Categoria: sustentabilidade

  • Emergência…

    Um produto bastante interessante uma vez que serve de luminária de emergência e também como sinalização para rotas de fugas.

    Trata-se da Halo of Light, projetada para salva-lo.

    Usando dois sistemas LED, a luminária ao mesmo tempo que quebra a escuridão, projeta no chão uma sinalização indicativa através de setas do trajeto a ser percorrido em caso de emergência.

    Designer: Foo Wei Zen & Chua Wenfong

    Via: Yanko Design

  • Arquitetura em Dubai

     Burj al Arab

     Haha Hadid Architecture Center

     Dubai Oman

     Dymanic Tower

    Jumeirah Palm

    Palm Trump Hotel

    Dubai é a maior cidade e emirado dos Emirados Árabes Unidos. É a capital do emirado de mesmo nome. Tem cerca de 1.570.000 habitantes. Pertenceu a Abu Dhabi até 1833. Diz-se que Dubai possui 30% dos guindastes de construção do mundo. O petróleo representa apenas 3% da economia e o turismo 33%. Crescimento do PIB em torno de 19% (mais que o dobro da China). Para quem sabe admirar e reconhecer a boa arquitetura. Dubai cidade dos Emirados Árabes, pretende mesmo ser um ícone mundial por ser uma cidade jovem e com uma arquitetura moderna. O Dubai pode exercer todas as suas ambições de grandeza ao longo de sua costa, cujas vistas aéreas impressionam por parecer uma cidade virtual, tamanha tecnologia e perfeição das suas construções. A ousadia e autenticidade fazem da arquitetura uma obra de arte.

    sugado: 4DECOR

  • Rua ecológica

    Holanda testa pavimentação que absorve os poluentes emitidos pelos carros

    por: Luciana Sgarbi

    Uma das soluções para a crise ambiental que tanto ameaça o planeta pode estar sob os nossos pés. Pesquisadores e ambientalistas do Japão e da Holanda anunciaram na semana passada a criação da primeira “rua ecológica” capaz de absorver boa parte dos poluentes lançados pelos automóveis na atmosfera. Não é pouca coisa. Estima-se que cerca de 50% da poluição do ar nas grandes cidades tenha sua origem nos carros. Mais: o Instituto Umwelt-und Prognose Heidelberg, um dos mais criteriosos do mundo na área do meio ambiente, calcula que cada veículo lance em média vinte quilos de gás carbônico ao longo de dois dias (o metrô leva um mês para poluir em idêntico patamar). Pois bem, para reverter esse quadro, e falando-se em ruas e automóveis, um significativo sinal verde contra a poluição foi dado pelas autoridades da cidade holandesa de Hengelo. Em algumas de suas vias, grupos de engenheiros começarão ao testar esse novo tipo de pavimentação. Experimentada em laboratório, ela transformou partículas de óxido de nitrogênio (NO2), emitidas pelos automóveis, em nitratos inofensivos à saúde humana, graças a reações químicas envolvendo a ação da luz solar e moléculas de dióxido de titânio. Explica-se: no momento em que os raios solares aquecem o cimento, as moléculas de titânio reagem “sugando” o nitrogênio e esse processo faz com que tal nitrogênio se torne nitrato.

    “Nas entranhas do cimento restará apenas o pó dos poluentes, e a chuva limpará isso. Ficaremos um pouco nas mãos da natureza no que diz respeito aos índices pluviométricos, mas isso é melhor do que ficar à mercê da poluição dos carros”, diz o engenheiro-chefe do projeto, Jos Brouwers. O NO2 é um dos principais poluentes liberados pelos motores, juntamente com o óxido de enxofre. Para os países nos quais se concentram altos índices de carros, como por exemplo os EUA e a Alemanha, esse tipo de rua pode não ser a grande solução, mas, certamente, contribuirá para o abrandamento do problema atmosférico. “Estamos em testes, e se der certo poderemos pensar em grandes canteiros de obras para transformar nossas ruas e estradas em purificadores de ar”, diz Brouwers. A Prefeitura de Hengelo está pavimentando trechos de ruas com esse material e deixando outros, intencionalmente, com a pavimentação tradicional. “Medindo e cotejando a qualidade do ar nas duas partes, poderemos mostrar a eficácia desse método”, diz um dos estudos da Universidade de Twente, que se programou para divulgar os primeiros resultados no segundo semestre do ano que vem.

    fonte: IstoÉ

  • LD – Normas Técnicas

    Hoje para praticamente qualquer coisa existem normas. Para o LD não é diferente. Existem normas gerais e outras bastante específicas que comporá o todo do projeto.

    A norma base de qualquer projeto é a NBR 5413 que versa sobre os níveis de iluminância mínimos para ambientes internos. Os valores ali expressos devem ser aplicados o mais próximo possível.

    No entanto, existem várias outras normas que devem ser observadas durante o projeto e estas dizem respeito às características particulares de cada um.

    Se o espaço for da área da saúde, teremos de observar outras normas, especialmente às da ANVISA.

    Se o espaço for de área pública, existe em cada município o seu Código de Ocupação do Solo onde estão descritas várias normas locais.

    Se for uma via de tráfego de veículos, sempre é bom ir buscar nos Detrans e órgãos relativos ao transporte as normas pertinentes.

    Caso o projeto seja na área cênica, existem também normas específicas tanto para palcos de teatro quanto para de eventos externos.

    Alguns podem vir a pensar que isso irá limitar o projeto e até mesmo padronizar determinada área de projetos – talvez por isso as ruas são sempre iguais. Porém aqui é que entra o lado criador e manipulador da luz do LD. Pode-se tranquilamente criar, projetar sem observar as normas – porém sempre atento a noções mínimas de bom senso – e depois partir para a compatibilização do projeto às normas. Se fizermos o percurso inverso, fatalmente o projeto acabará tendo uma cara normal, comum.

    Algumas normas fundamentais para o trabalho do LD:

    NBR 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência
    NBR 5413 – Iluminância de Interiores – Procedimento
    NBR 5461 – Iluminação – Terminologia
    NBR 6854 – Aparelhos de Iluminação para Interiores – Especificação
    NBR 7195 – Cor na Segurança do Trabalho – Procedimento
    NBR 9077 – Saída de Emergência em Edifícios – Procedimento
    NBR 10637 – Bloco Autônomo de Iluminação de Segurança para Balizamento e Aclaramento – Especificações.
    NBR 5461 – Esta norma define termos relacionados com diversos assuntos, a parte voltada para iluminação esta descrita a seguir:
    h) componentes de lâmpadas e dispositivos auxiliares
    i) luminotécnica: iluminação diurna
    j) luminárias e suas componentes

    As acima citadas são ferramentas fundamentais e gerais para um bom projeto. Estas um LD tem de dominar por completo. As mais específicas vão depender das necessidades dos projetos.

    * Eu, particularmente, acho um absurdo termos de pagar – e caro – por estas normas uma vez que são OBRIGATÓRIAS o uso e aplicação em projetos. Como tal, deveria ser gratuito o acesso a estas normas aos profissionais.

    ** Este texto faz parte de minha apostila do curso de LD que ministro em universiddes.

  • Uma agenda de eficiência para o novo prefeito

    Em uma época de eleições, seria desejável que as diferentes organizações sociais pudessem ter uma agenda de prioridades para apresentá-la aos candidatos e/ou cotejá-la com os seus programas e propostas.

    O INEE – Instituto Nacional de Eficiência Energética – entende que em sua área de atuação específica seria interessante verificar o comprometimento dos candidatos às prefeituras com um conjunto de medidas no plano energético que poderia, não só reduzir os custos para os contribuintes e para o país, como propiciar ganhos ambientais extremamente significativos.

    Torna-se hoje desnecessário enfatizar a importância da eficiência energética e da questão ambiental nos fóruns nacionais e internacionais especializados. São temas que pelas suas características exigem alta dose de vontade política para sua efetivação. Entretanto, apesar da importância da ação de governo nas medidas de maior impacto, os resultados obtidos nessas áreas dependem da adesão e participação de milhares de agentes, o que enfatiza a relevância da educação.

    Da mesma forma que votar é escolher, em qualquer outra atividade econômica ou social a escolha é a chave do processo. E a escolha nessas áreas, como tem sido ressaltado na própria propaganda do processo eleitoral, tem efeito que pode ser dramático por vários anos.

    Assim, de uma forma objetiva, desejaríamos que os candidatos se comprometessem, entre outros, com os seguintes propósitos:

    1-Implantar na Prefeitura um programa específico que identificasse, de forma matricial e com autoridade, todas as oportunidades de aumento da eficiência no uso da energia na administração direta e indireta da prefeitura;

    2-Definir claramente uma política de eficiência energética para o município, onde estivessem consideradas:
    Promoção e estímulo às edificações eficientes e ambientalmente corretas, valorizando, especialmente, soluções construtivas que propiciem o melhor aproveitamento da luz natural, minimizem a necessidade de condicionamento ambiental e utilizem materiais de menor impacto energético e ambiental;

    Prioridades para a organização do transporte urbano, com estímulo às práticas e equipamentos corretos nos planos energético e ambiental com destaque para os corredores de transporte e de integração, assim como para os ônibus híbridos e elétrico. Estabelecer restrições
    efetivas ou mesmo penalidades, em gradações adequadas, aos impactos negativos e deseconomias provocadas pelos projetos e atividades em vias públicas assim como em certos locais e determinadas condições climáticas e ambientais;

    Uso da energia em prédios e logradouros públicos municipais, mostrando exemplos e clara adesão do município às práticas corretas;
    Introdução sistemática e permanente da educação energética e ambiental nas escolas públicas, aos diferentes níveis;

    Uso do poder de compra na aquisição de equipamentos e na contratação de serviços, impondo regras e condições para observância aos princípios energéticos e ambientais do município.

    Com a palavra os candidatos!

    INEE
    24/09/2008

  • Pegada Ecológica

    Uma iniciativa da WWF-Brasil visa incentivar a troca de experiências entre pessoas preocupadas com o meio ambiente. Num site muito bonito e simples, a WWF questiona o usuário a responder a pergunta: “O que você faz para reduzir sua Pegada Ecológica?”. A atividade possibilita que os internautas conversem entre si e troquem informações de ações cotidianas sobre como colaboram com o meio ambiente. Os usuários poderão votar nas dicas mais interessantes e o WWF-Brasil entregará brindes aos mais pontuados. A Pegada Ecológica é uma medida que estima o quanto de recursos naturais é necessário para sustentar diferentes estilos de vida. É um cálculo que indica até que ponto vai a capacidade do planeta de oferecer e renovar seus recursos e absorver os resíduos gerados.

    Para participar do Pega Leve, basta acessar o site do WWF-Brasil e se cadastrar. No primeiro acesso, o internauta responde a um rápido questionário que o ajuda a perceber que tipo de ações do seu cotidiano ajudam a reduzir sua Pegada Ecológica. Numa espécie de orkut ecológico, é possível criar perfil com fotos e comentários, deixar mensagens para outros participantes e votar nos usuários mais ecologicamente corretos.

    Não deixe de participar e de conhecer gente que, assim como você, se preocupa com o meio ambiente e procura um mundo melhor!

    Acesse o site do WWF-Brasil

    Sugado: Energia Eficiente

  • Reforma: de galpão abandonado à apartamento

    Mais um belíssimo projeto que vale a pena ser mostrado.

    Trata-se de um antigo galpão onde antes funcionara uma academia de ginástica e que estava ha anos abandonado. O trabalho para a equipe de designers foi transforma-lo num luxuoso e contemporâneo apartamento com 5 quartos.

    ANTES:

    DEPOIS:

  • Vantagens da luz – LD

    Uma das grandes vantagens em contratar um profissional de Light Design, por um profissional devidamente capacitado e habilitado, é o aproveitamento da plasticidade e, dependendo dos equipamentos utilizados, o lado mutável, ilusório, lúdico que a luz é capaz de nos proporcionar.

    Colocar-se diante do mercado, dizendo-se ser, como um Lighting Designer hoje em dia é fácil graças à web. Nela encontramos facilmente as características, fundamentos, discursos e entrevistas de profissionais reconhecidos e que ao lê-las, muitos acabam incorporando no seu discurso no dia a dia profissional. É o caso do trabalho em cenas de luz. Hoje não se ilumina mais um ambiente mas sim as possíveis cenas que nele podem ser montadas.

    Porém, o grande diferencial entre um Light Designer e um iluminador é o seu conhecimento técnico e as aplicações não comerciais/comuns/usuais que vemos infinitamente repetidos nos projetos por aí. É a capacidade de leitura dos espaços, adaptar equipamentos, criar novos equipamentos quando necessário.

    Muitas vezes, um projeto que um iluminador iria surtar para resolver além de ter um alto custo, um Light Designer consegue resolver num piscar de olhos. Observe as imagens abaixo da mesma fachada:

    Perceba que não foi feita alteração alguma nesta fachada. Provavelmente, se um iluminador comum tivesse pego este projeto o cliente teria um alto custo com instalações elétricas, muitas luminárias espalhadas pelo plano, alto consumo energético e, muito provavelmente, ela se pareceria e muito com as fachadas vizinhas.

    Já o Light Designer consegue ver além da fachada, colocar a sua pincelada artística e aplicar conceitos e equipamentos que para um iluminador comum é dificil conceber pela simples razão dele desconhecer equipamentos e aplicações.

    Taí o que foi usado para esta fachada. Dois projetores de imagens, ligados a um software e só.

     

  • Estudo da UFSC simula programa de telhados solares fotovoltaicos para o Brasil

    Criar ferramentas que auxiliem o desenvolvimento de políticas públicas para implantação de um programa nacional de telhados solares fotovoltaicos. Esse é um dos objetivos de um trabalho que será apresentado no XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, que será realizado de 7 a 10 de outubro, em Fortaleza. Mais de 800 trabalhos serão apresentados no evento que reúne pesquisadores de todo o país e contará com três conferencistas internacionais (veja abaixo).

    O trabalho de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina mostra que, entre 2012 e 2013, algumas regiões do Brasil já poderão ter preços equivalentes de energia fotovoltaica e energia convencional. Os dados são resultado de simulações de cenários para um programa solar brasileiro. As simulações foram realizadas através do desenvolvimento de planilhas eletrônicas, onde é possível identificar, entre diversos itens, o custo total do programa, o impacto tarifário que terá através da diluição dos custos aos consumidores finais e o momento em que o preço da energia fotovoltaica e da energia convencional será o mesmo para o usuário final.

    De acordo com o coordenador dos trabalhos, o professor Ricardo Rüther, foram realizadas simulações para diferentes portes de programa, taxas internas de retorno ao investidor, duração e período de pagamento da tarifa prêmio. As simulações visam atingir um modelo que seja interessante o suficiente para atrair investidores e que ao mesmo tempo não tenha um impacto tarifário de grande magnitude para o usuário final.

    A proposta é inspirada na experiência da Alemanha, país com o mais bem-sucedido mecanismo de incentivo às fontes renováveis de energia. Segue os pontos positivos do Renewable Energy Sources Act e adapta os pontos que não estão de acordo com a realidade brasileira. No modelo alemão, por exemplo, todos os consumidores finais de energia rateiam os custos do programa. No caso do Brasil, a proposta apresenta diferenciações. “No modelo brasileiro seriam excluídos do rateio os consumidores de baixa renda”, explica Rüther.

    Análise de impacto tarifário e de investimento

    A análise foi desenvolvida para o setor residencial e para as condições de radiação solar de Fortaleza, onde acontecerá na próxima semana o Entac 2008. O trabalho detalha exemplo de cenário desenvolvido para um programa de 1.000 MWp a serem instalados num período de 10 anos. Com base no consumo energético total anual do setor residencial (72.062.231 MWh para o ano de 2006, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia), foi calculada a tarifa prêmio paga por cada kWh gerado, o impacto tarifário do programa, bem como a contribuição desta energia gerada no suprimento do consumo do respectivo setor. A tarifa prêmio é um mecanismo temporário de incentivo, pelo qual o consumidor que tem um telhado solar fotovoltaico recebe por cada kWh injetado na rede el&e acute;trica uma tarifa superior à tarifa convencional por um período de 10 a 20 anos, com o objetivo de premiar a adoção da geração solar.

    De acordo com o estudo, tomando como base o consumo médio mensal do setor residencial no Brasil (200 kWh), cada unidade consumidora do respectivo setor pagará a mais em sua fatura de energia aproximadamente R$0,28 por mês, para o primeiro ano do programa. Esse valor atingirá um pico de R$1,51 por mês no décimo ano do programa e, a partir daí, esse custo declinará para os anos seguintes.

    O programa terá uma geração de 166.200 MWh adicionais ao ano, o que equivalerá a uma contribuição anual de 0,23 % no suprimento do consumo do setor residencial, no primeiro ano. Ao final dos 10 anos de instalações, o programa contribuiria com 1,6% para o suprimento dessa demanda.

    Baseado no cenário em que foi adotado um percentual anual de reajuste tarifário de 4% e uma TIR de 7%, a energia convencional começará a ter o mesmo preço da energia fotovoltaica, na região de Fortaleza, a partir de 2013. Nesse ano, segundo o cenário proposto, Fortaleza terá uma tarifa convencional de energia para o setor residencial de 0,62 R$/kWh, o mesmo valor que será o preço da energia fotovoltaica para essa região.

    “Na pior das hipóteses analisadas, a paridade de rede no Brasil já acontecerá no ano de 2013, sem a necessidade de subsídios. A questão é que quanto mais tarde o Brasil investir nesta tecnologia, mais ele se colocará atrás com relação aos países que já investem no que tange à maturidade e domínio tecnológico. Quanto mais cedo o país investir, mais cedo ele desenvolverá tanto nas áreas econômica e social, através da criação de uma indústria local e da geração de novos postos de trabalho, quanto na energética, através da diversificação da sua matriz.”, alertam os autores no trabalho.

    No artigo aceito para apresentação no XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído são apresentados dois exemplos de cenários. “O objetivo é apenas apresentar as ferramentas que foram desenvolvidas para a criação desses cenários. A fim de se chegar a um resultado o mais representativo possível e baseado na realidade econômica do país, outras análises estão sendo realizadas”, adiantam os pesquisadores.

    Na opinião dos autores, o Brasil é um país rico em fontes renováveis de energia e reúne condições necessárias e suficientes para estabelecer uma lei de incentivo à geração distribuída, em particular à geração de energia solar fotovoltaica conectada à rede, a exemplo da que foi estabelecida na Alemanha, Espanha e vários outros países. No entanto, atualmente, não há regulamentação para a promoção da energia solar fotovoltaica conectada à rede, o que dificulta a sua inserção.

    “Apesar de o Brasil ser um país em desenvolvimento, ele apresenta uma parcela de consumidores com possibilidades de assumir os custos de um programa fotovoltaico de proporção considerável. O país apresenta excelentes níveis de radiação solar. Neste trabalho demonstrou-se que isto é possível com um impacto tarifário de pequenas proporções e que se estende somente àquelas camadas da população com um maior poder aquisitivo.”, destaca o grupo que reúne pesquisadores do Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (Departamento de Engenharia Civil), do Laboratório de Energia Solar (Departamento de Engenharia Mecânica), ambos da UFSC, e da Rede de Organizações da Sociedade Civil para as Energi as Renováveis.

    Saiba Mais:

    Impacto tarifário e análise de investimento

    Os seguintes itens foram considerados dados de entrada para a base de cálculo na planilha:

    • Porte do programa (MWp/ano);

    • Duração do programa (anos);

    • Período de pagamento da tarifa prêmio (anos);

    • Preço do sistema fotovoltaico (R$/Wp);

    • Despesas de operação, manutenção e reposição (OM&R) (% do custo do programa);

    • Taxa interna de retorno ao investidor (%);

    • Produtividade (yield) média anual do tipo de tecnologia FV escolhido, para a o nível médio anual de radiação solar considerada (kWh/kWp);

    • Consumo anual residencial nacional total (kWh);

    • Tarifa média mensal de energia convencional para o setor residencial (R$/kWh).

    Baseados na entrada dos dados acima apresentados, os seguintes itens foram calculados:

    • Custo total do programa;

    • Montante anual arrecadado em tarifa prêmio;

    • Tarifa prêmio por kWh gerado pela tecnologia solar FV;

    • Impacto (acréscimo) na tarifa do consumidor residencial, por cada kWh consumido de energia convencional, ao longo do período de duração do pagamento da tarifa prêmio;

    • Geração anual de energia pela tecnologia solar FV;

    • Percentual de contribuição da geração FV no suprimento energético brasileiro

    Saiba Mais

    Um exemplo de sucesso

    A Alemanha é considerada o país com o mais bem sucedido mecanismo de incentivo às fontes renováveis de energia. O sistema de preços introduzido com o Electricity Feed Act (1991) – e posteriormente atualizado pela Renewable Energy Sources Act (2000) e pela emenda do Renewable Energy Sources Act (2004) – é a chave para o sucesso das renováveis na Alemanha. Apenas no ano de 2004, houve um aumento de aproximadamente 100% na potência FV instalada na Alemanha, que ao final de 2005 estava em aproximadamente 1,5 GWp conectados à rede elétrica pública (IEA, 2008).

    O mecanismo alemão é baseado na obrigatoriedade de compra, pela operadora de rede, de toda a eletricidade gerada pelas fontes renováveis, pagando ao produtor independente de energia (PI) uma tarifa prêmio por cada kWh gerado. Essa tarifa prêmio é relativamente superior ao preço do kWh convencional e é distinta para cada tecnologia. Os recursos para o pagamento das tarifas prêmio são captados através de um pequeno acréscimo na tarifa convencional de todos os consumidores e são depositados num fundo, utilizado para reembolsar os PIs. Neste caso, o incentivo é pago gradualmente ao longo do tempo de duração do programa (20 anos para a Alemanha), permitindo que os PIs recuperem os seus investimentos num período de 10 a 12 anos (HOLM & ARCH, 2005). O objetivo do programa é facilitar o desenvolvimento sustentável no suprimento de energia, controlar o aquecimento global, proteger o meio ambiente e atingir um aumento substancial na porcentagem das fontes renováveis no suprimento do consumo (no mínimo o dobro até o ano de 2010).

    Fonte: Artigo ´Programa de Telhados Solares Fotovoltaicos conectados à rede elétrica pública no Brasil`

    Ricardo Rüther (1,2); Isabel Salamoni (1); Alexandre Montenegro (2); Priscila Braun (1); Roberto Devienne Filho (3)

    (1) Laboratório de Eficiência Energética em Edificações-Departamento de Engenharia Civil- Universidade Federal de Santa Catarina – e-mail: ruther@mbox1.ufsc.br

    (2) Laboratório de Energia Solar – Departamento de Engenharia Mecânica- Universidade Federal de Santa Catarina

    (3) Rede de Organizações da Sociedade Civil para as Energias Renováveis

     

    Mais informações:

    Prof. Ricardo Rüther

    LABSOLAR – Laboratorio de Energia Solar

    &

    LabEEE – Laboratorio de Eficiencia Energetica em Edificacoes

    Universidade Federal de Santa Catarina / UFSC

    Caixa Postal 476, Florianopolis – SC

    88040-900  Brasil

    Tel.: +55 48 3721 5174

    Email: ruther@mbox1.ufsc.br   ruther@emc.ufsc.br   ruther@ecv.ufsc.br

  • LEDS – LEDwaves

    Eles estão a cada dia melhorando o uso dos LEDs para iluminação. Através de pesquisas, estão desenvolvendo produtos que cada dia mais transformam a iluminação.

    Hoje já podemos tranquilamente trocar algumas lâmpadas comuns por LEDS sem prejuízo algum nas variáveis de um projeto de Light Design.

    Os produtos abaixo são da empresa LEDwaves, só para vocês terem uma idéia.

    Com esta, você substitui as halógenas de 15W.

    Esta, pode ser usada no lugar das halógenas de 30W.

    Estas substituem as incandescentes de 40 e 55W.

    Opção para a PAR20 de 50W.

    Opção para a PAR30 de 75W.

    Poderosa: PAR38 de 120W.

    Street Light: por ser modular, pode substituir desde luminárias com lampadas HQL de 80 a 400W para iluminação pública.

    Vale lembrar que o uso dos LEDs nos projetos favorecem a eficiência energética pois o consumo é baixíssimo se comparado às lâmpadas convencionais além de ter uma vida útil mais longa.

     

  • A casa do diretor Roland Emmerich

    As fotos a seguir são da casa do diretor Roland Emmerich.

    Este projeto foi destaque no New York Times e é um exemplo criativo e inusitado.

    Os designers foram orientados a fazer um projeto de modo que “quando os vizinhos dessem uma olhadinha, iriam querer chamar a polícia ou algo assim.”

    A mesa do escritório foi feita a partir de uma asa de um avião da Segunda Guerra Mundial.

    Os designers tinham inicialmente planejado colocar uma estátua de cera de tamanho natural do Mr. Emmerich sob as escadas. Depois de discutir bastante decidiram usar uma do Papa João Paulo II.

    A mesa de café da biblioteca é composta de um míssil do Iraque.

    A cadeira do terraço foi feita com metais de uma petrolífera da Shell, por crianças de Gana.

    E detalhe: isso tudo é num prédio:

    Simplesmente, ADOREI!!!!

     

  • Começa em janeiro avaliação energética de prédios

    Antonio Gaspar
     
    A partir de janeiro de 2009, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) passa a conceder etiqueta às construções que apresentem eficiência energética. Com isso, o consumidor brasileiro ganha mais um balisador que o ajudará no momento da opção por um apartamento, sala ou espaço em um edifício. Podem participar da avaliação empreendimentos com área mínima de 500 metros quadrados abastecidos por, no mínimo, 2.3 quilowatts (2.300 volts).

    O diretor de qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, disse que a estrutura para avaliação dos projetos já está montada. “Poderemos usar tanto nossos laboratórios quanto os acreditados”, disse. As normas para a concessão da etiqueta foram estabelecidas por um comitê formado por vários ministérios e pelo Inmetro. Segundo Lobo, a adesão é voluntária, mas, ressalta, “o comitê tem poder, definido por lei, para tornar a participação compulsória”.

    Além do consumidor, que poderá colocar na ponta do lápis o preço do imóvel e os custos mensais representados pelo consumo de energia, a etiqueta será uma ferramenta importante para os síndicos. “No trabalho de gerenciamento, se o edifício não tiver obtido a categoria A, for C, por exemplo, o síndico saberá exatamente o que tem de ser feito para chegar no melhor patamar”, explica Carlos Alexandre Príncipe Pires, coordenador de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia. Ela chama a atenção da importância da medida como indutora de mudança de comportamento do governo no que diz respeito aos prédios públicos.

    Avaliação – As edificações serão avaliadas em três quesitos. Cada um contribui com um porcentual para a pontuação final. O setor de iluminação tem peso de 30%, o de ar-condicionado, 40%, e o envoltório, 30%, explica Pires.

    Em outras palavras, os projetos serão avaliados quanto ao número de janelas, fator que define a necessidade de uso de luz artificial e equipamentos elétricos, a qualidade dos materiais elétricos e dos equipamentos do ar-condicionado, os produtos usados na face externa (envoltório), como tijolo (melhor isolante, por exemplo) ou vidro, se há espaço entre o último andar e a laje, se há clarabóia, entre outros. “Todos os cálculos e procedimentos foram realizados e constam em ambiente de informática”, explica Pires.

    fonte: CLD

  • Iluminação de teto da CREE vence Competição de Design Internacional por segundo ano consecutivo

    Fonte: Market Watch – 16.09.2008
     
    Estados Unidos – A Cree, empresa de iluminação por diodos emissores de luz, os Leds, ganhou mais uma vez o prêmio por iluminação de teto, na competição de iluminação em estado sólido Iluminando Pelo Amanhã 2008. A CREE Iluminação LED foi homenageada no concurso por sua eficácia e design. O evento é organizado pela Associação Americana de Iluminação, pelo Departamento Norte-Americano de Energia (DOE, na sigla em inglês), representado pelo Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico, e pelo Consórcio de Eficiência Energética.

    A iluminação arquitetural de teto, em Led, CREE LR4 recebeu o prêmio mais alto, na categoria iluminação Led de teto. Para participar desta categoria, os concorrentes devem cumprir os critérios para iluminação em estado sólido Energy Star, estabelecidos pelo DOE. Selecionada entre 56 candidatos, a LR4, que entrará no mercado ainda este ano, foi submetida a testes. As experimentações são exigências do DOE para o processo seletivo ao prêmio e são feitas em um laboratório independente. A iluminação foi elogiada pelos jurados por sua maior eficiência energética e por sua qualidade de cor.

    A CREE LR24, uma iluminação de teto com 24 polegadas, foi homenageada por sua eficácia na categoria “Outras Aplicações”, reservada para produtos de iluminação em geral que não são cobertos pela Energy Star, que exige eficácia mínima de 50 lúmens por watt. A LR24, projetada para uso em tetos altos, deve estar disponível no mercado a partir deste outono. O outono nos Estados Unidos é no mesmo período da Primavera no Brasil. As LR24 apresentam as mesmas cores e vida útil que outras iluminações da CREE.

  • LEDCity: Para melhorar a qualidade de vida

    O LEDCity é uma expansão das comunidades das cidades, dos governos e da indústria para trabalhar no sentido de avaliar, implementar e promover a tecnologia LED na iluminação em toda a gama das infra-estruturas municipais para:

    Poupar energia
    Proteger o meio ambiente
    Reduzir custos de manutenção
    Proporcionar uma melhor qualidade luz para melhor visibilidade e segurança

    De acordo com os E.U. Departamento de Energia, 22% da eletricidade usada nos os E.U. são para iluminação. Em um mundo com a rápida subida dos preços da energia baseada na disponibilidade e controle de combustíveis fósseis, e com a crescente preocupação com a sustentabilidade do meio ambiente, a revolução na iluminação está muito atrasada.

     

    Díodos emissores de luz, chamados LEDs, estão revolucionando a iluminação. Mudando para iluminação à base de LED podemos economizar de 40 a 70% da electricidade que uma cidade utiliza para determinadas aplicações, tais como iluminação garagens, estacionamentos, áreas ao ar livre públicas, ruas e iluminação portátil.

    Além de ajudar a proteger o meio ambiente através da redução do consumo de electricidade, a iluminação LEDs, devido à sua longa vida útil, também reduz a quantidade de materiais em aterros (ou seja, lâmpadas). Além disso, LEDs, ao contrário de algumas tradicionais fontes de luz, não contêm mercúrio ou chumbo, metais perigosos à saúde e ao meio ambiente.

    De acordo com o Departamento de Energia, nos próximos 20 anos a aprovação de iluminação LED nos os E.U. pode:

    Reduzir os gastos com electricidade a partir de demandas de iluminação em 62%.
    Eliminar 258 milhões de toneladas métricas de emissões de carbono.
    Evitará a construção de 133 novas usinas. 
    Gerar poupanças financeiras que poderiam ultrapassar US$ 280 bilhões.

    Junte-se à Revolução LED Lighting, tornando-se um LED da cidade participante.

     

    *Este programa é realizado nos EUA, porém, já passou da hora de termos aqui no Brasil algo assim.

    Vale a pena a visita ao site (em inglês) pois tem bastante material e informações sobre o projeto.

  • Tendências: muita calma nessa hora…

    É bastante comum ver pessoas antenadas e correndo atrás das tendências lançadas nos maiores eventos mundiais, seja qual for o segmento: moda, decoração, novos produtos, dentre tantos outros. Enfim, sempre temos algo de novo, praticamente todos os dias.

    Mas será que isso tudo tem realmente algo a ver com você usuário, seu estilo, suas necessidades, seus sonhos e expectativas?

    Muitos clientes chegam até os profissionais com recortes de revistas (ou até mesmo várias delas inteiras) dizendo: é exatamente isso o que eu quero. Isso não só compromete negativamente a vida do profissional especializado como pode complicar a sua também.

    Causa estranheza quando algum profissional de Design de Interiores/Ambientes, que passou por uma formação acadêmica bastante profunda e específica tanto na área técnica quanto na criativa, se submete a simplesmente “chupar” (copiar) um projeto seja lá de onde for. Isso tolhe a capacidade criativa do profissional. Ele tem habilidades e conhecimentos para muito mais que o simples copiar algo. E, com esta prática, fatalmente ele não vai conseguir responder à altura das suas expectativas pessoais.

    Mas tal situação não se reduz à relação profissional – cliente. Este profissional poderá se tornar alvo de sérios problemas judiciais por plágio, cópia, etc. E não será você – cliente – quem irá responder por esta ruptura com o necessário comportamento ético, mas o profissional, na maior parte das vezes, pressionado pelo cliente.

    Deixando esta questão profissional de lado, vamos ao que realmente interessa: você, caro cliente.

    Tendências são boas? Sim e não. Vejamos por que:

    Segundo o dicionário Michaelis: “tendência – ten.dên.cia – sf (lat tendentia) 1 Disposição natural e instintiva; pendor, propensão, inclinação, vocação.(…) 3 Força que determina o movimento de um objeto. (…)”

    As tendências são criadas para mostrar conceitos, idéias, aplicação para novos e velhos materiais. Mostrar o que vem pela frente. E só isso. Ninguém vive de ou com tendências, salvo aqueles que as ditam. E, todos nós sabemos que qualquer coisa dita ou imposta, não presta.

    Vale lembrar também que hoje determinada coisa é tendência, amanhã já não mais será, pois já foi superada por alguma outra novidade, outra regra, desbotaram um pouco a cor que ontem era um “must” e assim por diante.

    É o que podemos perceber claramente na Bienal de Arquitetura de Veneza. Diferenças enormes entre projetos nos países – que levam em consideração suas características (climáticas, geográficas, etc) particulares. Até mesmo aqueles que tratam do mesmo tema tem diferenças enormes. Mas também percebemos isso dentro dos próprios países. Um material excelente para o sul não é bom na mesma medida para o norte/nordeste. Assim como a Bienal, as tendências devem servir simplesmente para nos fazer pensar sobre o que vemos, queremos e desejamos.

    Na Semana de Arte Moderna (1922) podemos perceber claramente como isso deve ser tratado: devemos receber essas informações estrangeiras e passa-las por um filtro. No Manifesto Antropofágico, isso é feito com a arte, literatura, etc. Traziam o que tinha de melhor lá fora que, uma vez “digerido”, era assimilado e transformado à realidade cultural brasileira. Isso nem de longe quer dizer que devemos nos tornar xenofóbicos, mas sim que devemos, acima de tudo, manter viva a nossa cultura, limpa e isenta de qualquer subserviência à padrões culturais estrangeiros.

    As revistas estão certas? Sim e não.

    As revistas são as responsáveis por nos apresentar essas tendências, não obstante o fato de muitas dessas tendências, enquanto produtos culturais, estarem submetidas à lógica do mercado e impostas artificialmente segundo interesses comerciais. Entretanto, para além desta observação crítica, temos de levar em consideração muitas coisas dentro de uma revista. Não basta olharmos uma foto de um ambiente, um objeto ou móvel. Temos de observar o contexto geral no qual aquilo está inserido ou pode vir a ser inserido.

    Um living “dos sonhos” qualquer um quer ter, porém aquela da revista pode não ser aquela que você realmente necessite por um simples detalhe: ela não foi projetada para você e sim para uma outra pessoa (família), que tem hábitos, gostos, rotinas e muitas outras variáveis diferentes das tuas. Ou então aquele móvel belíssimo, pode não adaptar-se corretamente à você pelo simples fato de que aqui no Brasil não temos uma homogeneidade corporal – na verdade estes padrões já não mais existem na maioria dos países. Ergonomicamente falando, aquela cadeira pode ser perfeita pra mim, mas para você pode não ser. Você pode ser mais alto ou mais baixo que eu, ter a mesma altura, porém ter pernas mais curtas. Enfim, são muitas coisas que precisam ser levadas em consideração na hora de projetar e montar o ambiente.

    Falando diretamente de produtos, muitas outras variáveis têm de ser levados em consideração também. Aquele novo revestimento para pisos pode não ser adequado às suas necessidades pelo simples fato de haver crianças ou idosos em sua residência. A escada de vidro causa desconforto, desequilíbrio, insegurança. A fechadura pode não ser a ideal. A automação pode lhe trazer sérios transtornos se você não for uma pessoa com um mínimo de habilidade com aparelhos eletrônicos. Isso e muito mais na parte mais técnica.

    Indo para a área psicológica, poderemos cair em problemas como cores que não batem com a tua personalidade, texturas não agradáveis ao seu tato, sensação de não pertencer ao espaço ambientado, desânimo, entre outros. Isso tudo porque você não levou em consideração as suas características pessoais, suas emoções, seus gostos, seu psicológico. Preferiu correr atrás das tendências, daquilo que está na moda. E não do que te agrada, do que tem “a tua cara”, o teu jeito.

    Temos de pensar seriamente que um projeto de Design de Interiores não deve se submeter aos modismos sempre passageiros. O projeto de Design de Interiores de sua casa permanece para além dos modismos e você terá de conviver com ele por algum tempo, ou por muito tempo. Importa discernir e fazer escolhas sobre os aspectos que dizem respeito ao seu estilo.  Isso refere-se a sua identidade pessoal.

    Portanto, o uso de revistas como referência e a percepção das tendências apresenta-se como positivo desde que você, cliente, coloque-se aberto para uma conversa e troca de idéias com o profissional sobre as escolhas que você fez para melhor adequá-las ao seu uso às suas necessidades. Torna-se fundamental a presença do profissional para oferecer uma orientação certa sobre o melhor produto, atento a seu estilo, seus sonhos e às demandas cotidianas de sua vida pessoal e/ou familiar e, ao mesmo tempo, atento às tendências que se apresentam.

    Artigo escrito para a Revista Mary in Foco.

  • Admirável pureza das linhas

    Um belíssimo projeto onde a pureza das linhas é levado ao extremo. De autoria do trio Matija Bevk, Vasa Perović e Uršula Oitzl.

    Leveza e suavidade.

    O site deste escritório de arquitetura e design vale a pena ser visitado pois é um show de imagens dos projetos por eles executados. Outro exemplo é esta Casa do Estudante, bem diferente do que vemos normalmente aqui pelo Brasil:

     

  • Lareiras? Não, fireplaces…

    O designer alemão wolf udo wagner desenvolveu para a Maison Object uma produto que tem as características de uma lareira, porém, móvel. Você a leva para onde quiser. Com isso é mais um fireplace que uma lareira. Batizou o produto de Ponton Fireplace.

    Pode ser usada em ambientes internos e externos. Produzida com um vidro resistente ao fogo e aço, funciona por mais de duas horas e meia sem precisar ser recarregada. A emissão de dióxido de carbono é mínima.

    Mais informações:

    http://www.pontonliving.eu
    http://www.maison-objet.com