogar a responsabilidade disso sobre nós mas, como viram que eu tinha tudo devidamente registrado (fotos, vídeos e testemunhas), desistiram. Porém o portão ficou lá danificado durante toda a mostra e ainda está. Será entregue assim à Luciane, proprietária da residência?

    Sobre este portão, vale ainda ressaltar que tentaram nos forçar a pinta-lo. Relutei fortemente contra isso pois trata-se de madeira bruta (peroba rosa), bastante antiga que não merece essa infelicidade. Sim sou contra este tipo de destruição. Este portão, assim como o deixamos, nos conta a sua história. Se soltássemos uma camada de tinta sobre ele, não seria mais ele. Também perderia o seu valor material.

    Fundamental foi a parceria com a Arte Flores e Paisagismo M.E., através de seu proprietário Fabiano, na parte de paisagismo que nos forneceu as plantas, elementos e insumos necessários e também a Madeplast que forneceu o deck de madeira plástica (que infelizmente não saiu na foto oficial pois não estava instalado ainda). Também temos a parte de iluminação com o apoio da Eletroville, da GE Iluminação e do Renaldo.

    Por falar em iluminação, neste projeto pensamos numa forma de atingir os objetivos estéticos e dar o devido destaque aos elementos aliado ao baixo consumo energético. Apesar de termos trabalhado com lâmpadas halógenas, o alto rendimento das luminárias nos permitiu isso.

    Está aí, um belo projeto, bastante elogiado e destacado na CasaConceito 2011 aqui de Londrina.

  • Ciclo de Palestras “Design de Iluminação” – 4o. Encontro

    Estão abertas as inscrições para o 4° Encontro do Ciclo de Palestras “Design de Iluminação”, produzido pelo Laboratório de Iluminação da Unicamp, com apoio do GGBS – Grupo Gestor de Benefícios da Universidade.

    O evento acontecerá dia 27 de setembro próximo, à partir das 18:00 horas, no auditório da AFPU – Agência de Formação profissional da Unicamp, Praça das Bandeiras s/no. Campus Unicamp – Campinas.

    Para inscrições clique aqui AQUI ou através do site do laboratório de Iluminação, clicando AQUI

    A partir das 18:00 horas será servido um coffee break para o público inscrito.

    Como sempre, iremos contar com a presença de dois palestrantes.

    A partir das 19:00 horas, Maíra Vieira Dias abordará o tema “Projeto Industrial e Iluminação Natural: Identidade e Desempenho”, inicialmente ilustrando como se dava o aproveitamento da luz natural nesse tipo de edificaçao nos seculos XVIII e XIX e como isso interferia na concepçao espacial das fabricas. A partir daí, relatarará as alteraçoes ocasionadas com o advento da iluminacao eletrica e os problemas enfrentados com economia de energia. Para encerrar, discorrerá sobre quais seriam as estrategias e vantagens da luz natural nesse tipo de edificação.

    Já das 20:00 ás 21:00 hs. Luis Henrique Rabello, Coordenador de Serviços e Obras da empresa TELEM, nos brindará com a palestra “Infraestrutura de espaços culturais – iluminação e cenotecnia”, Seja na construção ou na atualização tecnológica, o projeto e a instalação de todos os elementos que compõem um teatro ou sala de espetáculos seguem preceitos que aliam qualidade, flexibilidade e tecnologia de ponta, da estrutura elétrica ao acabamento.Em Infraestrutura de espaços culturais – iluminação e cenotecnia, Luis Henrique Rabello apresenta cases ímpares, discorrendo sobre os equipamentos e as tecnologias utilizadas na adequação e atualização de edifícios tombados pelo Patrimônio Histórico e na construção dos mais modernos espaços culturais do Brasil e do exterior.

  • Pós em iluminação do IPOG – Londrina TLD2

    Pessoal do norte pioneiro e noroeste do Paraná e região sul e noroeste de São Paulo, atenção:

    o IPOG já tem uma nova turma sendo formada aqui em Londrina da pós em Iluminação e Design de Interiores. É a turma LD2.

    A data de início das aulas será nos dias 25, 26 e 27 de novembro próximo.

    Corra e faça a sua inscrição.

    Garanto que este curso vale a pena!!!

    São aulas distribuídas em módulos mensais (1 final de semana por mês) e a coordenação do curso é da mega profissional de LD Jamile Tormann.

    Maiores informações:

    www.ipog.edu.br

    E-mail> curitiba@ipog.edu.br

    Telefones> (41) 3203-2899 / 3203-2884 / 9655-7756.

    Fale com o Sandro e diga que viu aqui em meu blog sobre a pós. Garanto que ele dará um atendimento mais que especial para vocês ;-))

    P.S.> é claro que vou assistir à aula do Farley sobre história da iluminação que perdi por estar com H1N1…

  • Casa Conceito 2011 – Galeria Amigo Fiel

    Um dos ambientes feitos por mim, a Adriana e o Fernando na Casa Conceito deste ano é a Galeria Amigo Fiel.

    Uma idéia muito legal da fotógrafa Ana Paula Rosa que convidou algumas pessoas da alta sociedade londrinense para fotografar com seus amigos mais que fiéis: seus cachorros.

    Mais que uma galeria de imagens, a beleza das fotos e as historias de amizade por tras de cada foto mandam muito bem o recado: eles são nossos melhores amigos e merecem todo cuidado, carinho e, acima de tudo, respeito.

    E não digo apenas os nossos xodós cachorros, mas sim todos os animais. Serve como um alerta à sociedade.

    Bom, falando sobre o projeto:

    A Ana Paula queria um espaço bastante limpo e que lembrasse uma galeria sem sê-la literalmente. Também precisava de espaço para receber os convidados e ao mesmo tempo que a observação das fotos fosse tranquila.

    Como qualquer imagem, as fotos necessitam ser observadas a certa distância o que nos levou a colocar apenas um puff e um aparador como itens de mobiliário no espaço.

    Temos também o último lance de escada que faz parte do ambiente. Seria óbvio demais colocar um mega pendente de cristais ou similar bem no meio do vão além de prejudicar o projeto de iluminação. Então optamos por este pendente cúpula com florescentes compactas dentro e na base, 3 spots LED que estão lavando a escada toda até o térreo com uma luz excelente. Ah, e ele não está no centro do vão e sim mais próximo do guarda corpo. O inesperado sempre acontece e o efeito geralmente surpreende.

    Como o espaço está localizado no último pavimento da edificação, temos a laje inclinada do telhado além de uma inclinação numa das paredes por causa da janela. Resolver isso nos tomou muito tempo: colocar ou não gesso? Pendurar algo para esconder a diferença de pé-direito?

    Bom, foram muitas as opções e direcionamentos, porém resolvemos tirar proveito da estrutura do ambiente e suas inclinações através de luz, claro. Ou seja, meio que voltamos ao início quando pensamos em manter a inclinação e trabalhar com pendentes, etc. Porém, optamos por spots e arandelas.

    Na parte da iluminação, foi fundamental a parceria com a Via Light (loja Londrina) que, através da gerente Jamile, nos forneceu as luminárias que são ótimas tanto em beleza quanto em qualidade de luz.

    O piso também é um show à parte: um vinílico, lançamento da J. Serrano, que é simplesmente maravilhoso.

    A tela ao fundo é minha. Por hora fica esta imagem dela com a luz apagada pois a chave da sala onde ela está ligada estava passeando pela mostra e só depois das fotos consegui pega-la.

    Seguem as imagens.

    Apesar de nas fotos parecer que a iluminação está ofuscando, na real isso não acontece. Deve ser alguma coisa no obturador de minha máquina (que eu ainda não aprendi a mexer direito) que acaba dando esta explosão de luz.

    Depois faço um post específico apresentando cada produto utilizado no ambiente.

    Lembro que a Casa Conceito 2011 está aberta diariamente nos seguintes horários:
    Segunda à sexta das 16:00hs às 22:00hs
    Sábados, domingos e feriados das 14:00hs às 21:00hs.
    Aqui em Londrina-PR na Avenida Adhemar Pereira de Barros, 555 – à beira do Lago Igapó I.

    Está bem fácil encontrar pois o nosso projeto do muro e calçada está um escândalo e chama a atenção de qualquer um que passe pelo local tanto de dia quanto à noite. Depois posto sobre o muro ok?

    P.S.> o extintor e a luminária de emergência não fazem parte do projeto. Foram exigências do Corpo de Bombeiros tanto a localização quanto os modelos lindos… #AFF

  • Falta de respeito e desconsideração

    Pois é, como sabem estou montando espaços para a Casa Conceito aqui em Londrina em parceria com a Adriana Tavares e o Fernando Garla. São áreas externas e só por isso já prevíamos algumas dificuldades mas que, pensamos, seriam facilmente superadas caso as coisas corressem normalmente.

    Descontando S. Pedro que não está ajudando muito pois chove aqui desde sexta e está atrasando a obra toda, ainda temos de lidar com problemas provocados por outros profissionais e seus funcionários e parceiros.

    Dois de nossos espaços são externos e áreas de passagem: um é o acesso principal à casa, o Lounge Externo, e o outro, o Oratorium. Pois bem, projeto pronto, parceiros definidos e comprometidos, começam os problemas.

    Como vocês podem ver, o projeto do Lounge não é nada complicado, bastante simples e tampouco pensamos em fazer algo no estilo megalomaníaco e utópico que impera nas mostras. Foi pensado em algo mais conceitual porém USÁVEL seja durante a mostra, seja numa residência. O “+” mesmo ficaria por conta do projeto de Lighting que foi por onde partimos para fazer o projeto.

    1 – Entulhos e falta de respeito:

    Não conseguimos mexer em nada do espaço pois os outros arquitetos pensam que as áreas são depósitos de entulho das obras deles. Tiram o lixo de seus ambientes e largam ali nos nossos. Isso porque tem caçambas à disposição lá. Chegam os caminhões para entregar materiais deles e deixam ali nos nossos espaços e isso só desaparece dali depois que é usado. Enquanto isso, ficam ali entulhando e atrapalhando. Tem uma profissional que largou 40 sacos de areia ali ha mais de 2 semanas e até agora o pedreiro dela nem chegou perto. Juntei (varri) toda a porcariada na sexta a noite e pedi para retirarem os entulhos. Hoje chego lá e já estava a lambança de novo no espaço.

    A Jacqueline e a Andreia tentam conversar com o pessoal mas de nada adianta. É virar as costas e pronto, jogam lixo até pelas janelas superiores e descarregam materiais de outros espaços ali.

    Isso tem muito a ver com o pessoalzinho sobre os quais eu escrevi no post anterior: aquelas estrelinhas e pseudas estrelinhas que só visitam a obra e só olham pra sua coisa. Não conseguem nem mesmo perceber o que está acontecendo ao lado ou o que os seus funcionários estão fazendo com quem está ao lado. É entulho da piscina que vem pro espaço do Oratorium, é entulho do Guilherme Torres que vem pro Lounge, é Areia da Katia Costa que está lá no Lounge a 2 semanas (e que jajá eu vou mandar pra dentro do lago Igapó e ela que se entenda com IAP e Secretaria Municipal de Meio Ambiente), é gesso de não sei quem, é saco de cimento do outro, é porcelanato de um outro e por aí vai.

    2 – Danos a terceiros:

    Pelo cronograma, questionei se iria ser feito algo mais na parte superior da casa pois eu precisava instalar uma bancada de vidro (Arti in Vetro) desenhada por mim, com uma película importada e que não poderiam mais mexer em nada pelo risco de danificar a peça. Me disseram que não e que eu poderia instalar. Agendei a instalação para ontem (sexta). Acompanhei a instalação da bancada e após tive de sair comprar uns materiais. Quando voltei estavam mexendo no telhado…

    Olhem o que me aprontaram:

    Além de perder a película toda, ainda desalinharam a peça da parede e sinceramente não sei o que vai acontecer a hora que tirar o calço pois ela deveria estar com a base TODA embutida e aproveitando o alinhamento para dar sustentação. Numa das laterais conseguiram desloca-la 2cm pra fora da parede. O material de fixação precisava de 24hs de cura para que não soltasse. Só depois disso poderiamos tirar o calço e colocar algum peso em cima. Não colocaram nenhuma proteção e encostaram um andaime nela – o que provocou o deslocamento dela.

    O pior é que agora ninguém tem culpa e eu que tenho de bancar o prejuízo.

    NÃO MESMO!!!

    Outro problema é que as portas e janelas da casa foram trocadas todas para vidro temperado. Aí me vem o Guilherme Torres e seu egocentrismo e estrelismo exagerado acreditando piamente que ele pode surtar e fazer o que quiser e os outros que se explodam e me fecha toda a sala dele com gesso acartonado. Resultado: o nosso Lounge e a piscina de outros dois arquitetos estão com janelas lindamente fechadas pelas costas do gesso acartonado e a estrutura visíveis pelo lado externo.

    Como faz?

    Nós que temos de nos virar para resolver e solucionar o problema que o “bunito” causou. Pois ele não é responsável pelos nossos ambientes.

    Juro que dá vontade de passar um vermelhao no meu piso só pra ferrar com o piso de madeira clarinha dele para que nos dias de chuva vire aquela meleca mesmo. E faço como ele fez conosco: dane-se você!

    3 – Parceiros nem tão parceiros assim. 

    Uma empresa se comprometeu de fazer a cobertura do lounge. Seria um pergolado simples coberto com policarbonato. Porém, a empresa desapareceu e, na última semana, a cada telefonema meu eles davam uma desculpa para não fazer. No último telefonema foi-me dito que não poderiam fazer pois estavam de mudança e que as máquinas estavam todas desligadas e prontas para serem colocadas no caminhão e que a reinstalação demoraria e blablablablablablabla.

    Pensei: DANOU-SE!!! Mas se estava dessa forma teria sido muito mais correto eles terem me falado desde o início que não poderiam fazer e não ficar me enrolando como fizeram, me fazendo perder tempo com eles. Assim eu teria como ir atras de outra empresa.

    Tenho produtos que não podem molhar e agora não consigo protegê-los sem a cobertura. Nenhuma outra empresa aceitou pegar o pepino em cima da hora e, gambiarra eu nao faço.

    A iluminação ferrou toda pois vai ficar na chuva e pedi (e comprei) peças para uso interno e agora não dá tempo de chegar ou trocar para externas. As que comprei ( de iluminação cênica) não existem para uso externo. A casa já está pintada por fora e não tenho mais como rasgar paredes para passar cabeamentos e esconder as luminarias sobre o beiral numa tentativa de protegê-las parcialmente da chuva. Se fizer isso tenho de assumir os custos da repintura além ter de ouvir um monte da Jacqueline e da Andreia.

    Porém descubro uma coisa interessante essa semana: pra mim (quem é esse tal de Paulo Oliveira?) essa empresa do pergolado não faz, pois está de mudança, com as máquinas desmontadas. Mas para o Caco Piacenti ela faço, afinal é o Caco né??? Pro Caco as máquinas estão em ordem, não tem mudança e eles vão buscar material no quinto dos infernos. Se fosse pro Melhado, Donadio, Guilherme Torres, Makhoul, Ricci e outrps poderosos que lá estão com ambientes, essa empresa faz – até se algum deles ligar agora (04:07hs de domingo) pedindo algo. Mas como é pra esse (quem é você mesmo?) Paulo Oliveira, não. Qualquer desculpa serve.

    E isso aconteceu com muitos fornecedores aqui de Londrina.

    Só sabem nossos nomes e nos tratam bem quando levamos clientes nas lojas deles para gastarem lá. Só sabem nosso nome quando vem pedir uma notinha aqui no meu blog. Só se lembram de mim quando eu desapareço e ligam para cobrar porque eu sumi, porque faz tempo que eu não apereço mais na loja/ empresa. Os profissionais só se lembram quem eu sou quando me ligam ou encontram na rua pra pedir dicas gratuitas de iluminação pra seus projetos.

    Muitos me falaram que já tinham se comprometido com os poderosos citados acima. Mas se esquecem que o reles mortal aqui conversa com eles lá durante a obra e descobre que o Donadio e o Melhado não tinham feito contato algum com essas empresas para seus ambientes.

    Depois estes fornecedores reclamam quando alguém traz parceiros de fora com produtos iguais – ou até melhores – que os deles.

    4 – Finalização:

    Temos de entregar o ambiente até segunda. Terça a casa está fechada para limpeza e preparação para o coquetel que será realizado à noite.

    Como vamos finalizar este ambiente se temos de pintar o chão (e lustra-lo depois) com o povo descarregando móveis, acessórios e etc passando por cima com o nível de respeito pelo outro que já demonstraram ter? Com o povo da galeria e do restaurante lá na beira do lago em obra pesada, entrando e saindo com TERRA, cimento e mais uma mundaréu de coisas, passando obrigatoriamente pelo espaço do Oratorium???

    Não consiguimos nem fazer os fechamentos com vegetação que precisamos (e que o bombeiro exigiu para liberar a mostra) pois com isso os caminhões de móveis não conseguirão descer a rampa para descarregar, e ja teve arquiteto dando piti ontem por lá quando falei que vou fechar a rampa na segunda de manhã e ninguém mais passa por ali. E ai de quem ousar mexer em alguma coisa pois se arrastar um vaso vai riscar a pintura preta lustrada do chão e terão de refazer e eu não vou pagar por um serviço que eu já fiz e tampouco vou ficar com uma porcaria exposta em meu ambiente feita por outros.

    Porém já tenho a solução para isso tudo (Salve Zeca!!!). Vou colocar no Lounge e no Oratorium, no lugar da placa de identificação, uma outra enorme dizendo bem assim:

    “Este era para ser o projeto original:

    (perspectiva em 3D)

    e graças às empresas  tal, tal e tal que NOS LARGARAM NA MÃO em cima da hora e AOS profissionais fulano, beltrano, cicrano que usaram este espaço como lixão, não foi possível executa-lo E FICOU ESTA PORCARIA QUE VOCÊS ESTÃO VENDO.

    críticas, favor direcionar aos citados acima.

    DEVEM INCLUSIVE DEIXAR RECADINHOS DE AGRADECIMENTO PELA FALTA DE RESPEITO E DESCONSIDERAÇÃO NOS LIVROS DE VISITAS DE SEUS RESPECTIVOS AMBIENTES”

    E, claro, mandarei através de meu advogado as contas dos gastos que tivemos para montar o ambiente para os respectivos escritórios de arquitetura e empresas que nos prejudicaram. Afinal muitos materiais tivemos de comprar e para as estrelinhas sabemos que saíram de graça.

    Mas não se preocupem pois apesar de tudo isso estou bem, muito bem e tranquilo com tudo isso.

    Para o coquetel vou fechar as duas áreas com tapume e que se virem para resolver.

    Também, não pouparei acidez e críticas em meus posts que farei da cobertura da mostra, especialmente à estes que ferraram com todo o nosso projeto.

    Sinceramente?

    Vou deixar o muro pronto pra terça e o ambiente da Ana Paula.

    O resto?

    Faço quando der e SE der.

    Se não der, mais plaquinhas como a acima aparecerão nos ambientes pois eu não vou queimar o meu nome por causa de cagada e falta de bom senso, educação e respeito de estrelinhas e protegidinhos não.

    Um outro detalhe que não tem a ver comigo mas tem a ver com a mostra e os absurdos de Londrina e desse país:

    O Dan Mendes ia colocar som ambiente na suíte que está montando. Foi ele lá no ECAD pagar a taxa e voltou revoltado sabem porque??

    R$ 350,00 por dia pra deixar um cdzinho rodando.

    Perceberam que eu coloquei POR DIA???

    Pois é, a mostra fica aberta por 30 dias. Então quer dizer que ele teria de desembolsar a bagatela de R$ 10.500,00 pro ECAD só pra deixar um cdzinho rodando, pelo qual ele já pagou os direitos autorais quando comprou o CD????????

    Que que é isso gente??? Ele não vai vender cópias piratas do CD lá dentro e tampouco CDs contrabandeados e muito menos montou um bar ou uma boate. É só uma suíte.

    Esse povo surtou? Alguém sabe me dizer se isso acontece em todos os escritórios do ECAD no país ou se a corrupção da política londrinense ja chegou lá dentro do escritório londrinense do ECAD também???

    Não existe uma taxa fixa para mostras que é algo bem diferente de um bar ou boate que ganham em cima da música?

    É isso… Tou mega azedo e irritado sim e tenho muitos motivos como podem perceber.

    Mas me aguardem.

    Eu confio em meu Deus e sei que Ele vai me honrar.

    Mas também sei que o preço que estes pagarão no final (ou durante) de suas vidas é bem amargo.

  • Quando você quer algo, faça acontecer!

    Já escrevi várias vezes que se você quer ser um LD tem de meter a mão nos fios pra levar choque, tem de queimar as mãos nas lâmpadas e assim por diante.

    Porém, se você quer der um designer de interiores/ambientes, arquiteto, engenheiro vale o mesmo princípio: meta o pé da obra. Vá sujar e riscar o seu lindo sapatinho espelhado ou sua roupinha de grife.

    Apesar de na faculdade ganharmos conhecimentos, não existe nada melhor que a prática de obra para tornar estes conhecimentos realidade em nossa vida profissional – que francamente não deve resumir-se a horas de CAD ou pesquisas pela web.

    Pois é, falo de embrenhar-se na obra e sair carregado de pó de cimento, cal e gesso.

    Falo de sair com a roupa manchada de tintas e vernizes.

    Falo de atolar o pé na lama e detonar com o sapatinho bonitinho.

    Falo de parar de ficar bancando pose dentro de um escritório e ir ver qual é a realidade de uma obra. E não me refiro aqui àquelas visitas “the flash” que a maioria dos profissionais fazem às obras.

    Falo de ir passar o dia – se necessário – dentro da obra.

    Falo de pegar os instrumentos e ferramentas que os parceiros utilizam e usá-los também.

    Eu hoje a tarde numa obra.

    Falo de pegar uma marreta – quantos de vocês sabem o peso real, no braço, delas? – e uma talhadeira e sair abrindo paredes para que o cronograma seja cumprido.

    Pode até nem ser por causa do cronograma e sim por uma questão de certeza da qualidade final. Nesse caso (foto) mandei tirarem 5mm do reboco e quando vi estavam tirando mais de 3cm. Mandei parar e eu mesmo fui fazer o serviço.

    Se não fosse feito como pedi, a instalação da escultura do Jadir não ficaria boa – por isso o recorte tem de ser preciso. (Depois posto a foto do pronto.)

    Tou com o braço direito doendo pacas e sei que ainda vai doer por mais uns 3 dias. Mas está bem feito. Estou feliz e satisfeito.

    Porém um ponto mais que importante disso é que você aprende a valorizar a árduo trabalho dos parceiros. Gente, duvido que metade de vocês já tenham feito o que eu fiz hoje a tarde aqui em Londrina ou qualquer coisa parecida. O que tenho visto de profissionais dando pitti com pedreiros, eletricistas, encanadores e pintores em obras por nada chega a assustar. Porém são os profissionais que só passam fazer uma visitinha, explicam mal e porcamente o projeto e depois vem dar uma de estrelinha poderosa e indignada.

    Vi dias atrás um arquiteto surtado por causa de uma textura que não ficou como ele queria. A cena era: ela a mais de 2 metros de distância da parede gritando com o pintor “faz assim… não seu asno, pro outro lado (…)”. Porém dava saltos acrobáticos pra desviar dos respingos da tinta do rolo pra nao sujar a roupitcha de griffe dele.

    Se sabe tão bem como é, porque não pegou o rolo e fez ao menos um pedaço pra mostrar ao pintor – que não tem bola de cristal – como deve ser feito para chegar ao efeito desejado? Porque não foi com uma roupa de obra prevendo que poderia se sujar? Eu quando especifico uma textura diferente pesquiso muito bem a técnica e vou na obra testar com o pintor antes da aplicação. Só libero a aplicação depois que percebo que ele já está dominando bem a técnica.

    Sinceramente?

    Profissional que faz esse tipo de grosseria com os parceiros pra mim é NADA!

    Ah tudo bem… já sei que tem gente aqui dizendo que eu meti o pau (ou dei pitti) nos pedreiros num post tempos atrás. Sim, mas releiam o post e perceberão que é uma situação muito específica. Certamente, se eu não tivesse essa vivência de obra, não teria percebido as cacas que eles estavam fazendo.

    Então gente – especialmente vocês que estão estudando ainda ou estão começando, já assumam essa postura de VIVER a obra e não apenas visitá-la. E os já atuantes no mercado procurem mudar isso em seu cotidiano também. Pois cobrar a administração de obra sei que TODOS vocês cobram né safadinhos???

    Os parceiros irão te respeitar muito mais e você ao perceber a dureza e dificuldade na execução dos trabalhos deles idem.

    Os clientes irão te respeitar ainda mais e falarão mais e melhor de você pois perceberão que você tem total domínio sobre o que está acontecendo.

  • Apresentando: Madeplast

    Meio Ambiente

    Quando o assunto é Meio Ambiente é preciso ficar atento, pois nem sempre é atribuída a devida importância a este tema. Uma questão importante é saber a diferença entre produtos recicláveis e reciclados.

    Produtos sustentáveis são aqueles cuja matéria prima utilizada em sua composição não foi extraída da natureza, e sim, reaproveitada a partir de resíduos. Esses resíduos reciclados são os que se transformam em produtos sustentáveis, pois contribuem para a limpeza do meio ambiente, evitam a exploração dos recursos naturais e ainda geram renda. No Brasil apenas 11% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados, portanto, são produtos sustentáveis apenas aqueles produzidos a partir dessa porcentagem.

    No âmbito da preservação do meio ambiente, a MADEPLAST impacta diretamente na redução do extrativismo florestal, na medida em que usa resíduos de madeira proveniente da indústria de transformação e também impacta indiretamente na redução do passivo ambiental pelo uso de plástico reciclável, impedindo sua deposição no meio ambiente.

    Mesmo na própria planta industrial da MADEPLAST, a preservação do meio ambiente é mantida. Na medida em que os resíduos de compósitos de seus processos podem ser recicláveis na própria indústria, não gerando qualquer resíduo prejudicial ao meio ambiente.

    Produto

    A MADEPLAST tem como foco principal oferecer ao mercado um produto inovador e ambientalmente sustentável, denominado “madeira plástica”. É um produto que apresenta características visuais e mecânicas idênticas às da madeira convencional, com os benefícios físico-químicos do plástico.

    O produto substitui a madeira convencional, com significativas melhorias, pois é possível serrar, cortar, pregar, parafusar e trabalhar utilizando as mesmas ferramentas e máquinas da madeira convencional, com ganhos funcionais, de acabamento e de sustentabilidade ambiental, representando um melhor custo benefício.

    É um produto ecologicamente correto, pois tem como matéria-prima principal os resíduos plásticos, sendo possível também a incorporação dos resíduos de fibras vegetais. É também reciclável, pois o descarte do produto pode ser reincorporado à linha de produção.

    Vantagens da Madeplast

    Madeira ecológica na Cor Teca ou Mogno;
    Produto sustentável, pois utiliza como matéria-prima resíduos de plásticos e madeira, evitando desmatamento das florestas tropicais;
    Aparência similar à da madeira com a resistência do plástico;
    É imune a pragas como cupins e fungos;
    Sem manutenção, pois não necessita aplicação de verniz, antifungo e selador;
    Pode ser cortada, parafusada, pregada e colada como a madeira convencional;
    Pode ser trabalhada com as mesmas ferramentas aplicadas na madeira natural;
    Não racha, não solta farpas e aplicada corretamente não empena;
    Resistente a abrasão e elevadas cargas entre os vãos de apoio.
    Facilidade de escoamento da água;
    Baixa absorção de água e umidade;
    100% reciclável e reciclada;
    resistente à corrosão natural;
    pode ser lavada com água e sabão;
    10 anos de garantia.

    Contatos:
    Rodovia Curitiba – Ponta Grossa BR 277 nº 3903 Mossunguê – Curitiba – PR
    http://www.madeplast.com.br/
    madeplast@madeplast.com.br
    Fone: (41) 3045-4050

  • Especialista em Lighting Design???

    Vejo com tristeza diariamente diversos profissionais não especialistas falando sobre LD sem ter a menor noção do que vem a ser isso na realidade. Na verdade, é um show de repetições de jargões e clichês que estão na mídia acessível a qualquer um, especialmente através do Google. Fazem isso apenas para garantir um naco do mercado tentando iludir e confundir os clientes.

    Já escrevi sobre isso aqui no blog algumas vezes mas nunca é demais voltar à este assunto dada a sua relevância e seriedade.

    “LD é uma iluminação mais cênica” – clichê mais que batido, não cola mais hoje em dia pois LD nunca foi apenas isso.

    Na verdade, o cênico em um projeto de LD fica apenas em suas bases.  Cênica é o conceito básico do projeto e não a aplicação ou resultado final (salvo em caso de iluminação cênica mesmo: teatro, dança, shows, etc). Tem gente que chega até a usar aquelas luminárias em formato reduzido dos refletores de palco para tentar iludir e reforçar essa falsa idéia do que vem a ser um verdadeiro projeto de LD. No entanto ISSO NÃO QUER DIZER NADA. É apenas mais uma luminária solta no espaço.

    “LD é buscar a eficiência energética” – também mas não só isso.

    A eficiência energética e o baixo impacto ambiental são apenas premissas de um projeto de LD de qualidade, devem fazer parte dele, devem ser pensados e considerados no momento do projetar, desde o início. Mas não são o todo de um projeto de LD.

    “LD é atender às necessidades do usuário” – no entanto o que vemos nas imagens logo após o destaque da frase é um show de sandices luminotécnicas. Vemos uma re-re-re-re-repetição de erros crassos e básicos cometidos ainda nos bancos das faculdades, pelos acadêmicos iniciantes que não sabem de nada sobre iluminação e/ou elétrica. Vemos também muitas repetições dos erros baseados nas tendências e na “moda” que as revistas, infelizmente, pregam.

    “Esta luminária do fulano é de design assinado e garantirá a qualidade e beleza no projeto de lighting design que estou fazendo” – MINTCHIIIIIRAAAAAAAAAAA!!!

    Gente, para um projeto de LD o que menos importa é a estética da luminária e sim o efeito que a luz proporcionará. Não é a toa que num projeto de LD verdadeiro você dificilmente percebe as luminárias. Elas só ficam visíveis quando não há outra opção mesmo. Um verdadeiro LD muito dificilmente especificará um pendente de cristais caríssimo sobre a mesa de jantar (carne-de-vaca) pois sabe que ele irá acabar com os efeitos do entorno pois é uma luminária que não tem controle de luz.

    Isso me lembrou também que o verdadeiro LD não está preocupado com quanto ele ganhará de RTs das lojas. Se ele tiver de escolher entre um pendente de cristais de 30.000 e um projetor de 300 ele certamente optará pelo projetor.

    O profissional de LD é aquele que busca a especialização, aprofunda-se diariamente, embrenha-se sem medo no universo da iluminação. É aquele que conhece antecipadamente o que há por vir sobre tecnologias em iluminação. É, especialmente, aquele que trabalha exclusivamente com projetos de iluminação e, quando não encontra uma luminária que atenda às necessidades do projeto, concebe, cria, desenha, projeta e produz uma – ou várias – específica. É também aquele profissional que não inventa respostas para dar a seus clientes.

    Buscar a especialização, tornar-se um especialista nesse sentido não quer dizer fazer uma pós-graduação apenas (isso qualquer um faz). Conheço muita gente que fez diversos cursos de iluminação – incluindo especializações – e seus projetos não mudaram absolutamente nada do que era feito antes. Tem gente que continua confundindo e desconhecendo as lâmpadas, não faz a menor idéia dos requisitos mínimos para a aplicação das ARs, continuam a errar em seus projetos ou a solicitar a especificação dos equipamentos para os vendedores de lojas simplesmente porque não dominam a matéria/produto que estão vendendo para seus clientes.

    Infelizmente tem muitos profissionais que fazem especialização, levam o curso com a barriga e depois recebem o papel que lhes dará o direito de ostentar o título de “Lighting Designer” ou “especialista em iluminação” por aí, enganando o mercado e seus clientes e soltando estas mesmas frases clichês quando surge uma oportunidade na mídia.

    O pior disso tudo? Alimentam e ampliam o rol dos desinformados e incompetentes que marcham atrapalhando o desenvolvimento sério da área através de seus projetos toscos e chupados – pode-se dizer também, chutados.

    Quer realmente ser um profissional de LD?

    Então viva da luz e na luz!!!

    Leve choques acompanhando o eletricista instalando os equipamentos, faça você mesmo a afinação da iluminação, atreva-se a instalar luminárias e, principalmente, tenha experiência em iluminação de teatros.

    Dias atrás dei uma entrevista para a Helenida Tauil aqui de Londrina e quando ela me perguntou a diferença entre iluminação e lighting design eu coloquei mais ou menos isso:

    Num projeto de iluminação – que é o que vemos em revistas – o profissional define o layout e depois joga a luz em cima com a intenção de “tapar buracos” ou esconder aquilo que não se quer mostrar através da ausência de luz. Num projeto de LD o especialista faz o caminho inverso: primeiro ele pensa na luz buscando atender às necessidades do cliente/usuário e depois complementa com o layout. Seja na arquitetura ou em interiores o ponto de partida é sempre a luz, seja ela natural ou artificial, ou ainda quando possível, as duas.

    Sim o LD não trabalha apenas com a luz artificial. A luz natural faz parte de seu trabalho também.

    Estou trabalhando atualmente em 5 projetos onde o ponto de partida (ou partido) é a luz – isso aprendi conversando com o Oz Perrenoud.

    Estranho? Difícil entender? Complicado demais conceber algo partindo da luz?

    Um destes projetos é um oratório e comecei pensando em tudo que a Cruz e a vida de Jesus representam. Eu sempre tive na cruz a imagem da Luz Divina, da luz irradiando dela banhando nossas vidas. Parti daí.

    “A cruz será com retro-iluminada então Paulo?”

    NÃO! Built-in nisso seria óbvio demais.

    “Ah, então terá um projetor no centro dela jogando luz pra frente ou pegando ela de frente?”

    NÃO! Isso seria brega e comum demais.

    “#ComoFaz então Paulo?”

    Aguardem pois assim que estiver finalizado tirarei fotos e colocarei aqui para vocês verem. Mas posso adiantar: comecei pelas sensações que eu quero que as pessoas tenham ao estar naquele ambiente. E a luz é uma sensação fundamental para a vida, incluindo a vida espiritual.

    Portanto, se você usa o título LD ou especialista em iluminação – ou qualquer outro – sem ter conhecimento tenha consciência de que quem está perdendo é você mesmo ao enganar seus clientes oferecendo um produto para o qual você não é capacitado e, principalmente, o respeito dos profissionais sérios da área e que são verdadeiros LDs.

    #FicaDica

    Parcerize-se com um verdadeiro especialista no assunto. Já no primeiro projeto em parceria você irá perceber o ganho em qualidade no seu projeto.

    ;-)

  • Casa Conceito Londrina 2011

    A Haus Innen, tradicional mostra de decoração, arquitetura e design aqui de Londrina agora é:

    Reformulada, a mostra promete grandes surpresas na comemoração de seus 15 anos de trajetória de sucesso aqui em Londrina.

    Eu particularmente adorei essa mudança pois mostras conceituais são muito mais criativas e forçam os profissionais participantes a ir além do normal, do padrão de revistas, do certinho e arrumadinho. O conceito os deixa livres para criar. Neste tipo de mostra cabe a exposição de produtos de forma não convencional, o layout mais livre sem contudo perder a pontos cruciais de um projeto como a qualidade, acessibilidade, sustentabilidade.

    Profissionais muito bem selecionados que estão criando ambientes exclusivos e especiais para brindar os visitantes. Muitas surpresas!!!

    De 27 de agosto a 25 de setembro.

    Av. Adhemar Pereira de Barros, 555 – Londrina – PR.

    Uma bela casa à beira do Lago Igapó I está sendo totalmente reformada para abrigar este que é, sem sombra de dúvida, a maior e melhor mostra de decoração, arquitetura e design do interior do Paraná.

    Além dos ambientes especialmente decorados, a Casa Conceito abrigará também diversos eventos.

    Confira a agenda:

    30 de Agosto – Exposição de Arte da artista Isabel Santacecília no ambiente Galeria Bahiarte da arq Marlene Ricci
    31 de Agosto – Happy Hour BPW no Restaurante da Mostra dos arq Gilmar Mazari e Marcos Maia
    31 de Agosto – Palestra J. Serrano na Tenda de Eventos
    09 de Setembro – Desfile Solidário no ambiente Jardim de Esculturas da paisagista Fabíola Giocondo
    12 de Setembro – Palestra “Como divulgar sua Empresa nas Redes Sociais“ com Leandro pascoal na tenda de Eventos
    13 de Setembro – Tarde O Boticário no ambiente Galeria Bahiarte da arq Marlene Ricci
    15 de Setembro – Exposição de Arte do artista Maragoni com a presença dele no ambiente Galeria Bahiarte da arq Marlene Ricci
    21 de Setembro – Workshop Maquiagem com Roberta Peixoto na Tenda de Eventos
    21 de Setembro – Desfile Coleção Primavera Verão loja Dallu no ambiente Piscina dos arq Alessandro Cavalcanti e Ricardo Mahkoul

    Comprando o ingresso você tem acesso aos eventos!

    A Jacque me falou que tem ainda vários outros eventos sendo agendados. Assim que ela for me repassando vou atualizando este post para que vocês não percam nada.

    Ingressos:

    R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia (estudantes com apresentação da carteirinha e pessoas acima de 60 anos)

    Acesso somente a maiores de 12 anos.

    Informações:

    http://www.casaconceitopr.com.br/

    Ou ainda:

    licht@hausinnen.com.br

    Andreia Scherer Hovgesen
    Coordenadora Técnica
    43 9117 2161
    andreiash@sercomtel.com.br

    Jacqueline Luz
    Coordenadora Geral e Executiva
    43 9911 6014
    jacqueline@hausinnen.com.br

  • LD: revistas online

    Pessoal, existem muitas revistas online sobre lighting design. Não só revistas, mas também catálogos de fabricantes onde aprendemos muito sobre iluminação, luminárias, projetos, etc.

    Já postei sobre algumas delas aqui no blog mas vale a pena relembrar e inserir novidades.

    No entanto ressalto que, apesar destas trazerem “dicas” lembrem-se sempre:

    Uma dica não o faz um LD e tampouco garante qualidade em seu projeto de iluminação.

    Nunca tente “copiar” o efeito visto em algum lugar sem ter o conhecimento técnico específico sobre o assunto – isso vale para qualquer coisa na vida ok?

    É para isso que existem os profissionais especializados e as parcerias profissionais.

    Sim, bato de novo na velha tecla:

    CADA MACACO NO SEU GALHO.

    CADA UM NO SEU QUADRADO.

    Só assim teremos um mercado ético, justo e respeitado.

    Bom, descobri agora como colocar este tipo de material aqui no blog. Só não sei ainda como eliminar o texto HTML que aparece junto. Mas dá para vocês folhear e divertir-se.

    Por hora vai ficando assim até que eu descubra como resolver esse probleminha ok?

    Tenho certeza que será de grande ajuda para todos vocês.

  • Apresentando: DECORPOL

    DECORPOL – molduras em EPS para construção civil.

    A empresa:

    A DECORPOL Ind. e Com. Ltda. nasceu pela demanda do mercado por elementos decorativos de alto padrão de qualidade, tais como molduras internas e molduras decorativas para fachadas.

    A DECORPOL a apresenta suas duas principais linhas de produtos: moldura em poliuretano para interiores e moldura em EPS para fachadas (exterior).

    Estabelecida na Cidade Industrial, em Curitiba, no estado do Paraná, a Decorpol conta com excelente infra-estrutura e equipamentos de ponta para fabricar elementos e proporcionar soluções sob medida para cada projeto de seus clientes.

    Há mais de 16 anos no mercado da construção civil, a empresa faz jus ao slogan “especialista em molduras” observando há anos os seguintes princípios: ter o melhor produto, fabricado pelos melhores colaboradores, aplicado pelos melhores parceiros.

    O Produto:


    Moldura em EPS para fachadas completa, com argamassa extrusada, tela estrutural, corte por pantógrafo computadorizado e topos destopados. Por serem extrusadas, as linhas e vincos de nossas molduras garantem melhor alinhamento e acabamento.

    Moldura em EPS para fachada somente no EPS cru, sem tela estrutural ou argamassa. Isto garante um melhor custo x benefício para construtoras que necessitam aplicar grandes quantidades de molduras em suas obras.

    Moldura em EPS para fachada: EPS + Tela estrutural. Por ser sem a argamassa extruzada, permite um melhor custo pelo benefício da aplicação de acabamentos projetados ou ainda do tipo grafiato diretamente sobre a moldura, sem a necessidade da argamassa, aconselhável para acabamentos lisos.

    Molduras em poliuretano para interiores e fachadas. Por ser em poliuretano, permite acabamento perfeito em interiores e podem ser aplicadas em fachadas.

    A principal vantagem deste produto é que por ser feito em EPS a sua aplicação não interfere na estrutura da edificação. Não se faz necessário fazer reforços para apoiar ou sustentar o produto pois o mesmo é leve.

    A aplicação é bastante simples, rápida e garante a tão almejada “obra limpa”.

    Outra grande vantagem é que você pode mandar o desenho da moldura que deseja e eles te entregam o produto exatamente como no desenho.

    Estou usando este produto numa obra aqui em Londrina e posso garantir que é material de primeiríssima qualidade.

    Vale a pena conhecer e principalmente aplicar os produtos da DECORPOL em sua obra.

    Contato:

    Rua Ilnah Pacheco Secundino de Oliveira, 384
    Curitiba – PR,
    CEP: 81460-032
    Fone/Fax: (41)3563-1050 / 3563-1055

    Fale com nossos setores comercial e técnico ou faça seu pedido pelo e-mail comercial@decorpol.com.br

    Ou fale diretamente com o Silvio, consultor de vendas: (41) 8864-5329.

    E-mail: vendas@decorpol.com.br

  • Revistas de decoração – fotos e imagens podem realmente ajudá-lo a definir suas preferências e estilo?

    Talvez você já tenha pensado sobre um determinado estilo para a reforma de algum dos ambientes de sua casa. Pode ser também que isso só ocorreu durante a visita à uma loja de móveis onde talvez você pôde obter algumas idéias ou ainda, folheando várias revistas de decoração*.

    Então você entra na loja e encontra várias revistas que apelam para as suas – da loja – preferências de decoração (especialmente aquilo que está disponível em seu catálogo). À medida que percorre rapidamente as páginas, você começa a tirar mais idéias das fotos de ambientes e mobiliários de vários estilos distintos.

    A obtenção de idéias para decoração em revistas é uma forma divertida de se obter o direcionamento que você precisa antes de consultar um Designer de Interiores/Ambientes, ou mesmo enfrentar uma reforma sozinho(a) – DIY – o que não recomendo a ninguém.

    Se você quer reformar a sua casa ou apartamento inteiros ou apenas alguns dos cômodos com certeza não há de ser numa revista que vai encontrar o seu estilo de decoração. Revistas falam muito sobre tendências – que já escrevi sobre aqui – que são passageiras, são moda e não refletem a sua personalidade. Depois de pronto você acabará com ambientes despersonalizados e que não representam o seu eu e tampouco atendem realmente às suas necessidades.

    Muitas pessoas sonham com a criação de um novo estilo para a sua casa, apartamento ou espaço de trabalho, mas elas se sentem desconfortáveis diante de tantas opções, e não sabem realmente qual estilo seguir ou como combinar as cores que preferem. Então passam anos visitando showrooms, lojas de móveis, e conversando com amigos sobre o que eles pretendem fazer um dia. Infelizmente, mesmo se elas têm um orçamento apertado ou até tomar as medidas efetivas, os planos para reformar um quarto ou outros ambientes dificilmente vai acontecer.

    Em vez de procrastinar ou ficar adiando a decisão de reformar o seu espaço de vida ou de trabalho, talvez você possa encontrar consolo e ajuda quando se identificar com um estilo de sala ou a cor que você viu em uma revista de decoração. Sim, para você cliente que está pensando em reformar ou simplesmente dar um ar novo ao seu espaço elas são muito úteis. Vá coletando estas imagens e guardando-as numa pasta, como idéias. Então, quando você estiver pronto financeiramente para começar a colocar em prática seus planos, ele vai acontecer mais rápido desde que você já tenha feito a pesquisa e saiba exatamente o que você quer, se conheça um pouco mais.

    Durante a conversa com o profissional de Design de Interiores contratado ficará mais fácil a conversa se você explicar os seus desejos através destas imagens coletadas. Mesmo que você goste de apenas um vaso na imagem de uma ampla sala, uma textura em outra imagem, uma cadeira ou mesa em outra. Através destes recortes de imagens o profissional já conseguirá traçar mais precisamente o seu perfil, o seu estilo e os seus sonhos.

    O benefício de comprar revistas de decoração e arquitetura é que elas são uma fonte barata de inspiração e devido à variedade de estilos,  qualquer um pode encontrar uma idéia ou duas que irão minimizar as lutas anteriores – e interiores – para a reforma.

    Mas não se esqueça, encarar uma reforma sozinho(a) – DIY – pode lhe trazer grandes frustrações e prejuízos financeiros e materiais.

    Divirta-se, solte-se e viaje na seleção do que você mais gosta nas imagens das revistas, mas deixe a composição final nas mãos de um profissional.

    Opte sempre pela contratação de um profissional devidamente habilitado em Design de Interiores. É a segurança de ter ambientes completamente projetados para atender às suas necessidades, ao seu gosto, estilo e bem estar.

    * Aqui no Brasil ainda não existe uma revista especializada em Design de Interiores/Ambientes, infelizmente.

  • Do It Yourself (DIY) – perguntas a se fazer antes de começar uma reforma sozinho(a)

    Para auxiliar os clientes a eliminar as frustrações na hora de se decidir a enfrentar um projeto de melhoria em casa sozinho(a) (Do It Yourself – DIY), ou contratar um profissional de design de interiores/ambientes, segue uma lista de perguntas para fazer a si mesmo(a) que vai ajudá-lo(a) a tomar a decisão correta.

    Seja para apenas melhorar a sua sala ou redesenhar a ambientação de vários cômodos de uma só vez, isso nos obriga a prever e planejar corretamente para alcançar os resultados desejados que temos em mente. Embora você possa ter talento criativo para usar as cores em sua casa e seus amigos e familiares lhe digam que seu bom gosto para decoração são excepcionais, como você sabe realmente se quer assumir os riscos do projeto por si mesmo (DIY) ou deve contratar um profissional?

    Aqui estão perguntas para ajudá-lo(a) no processo. Depois de terminar de anotar suas respostas, só você mesmo(a) pode tomar essa decisão.

    1. Ao olhar para o calendário, você tem grandes blocos de tempo disponível a cada semana para as tarefas que o projeto vai exigir?

    2. É fácil e natural que você coloque uma amostra da tinta que será usada na pintura ao lado de uma amostra de tecido e imagine o resultado, de como as cores e materiais ficarão depois de finalizados no ambiente que você quer modificar?

    3. Quando você pensa em reformar três cômodos de sua casa, fazer as tarefas necessárias para você o(a) faz se sentir cansado(a), considerando que você terá que fazer tudo sozinho(a) (DIY)?

    4. Você alguma vez já comprou tintas ou acessórios para um dos ambientes e depois já não tinha mais certeza sobre as cores e arranjos que você escolheu?

    5. Você achou inspiração para reambientar um ou mais cômodos de sua casa a partir de uma foto em uma revista da moda, mas agora você não tem certeza se você gosta do estilo, se retro, eco-friendly, minimalista, tradicional ou contemporâneo?

    6. Você tem dificuldade de definir-se com relação ao estilo que deseja para sua casa?

    7. Você é a única pessoa tomando as decisões sobre cor e decoração ou você vive com mais pessoas que discordam totalmente ou parcialmente com as mudanças que você está prestes a realizar?

    8. Seus planos incluem mais que fazer alterações com tintas, tecidos e escolha de acessórios?

    9. Para alcançar seus objetivos desejados para melhorar a sua casa, será necessário derrubar paredes ou realocar fontes de água,e componentes elétricos e cabeamentos telefônicos  e de TV?

    10. Você tem dinheiro disponível agora porque você estava pensando em comprar uma casa nova, mas recentemente decidiu ficar em sua casa atual em vez de se mudar para outra casa e começar tudo de novo?

    11. Você vive em uma parte histórica da cidade e você gostaria de ter o interior de sua casa que refletisse a área onde você vive, mas você não tem a menor idéia por onde começar?

    12. Você vive em uma parte histórica da cidade e você gostaria de ter o interior de sua casa totalmente diferente da área onde você reside, mas você não tem a menor idéia de como trabalhar questões sobre patrimônio histórico, restauração e outros assuntos e Leis relativos à  isso tudo?

    13. Você conhece equipes de profissionais realmente qualificados para fazer os serviços (pintura, instalações, marcenaria, gesso, etc)?

    14. Você vai alterar os móveis de um ou mais ambientes e já conversou com uma loja de planejados que prometeu o projeto “de graça”?*

    Como podem observar, alterar os ambientes pressupõem vários elementos que devem ser considerados. Ainda caberiam diversas outras perguntas nesta lista mas só por estas já dá para perceber que uma simples alteração pode não ser tão simples assim.

    Não basta apenas bom gosto e vontade. É necessário conhecimento técnico e uma equipe coerente e competente para a execução dos serviços agregados a um projeto de reforma ou remodelação de ambientes.

    Portanto, pense seriamente sobre isso tudo antes de começar uma reforma por conta própria. Você pode acabar com prejuízos financeiros e com um resultado que não te agrade plenamente.

    Fonte do texto base: http://EzineArticles.com/2704153

    * Sabia que estes projetos são feitos por vendedores que na maioria das vezes não são profissionais qualificados e que a personalização depende do que está disponível no catálogo e na linha de produção da marca? E também que o custo pelo desenvolvimento do “projeto” sempre está embutido no valor do produto e não sai de graça?

  • Sorteio: Lume Arquitetura

    Aê pessoal, mais um sorteio de uma assinatura da revista Lume Arquitetura pra vocês.

    Sem sombra de dúvida, a melhor fonte de informação sobre Lighting Design aqui do Brasil.

    Para concorrer basta seguir os seguintes passos:

    1- Siga no twitter: @lumearquitetura e @ldpaulooliveira

    2- Dê RT na mensagem de divulgação da promoção no Twitter.

    3 – Copie e cole a seguinte frase nos comentários abaixo:

    “EU QUERO GANHAR A ASSINATURA DA LUME ARQUITETURA!”

    O sorteio será dia 25/07/2011 às 20hs.

    Será realizado através do site http://www.random.org/

    Bora participar???

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    RESULTADO DO SORTEIO.

    Quem levou a assinatura desta vez foi

    PARABÉNS 

    Thalita Roxanna

    Favor enviar um e-mail para a Katia (katia@lumearquitetura.com.br) para verificar os procedimentos para formalizar a assinatura ok?

    Agradeço a participação de vocês.

    Em breve terei mais sorteios de brindes por aqui ;-)