pra quem gosta, quer dar uma melhorada na sua ou ainda precisa de fonte de informações sobre, um excelente site é o Stair Porn.



Vale a pena a visita…. São fotos e mais fotos de escadas. Pra todos os gostos e estilos.
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Vale a pena a visita…. São fotos e mais fotos de escadas. Pra todos os gostos e estilos.
O designer alemão wolf udo wagner desenvolveu para a Maison Object uma produto que tem as características de uma lareira, porém, móvel. Você a leva para onde quiser. Com isso é mais um fireplace que uma lareira. Batizou o produto de Ponton Fireplace.
Pode ser usada em ambientes internos e externos. Produzida com um vidro resistente ao fogo e aço, funciona por mais de duas horas e meia sem precisar ser recarregada. A emissão de dióxido de carbono é mínima.



Mais informações:
http://www.pontonliving.eu
http://www.maison-objet.com
Foi em pleno banho ao lavar os pés sujos de terra avermelhada que o tecnólogo José Geraldo de Magalhães teve uma idéia ao perceber a água quente se esvaindo pelo ralo. Pensou em desperdício e começou a imaginar um sistema que aproveitasse esse calor para ajudar a esquentar a própria água do chuveiro. Sete anos depois daquele dia na sua cidade natal, em Rio Vermelho, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Magalhães acompanha, desde setembro, a distribuição gratuita de um lote de 7 mil peças de seu invento para pessoas carentes da Região Metropolitana de Belo Horizonte num programa elaborado e financiado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Chamado de recuperador de calor para chuveiros elétricos, o sistema possibilita uma redução de 44% no gasto de energia elétrica de uma residência. O recuperador é produzido pela empresa Rewatt Ecológica, da qual Magalhães é um dos sócios. O funcionamento é simples. Em vez da água da caixa ou da rede de distribuição ir direto para o chuveiro, ela segue por uma mangueira e chega a uma plataforma de plástico reforçado instalada no chão do banheiro, com 58 centímetros (cm) de diâmetro e 4 cm de altura com tapete e estrutura antiderrapante.
Dentro dela existe um trocador de calor feito de alumínio, na forma de um encanamento em espiral, que recupera o calor da água quente do banho e aquece, em cerca de 20 segundos, a água limpa no interior do cano. A água aquecida é levada, por pressão natural ou por um pressurizador, para o chuveiro. A diferença do novo sistema é que quando a água chega ao aparelho ela já está pré-aquecida em comparação à existente na caixa. Normalmente a água natural parte dos 20º Celsius (C) e é esquentada no chuveiro até 38ºC, que é a temperatura do banho quente no inverno.
“Se ela já estiver com 27ºC, a diferença cai de 18º para 11ºC”, diz a professora Júlia Maria Garcia Rocha, do Grupo de Estudos e Energia (Green) do Instituto Politécnico da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Foi ela quem coordenou os dois testes que comprovaram tecnicamente a viabilidade do sistema, primeiro a pedido de Magalhães e depois da Cemig. “No início, nós não acreditávamos que o recuperador funcionasse. Depois fizemos os testes, o modelamento teórico e, no final, sugestões para melhorar o equipamento”, diz Júlia. “Fiquei tão impressionada que coloquei o recuperador na minha casa.”
Em um dos estudos, Magalhães instalou nove recuperadores de calor em uma academia de ginástica, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Com a instalação foi possível substituir os chuveiros de 5.400 watts para outros com 2.000 watts, também foram trocados os de 4.400 watts para 1.800 watts. No primeiro mês da instalação a redução com energia elétrica foi de 1.020 quilowatts-hora (kWh), o que representou a economia de 612 reais na conta de luz. Inicialmente o recuperador de calor está sendo instalado em residências escolhidas pelo projeto Conviver da CEMIG, que leva a eficiência energética a populações carentes. A Rewatt tem planos para comercializar o recuperador. “Estamos nos estruturando para vender o recuperador para um público mais amplo a partir de janeiro de 2008”, afirma Magalhães. O preço inicial do recuperador de calor será de 360 reais.

Fonte:
Mídia eletrônica: Agência FAPESP http://www.agencia.fapesp.br Por Marcos de Oliveira 19/10/2007
http://www.rewatt.com.br/funcionamento.htm
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=13373
acesso em outubro de 2007
envie seus comentários para abrantes@inpi.gov.br. Esta página não é uma publicação oficial da UNICAMP, seu conteúdo não foi examinado e/ou editado por esta instituição. A responsabilidade por seu conteúdo é exclusivamente do autor.
sugado: http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/rewatt.htm
Pra quem curte a vida e é ligado em passeios mais livres e descompromissados, ligados à natureza sem dispensar o conforto, os trailers ou os motorhomes são definitivamente são a melhor pedida.
Trailers são rebocados por carros.
Motorhomes são aqueles ônibus ou caminhões transfromados em residências motorizadas.
Com toda a tecnologia e equipamentos disponíveis hoje não é nada difícil pensar nos dois casos.
Trailers







Motorhomes:








Navegando encontrei o site do Dupoux Design.
Belíssimos projetos de interiores aliados à um projetos de light design extraordinário.
As imagens falam por si:


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Já está pronta a edição 18 da revista Mary in Foco na qual saiu a minha coluna, desta vez falando sobre Arte Urbana – Embelezamento Urbano.
Mais uma vez, agradeço ao amigo Marco Felipak pela oportunidade.
Abaixo as imagens.



Valeu Marco!!!
Tenho visto alguns lançamentos pela WEB bastante interessantes e vou compartilhar neste post alguns com vocês.
Que tal um céu estrelado particular?
Só seu, de ninguém mais… Ou ainda, quem sabe, no quarto de seus filhos?
Pois é! O Laser Cosmos faz isso por você. Trabalhando com laser verde e tecnologia holográfica promove um belo efeito estrelado em suas paredes e tetos.


Já para aqueles que não dispensam um som dançante nem mesmo na rora do banho, o Underwater Light Show é uma bela solução.
Com tecnologia LED alimentado por pilhas, é diversão pura na hora do sua banheira ou até mesmo dentro da piscina.


Se quer algo menos psicodélico, pode optar pela Rose Bath Lights:



Pode ainda optar para seu banheiro pelo LavNav:


Ou então na torneira com o Glow Flow Tap:



Calma, pra quem não tem banheira a opção é o LED Shower Light:


Adam Frank desenvolveu uma luminária usando um equipamento já antigo: as lamparinas a óleo. Porém usando e abusando da gostosa brincadeira de luzes e sombras chegou à Lumen.

Fiona Jean Thompson brincando com acessórios que bem poderiam ser herança recebida da vovó, criou o candelabro a seguir:

Potes com o sol ou a lua dentro?
Esta é a proposta de Tobias Wong. Alimentado por energia solar, basta deixa-lo em local ensolarado que, durante o dia o pote produz uma luz amarelo-alaranjado bem proxima à luz solar. Conforme vai escurecendo e chegando a noite, o pote vai assumindo o branco azulado característico da lua.


Já o Light Bench é a peça ideal para quem deseja dar uma cara nova, tecnológica e sustentávem ao seu jardim. Alimentado com energia solar, traz tecnologia LED RGB dentro de placas de policarbonato no assento e no encosto.


Que tal pegar seus convidados de surpresa com um rechaud feito de gelo?
Esta é a idéia do produto Mathmos Thaw. É uma base para vela daquelas redondinhas usadas normalmente em rechaud. Porém ele vem com uma forma interna (cilindro) que vai para o freezer onde a água formará a cúpula deste rechaud. Conforme a vela vai queimando, esta cúpula vai derretando e a água voltando para o interior da forma.


Não sei se estes produtos já se encontram à venda aqui no Brasil, se alguém souber ficarei grato pela informação!
O design de iluminação contemporâneo, por ser um ramo de atividade cuja evolução tecnológica, de conceitos e soluções encontra-se em desenvolvimento vertiginoso, solicita dos profissionais da área uma constante reciclagem de conhecimentos.
Nesse universo de trabalho, estudo e pesquisa, a boa relação entre profissionais, estudantes, lojistas, fabricantes, etc. acaba se tornando também uma ferramenta poderosa de aprendizado e reciclagem de conhecimentos. Vale notar, que mesmo num mercado extremamente competitivo, como é o mercado do design de iluminação nas grandes cidades brasileiras, não podemos de forma alguma descartar as atitudes colaboracionistas, que certamente sempre trouxeram e trarão outros “ganhos” e “lucros” no que tange, por exemplo, às facilidades de comunicação entre grupos com mesmos propósitos e disposições.
Com esses objetivos, surge através da iniciativa de alguns profissionais, lojistas, estudantes, etc. o grupo CLD – Campinas Lighting Designers, que visa à integração, troca de conhecimentos e informações, pesquisa e fortalecimento das relações profissionais entre designers de iluminação.
Mas o LCD não pretende ser um grupo restrito. Pelo contrário, quanto maior o número de pessoas que queiram participar dessa iniciativa, mais e melhor poderemos fortalecer essas relações e contribuir para uma cultura da iluminação, dentro e fora de nossa região metropolitana. Esperamos também a contribuição de profissionais de outras cidades e estados.
Os interessados que quiserem fazer parte dessa comunidade podem se inscrever através da plenária virtual do grupo, no endereço http://groups.google.com/group/campinasld ou enviando solicitação de inscrição através do endereço de e-mail: campinasld@googlegroups.com
Todos estão convidados e serão bem vindos para somar suas experiências e fazer desse grupo um grande núcleo de aprendizados e amizades.
Belíssimo projeto de arquitetura e interiores, projetado por Ellis Williams Architects, ganhador do Royal Institute of British Architects (RIBA) award.
Percebam o aproveitamento da luz natural neste projeto.






Muito se tem falado ultimamente sobre embelezamento urbano, porém poucas são as ações que visem realmente isto aqui em terras tupiniquins.
Um dos meios para o embelezamento urbano é a instalação de esculturas nos espaços públicos e também nos espaços privados que fiquem visíveis nas ruas como a entrada de edifícios, por exemplo.
um bom exemplo de trabalho nesta linha é o do The Art Office como poderão ver nas imagens a seguir:




fiz ha poucos dias um post sobre os trabalhos do Pye com a água.
Agora, vejamos o que pode ser feito usando o fogo como elemento artístico. Os trabalhos a seguir são da Colombo Construction Corp.






Muita gente me pergunta o que vem a ser SET Design quando pega meu cartão de visitas.
Produção de SET seria o termo mais conhecido, mas mesmo assim, ainda encontro pessoas que ficam com “cara de bolacha sem recheio” e dentre estas pessoas encontram-se clientes (até que dá para entender), alunos e outros profissionais (não, não dá pra entender estas bolachas sem recheio e sem sabor).
Bom, numa aulinha básica e rápida posso explicar da seguinte maneira (sem usar de muito texto):
SET Design tem a ver com toda produção passageira, de uso rápido e que logo após será desmontada e, provavelmente, não utilizada novamente. Mas também tem a ver com aquelas reutilizadas muitas vezes como veremos a seguir.
Dentre os tipos de produção deste gênero encontramos:
SET Design para Moda: desfiles, produção de catálogos e, porque não, as vitrinas que, apesar de sua estrutura manter-se a mesma, o conteúdo é alterado, modificado em prazos curtos.
Engana-se quem pensa que o SET Design para desfiles fica apenas na passarela e boca. Ela compreende tudo o que envolve o evento: desde a recepção, passando pelo lounge, entrando na área de desfiles (acessos e saídas, cadeiras platéia, área mídia, área som & luz, passarela, boca, iluminação geral e específica) e o backstage (camarins e anexos).
Claro que este acima não poderia faltar né?
SET Design para cenografia: entram aqui os trabalhos voltados à cenografia teatral, televisiva e também aquelas voltadas à publicidade e aqueles utilizados para gravações de clipes musicais.
Também engana-se que SET Design para clipes e publicidade são apenas realizados “indoor”. Temos também produções que podem ser realizadas tanto interna como externamente. Aqui entra sempre o olhar cênico e fotográfico do produtor de SET (SET Designer) que irá escolher as locações e, dentro deste olhar, já marcar as cenas, ângulos e movimentações a serem tirados.
Um bom exemplo de mistura entre interna e externa é o clip a seguir, pra variar, da Madonna:
Ou este comercial da Pepsi:
Pode-se inclusive acrescentar aqui as produções voltadas a eventos (festas, casamentos, feiras, shows, etc).
Portanto, SET Design.
Jongoh Lee criou uma forma elegante e discreta para iluminar passeios.

Usando da tecnologia LED + energia solar, chegou a um modelo de luminária com formas orgânicas que imitam folhas de árvores para ser instalado nas árvores que circundam os caminhos/passeios.

Com isso, as luminárias tornam-se praticamente invisíveis durante o dia e à noite promovem um belo efeito luminoso.

Este produto lhe rendeu o prêmio do IDEA Awards 2008 na categoria Comercial & Industrial.
Tomara que chegue logo por aqui…
Contact: JONGOH LEE: jojuly79@yahoo.co.kr
Excelente vídeo, vale a pena!!!
Todos os anos uma leva de designers se forma nos quatro cantos do Brasil e uma série de perguntas inquietantes não querem calar:
Estarão esses futuros profissionais sendo preparados para enfrentar as múltiplas realidades do nosso país?
Existiria uma estrutura de curso ideal para formar os profissionais de design adequados à nossa realidade?
A quem interessa manter um formato de ensino ultrapassado e ineficiente?
Você já parou para pensar em seu papel diante disso tudo?
“A folha que sobrou do caderno” é um instigante documentário resultante de uma inquietação pessoal em congruência com uma preocupação coletiva: precisamos discutir e reformar o ensino de design no Brasil.
São colocadas opiniões sobre modelos ideais de cursos e o papel que professores e estudantes desempenhariam nesses modelos, bem como discussão sobre formação tecnológica e teórica. A estrutura atual do ensino, questionamentos sobre pesquisa e atualização tanto por parte dos professores como dos estudantes também são abordados.
A organização estudantil como transformadora da realidade e o Movimento Estudantil fornecem o fechamento das discussões. Em A folha que sobrou do caderno, História, depoimentos e atitudes são os principais ingredientes para alcançar a maior proposta do filme: PROVOCAR. Link para download da versão com 100Mb.
Produzido por Mauro Alex , Gabriel Costa Rodrigues e Alexander Czajkowsky, estudantes da UFBA.

Muita gente tem me questionado por e-mail e também tenho visto isto em várias comunidades e fóruns, sobre uma disciplina presente em muitas Matrizes Curriculares chamada “Atividades Complementares”.
Estas atividades são sempre bem vindas desde que tratadas da forma correta pelas IES. A função e objetivo delas visa a complementação para a plena formação do acadêmico com saberes e conhecimentos que por vezes não é aprendido dentro da sala de aulas.
Porém o que é mais comum encontrarmos são IES que fazem constar esta disciplina na Matriz Curricular do curso, porém a emprega de forma inadequada, pura enrrolação mesmo.
Quando você, futuro acadêmico, deparar-se com esta na Matriz do curso pretendido, questione a coordenação do curso sobre como é tratada esta disciplina durante o curso.
Muitas a colocam apenas para preencher a carga horária mínima necessária para ter o curso aprovado pelo MEC. Porém, o que acontece na realidade é que muitas utilizam esta carga horária para justificar o tempo que o aluno irá gastar EM CASA para fazer os trabalhos do curso. Ou seja, você estará pagando para realizar um trabalho onde em nada estará onerando a IES, pois este será realizado na tua casa, será o teu gasto energético, o teu material e os teus equipamentos.
Então, sempre que encontrar a tal “Atividades Complementares”, questione a universidade sobre como é tratada esta questão.
Eles terão de explicar detalhadamente como será o processo desta disciplina e todo o ementário. Afinal, você é um cliente e estará pagando por um serviço. Logo, não pode comprar um produto às escuras.
Se perceber que esta carga horária tem a ver com a questão de desenvolvimento de trabalhos em sua casa (tipo tarefas) exija que isso seja descontado de sua mensalidade e que você seja dispensado da disciplina pois pra esse tipo de trabalho, você não é obrigado a pagar pra fazer uma coisa que sabe que terá de fazer independente da existência ou não desta na Matriz Curricular.

Para maior esclarecimento, listo abaixo algumas atividades que realmente podem ser consideradas como complementares:
projeto de pesquisa (iniciação e pesquisa)
visitas técnicas
monitorias
projetos
extensão e ensino
enfim, atividades acadêmicas que visem a FORMAÇÃO do acadêmico.
No caso dos estágios:
SE este for obrigatório, NÃO pode ser computado na carga horária desta disciplina.
SE este for opcional, aí PODE ser computado.
A parte de eventos também pode entrar no cômputo final desta carga horária (mas isso vai depender da regulamentação da universidade):
palestras
Feiras e mostras
Congressos
etc.
Portanto, muito cuidado na hora de escolher o teu curso para não comprar gato por lebre.

Marcia Bindo e Priscilla Santos são jornalistas da revista Vida Simples. Além de dividir a mesa de trabalho, a dupla compartilha “algumas opiniões e o gosto por novidades relacionadas a uma vida urbana mais aprazível e menos agressiva ao meio ambiente”.
Assim que elas explicam O Guia Verde, um blog-site perfeito para quem não abre mão da vida na cidade grande (beem grande, como a metrópole paulista) mas não deixa de pensa no bem no planeta. “Depois de alguns anos escarafunchando o assunto, percebemos que muita gente quer ser mais sustentável, mas não sabe como colocar isso em prática. Por isso, decidimos garimpar na cidade de São Paulo onde é possível comprar alimentos orgânicos, roupas e cosméticos mais naturais, locais para reciclar o lixo e por aí vai. Tudo o que possa inspirar uma vida mais verde na cidade”, concluem.
Algumas dicas deliciosas já podem ser conferidas por lá, como um Passeio pelo Jardins (a pé, para reduzir as emissões de carbono) e o Brechó Juisi by Licquor: Enjoy Sustainable (para quem não resiste aos apelos da moda). O texto ágil das meninas torna a leitura super informativa sem cansar. Passe por lá e faça seu roteiro de eco-shopping!
O Guia Verde: www.oguiaverde.com

Talvez a mesa luna (acima) tenha sido inspirada neste material, ou tido a mesma fonte de inspiração: as colméias de abelhas. O fato é que o flexicomb, é uma nova aplicação para um material de descarte diário, os canudinhos de bebidas, fabricados em polipropileno.

O material pode ser dobrado, flexionado, comprimido e pode ser usado em protótipos de móveis ou até mesmo em luminárias e objetos de decoração.


Solte a sua imaginação…
Sugado: http://designdemoveis.blogspot.com/2008/07/flexicomb.html
Eu às vezes me pego numa batalha interna terrível quando me deparo com arte abstrata. Algumas vezes gosto e outras não mesmo.
Porém quando esta arte vem carregada de elementos que me remetem ao Rococó e outras contemporâneas à esta, ou até mesmo quando ela não vem carregada daquela linha blasè e já manjada daquelas tintinhas salpicadas sobre uma tela, a coisa fica mais tranquila.
É o caso do trabalho do designer gráfico Evgeny Kiselev.






Tudo bem, eu sei que não dá pra se comparar um trabalho numa tela, com o feito em computador… Mas é raro encontrar algo neste padrão feito numa tela…
Karim Rashid dispensa apresentações.
A cada projeto nos surpreende seja com as soluções, formas, cores, texturas, enfim… É aquele tipo de profissional que me faz pensar: quando eu crescer quero ser assim rsrsrrs
O lance da vez é o Majik Café, em Belgrado, Sérvia.

À começar pela entrada, que já é um show a parte, o interior do espaço nos faz viajar em um ambiente multicolorido, com muitos elementos artísticos que brincam com a nossa visão.

A iluminação é feita basicamente toda com LEDs RGB.





Até mesmo os banheiros são um show a parte neste projeto…



Assim é Hashid.
Nos surpreende, nos emudece e deixa que as imagens falem por sí…