
(Congresso Internacional de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces Humano-Tecnologia: Produto, Informações, Ambiente Construído e Transporte)
Quando: 14 a 17 de setembro
Onde: Fiep / Cietep – Curitiba
Inscrições através do site.
Sob a coordenação da Jamile Tormann, o IPOG abriu as inscrições para uma turma de especialização em Iluminação e Design de Interiores aqui em Londrina – até que enfim!!!

O início das aulas está marcado para os dias 6, 7 e 8 de novembro.
Este curso está sendo considerado o melhor na área aqui no Brasil. Também pudera, a lista de professores é de primeira grandeza:
Adriano Genistretti – Engenheiro eletrotécnico formado pela Escola de Engenharia Mauá. Gerente de Projetos de Iluminação Philips do Brasil Ltda. – Divisão Luminárias, com experiência de mais de 26 anos no ramo de Projetos (iluminação Pública, Esportiva, Comercial/Predial, Decorativa, Industrial, etc.), cursos de especialização na Holanda. Tem seus projetos aplicados em trabalhos como o Estádio do Morumbi, Vila Belmiro, Centro Empresarial Nações Unidas, Mosteiro de São Bento, Cais do Porto de Recife entre outros.
Claudia Amorim – Arquiteta. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UNB. Doutora pela Università Degli Studi di Roma “La Sapienza”. É docente da UnB, pesquisadora e consultora adHoc do CNPq.
Claudia Torres – Arquiteta. Mestre em Iluminação Arquitetônica PELA FAU/USP, Doutoranda pela UFPB, é sócia do escritório VIA ARQUITETURA Iluminação e design Ltda.
Farlley Derze – Mestre em Educação pela UNB. Especialista em História da Arte pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (FADM) – DF; docente de graduação e pós-graduação na FADM. Pesquisador e Coordenador do Núcleo de História da Associação Brasileira de Iluminação (ABIL).
Gláucia Yoshida – Socióloga – UFG, Mestre em Educação – UFG, Especialista em Formação Sócio-econômica do Brasil – ASOEC, Especialista em Docência Universitária: Formação e Vivência – UNIVERSO, Especialista em Psicanálise e Inteligência Multifocal – Faculdade Michelangelo.
Glaucus Cianciardi – Mestre em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie; Especialista em História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado – FECAP. Atualmente ministra aulas nos cursos de Design de Interiores, Design Gráfico e Design de Produtos no Centro Universitário Belas Artes. Professor de programas de aperfeiçoamento da Câmara de Arquitetos, IAB – SP, com Formação Continuada e AEA – Academia de Engenharia e Arquitetura; atuando em todo o território nacional. Desenvolve projetos nas áreas residencial e comercial.
Guinter Parschalk – Arquiteto e designer, especialista em iluminação e percepção visual com atuação internacional. Especialista em desenho industrial na Hochschule für künstlerische und industrielle Gestaltung Linz – Áustria.
Isac Roizenblatt – Engenheiro elétrico formado pela Escola de Engenharia Mauá, São Paulo – Brasil – CREA 23171 (1968). Mestre em Energia pela Universidade de São Paulo. Especialista em Iluminação pela Universidade Tecnológica de Eindhoven – Holanda. Programa Interunidades do Instituto de Eletrotécnica e Energia, Escola Politécnica, Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis e Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Consultor da Pró Light and Energy Consultants.
Jamile Tormann – Lighting – Designer, Fez Arquitetura e Urbanismo pela USU – RJ, Licenciatura Plena em Artes – Habilitação em Artes Visuais pela FADM-DF, é Pós-Graduada em Iluminação e Designer de Interiores pela UCB-RJ. Autora do livro Caderno de Iluminação: arte e ciência. Editora Música e Tecnologia – RJ, 2006. É Sócia fundadora da ABrIC e ABIL, e Membro da CIE-BR comissão 3 (Comission Internationale de L’Éclairage). Escreve artigos como colaboradora para a Revista Lume Arquitetura – SP e Tecnoprofile Magazine – Argentina.
Juliana Ramacciotti – Arquiteta e Urbanista pela FAAP-SP. Mestranda pela Mackenzie – SP. Atuou por 4 anos na Philips Lighting em projetos luminotécnicos e por 7 anos como Country Manager da Lutron do Brasil.
Leonardo Moraes – Sociólogo pela UFG – Mestre em História pela UnB, Especialista em História Nacional de Goiás pela UFG. Especialista em Docência Universitária pela UNIVERSO.
Lori Crízel – Arquiteto. Mestre em Conforto Ambiental pela UFRJ – ênfase em Luminotécnica. Docente da UFRJ e UFPR.
Luiz Emiliano Lavendaño – Arquiteto e Designer pela Universidad Católica de Valparaíso – Chile. Mestre em Design pela FAU/USP, docente e coord. do curso de graduação em Desenho Industrial da FAITER – SP.
Marcos Simão – Arquiteto. Especialista em Tecnologia e Projeto de Iluminação pela UNESA.
Nelson Ruscher – Eng. Eletricista e Mestre em Eficiência Energética e Eletrônica de Potência pela UNB. Consultor técnico da Philips Iluminação, Vice-Presidente da ABIL – Associação Brasileira de Iluminação.
Nelson Solano – Arquiteto. Mestre. Doutorando em Arquitetura pela USP. Autor do Livro Iluminação e Arquitetura. Editora Geros – SP, 2001.
Plinio Godoy – Engenheiro, coordenador da Divisão 3 do Comitê Brasileiro de Iluminação – CIE-Br, representante brasileiro no Comitê Internacional de Iluminação – CIE, palestrante no curso de Iluminação de Exteriores da Universidade de Versailles (Fr), autor de projetos reconhecidos, como a Ponte Estaiada, em São Paulo (SP).
Silvia Bigoni – Arquiteta. Especialista em Marketing pela FGV. Mestranda pela USP. Consultora desde 2001 do segmento de iluminação. Ministra o curso de Pós-Graduação de Design de Interiores na FAESA/ES e presta consultoria para o Prêmio ABILUX de Projetos de Iluminação. Atuou na OSRAM do Brasil por 11 anos e ministrou o curso de Projetos de Iluminação na FUPAM/FAU-USP. Desenvolve ao longo dos anos projetos de iluminação residencial e comercial tais como Livraria Cultura; Artefacto; Esfera.
Thais Borges Lima – Arquiteta. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA. Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pela UNB.
Wilson Salloutti – Formado nas Faculdades Integradas Alcântara Machado, é sócio-fundador e atual diretor de Marketing da FASA Fibra Ótica, empresa pioneira na iluminação em fibra ótica para fins arquiteturais, decorativos e de comunicação visual no país. Sua luminária ‘Floating’ recebeu o Prêmio Via Design 2005.
Convidado: Peter Gasper – Arquiteto e Cenógrafo. L.D. responsável pela maioria das luzes dos monumentos de Brasília. Trabalhou na Rede Globo, onde fez o cenário e iluminação das novelas. Iluminou a Hidrelétrica de Itaipu, o show de Frank Sinatra no Maracanã, a Missa do Papa e o Rock’n’Rio. Fez o projeto de iluminação da casa da Xuxa e BIG BROTHER BRASIL.
As disciplinas são todas voltadas ao Lighting Design:
•HISTÓRIA DA ILUMINAÇÃO
•GRANDEZAS E CALCULOS LUMINOTÉCNICOS
•FONTES DE LUZ ARTIFICIAL
•PERCEPÇÃO VISUAL
•SISTEMAS DE ILUMINAÇAO COM FIBRA ÓTICA
•CONFORTO AMBIENTAL
•DESIGN DE INTERIORES RESIDENCIAL
•DESIGN DE INTERIORES COMERCIAL
•DESIGN DE LUMINARIAS
•METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
•PROJETO DE ILUMINAÇÃO AUXILIADO POR COMPUTADOR
•ILUMINAÇÃO DE INTERIORES RESIDENCIAL
•ILUMINAÇÃO DE INTERIORES COMERCIAL
•ILUMINAÇÃO DE EXTERIORES
•ILUMINAÇÃO ESPORTIVA
•ILUMINAÇÃO CÊNICA
•ILUMINAÇÃO DE MUSEUS, GALERIAS E SALAS DE EXPOSIÇÃO
•A LUZ SOB CONTROLE
•GERENCIAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE PROJETOS
•CONCEPÇÕES E CRITICA DA ILUMINAÇÃO
A duração do curso é de 20 meses com aulas uma vez por mês (Sexta das 18h às 23h, Sábado 8h às 19h, Domingo 8h às 13h) e o investimento é:
•Matrícula = R$200,00
•Parcelas = 21
•Mensalidade = R$ 480,00
Para maiores informações e inscrições:
IPOG – Instituto de Pós-Graduação
Av. Cândido de Abreu, 776, 6* andar, Ed. World Business
Centro Cívico Curitiba – PR
Fones: (41) 3203-2899 / Fax 3203-2884 / 9900-9657
curitiba@ipoggo.com.br
www.ipoggo.com.br
O designer Belga Vincent Gerkens faturou o prêmio de melhor produto verde do concurso internacional Greengagets com esta persiana.
A idéia é simples: uma persiana com o modelo tradicional mas que tem em suas lâminas o principal diferencial: ao invés de plastico, metal, madeira ou outro elemento, ele a produziu utilizando materiais alternativos e bastante específicos para que pudesse aproveitar ao máximo esse produto.
A idéia das persianas é formar uma barreira para o sol principalmente. Então porque não aproveitar toda essa exposição e transforma-a em energia e luz? Essa foi a idéia da concepção da Blight.

Na base de fixação estao instalados os componentes normais de uma persiana e os específicos para o produto: baterias de armazenamento e conversor de voltagem. Já as lâminas tradicionais foram substituídas por outras feitos com um elemento eletroluminescente (branco) abastecido energeticamente pela bateria e por micro células fotovoltáicas, que são as responsáveis pela captação solar (azul).

O resultado disso? Simples: durante o dia você tem uma persiana normal e com uma estética impecável. Durante a noite, uma luminária também esteticamente interessante e que não consome absolutamente nenhuma energia elétrica.

É só esperar chegar ao Brasil agora!
Quem dera aqui no Brasil as coisas realmente funcionassem.
A cidade de Kaohsiung – Taiwan, acaba de inaugurar o seu mais novo estádio olímpico que foi especialmente projetado e desenvolvido para os Word Games que acontecem lá agora em julho.

Com capacidade para 55.000 espectadores e um custo de 150 milhões de dólares, o estádio é uma verdadeira máquina auto-sustentável. A cobertura é composta por 8.844 painéis solares que geram 1.14 gigawatt/hora – mais que suficiente para manter todo o sistema de iluinação e segurança funcionando tranquilamente sem a necessidade de uso da energia elétrica.
Enquanto lá fora eles brindam os visitantes com mega estruturas, aqui, em terras tupiniquins, nos envergonhamos com “recauchutagens” toscas e megafaturadas. Lamentável.
Como se já não bastasse o mico – sem falar do rombo financeiro desviado – em ter uma Copa do Mundo de Futebol (ECA!) ainda tentam trazer para cá os Jogos Olímpicos. AH AH AH!
Quem teve a oportunidade de ver os “maravilhosos projetos” – segundo nosso presimente apedeuta¹³ (sic) sabe bem do que estou falando. E, impressionantemente, mais uma vez, tudo é feito na base de conchavos e acertos de bastidores.
Não há concursos para seleção de projetos – e sim apadrinhamentos.
Os orçamentos são absurdamente elevados – incondizentes com a realidade e mais impressionante ainda: sempre falta verba e temos de ver os intermináveis aditivos de contrato rolando solto…
As obras são geralmente de péssima qualidade ou, no máximo, de qualidade duvidosa.

As empreiteiras são sempre as mesmas – e todos fazem de conta que não percebem…
Enfim, os interesses escusos rolando nas barbas da população que assiste atônita à essa barbárie.
Não sou a favor da Copa aqui.
Não sou a favor das Olimpíadas aqui.
Nosso país, infelizmente, carece de muitas outras coisas bem mais importantes como saneamento básico, moradia, saúde, educação e, principalmente, EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA POLÍTICA.

Obras faraônicas “pra inglês ver”?
Não gente, eles não precisam disso pois já tem muita coisa legal no país para ver e conhecer como o carnaval, o folclore brasileiro, sem contar as belezas naturais que, diga-se de passagem, são das mais belas nesse planeta. Tem também a História do Brasil que é riquíssima e produziu obras fantásticas e que, infelizmente, vemos dia a dia serem destruídas, apagando a nossa identidade.
Se eu tivesse tempo faria posts aqui no blog sobre a cultura brasileira, seu folclore e história. Ao menos meus leitores conseguiriam prender algo de útil e realmente importante sobre quem somos e porque somos brasileiros.
Não sei como anda a educação de base, mas pelo visto, o folclore deve ter sido reduzido a nada.
Promover dois eventos desse porte seguidos num país onde os parlamentares confundem design com artesanato é no mínimo ridículo para não dizer absurdo.
Fazer algo nesse sentido onde os maiores escândalos sempre acabam em pizza é carimbar na testa de todos nós cidadãos palavras como TROUXA, PALHAÇO, IMBECIL, ZÉ MANÉ. E depois eles ainda aparecem na TV falando que “estão pouco se lixando para a opinião pública” (sic).
Não gosto muito de expor esse meu lado político pois sou bastante ácido com relação ao que vem sendo feito em nosso país e muitas pessoas não gostam, porém, tem coisas que não consigo calar-me pelo simples fato de já ter vivido varios anos dentro da política e percebido que não temos políticos e sim POLITIQUEIROS…
Fico imaginando a festa de abertura da Copa… um show de bundas carnavalescas embaladas por funk e sertambregas. Que “must”!
Melhor ainda será a participação popular, a platéia que certamente irão ser altamente respeitosa tanto na hora da compra dos ingressos – quando descobrirem que os mesmo já esgotaram – quanto no momento das partidas… aff
Lamentavelmente, nosso país não dispõe de uma administração pública eficiente para a realização de algo desse porte. Nem no antes e, muito menos no durante.
Coloco novamente: nosso país necessita de outras ações bem mais sérias que essa maquiagem maquiavélica na tentativa de mostrar ao mundo que somos um país justo e digno de primeiro mundo.
Eu não apóio a Copa…
Eu não apóio as Olimpíadas…
Quem sabe daqui ha uns 300 anos estejamos prontos para algo assim…
Eu apóio o meu país e o meu povo.
Baseado no texto “Proposta de projeto : a difícil negociação entre o arquiteto e o cliente” dos arquitetos Luís Otávio Forster e Iberê M. Campos, escrevo este texto mais voltado ao Design de Interiores/Ambientes. Como trata-se de um assunto sério e que acabou ficando um pouco longo, vou dividi-lo em três partes:
Primeira parte: apresentação geral da importância de uma proposta bem elaborada
Segunda parte: itens de uma proposta
Terceira parte: um pouco mais a fundo sobre a responsabilidade técnica.
Boa leitura.

“A negociação entre o arquiteto e seu possível cliente pode ser confusa quando ambos não têm a perfeita noção do que estão fazendo. Propostas desprovidas de conteúdo e clientes que não sabem a importância do projeto são o ponto de partida para obras mal feitas e que provavelmente não atenderão às necessidades de seu proprietário.”
Isso é mais comum do que pensamos. Propostas totalmente irreais, fora de foco, de difícil compreensão. O fato é que faltam conteúdos e dados dentro da proposta para a clara compreensão por parte do cliente do que ele está prestes a adquirir. Como os clientes são, em sua maioria, leigos no assunto, torna-se muito complicada a leitura e compreensão do que aquelas linhas expressam. Com isso acabam focando sua atenção em apenas um único item: o preço.
Com isso fica de fora todo o conteúdo da proposta e ele acaba comprando uma coisa que não sabe exatamente o que é. Devemos nos lembrar que nossos “produtos” não são coisas palpáveis enquanto não estiverem concretizadas. Não passam de sonhos, desejos, vontades e, posteriormente, depois de já assinada a proposta, desenhos muitas vezes incompreensíveis.
Isso é bastante preocupante pois trata-se de um produto que será usado diariamente pelo cliente e seus familiares. E esse fator especialmente, é o calcanhar de aquiles de vários profissionais. Lançam propostas desprovidas de conteúdos, projetam, executam e depois acabam com clientes insatisfeitos. E essa insatisfação pode reverter basicamente de duas formas contra o profissional:
1 – um cliente insatisfeito fala mal para 10 pessoas…
2 – a certa “readequação” do projeto que pode levar meses… Pois não foi exatamente aquilo que o cliente pediu… também, você não perguntou e tampouco especificou corretamente na proposta.
É complicado para o cliente leigo compreender uma planta de layout. Muitos não tem a percepção espacial e de volumetria. De nada adiantará depois você encher de imagens de móveis apontando na planta baixa onde cada um ficará. Eles não conseguirão visualizar isso. Alguns, mesmo com imagens em 3D não conseguem. Por isso faz-se importantíssima a fase do brieffing do cliente. Você deve sugar a alma dele nesse momento. E, este brieffing, não deve ser feito em apenas uma etapa ou conversa/entrevista. Ele deve sim ser refeito e atualizado constantemente, a cada novo contato com o cliente.
Porém, o mais complicado em relação à proposta para o cliente é entender o que querem dizer os incontáveis itens constantes da proposta: layout, hidráulica, elétrica, alvenaria, revestimentos, direitos autorais entre vários outros e, mais recentemente, automação residencial. Essas são linguagens que eles não entendem. Daí acontecerem muitos erros, especialmente orçamentários.
“Não há como separar o preço do conteúdo de um trabalho. Embora seja óbvio, ninguém se dá conta de que serviço bem feito custa mais caro, e acabam por fazer uma comparação simples de preços sem entrar no mérito do escopo. O contratante do serviço de projeto faz cotação de preços como se estivesse ao telefone adquirindo uma geladeira, algo como ligar para uma loja de eletrodomésticos e perguntar algo como:
— “Por favor, por quanto vocês me fazem aí o projeto de uma casa de 200 m²? Quanto???? Ah, não, a outra loja me fez bem mais barato…””
Esse é um ponto muito complicado: PREÇO.
Aqui entra em cena o seu conhecimento técnico para conseguir explicar ao cliente o que vem a ser comprar um projeto de interiores/ambientes. O preço é um dos itens da proposta e este está intrinsecamente relacionado ao escopo da proposta. Não são coisas separadas. Como eles bem explicam no texto citado:
“Escopo é o objetivo do trabalho, seu conteúdo, seu propósito.
Preço é o valor a ser pago para realização e recebimento desse conteúdo.”
A sua proposta deve ser completa e clara o suficiente para permitir – até mesmo ao cliente mais leigo – que consiga realizar outras comparações quando em contato com outros profissionais. A proposta não deve conter coisas dúbias e que dêem margem à especulações e/ou dúvidas. Se ele entender de uma forma diferente uma cláusula (ou item) e vier te cobrar sobre isso, prepare-se pois ou você faz do jeito que ele quer/entendeu ou terá de enfrentar um advogado, juiz… E ele estará no direito dele.
Outra coisa: ele não pode “pechinchar” atrás de menor preço pelo m². Se o fizer, certamente cairá nas mãos de profissionais cujos projetos tem qualidade duvidosa.
Quem cobra por m² um projeto, não conhece a fundo realmente o que está fazendo. Por mais que isso seja uma “regra de mercado”, só contribui para a prostituição profissional e o acobertamento de péssimos profisionais que continuam no mercado pois competem de igual para igual com os outros.
Quem compra por m² não faz a menor idéia do que pode estar adquirindo.
Só orça por m² aqueles profissionais que não levam em consideração a complexidade que é projetar.
Só pede um “deseinho” aqueles clientes que não tem a menor noção do que é projetar ou então aqueles clientes aproveitadores e que sabem exatamente o valor e a complexidade do projetar.
No primeiro caso – leigo – vai necessitar de toda a tua atenção. Contudo, jamais tente faze-lo engolir um “projetinho de gaveta” aproveitando-se da ignorância dele. Seja honesto e transparente, atento às dúvidas, tenha paciência para explicar-lhe 10 vezes a mesma coisa enfim, oriente-o corretamente inclusive com relação à formação do preço da proposta. Explique o porque do valor, esmiúce em detalhes o que gerou aquele valor para que ele entenda que comprar um projeto da mesma maneira que se compra uma geladeira não é a melhor solução.
“Sabendo-se da inexperiência das pessoas, a proposta pode e deve ser orientativa, aproveitando para deixar claro para o contratante que não adianta conseguir um “projetinho” e colocá-lo na mão de um pedreiro que não saberá interpretá-lo e complementá-lo com tudo o que uma obra atual e útil precisa.”
Aqui entra também a sua equipe de confiança. Pedreiro, pintor, eletricista, encanador e outros necessários ao correto cumprimento do que está especificado em seu projeto. Isso deve ser repassado ao cliente também. Da mesma forma que ele não deve negociar o projeto por m², não deverá contratar estes profissionais pelo menor preço. Isso acarretará sérios problemas orçamentários e técnicos durante a execução do projeto. Os profissionais envolvidos devem ter a correta leitura e compreensão dos desenhos técnicos. Quanto mais baixo o valor cobrado, mais duvidosa é a qualidade final. E, com isso, mais pesada será a tua responsabilidade sobre as “cacas” alheias. Portanto, lembre-se também de defender com unhas e dentes a contratação de uma equipe capacitada tecnicamente.
Isso entra na questão da responsabilidade técnica do projeto. Você é o responsável técnico pelo teu projeto e isso inclui a qualidade dos serviços prestados. Portanto, essa questão da indicação dos profissionais deve levar em consideração principalmente a qualidade dos serviços prestados pelos mesmos. Nesse ponto, para garantir-se, entregue ao cliente uma lista com os profissionais que você costuma trabalhar e tem confiança no trabalho por eles desenvolvidos. E também deixe bem claro que a sua responsabilidade vai até onde começa a do outro. Ele deve assinar o recebimento de uma cópia dessa lista (“de acordo”). Em seu contrato/proposta, deixe bem claro a entrega/recebimento dessa lista e o que ela quer dizer. Caso ele opte por um profissional fora dessa sua lista e que você desconheça o trabalho do mesmo, você estará garantido quanto à má qualidade dos serviços prestados.
No entanto, você ainda assim continuará sendo o responsável técnico do projeto geral. Então a sua presença constante na obra para acompanhamento da execução se faz mais que imprescindível, nem que saia brigas entre você e o outro profissional. Você deverá ficar em cima e bater pesado quanto à correta execução do que está detalhado nos projetos e exigir a correta realização dos mesmos. Desde um arame fino e enferrujado para fixar o gesso até a fixação porca dos revestimentos e pintura, tudo deve ser dentro dos teus padrões de qualidade e não da duvidosa do outro profissional.
Esses problemas podem ocorrer porque muitos dos profissionais envolvidos simplesmente desconhecem quem somos nós, o que fazemos, etc. Para eles, não passamos de decoradores. Portanto você deverá deixar muito claro que domina/entende a área e questão e sabe como as coisas devem ser feitas, que é apto e capacitado para tal.
Um aparte aqui: vida de obra é imprescindível exatamente por causa disso. Se você é um profissional de escritório/loja jamais vai entender a complexidade real de um projeto.
É comum vermos profissionais que tem medo de deixar claro aos seus clientes a complexidade que envolve um projeto. Em suas cabeças ocorre que o cliente pode entender isso apenas como um fator que eleva o preço final – o que pode até ocorrer de fato – e que fatalmente poderá ocorrer a perda desse cliente. No entanto, como já venho colocando desde o início deste texto, a sua capacidade de argüição estará à prova e será através dela que você conseguirá contornar esses pormenores.
Jamais caia no erro de “fazer uma plantinha” para quem quer que seja. Essa notícia é que nem erva daninha e se espalha rapidinho e aí você terá de conviver com comentários do tipo: “Ah, mas para fulana você fez baratinho aquele projeto” e por aí vai.
“A desculpa é algo como “Ora, se eu não fizer, alguém vai fazê-lo… então é melhor eu mesmo fazer e ganhar uns troquinhos por aqui mesmo.””
Errado. Absurdamente errado esse tipo de pensamento. Errado enquanto profissional e errado enquanto mercado. Como já coloquei antes da citação, você terá de arcar com o estigma de ser o profissional que cobra baratinho e faz “projetinhos da hora” e simplesinhos. Por outro lado, você estará contribuindo com a prostituição profissional. Prostituição essa que hora ou outra pode voltar-se contra você mesmo seja pela concorrência de outros prostitutos, seja por clientes/fornecedores conhecedores de sua “alma prostituta” enquanto profissional.
Cada um é cada um e sabe onde o sapato lhe aperta. No entanto, essa atitude desesperada e até mesmo desastrosa contribui e muito para o desrespeito à nossa classe profissional. Daí a desvalorização e desrespeito enquanto profissionais pelas empresas, por profissionais de áreas correlatas, da mídia e dos próprios clientes.
Nosso trabalho não é apenas lançar alguns meros rabiscos soltos sobre uma folha de papel e sim um complexo jogo de saberes, conhecimentos, competências e habilidades que farão com que o suado investimento do cliente não seja em vão. Que ele compre gato por lebre, como dizem.
Para que as edificações tornem-se cada dia mais perfeitas, confortáveis, seguras e funcionais, deve-se ter profissionais realmente capacitados e habilitados para tal. Assim como engenheiros e arquitetos cuidam da parte estrutural e arquitetônica, devemos fazer coerente e corretamente a nossa parte. Devemos sim estar no lugar certo, com as armas certas. Portanto, a comunicação profissional x cliente deve ser o mais transparente e ética possível. E os documentos assinados, idem. Devem transparecer todo esse cuidado e respeito de um pelo outro.
Não é de hoje que venho falando sobre reciclagem. Não só eu mas sim muitos e muitos sites e blogs.
Hoje volto ao tema para mostrar uma idéia simples – e tentadora – para quem curte o estilo.
Lembram-se daqueles antigos letreiros com backlight em néon? É… Me refiro exatamente àqueles que agora encontram-se empilhados nos ferro-velhos. Pois é…
Que tal transformá-los em luminárias?
Podem vir a ser apenas peças decorativas ou, melhor ainda, fazer parte do projeto de lighting:






Com os conhecimentos técnicos que você adquiriu em seu curso aliado à tecnologia e materiais disponíveis, não é nada difícil chegar a esse tipo de coisa. Basta pensar.
Fonte: YankoDesign
Lá vem o marreteiro novamente…
Um fato que tem me assustado bastante nesses últimos meses diz respeito à uma constatação que estou tendo na medida em que estou aprofundando o meu trabalho junto com uma de minhas sócias. Ela “só tem” mais de 25 anos de chão de fábrica e conhece como poucos o que isso quer dizer.
Através dos inúmeros contatos que estamos tendo com profissionais (arquitetura, design e engenharia principalmente) e empresários e lojistas chegamos a uma triste constatação: OS PROFISSIONAIS – A GRANDE MAIORIA – DESCONHECEM COMPLETAMENTE O QUE É, PARA QUE SERVE E COMO FUNCIONA UMA LINHA DE PRODUÇÃO.

O que temos percebido é que, no caso moveleiro, a idéia geral de uma linha de produção é igualada à produção de uma marcenaria de pequeno porte.
Isso fica claro já desde os primeiros contatos em conversas informais. E depois a coisa se torna mais e mais assustadora na medida em que começamos e ver “projetos” de mobiliário desenvolvidos por profissionais.Aqui, especialmente, percebe-se claramente a absoluta falta de noção dos profissionais seja em questões de concepção, seja na parte mais técnica mesmo no que diz respeito a matéria prima.
Os projetos – se é que se pode denomina-los assim – não passam de rabiscos e esboços. Não há indicação de corte, ferragens, montagem, encaixes… nada. Mais ou menos como aqueles desenhos que nossas professoras de educação artística nos pediam para fazer: uma cadeira. Perninha aqui, perninha ali, assento, encosto e voilá!!! Ah, e uma corzinha também.
Até mesmo os materiais – quando são indicados – na maioria das vezes são incorretos ou inaplicáveis ao caso por questões diversas como por exemplo, estruturais.
Não é entregue ao marceneiro nem ao menos uma planificação de chapas para corte e depois reclamam que os valores cobrados é absurdo. Claro que é. Se o marceneiro terá de fazer todo o projeto – incluindo aqui escolha de materiais, estudos estruturais e de montagem, planificação de corte, entre muitas outras coisas que vão além do trabalho dele que deveria ser construir o produto – é óbvio que o valor irá ser alto. Como se curva uma placa? Qual o processo? Precisa de máquina? Pra que eu preciso saber disso?
Querem ver onde isso fica cristalino? Projetos montados dentro de lojas.
Pessoas, qualquer um junta um punhado de coisas legais numa loja e consegue fazer sozinho uma decoração legal e vistosa. Isso é pura e simplesmente DECORAÇÃO. Não tem absolutamente nada a ver com DESIGN, com a área que escolhemos para trabalhar.
O que será que esse pessoal está ensinando nos cursos por aí? Aqui incluo também os de arquitetura porém com a ressalva que eles não são formados para isso, portanto, a decoração lhes serve perfeitamente.
Mas, formar-se em Design e vender decoração é forçar demais para qualquer pessoa com um mínimo de consciência. Formar-se em Arquitetura e vender decoração é um tremendo absurdo.
Onde raios foi parar o que vocês aprenderam nos cursos? Ou será que só iam fazer turismo nas faculdades e universidades?
Vocês não estudaram ergonomia, planejamento espacial, materiais, acabamentos, ferragens, desenho de mobiliário entre tantas outras coisas exatamente para não incorrer nessa falha vergonhosa?
Vocês não pesquisaram absolutamente nada sobre linha de produção, indústria moveleira, fluxo, etc? Não tiveram nem ao menos curiosidade em querer conhecer um pouco sobre isso?
Será que as únicas visitas que vocês fizeram até hoje foram a feiras e lojas? No máximo na marcenaria?
Estou começando a acreditar que a resposta para essa ultima pergunta é sim. Infelizmente.
Mesmo que tenha sido apenas na marcenaria, você se preocupa em acompanhar detalhes da montagem para ao enos entender como ela deve ser feita corretamente? Como os encaixes devem ser projetados? Você sabe dizer qual a melhor placa para ser usada em um banheiro? E o revestimento? Só existe a fórmica? Fala sério.
Dias atrás, acompanhando uma amiga arquiteta de fora numa loja de iluminação daqui fui indagado por uma vendedora que me conhece do porque eu nunca comprar nada lá. Olhei para ela, olhei para as luminárias expostas e soltei, em outras palavras claro, que nunca comprei nada ali porque de tudo o que eles tem ali exposto, nada me serve para projeto. O lighting não visa o decorativo mas sim o técnico. Ela com os olhos arregalados me disse que nunca ouvira aquilo de profissional algum e que acreditava que os produtos por eles vendidos eram suficientes. Aí comecei a lançar algumas marcas para verificar se ela tinha ali na loja. Das 10 citadas, nenhuma pois ela acha as peças “feias”. Questionei então sobre quais as marcas que ela trabalha dispõem de um atendimento para o caso de eu desenvolver uma peça para um projeto específico, me confeccionariam essa peça. Resposta: nenhuma. Falei que para o lighting não importa a luminária e sim o efeito que ela proporciona e que o nosso trabalho não é uma iluminação decorativa e sim algo com uma carga muito forte conceitual e um alto conhecimento técnico que vão muito além de lâmpadas, spots e dimmers. Ela não entendeu nada. Detalhe: ela é arquiteta formada.
Outro dia fui a uma loja de móveis dar um oi para uma amiga que trabalha lá. Ela resolveu me mostrar a nova coleção. De cara já apontei um erro projetual numa estante. A dona da loja que é a designer dos produtos ouviu e veio “tirar satisfações” comigo alegando que eu sou abusado… Tentei explicar a ela qual era o erro e ela alegou saber exatamente o que fazia. Sugeri então que ela colocasse sobre a estante, nem que fosse uma fileira de livros para ver o resultado. Ela se recusou. Uns tres dias depois essa minha amiga me ligou dizendo que assim que eu saí da loja, a dona mandou colocar a fileira de livros lá em cima. Quando eles chegaram na loja, nesse dia da ligação, tudo estava no chão. E, claro, me chamando para ir lá pois a dona estava disposta a ouvir as minhas “dicas”. No entanto, no primeiro dia eu até poderia sim apontar onde estava o erro mas depois do que tive de ouvir, só o faria através de uma consultoria que envolveria, claro, custos. E o problema é algo simples demais que qualquer pessoa com um minimo de noção sobre mobiliário perceberia: trocar apoios para prateleiras por parafusos, ou seja, as placas que formam as prateleiras da estante deveriam ser parafusadas e não simplesmente apoiadas sobre descansos. Com o peso na parte superior, as laterais facilmente iriam se curvar para fora e com isso as prateleiras se soltariam dos apoios. Estas estando parafusadas evitaria esse problema pois entrariam como auxílio na parte estrutural.
Portanto gente, vamos honrar o nome que carregamos com profissão e fazer por merecer quando abrimos nossas bocas para dizer: “Eu sou Designer”.
O que temos aprendido em nossos cursos vai muito além do que está sendo feito por aí.
Ou será que a preguiça fala mais alto?
Muitas pessoas andam se questionando sobre o que é permacultura, então a seguir um vídeo bastante esclarecedor e introdutorio à essa área:
Como se percebe, Permacultura tem muito a ver com tudo o que estudamos em disciplinas como Conforto Ambiental. Basta prestar atenção e pesquisar que certamente você encontrará meios de aplicar os conceitos em seus projetos.

A empresa Leo Madeiras, alem de ser um excelente fornecedor na área em questão, é uma empresa preocupada com a qualidade de seus produtos e com a constante qualificação dos profissionais que utilizam seus produtos.
Uma de suas ações nesse sentido é o programa Marcenaria Moderna onde, através de vídeo-aulas, entrevistas e outros procura levar conhecimento a quem se interessar.
Basta acessar o site da TVLeo e assistir os vários vídeos disponíveis.
Por exemplo:
Ou ainda este que fala sobre as etapas de um projeto e o cuidados no desenrolar do desenvolvimento:
Alem destes tem vídeos sobre ergonomia, ferramentas de trabalho, soluções sob medida,
Vale a pena a visita. Tenho certeza de que vocês aprenderão muitas coisas por lá.
Ou então você pode ir direto à pasta da Leo Madeiras no Youtube onde encontrará todos esses vídeos disponíveis.

Dentre os conhecimentos necessários para o projeto de mobiliário, está a parte das ferragens.
É imprescindível que o profissional tenha conhecimento sobre quais são as peças existentes e para que serve cada uma delas. Saber para que serve não é apenas saber que uma dobradiça, por exemplo, serve para favorecer a abertura/fechamento de portas de armários, mas também e, acima de tudo, saber como, quando e onde cada modelo pode ser aplicado.
Dentre os diversos manuais de marcas existentes, gosto muito do da Hettich por sua linguagem de fácil assimilação e ilustraçoes bastante claras e detalhadas.
E já encontra-se disponível para download o novo catálogo da Hettich. É só clicar no link e baixar o seu.
Dependendo de seu entrosamento com lojistas e a quantidade de desenvolvimento de produtos, fica fácil conseguir o seu catálogo impresso – maravilhoso diga-se de passagem.
Quem é José Alcino Alano? De que faculdade ele vem? Qual a sua formação cadêmica?
Nada disso importa pra mim. O que vale é a consciência ecológica dele e de sua família e de sua capacidade inventiva.
Um senhor da cidade de Tubarão-SC, já aposentado e bastante incomodado com os rumos que nosso planeta está tomando e com o descaso das pessoas com as questões ambientais. Tanto que abre mão dos direitos autorais deste projeto por ele desenvolvido em prol de um bem maior: nosso planeta. Digno de aplausos e reconhecimento.
Portanto, fica aqui neste post, a minha humilde contribuição à ação por este também humilde senhor e sua família.

Aquecedor solar de garrafas PET e caixas tetra pak.
Este é o produto desenvolvido pelo sr José.
Além do quase zero impacto ambiental, este produto é ecologicamente correto e tem uma eficiência energética altíssima. O desempenho pode chegar a 37ºC no inverno e 50ºC no verão, proporcionando uma economia de aproximadamente 35% de energia elétrica.
O melhor de tudo é que o custo para o desenvolvimento deste produto é baixíssimo e pode facilmente ser construído por você mesmo. Basta começar a recolher garrafas PET transparentes e caixas de leite tetra pak com os amigos e parentes, comprar poucos materiais hidráulicos e baixar GRATUITAMENTE a apostila que ensina a montar o equipamento através deste link.

Abaixo um vídeo mostrando o projeto e a sua aplicação:
O malhor de tudo é que não é preciso nenhuma bomba para movimentar a água. O sistema funciona sozinho através de um sistema conhecido como termo-sifão, como fica bem claro no vídeo.
Mais uma vez, parabéns ao sr João e sua família!
Encontrei este produto no excelente Design Atento.

CURSO DE ILUMINAÇÃO PRÁTICA E ECONÔMICA EM SÃO PAULO
A fabricante de lâmpadas Golden Plus promoverá no dia 8 de abril em seu Centro de Treinamento, localizado no bairro do Belenzinho, em São Paulo (SP), o curso “Iluminação prática e econômica”, ministrado por Leandro de Barros, responsável pelo Centro de Treinamento da empresa. O objetivo do evento é conscientizar o participante sobre o uso inteligente de lâmpadas; explicar como funciona a economia de energia elétrica por meio do uso de lâmpadas eficientes; apresentar os principais conceitos de iluminação e o mix de produtos da Golden Plus com as respectivas aplicações. O curso é destinado a profissionais ligados direta ou indiretamente ao mercado de iluminação e aos demais interessados no assunto.
Iluminação prática e econômica
Data: 8 de abril
Horário: das 9 às 17 horas
Local: Centro de Treinamento da Golden Plus
Endereço: Rua Visconde de Parnaíba, nº 2568 – Belenzinho – São Paulo (SP)
Preço: 1 kg de alimento não perecível
Inscrições: (11) 2122-6696 ou pelo site

MANHÃS ILUMINADAS
O V Manhãs Iluminadas, evento anual com palestras, debates e oficinas gratuitas sobre iluminação cênica, acontecerá entre os dias 23 e 25 de março, em Curitiba (PR). Organizado pela AbrIC ( Associação Brasileira de Iluminação Cênica), representante brasileira da OISTAT (Organização Internacional dos Cenógrafos Técnicos e Arquitetos do Teatro), o evento contará com conceituados profissionais da área.
V Manhãs Iluminadas
Data: 23 a 25 de março
Local: Teatro da Caixa
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, nº 280, Curitiba (PR)
Preço: gratuito
Mais informações: AbrIC

Agradeço primeiramente a Deus por me fazer um ser pensante, crítico, analítico.
Agradeço a todos que acreditam e valorizam o meu trabalho.
Agradeço aos meus amigos pela força.
Agradeço a todos vocês leitores e visitantes, que são a razão da existência deste espaço.
Muito obrigado!
Muita luz a todos vocês!
Paulo Oliveira
“A luz em si é invisível, o que vemos é o objeto iluminado e a fonte luminosa. A luz depende totalmente da matéria e reage de forma diferente com cada tipo de material”
“Há fabricantes que copiam formas mas não outras qualidades do produto, como ótica, engenharia, cálculos, tipo de anodização, curvaturas que refletem ou dispersam a luz e a especificidade do material”
Guinter Parschalk.
“Isso é positivo porque dispensa o rotineiro e ajuda a conquistar avanços a cada projeto”
“É preciso ter uma clara identificação do que e como será iluminado”
Antônio Carlos Mingrone.
“A integração dos projetos é fundamental”
Gilberto Franco.
“Algumas luminárias bonitinhas só servem para disfarçar a falta de um trabalho de luz”
Esther Stiller.
ETAPAS DE UM PROJETO
Esther Stiller trabalha com três parâmetros básicos que se aplicam a todos os seus projetos, mudando apenas o peso que cada um tem conforme as necessidades do ambiente e as expectativas do usuário:
1) O aspecto emocional, que inclui atração visual, é prioridade em espaços como lojas ou restaurantes.
2) O conforto visual – controle de reflexos, brilhos e ofuscamento, além de cuidados com contrastes – é fundamental em locais onde as pessoas permanecem por horas seguidas.
3) A economia de energia, que ganhou maior importância após a crise energética de 2001. Mas mesmo fora das crises, a conservação de energia é fundamental em projetos de maiores dimensões ou de grandes redes, de forma que o somatório do consumo tenha menor impacto no conjunto.
Compreender o universo do projeto
· Atentar para as condições de visão dos usuários
· A linguagem luminotécnica deve ser compatível com a arquitetura
· Observar restrições decorrentes de sistemas embutidos nos forros
· Observar restrições decorrentes das características do meio ambiente
· Avaliar as condicionantes de custo de implantação e de operação
Conceber o sistema
· Conhecer as expectativas dos usuários
· Definir requisitos luminotécnicos segundo as funções exercidas em cada ambiente
· Utilizar recursos da informática para prever os cenários, com perspectivas de cada ambiente
· Definir os fachos luminosos que desenharão o cenário
· Checar a adequação dos fachos quanto aos requisitos luminotécnicos
· Checar a conveniência do custo unitário do equipamento ao custo global da obra
· Checar a eficácia do equipamento segundo requisitos operacionais
· Definir um repertório de equipamentos que possa ser aplicado em todo o projeto
Projetar o sistema
· Calcular o sistema somente depois de ter avaliado todas as questões anteriores
Acompanhar a implantação do sistema
· Etapa importante para que tudo saia conforme o esperado
Avaliar os resultados
· Conheça os erros e acertos na execução de um trabalho
QUESITOS BÁSICOS
1. Desenvolver um projeto atribuindo o devido peso a três fatores básicos: conforto visual, luminotécnica e economia de energia.
2. Avaliar se a quantidade de luz (iluminância, medida em lux) é adequada às atividades exercidas no ambiente
3. Promover a correta distribuição das iluminâncias no campo visual para garantir conforto ao usuário
4. Promover o controle de brilhos de fontes luminosas e superfícies iluminadas para não causar deslumbramento (excesso de brilho que reduz a capacidade visual) e evitar reflexões veladoras
(reflexo da lâmpada no papel ou na tela do computador)
5. Quando o projeto exigir contrastes de luz e sombra, cuidar para que haja uniformidade de luminância sobre superfícies de trabalho, como caixa de loja ou balcão de demonstração
6. Tomar cuidado ao trabalhar com contrastes e zonas de sombra
Fonte: Esther Stiller
Sugado: ArcoWEB
Bom, conforme prometido, aqui vão algumas fotos do que estou preparando para o Natal aqui em casa.
Ainda não está finalizado, precisam de uns ajustes mas já dá para vocês terem uma idéia.
Infelizmente minha câmera não está legal e aproveito para deixar uma dica: jamais empreste sua câmera pra quem quer que seja. Emprestei a minha e ela voltou detonada e nao tem como ajustar as configurações mais, nem ressetando.



Como eu coloquei num post anterior, estou cansado de papai noel, renas, bonecos, flocos e cristais de neve e tantas outras coisas que não tem absolutamente nada a ver com a cultura, clima e realidade brasileira. Nem mesmo o tipo de pinheiro usado é natural daqui. Quem sabe se fosse uma araucária…
Nossa cultura é riquíssima, é uma fonte quase que inesgotável de informações que podemos adaptar e aproveitar em nossos projetos.
Neste caso específico vejam por onde andei:
1 – Moro numa região que já foi a principal área cafeicultora do país. Então fui em busca de elementos e o melhor que encontrei foi a peneira que era usada pelos colhedores de café. Ela serve como base de todo o arranjo. Ela serve também para lembrar que devemos peneirar tudo que nos acontece para separar o joio do trigo, para mantermos e guardarmos apenas o de bom que nos acontece.
2 – Os outros elementos tirei do folclore nacional. As fitas multicoloridas presentes nas festas e indumentárias populares como congadas, folia de reis, bois e várias outras me servem de sustentação para as bolas artesanais, algumas em patchwork, outras em aplicações de rendas, outras com transparência para dar mais leveza.
3 – Como não poderiam faltar, as luzes (todas LEDS) se fazem presentes e ganham mais força com as bolas espelhadas.
4 – Sobre a mesinha de canto, a idéia é montar um presépio apenas com animais. Porém não encontro por aqui animais em escala semelhante à do Menino Jesus que já possuímos ha anos. Portanto ficam por hora o Anjo com fibra ótica e as velas.
5 – Sobre os Anjos que anunciam aos pastores, aos de coração despojado, a Boa Nova : “O Menino nasceu numa mangedoura! Glorificado seja Deus nas alturas e paz na terra aos homens e mulheres por ele amados” acredito que Deus nos envia seus anjos em determinados momentos de nossas vidas para nos socorrer, auxiliar e proteger. Estes podem vir não somente como espíritos, mas também como pessoas que se fazem presença divina em nossas vidas, em algum momento, trazendo-nos uma mensagem de esperança, de amor e de fé. Podem simplesmente passar por nossas vidas e continuar seu caminho ou permanecem junto da gente por longos períodos ou pela vida toda. Quando amamos nos tornamos anjos um dos outros. É no amor compartilhado que Deus manifesta o seu amor infinito derramado sobre nossos corações. E no amor nos tornamos anunciadores da Boa Nova, do amor que dá sentido a nossa existência.
Bom, por hora é isso. Assim que estiver finalizado vou tirar outras fotos pra colocar aqui neste post.
Espero que gostem da idéia e repensem sobre o Natal.
Repensem principalmente sobre o significado autêntico do Natal.
Celebrar o Natal não se resume a presentes ou fartas ceias mas antes de tudo nos remete à recordar, na fé e na reflexão, de que neste dia Deus, em seu infinito amor, nos deu o maior de todos os presentes: O seu filho Jesus Cristo.
“Um Menino nos foi dado” na sua Aliança de Amor com cada um de nós e com toda a humanidade para que conquistemos uma vida plena na justiça e fraternidade.
Nesta Aliança, deu-nos um Salvador, seu Filho, aquele que redime e livra de todos os pecados, nos limpa e purifica para que nos tornemos sempre mais seus filhos e como filhos, irmãos uns dos outros.
E, para todos, deixo uma mensagem bíblica para qualquer situação:
Não temas, crê somente!
Confie, entregue tudo nas mãos d’Ele, tenha fé e siga a tua jornada.
Ele tudo fará por ti.

É super fácil de fazer:
1 – compre uma tela para pintura
2 – compre um cordão de luzes para natal
3 – pinte a frente com a cor desejada
4 – no verso, faça o desenho – lembre-se que desenhando no verso a imagem tem de estar espelhada (invertida)
5 – faça pequenos furos, com diâmetro suficiente para passar apenas as lampadinhas
6 – vá colando com cola quente ou silicone (melhor) a fiação, lembrando-se de deixar as lâmpadas livres para serem inseridas nos buraquinhos
7 – deixe o pedaço do fio com a tomada totalmente livre para que alcance uma tomada.
Uma outra idéia é utilizar uma base de vidro leitoso – tem de ser mandado fazer em uma vidraçaria de qualidade – ou então mandar fazer um bastidor – base de tela – e aplicar um tecido com maior transparência:

Viram?
Super fácil e com um efeito mais que interessante!!!
Adorei e já estou com minha cabeça aqui fervendo de idéias!!!!

Uma técnica bem básica e que pode ser empregada bem no inicio do contato com o cliente – especialmente aqueles leigos e que não tem imagem visual – são as colagens. Infelizmente não vemos isso sendo muito empregado nos cursos e tampouco pelos profissionais.
As colagens consistem em recortar em jornais, revistas, imagens impressas e outras, de peças, cores, texturas e outras características que comporão o projeto, ou ao menos a idéia inicial.

Com uma folha de sulfite branco, alguns recortes e uma boa noção espacial conseguimos elaborar um ambiente que facilita e muito a visualização do ambiente pelo cliente. Por mais que as perspectivas dos objetos não estejam corretas, o que vale é passar ao cliente a informação visual, plástica do que virá a ser o ambiente projetado.
Isso facilita e muito o contato profissional x cliente e os acertos e ajustes necessários.
Pense nisso, é fácil, divertido e estimula a criaticidade.
Geralmente é meio chatinho de se encontrar ideias de paginações para pisos.
Especialmente se estas trazem algum tipo de referência ou história.
As paginações abaixo são da década de 1950 e estão mais que na moda, especialmente se você conseguir trabalhar com ladrilhos e cerâmicas originais ou reciclados.

Agora, outras paginações com peças hexagonais:
Quadradinhos perfeitos:

Bordas e mais bordas:
Gostou?
Então fuce a vontade no site do Art Patterns and Sizes.