É impressionante até onde vai a criatividade desse povo.

Já se encontra disponível a todos os interessados o livro “(In)Sustentabilidade urbana”, de Carlos Domingos Nigro.
Nesta obra, o seu autor apresenta uma proposta para a gestão preventiva dos processos de favelização nos aglomerados urbanos.
Ao longo de (In)Sustentabilidade Urbana, o autor analisa o processo de favelização, enquanto resultante de factores que se constituem em forças contrárias ao desenvolvimento social, económico e ambiental.
Carlos Domingos Nigro defende uma proposta de prevenção para a formação das favelas, demonstrando que com vontade e honestidade é possível garantir a sustentabilidade urbana.
O risco que a favelização apresenta para a qualidade de vida das cidades contemporâneas é aqui abordando como resultado de um processo urbanístico no qual se interligam factores que estão muito além das formas ou construção arquitectónica denominado de “Favela”.
(In)Sustentabilidade Urbana foi editado em 2007 pela Editora Ibpex e resultou do trabalho de pesquisa e de dissertação realizado para a obtenção do Mestrado em Gestão Urbana.
Engenheiro da Poli-USP mostra o impacto dos materiais particulados na poluição atmosférica e propõe medidas para redução de suas emissões

Demolição, movimentação de terra, serviços de corte, raspagem, lixamento, perfuração e quebra, são as principais atividades que geram poluição
Durante a construção de edifícios, o impacto no meio ambiente é considerável em vários aspectos. Porém, uma questão ainda não havia sido abordada em profundidade no Brasil: a emissão de material particulado no canteiro de obras. O engenheiro Fernando Resende, em sua dissertação de mestrado apresentada na Escola Politécnica da USP, deu um passo importante para preencher esta lacuna – e já foi premiado por isso.
“Poluição atmosférica por emissão de material particulado: avaliação e controle nos canteiros de obras de edifícios” é o título do trabalho realizado por Resende, que teve orientação do professor Francisco Ferreira Cardoso, do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli. Neste mês de outubro, o trabalho recebeu Menção Honrosa no Prêmio Holcim-Antac de Excelência em Construção Sustentável, referente ao biênio 2006/2008. A pesquisa de Resende, inédita no País, aponta as principais fontes de emissão de partículas na atmosfera e sugere ações e ferramentas para seu controle.
“Meu objetivo foi estudar e propor práticas viáveis no dia-a-dia das construtoras, que precisam lidar com uma série de atividades complexas em sua rotina. Além disso, sei que o custo é fator determinante. Por isso, procurei apresentar soluções simples e baratas, para facilitar sua implantação nos canteiros”, explica Resende.
Demolição, movimentação de terra, serviços de corte, raspagem, lixamento, perfuração, quebra, são as principais atividades que geram partículas. Além disso, movimentação e armazenamento de materiais pulverulentos (agregados, aglomerantes, argamassas, resíduos), também são fontes emissoras de partículas.
Dependendo dos níveis de emissão, o material particulado pode causar impactos no meio ambiente e transtornos para a população: irritação nos olhos e na pele e problemas respiratórios e cardíacos; e incômodos como poeira e resíduos que se acumulam em imóveis, automóveis, monumentos e paisagens. Na vegetação, a poeira depositada nas folhas interfere na fotossíntese, altera o pH e os níveis de pigmentação das plantas, reduz seu crescimento e as deixa suscetíveis a doenças.
Prevenção e controle
Entre as ações preventivas e de controle, Resende aponta a diminuição do volume de escavação nas obras. “Em vez de construir subsolos para garagem, pode-se projetar edifícios com estacionamento localizado acima do nível do solo, por exemplo. Isso evita a necessidade de movimentação de terra e a dispersão de poeira no ar”, esclarece.
Entre as atividades de controle, ele cita a lavagem dos pneus dos caminhões na saída da obra, evitando que lama e terra espalhadas pela rua, ao secar, circulem na atmosfera. Outra medida é proteger os locais de armazenamento de materiais e resíduos em pó, evitando que sejam carregados pelas chuvas ou espalhados pelo vento. Executar serviços de demolição com barreiras físicas, tais como as redes de proteção, isolando o local, ou aspergindo água de reuso, também são providências que evitam a dispersão de poeira na atmosfera.
Para o monitoramento das emissões e seu controle, Resende informa que há uma série de metodologias disponíveis. “A mais comum é o uso do amostrador de grande volume ou Hi-Vol, que mede a concentração de partículas na atmosfera”, informa o pesquisador. “Essa metodologia é utilizada por várias agências ambientais do mundo todo, com padrões de qualidade do ar já estabelecidos”.
Poucas empresas brasileiras fazem controle rigoroso sobre a emissão de material particulado, ressalta Resende. Ele acredita, contudo, que a preocupação com as questões ambientais tende a crescer, seja por demanda da população, do poder público, dos órgãos financiadores, ou pela própria conscientização das empresas. “A importância do controle de emissões de partículas nos canteiros é tal que, em países como EUA, Inglaterra, China e Austrália, já existem leis específicas sobre o tema. Em alguns Estados americanos, conforme o tipo de obra, o controle é obrigatório, e passa pela elaboração de um plano de gestão de emissão, que deve ser aprovado por órgãos ambientais, antes do início das obras”, destaca.
O trabalho de Fernando Resende foi realizado no âmbito do grupo de pesquisa voltado ao tema dos ‘canteiros de obras sustentáveis’, do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli/USP. Coordenado pelo professor Francisco Cardoso, o grupo já realizou trabalhos enfocando diversos assuntos, como o estabelecimento de critérios para avaliação de canteiros de obras sustentáveis, as práticas de responsabilidade social empresarial no relacionamento com fornecedores, e a capacitação e a certificação profissional dos trabalhadores dos canteiros de obras.
fonte: O Bonde
Um excelente artigo do Vinicius, que merece ser lido com atenção. Excelente referência!
MORAIS, Vinícius Alberto – Graduando em Design de Interiores. FAESA – Faculdades Integradas Espírito Santenses
Palavras-chave: Design de interiores, Ecodesign, usuários.
O objetivo geral deste artigo é mapear as relações existentes entre design e contemporaneidade como síntese das tensões inerentes à dialética entre produção industrial e degradação ambiental. Pesquisando especialmente a prática profissional do designer de interiores, nota-se uma inter-relação das áreas de conhecimentos acadêmicos, práticos, sociológicos, técnicos e estratégicos. Estas áreas estão agrupadas nas seguintes categorias: necessidades do ambiente, normas e padrões construtivos, design, produtos e materiais, prática profissional, e comunicação. Nas congêneres das áreas de conhecimento, surge o debate sobre a utilização do ecodesign, como ele pode ser introduzido no contexto dos projetos, seu papel dentro das áreas de conhecimento e como ele pode ser disseminado no meio profissional.
Para ver o artigo completo, baixe-o em PDF aqui.

Giovana Vitola
Uma jovem cientista australiana criou células fotovoltáicas – usadas para transformar energia solar em energia elétrica – a partir de produtos parecidos com esmalte e acetona, uma impressora e um forno de pizza, baixando o preço da tecnologia.
Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantêm a mesma qualidade.
Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula “quase sem querer”.
“Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele”, disse ela.
Processo
No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.
Depois, o material é “assado” em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.
Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais.
Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa. No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.
Além disso, o wafer de silício usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros, bem mais fino se comparado com o padrão de 250 micrômetros.
Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.
“Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol”.
Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.
A demanda por painéis solares está crescendo em todo o mundo, mas o material ainda custa caro. Para tornar sua casa auto-suficiente em energia, por exemplo, o australiano Michael Mobbs gastou cerca de R$ 70 mil, mas a longo prazo, a relação de custo-benefício compensa.
Mobbs não paga mais conta de luz, além de já ter economizado tudo o que gastou em 12 anos.
“Todo ano evito que cerca de quatro toneladas de carvão sejam queimadas e que oito toneladas de gases estufa sejam emitidos na atmosfera”, disse ele.
BBC Brasil
BBC BRASIL.com – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.
fonte: Terra

O INSTITUTO ECOCLIMA tem como principal objetivo contribuir para a mudança de hábitos da sociedade visando a conservação do clima, promovendo a estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera, num nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático, permitindo aos ecossistemas adaptarem-se naturalmente à mudança do clima, assegurando que a produção de alimentos não seja ameaçada e garantindo que o desenvolvimento econômico prossiga de maneira sustentável.
Endereço: Rua Portugal, 148 – sala 33/ 7a
São Francisco – CEP: 80.510-280
Curitiba – PR – Brasil
Fone: (41) 3223-0088
E-mail: ecoclima@ecoclima.org.br

Não se assuste, a imagem acima é do Nomadic Museum na montagem realizada em New York City. É uma estrutura temporária feita com 152 containers.

Foi projetado por Shigeru Ban para a Gregory Colbert’s art exhibit ‘Ashes and Snow,’ e foi inaugurado em 2005.

De New York a estrutura ja foi transferida para Santa Monica, Tokyo, entre outros locais.

Os visitantes entram por uma passarela central de madeira cercada por paredes de pedras suspensas por cabos.
Foi inaugurado recente o Hotel FOX, em Copenhagen, Dinamarca.
A empresa EventLabs, responsável pelo projeto teve a idéia do projeto de utilizar 21 designers gráficos para alterar os quartos e outros espaços do Hotel. Olhem o resultado dessa parceria:






Foram trabalhados pelos designers todos os espaços do hotel como podem ver no segundo link acima.
Enquanto a equipe de arquitetura e civil preocuparam-se com a estrutura os Designers Gráficos e de Interiores entraram na montagem dos ambientes.
Muito bom!
Isso se chama PARCERIA!

Nesta terça-feira os moradores de São Paulo terão mais uma opção de lazer: a Praça Victor Civita, em Pinheiros. A beleza desta iniciativa foi a de transformar em praça um terreno degradado que funcionou como centro de processamento de lixo até 1989, e que era ocupado por três cooperativas que faziam a separação do lixo da região. A solução? Foram criados decks de madeira certificada e concreto (como você vê na imagem do projeto), que isolalados isitantes das áreas de solo contaminado. Agora o lugar será um espaço de informação e reflexão sobre a preservação ambiental. Através dos decks de madeira que guiam o passeio pela Praça, a comunidade poderá descansar e participar, gratuitamente, de atividades físicas, culturais e educativas. O terreno tem cerca de 14 mil m² e conta co uma arena para espetáculos com arquibancada, equipamentos de ginástica ao ar livre e pista de caminhada . A primeira semana de funcionamento está com uma programação especial (veja na continuação da matéria). Serviço: Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros
Dia 4: debate “O que é Sustentabilidade Afinal?”, que acontece às 12h e terá a presença do filósofo Renato Janine Ribeiro, do professor da FEA/USP, João Furtado e do presidente do Instituto Akatu, Hélio Mattar. O debate será mediado pela jornalista Patrícia Palumbo, da Rádio Eldorado.
Dia 6, também às 12h, o público poderá assistir a um concerto didático com o instrumentista Charles da Flauta e apresentado pelo jornalista Gilberto Dimenstein.
Exposição permanente: Sobre as formas, materiais e tecnologias empregadas na reabilitação ambiental do terreno, além de abrir espaço para intervenções artísticas, um bom exemplo de como a arte pode ser pensada em espaços públicos. O objetivo é tornar a Praça Victor Civita um modelo a ser reproduzido em outras localidades, por tratar-se de um centro de convivência e qualidade de vida originado da transformação de uma área pública em condições precárias.
Sugado: O Guia Verde
Quem dera as administrações públicas tivessem um pouco mais de visão e consciência ecológica, sem contar ainda com a de embelezamento urbano e promovessem ações como essa.
Geralmente é meio chatinho de se encontrar ideias de paginações para pisos.
Especialmente se estas trazem algum tipo de referência ou história.
As paginações abaixo são da década de 1950 e estão mais que na moda, especialmente se você conseguir trabalhar com ladrilhos e cerâmicas originais ou reciclados.

Agora, outras paginações com peças hexagonais:
Quadradinhos perfeitos:

Bordas e mais bordas:
Gostou?
Então fuce a vontade no site do Art Patterns and Sizes.
‘template’, 1001 portas e janelas de madeira de demolição de casas das dinastias Ming e Qing, por Ai Wewei

smoke bombs’, por Olaf Breuning

‘hanging garden’ por Mona Hatoum


Osaka Aquarium Kaiyukan, Minato Japan

Allianz Arena, Munich


![]()
HSBC Main Building, Hong Kong


Conference Center, Salt Lake City Utah

Commerzbank Tower, Frankfurt


Hayward Gallery, London


America’s Cup Pavilion, Valencia Spain


Pacific Design Center, Los Angeles



Hotel San Ranieri



Museu de Arte de Milwaukee, Wisconson





Este foi o primeiro projecto do famouso Arquitecto Santiago Calatrava nos Estados Unidos da América. As fontes e jardins ali existentes contribuiram para o Arquitecto enquadrar o seu projecto tirando o maximo partido da iluminação e da topografia da zona. A sua cor branca com com imuneras aplicações de vidro convidam ao exercicio da mente em busca do sol. A criação desta nova ala do museu em 2001 permitiu aumentar em cerca de 30% o tamanho total do mesmo, bem como o parqueamento para os visitantes. Os 400 metros da ponte Reiman une a parte baixa da cidade de Milwaukee ao Lago Michigan possui na sua extermidade a recepção com uma enorme parabolica em vidro e ferro colocado na vertical que provoca a ilusão do bater das asas resultante do movimento do sol. Esta Galeria possui em exposição mais de 250,000 obras.
sugado: 4UDECOR

Usando a energia com consciência.
Quanto maior o desperdício de energia, maior é o preço que você e o meio ambiente pagam por ela. Ao usar a energia elétrica de maneira correta, você economiza na conta de luz e ainda ajuda o país a preservar suas reservas ecológicas e, conseqüentemente, a vida do planeta.
Existem três maneiras de usar a energia eficientemente:
Hábitos Inteligentes
Use os equipamentos elétricos de maneira correta como está indicado no seu manual.
Equipamentos Eficientes
Na hora de comprar, verifique se o equipamento tem este selo de eficiência.

Projetos Inteligentes
Ao reformar ou projetar sua casa utilize algumas soluções criativas que podem ajudar na redução do seu consumo de energia. Projete os ambientes utilizando o máximo de luz natural, pinte as paredes com cores claras e com melhor isolamento térmico. Utilize ventilação apropriada, circuitos elétricos bem dimensionados e formas de aquecimento de água mais adequadas à sua necessidade.
Energia Elétrica. Use corretamente e tenha sempre uma amiga ao seu lado.
Com fios de alta tensão
Se você encostar ou mesmo chegar perto de fios de alta tensão, o choque pode ser fatal. Alguns trabalhos rotineiros merecem muito cuidado e devem ser executados por profissionais experientes. Saiba quais são as atividade:
. Instalação de antenas de TV e rádio.
. Trabalhos em marquises de casas e prédios.
. Podas de árvore embaixo de fios.
. Manuseio de escadas em colheitas de frutas.
Não faça queimadas, principalmente sob as linhas de transmissão. O calor do fogo, mesmo quando não atinge os cabos elétricos, pode provocar curtos-circuitos.
Atenção redobrada, diversão garantida.
Não deixe seu filho soltar pipa perto dos fios de alta tensão. Essa brincadeira é muito divertida se você estiver em campo aberto e longe dos fios da rede elétrica. Os fios dos postes não são encapados e caso a linha do papagaio encosta neles, o choque pode ser fatal.
Porque é importante evitar o uso de energia no horário de pico
Entre 18 e 21 horas, o consumo de energia elétrica é muito mais alto do que nos outros horários. Isso porque estão funcionando ao mesmo tempo, além das fábricas, a iluminação pública, a iluminação residencial, vários eletrodomésticos e a maioria dos chuveiros. Este é o chamado horário de pico (horário de ponta) de consumo de energia elétrica.
Seria necessário construir novas usinas e linhas de transmissão só para atender o horário de pico. E isso teria custos sociais ambientais elevadíssimos. Por esta razão, a CPFL e o Governo Federal através do PROCEL, Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica, desenvolveram uma série de projetos junto às indústrias e aos grandes consumidores, para diminuir o consumo nesse horário.
Você também pode contribuir, como consumidor e como cidadão, para que a energia elétrica não falte: evite ligar muitos aparelhos e lâmpadas nesse horário. Utilize-os por menos tempo e um de cada vez e, se possível, escolha outra hora para seu banho. Esse pequeno esforço, por parte de cada cidadão, trará benefícios ao meio ambiente e garantirá o conforto de todos.
Para saber o valor do consumo dos equipamentos da sua casa, consulte a placa atrás de cada equipamento ou o manual do fabricante, multiplicando a potência pelas horas de uso durante o mês.
Instalações corretas. Mais economia e segurança para você.
Algumas dicas importantes para evitar problemas e prevenir acidentes com eletricidade:
. Quando um fusível derreter ou fundir, nunca o substitua por moedas, arames, fios de cobre, de alumínio ou qualquer outro objeto. Desligue imediatamente a chave e procure saber a causa do incidente. Troque sempre o fusível danificado por outro novo, de igual amperagem e, se possível, troque por disjuntores “quick-lag” que oferecem maior segurança.
. O uso de “benjamim” é muito perigoso. Você sobrecarrega a tomada com vários aparelhos elétricos, e isso pode provocar um superaquecimento dos fios, causando um curto-circuito.
. Nunca use aparelhos elétricos em locais com água ou umidade, nem com mãos ou os pés molhados. O choque é inevitável.
. Nunca mude a chave (verão/inverno) do seu chuveiro enquanto ele estiver ligado.
. Não mexa no interior de televisores, mesmo desligados. A carga elétrica pode estar acumulada e provocar choques perigosos.
. Jamais use garfo, faca ou objeto metálico em aparelhos ligados. E só limpe esses equipamentos depois de tirá-los da tomada.
Alguns cuidados no dia-a-dia
. Nunca deixe as crianças mexerem em aparelhos elétricos ligados, fios, nem colocarem os dedinhos em tomadas.
. Coloque sempre os protetores nas tomadas que estão ao alcance das crianças.
. Desligue sempre a chave geral quando precisar fazer qualquer reparo na manutenção.
. Se você tomar choque ao ligar torneiras e chuveiros elétricos, isso indica que existe um problema de aterramento (fio-terra) na instalação.
Hoje você já pode contar com um seguro residencial que cobre danos elétricos em aparelhos eletrodomésticos causados por curto-circuito e raios. Informe-se com a CPFL e faça o seu seguro.
Ao trocar uma lâmpada segure-a só pelo bulbo de vidro. Nunca toque na parte interna do bocal (soquete).
Equipamentos eletrônicos sensíveis como microcomputadores e aparelhos de fax precisam de proteção especial, como estabilizadores de voltagem e protetores contra descargas elétricas. Consulte o manual do fabricante e as lojas especializadas.
fonte: CPFL

Fonte: Revista Lumière – Setembro/2008
Brasil – A partir de 1° de fevereiro de 2009, nenhuma lâmpada incandescente ou fluorescente compacta poderá ser fabricada ou importada no Brasil sem seguir as especificações do Programa Brasileiro de Etiquetagem, do Instituto Nacional de Normalização, Metrologia e Qualidade Industrial (Inmetro).
As lâmpadas deverão trazer na embalagem o selo indicando a sua eficiência energética, que levará em conta o consumo de energia da lâmpada, a luminosidade e sua vida útil. Os resultados serão divididos em seis categorias: A, B, C, D, E e G, sendo a A a categoria mais eficiente e a G a menos econômica. Segundo o gerente de regulamentação do Inmetro, Gustavo Kuster, os resultados das lâmpadas brancas sempre serão melhores. “A mais eficiente das incandescentes não é melhor que a pior das fluorescentes”, explica.
O objetivo é mostrar ao consumidor que, apesar de serem mais caras, em longo prazo as lâmpadas fluorescentes valem mais a pena. De acordo com o critério, todas as incandescentes terão classificação abaixo das lâmpadas brancas. “Se fizéssemos uma classificação para cada tipo de lâmpada, o consumidor poderia achar que a incandescente A fosse equivalente ao A da fluorescente”, explica Kuster.
Os lojistas só serão obrigados a vender os produtos etiquetados a partir de 12 de agosto de 2009. O prazo de fevereiro a agosto será para que os estoques sejam escoados. Estão fora do programa de etiquetagem as lâmpadas fluorescentes maiores, normalmente usadas em escritórios, pois ainda estão em fase de estudos, e as decorativas. Apesar disso, Kuster já está satisfeito com o resultado do programa. “Nós já estamos abrangendo 95% do mercado de lâmpadas do Brasil”, comemora.
Pois é, os monjes da Thailandia que vivem no templo Wat Pa Maha Chedi Kaew levam isso bem a sério.
Eles reciclaram mais de 1.5 milhões de garrafas de vidro, incorporando-as às paredes, colunas, escadarias, usando-as de forma a gerar mosaicos.

Só não me pergunte quem bebeu tudo isso rsrsrsrs.