Tag: Design

  • Desenhistas de nada

     

    Hoje enquanto almoçava, assistindo a TV vi uma triste passagem no quadro Vídeo Game. Dois casais foram chamados da platéia e as meninas teriam de fazer uma “tatoo” com canetinhas nos meninos. O tema escolhido foi TUBARÃO.

     

    Foi de doer o resultado da brincadeira. Lamentável mesmo.

     

    O que ficou claro ali e que facilmente percebemos no dia a dia no contato com alunos é que a educação de hoje em dia simplesmente vem destruindo qualquer capacidade de desenho que possa existir nos alunos. E a informática tem muita culpa nisso tudo.

     

    Tanto em uma quanto na outra a visível falta de referências gráficas e pictóricas ficou claramente visível. Nenhuma foi capaz de expressar nem ao menos a conhecidíssima barbatana dorsal. Para piorar, tentaram desenhar o bicho inteiro.

     

     

     

    Me lembro que no meu jardim de infância as professoras nos ensinavam a desenhar peixinhos usando como referência a letra L minúscula. Era fácil e ali aprendíamos que era possível intentar o peixe que quiséssemos.

     

    Depois outras formas básicas nos eram ensinadas: nuvens, árvores, casinhas e pessoas “de palitinhos” e mais uma infinidade de formas que nos levaram facilmente a soltar o traçado, o risco, a mão.

     

     

    A semiótica nos apresenta o mundo – que o vemos gráfico – de forma escrita e também por símbolos simples como o desenho simples de uma cadeira. Porém o que se percebe é que tanto os elementos da semiótica como, principalmente o de desenho parecem estar desaparecendo da educação.

     

    É uma constante nos fóruns de Design e Arquitetura postulantes ao curso perguntando se tem de saber desenhar a mão. E a paúra dos THEs – as medonhas prévias?

     

     

    A maioria opta por gráfico porque “tudo é feito no computador”. Alunos de séries iniciais reclamam quando o professor pede trabalhos à mão e, não difícil acontecer, alguns insistem em entregar os trabalho feitos no PC.

     

    Muitos quando tentam entregar algo feito à mão deixam claro seu protesto e entregam trabalhos mais parecidos com garatujas.

     

     

    O que acontece com o desenho?

     

    Onde foi parar o desenho?

     

    Onde foi parar a sensibilidade da análise, estudo e observação das formas, das referências, das estruturas?

     

    Onde foi parar a capacidade dos professores do ensino de base em ensinar ao menos o básico do desenho?

     

    Onde foi parar as garatujas que o ser humano foi um dia capaz de fazer?

     

    Teremos de voltar à pré-história e, como primatas ainda não desenvolvidos, começarmos tudo do zero?

     

     

    Será que é preferível agir como o Pequeno Príncipe e a sua “cobra que comeu o elefante”, diante dos clientes?

     

  • 5 de Novembro – Dia do Designer

    PARABÉNS A TODOS, E A ALOÍSIO MAGALHÃES, PERNAMBUCANO IMPORTANTÍSSIMO NA HISTÓRIA DO DESIGN BRASILEIRO.
    Dia 5 de novembro é o Dia do Design

    No dia 19 de outubro de 1998, o então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, assinou um decreto instituindo o dia 5 de novembro como o Dia Nacional do Design, que começou a vigorar a partir
    da data de sua publicação no Diário Oficial, o dia 20 de outubro do mesmo ano.

    Esta data foi instituída em homenagem a um defensor do design no Brasil, o advogado, artista plástico, designer e planejador brasileiro Aloísio Magalhães, nascido em 5 de novembro de 1927.

    Sendo um dos designers mais importantes de sua época, Aloísio desenvolveu projetos conhecidos nacional e internacionalmente, como a identidade visual da Petrobrás (alterada há alguns anos), o desenho das notas do cruzeiro novo e o símbolo do IV Centenário do Rio de Janeiro.

    Participou do grupo de vanguarda “O Gráfico Amador” em Recife, na década de 60. Na mesma época, ganhou os principais concursos brasileiros de desenho de símbolos. Em 1962, participou da criação da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) e, em 1980, assumiu a Secretaria de Cultura do MEC.

    Alóisio Magalhães sempre defendeu conceitos como a “brasilidade” do design e a recuperação da memória artística e cultural brasileira e foi sem dúvida, uma das figuras mais importantes da história do design
    brasileiro.

    Entre seus trabalhos, o design das notas do cruzeiro novo é um dos mais conhecidos. Aloísio acabou com o conceito de “pé” e “cabeça” do dinheiro, criando uma moeda individualizada e reconhecida como inovadora mundialmente e influenciando todo modo de produção monetário no Brasil desde então.

    O design brasileiro e a indústria nacional têm muito a agradecer ao empenho de Aloísio Magalhães, pois foi por esforço dele que hoje podemos identificar um avanço no entendimento do significado do design pelo empresariado. Este entendimento vem se reafirmando pelos resultados vivos obtidos pela indústria nacional através da efetiva inserção do design nos processos produtivos como ferramenta fundamental no  desenvolvimento de seus produtos e, pela sensível percepção dos resultados traduzidos na rentabilidade da produção, na racionalização de processos, na melhor adequadação de materiais e na preocupação com o impacto dos produtos no meio ambiente. A mistura de todos estes fatores remete a uma produção caracterizada pelos diferenciais necessários para o aprimoramento do padrão de qualidade do produto nacional e para o bom desempenho na sua comercializaçã o nos mercados interno e externo.

    A busca pela “brasilidade” nos produtos como identidade começou com a visão futurista do designer Aloísio Magalhães e vem se reafirmando a cada dia através do esforço dos profissionais de design e do bom
    entendimento da indústria.

    TEXTO RETIRADO DO SITE
    http://www.apdesign .com.br/noticias _view.asp? cod=211
    Assessoria de Comunicação Apdesign

    Sugado: http://shenrique.wordpress.com/2007/11/05/dia-do-design-5-de-novembro/#comment-503

  • De o que?!?

    Encontrei este artigo na WEB no excelente blog PanaceaDesign e resolvi compartilha-lo com vocês. Ele fala diretamente sobre o Design Gráfico porém não é nada difícil pensarmos nele voltado para qualquer área do Design, especialmente Interiores. Boa leitura!

     

    Afinal, o que será esse tal negócio/coisa o Design? Quem será essa criatura/desconhecido o Designer? Ambos envoltos por segredos e questionamentos. Seria o Design algo mágico a se revelar somente aos poucos iniciados? E o Designer seria um iniciado, talvez um mestre, desses caminhos tortuosos? Pode, inicialmente, parecer que sim, afinal toda atividade criativa invoca alguns mistérios, mas isso fica só nas aparências.

    Fazer Design é, básica, mas não exclusivamente, comunicar/informar, (seja em mediuns estáticos ou animados, bi- ou pandimensionais, objetais ou imagéticos). É corporificar idéias, expressar conceitos, exprimir sentimentos e ideais, sendo, isto sim, o essencial do Design. Fazer Design é coordenar diversas possibilidades comunicacionais, maximizando sua eficiência no atingimento de seus fins. É levar a inquietação do Designer para além de si, para o outro, positivamente, instigando questionamentos, a curiosidade e despertando o interesse. É incitar um clamor entre tantos chamamentos disputando a atenção e o querer do outro.

    O Design não é simples instrumento/técnica de aumento da compra/venda, e nem o Designer um vendedor/técnico. Ainda que o Designer exerça o Design como atividade, no mais das vezes remunerada e autônoma, e seja, também, consumidor. Quanto ao Design, temos que é uma área do conhecimento, especializada, que aplica seus conhecimentos à consecução de fins predeterminados. Para isso o Design aplica saberes, técnicos, teoréticos e empíricos, usados pelo Designer. E, por não serem estáticos, o Design ou o Designer, se aperfeiçoam no tempo/espaço, reciprocamente.

    Fazer Design, ou criar Design, ou aplicar Design, ou desenvolver Design, não é, tão-somente, fazer algo bonitinho, que seja, conseqüentemente, rentável. Design é a expressividade condicionada ao comunicar/informar. Design não é escolher uma letrinha diferente e fazer um amontoado de rabiscos coloridos e alegres. Superficialmente, até pode parecer, entretanto, observando, nota-se que o amontoado de rabiscos tem desenvolvimento coordenado, sua conformação equilibrada, pois lastreado por conhecimentos de forma, equilíbrio e composição, para evocar uma determinada reação/sentimento. A letrinha diferente, não foi aplicada ao acaso, por ser legal. Foi selecionada, manipulada criada, criteriosamente, por sua legibilidade, leiturabilidade acorde a conceituação definida projetualmente. Não basta que seja bonitinho, se não for eficaz. Todos os conceitos, conhecimentos e técnicas cometidos ao Designer culminam nessa parecência de bonitinho, pois o Design visa ao belo, qualquer que seja a percepção e definição deste, projetual e socialmente concebida. É tudo isso que confere à letrinha diferente e o amontoado de rabiscos coloridos e alegres valia comunicacional. Isso é que o Design faz, por meio do Designer, e tantas coisas mais. Valorando o projeto externalizando-o plenamente, para que não fique entrevisto. Ressaltando a subjetividade, aquela indefinível sutileza que a tudo permeia, manifestando-a e, assim, fazendo extraordinário o projeto.

    O Designer provoca, é desavergonhado, que a atenção de todos, quer se comunicar com todos e quer que todos se comuniquem entre si, na produção de resultados, de Design, positivos, ágeis e mensuráveis qualitativa e quantitativamente. Ou seja, o Designer quer a solução que atenda às necessidades do cliente/produtor e do cliente/consumidor. Os atos de Design falam às necessidades do outro. Seja essa necessidade originária (fome, sede, proteção) ou derivada, (estilo, luxo, conforto). Atos que se materializam pelo Designer, que é seu núncio.

    Seja qual for o problema que se apresente, dentro no âmbito do Design, o Designer está capacitado a solucioná-lo, não escondendo eventuais problemas, fazendo um embuste de projeto, maquiando. O Designer explora, realmente, as possibilidades do projeto e as utiliza plenamente. Isso, também, é o que diferencia um Designer daqueles que se arrogam qualidades e habilidades que ainda que as possuam, não sabem, no mais das vezes, as usar, podendo fazer do projeto um fiasco irrecuperável, com resultados catastróficos para o cliente/produtor. Por isso, ao contratar um profissional da comunicação, especificamente, o Designer, não deve-se pautar por questões só imediatas. A decisão deve ser ponderada, considerando não somente o investimento que é feito, mas no que esse investimento pode reverter. Afinal, de um produto/objeto, o que é esperado, é que se firme e continue por muito e muito tempo, não que se acabe ali, agora. Ainda que essa continuidade seja só na memória. É isso que o Designer, o profissional do Design, faz.

    Frederico Souza

    É um designer versado na arte da escrita, domando os obscuros conhecimentos da semiótica e da psicanálise freudiana, os quais usa para suas fundamentações teóricas.

    http://panaceadesign.com.br/blog/

  • Mais algumas animações

    Olhando os videos relacionados ao que coloquei no post anterior, encontrei mais estes também no Youtube feitos pelo mesmo grupo.

    Bem interessantes, eles nos mostram a importância de uma boa sinalização, bem como o entendimento e atendimento dos usuários à mesma. Também nos levam por um passeio sobre o manuseio de equipamentos que necessitam de conhecimentos técnicos e que a leitura atenta dos manuais sempre é bem vinda. Cuidados no dia a dia entre varios outros assuntos ergonomicos e de segurança.

    Vale a pena, espero que curtam.

    Bom, que fique também registrada a minha contribuição educativa, através destas animações, para este dia das crianças.

    Be happy!!!

  • FLARE: pele para fachadas

    Como se não bastassem as tecnologias já desenvolvidas com sistemas de iluminação para fachadas, agora chega a vez da robótica.

    Obra dos Designers Christopher Bauder and Christian Perstl.

    FLARE é um sistema bastante simples, mecanicamente falando, mas que, ligado à um programa de computador pode fazer a fachada transformar-se de forma impressionante.

    A vantagem é que este sistema não utiliza luz artificial para seus efeitos. Tudo é conseguido pela luz natural e urbana do entorno.

    Bom, o vídeo fala por si. Nele também é possível ver como é simples o sistema.

    ADOREI!

     

  • Skyline

    Dias atras estava conversando com um amigo sobre a elaboração de um evento. A conversa estava animada, divertida, com vários surtos criativos e idéias até que percebemos que para isso tudo acontecer necessitaríamos de um elemento básico: o skyline da cidade.

    Este é um dos principais elementos de eventos deste tipo. Parei o carro numa região alta da cidade e, já ao entardecer, percebemos que, apesar de Londrina ser uma bela cidade, ter um skyline interessante, faltam elementos de destaque e tudo é muito chapado, quadradinho, parecido. Se olharmos atentamente e desconsiderarmos as cores das edificações, tudo é muito igual.

    Pensamos então em outra cidade: Maringá. Lá existe aquela maravilhosa catedral em forma de nave espacial, existem também dois prédios que se destacam facilmente no skyline, e só…

    Vamos a Curitiba então? Infelizmente esta verdade se faz presente até mesmo na “cidade modelo”. Lembro-me de quando morei lá que, ao voltar da faculdade ou do trabalho sempre tinha à minha frente o skyline central. E também é a mesma coisa: quadradinhos, retinhos, iguaizinhos…

    Voltando a Londrina começamos a pensar na cidade e esquecemos do projeto. O que acontece? Até mesmo os mega lançamentos são todos, iguais, tem a mesma casca, é quadradinho, caixotinho, sem graça.

    Para piorar, o skyline noturno é triste. Tirando as luzes das janelas, não se vê um projeto de Light Design que faça com que o empreendimento se destaque na paisagem urbana. A única coisa que vemos são os esqueletos fantasmagóricos refletidos na sobra da iluminação pública (péssima por sinal).

    Por falar em iluminação pública, nem mesmo os parques, praças, monumentos e árvores recebem uma iluminação de destaque e acabam transformando-se em áreas de risco, tráfico e prostituição.

    O que acontece?

    O que passa na cabeça de quem faz este tipo de projeto?

    Será que falta “o dedo e o olho” de um Designer?

    Será que a capacidade criativa secou?

    Será que isso é algum tipo de LEI imposta por alguma associação ou órgão que diz que TEM DE SER ASSIM, CAIXOTINHO, QUADRADINHO E SEM GRAÇA?

    Aí resolvemos ir até o estacionamento do Shopping Catuaí onde temos uma bela visão da área dos condomínios horizontais da cidade. Crentes de que encontraríamos referências na paisagem noturna, nos decepcionamos. Novamente apenas luzes vindas das janelas e aquelas das ruas.

    No outro dia tivemos de ir novamente ao shopping comprar alguns materiais e, novamente nos aproximamos do beiral que nos favorece esta visão privilegiada. Mas novamente a decepção foi enorme.

    Até mesmo dentro dos condomínios de residências – que são individuais, cada um faz a sua como quer e pode – percebemos a tímida (pra não dizer nula) exposição de criatividade projetual. Isso tudo sem falar naqueles bem comerciais mesmo onde um mesmo projeto é reproduzido quantas vezes couber dentro do terreno.

    O que parece é que nada se cria, tudo se copia, realmente.

    A impressão é que os únicos pontos que valem uma pirada ao aplicar uma pitada de Design são as entradas e salões das áreas comuns.

    Comecei a dar uma olhada geral no país e tristemente constatei que a criatividade realmente anda em baixa na arquitetura brasileira. O que vemos são projetos isolados, feitos por algum maluco que ousou romper o código de enfeiamento urbanistico vigente e que, por isso mesmo, não foi seguido pelos outros profissionais.

    Quando vemos algo de inusitado, criativo, legal mesmo, geralmente este se encontra afogado, imerso num paredão de concreto sem graça, quadradinho, caixotinho… Logo, desaparece. Por algum tempo o projeto é festejado, elogiado, ganha prêmios, destaque e projeção e pensamos: dessa vez vai mudar algo.

    Ledo engano…

    Em São Paulo começamos a perceber algumas alterações neste sentido, especialmente às margens do rio Pinheiros e na região da Av. Berrini onde algumas construções estão saindo fora deste padrão.

    Porém, ainda estamos longe de ter um skyline interessante como os de várias cidades estrangeiras.

    Quem sabe um dia…

    Quem sabe um dia numa outra geração…

  • Criatividade inconsequente e sem noção.

    A idéia até que foi legal: criar um espelho para interruptores voltado para um público: cristãos.

    Porém o descuido acaba por destruir um projeto cuja aplicação e temática são bastante interessantes.

    Fala sério, isso é totalmente sem noção e descabido.

    Mas, tirando o seu lado agressivo, até que tem o lado ridiculamente engraçado.

     

  • 5 de novembro – Dia do Designer

    É isso mesmo!

    Dia 5 de novembro é o dia do Designer!!!

    Está chegando e o que você está fazendo em prol do design, da regulamentação profissional?

    Pois bem, estaremos fazendo uma grande mobilização nacional pró-Design com ações coordenadas por todo o território nacional.

    Se você, DESIGNER, ainda não se cadastrou no NING, faça-o pois as informações serão divulgadas apenas por lá.

    Vamos que vamos, pois se não fizermos algo pela nossa profissão, não serão associações do tipo ABD que o farão. E quando esta diz fazer algo, já sabemos pra onde estão tentando levar a nossa profissão.

    Designers de Interiores/Ambientes

    Designers de Produtos

    Designers de Embalagens

    Designers Gráficos

    Designers de Moda

    Enfim, se você é Designer, formado em alguma área do Design, junte-se a nós e vamos fortalecer nossa profissão!

  • Ponto!

    Um dia cansativo pacas hoje…

    Pra ajudar ainda tenho de trabalhar de mesário nas eleições e tou sem sono…

    Tenho de estar na seção às 07:00hs e já são 01:36hs e não consigo dormir…

    Sem inspiração hoje, então vou postar apenas essa imagem abaixo pra vocês divertirem-se um pouco – sei que é velhinha já mas vale a brincadeira.

    Trata-se de uma imagem fixa, plana, em 2D mas que, devido ao uso das formas e cores, nos passa a impressão de que ela está em constante movimento.

    Pensei em postar apenas isso hoje por dois motivos:

    1 – bem dosada, a ilusão de ótica pode promover um ganho enorme nos projetos.

    2 – Assim como nesta imagem, muitos políticos colocam-se como grandes salvadores da pátria, prometem rios e mundos e que farão isso e aquilo mas, assim como a imagem acima, mas que, na verdade, depois de eleitos desaparecem, você não ouve falar no nome dele, não vê/percebe movimento algum dele no sentido de realizar o trabalho para o qual foi eleito.

    Portanto, muita atenção, análise, consciência e discernimento antes de votar.

    Seu voto tem um valor enorme e é só seu!

    Bom domingão pra quem pode curtir rsrsrsrsrs

    Eu estarei “trabalhando”.

  • Reforma by TAYzt

    Mais um excelente exemplo de reforma geral aproveitando construções antigas.

    Desta vez, trata-se de um projeto do Designer de Interiores TAYzt que pegou um apartamento com mais de 30 anos e o reformou geral.

    SALA ANTES:

    SALA DEPOIS:

    COZINHA ANTES:

    COZINHA DEPOIS:

    QUARTO ANTES:

    QUARTO DEPOIS:

    Belo resultado!!

  • Reforma: de galpão abandonado à apartamento

    Mais um belíssimo projeto que vale a pena ser mostrado.

    Trata-se de um antigo galpão onde antes funcionara uma academia de ginástica e que estava ha anos abandonado. O trabalho para a equipe de designers foi transforma-lo num luxuoso e contemporâneo apartamento com 5 quartos.

    ANTES:

    DEPOIS:

  • LEDS – LEDwaves

    Eles estão a cada dia melhorando o uso dos LEDs para iluminação. Através de pesquisas, estão desenvolvendo produtos que cada dia mais transformam a iluminação.

    Hoje já podemos tranquilamente trocar algumas lâmpadas comuns por LEDS sem prejuízo algum nas variáveis de um projeto de Light Design.

    Os produtos abaixo são da empresa LEDwaves, só para vocês terem uma idéia.

    Com esta, você substitui as halógenas de 15W.

    Esta, pode ser usada no lugar das halógenas de 30W.

    Estas substituem as incandescentes de 40 e 55W.

    Opção para a PAR20 de 50W.

    Opção para a PAR30 de 75W.

    Poderosa: PAR38 de 120W.

    Street Light: por ser modular, pode substituir desde luminárias com lampadas HQL de 80 a 400W para iluminação pública.

    Vale lembrar que o uso dos LEDs nos projetos favorecem a eficiência energética pois o consumo é baixíssimo se comparado às lâmpadas convencionais além de ter uma vida útil mais longa.

     

  • Você sabe o que é Design?

    Este é especial!

    Produzido pela Rede Gaúcha de Design, o vídeo mostra claramente o trabalho de um Designer e todo o processo que este engloba. É um excelente vídeo para ser mostrados àqueles clientes que viram para você e dizem: “Tudo isso? Más é só fazer uns deseinhos aí no papel…”

  • Desenho e detalhamento de móveis

     

    Uma das maiores dificuldades e que também muito tempo na hora de projetar, além de gerar muitos problemas na execução de um projeto são os móveis à serem confeccionados especificamente para o ambiente.

    O principal problema ou falha – para o projetista – está no desenho e detalhamento.

    Muitos profissionais não levam em consideração ou não dão a devida importância à parte de detalhamentos. E é esta parte do projeto que irá concretizar e enfatizar a qualidade do mesmo. É esta parte que fará a diferença no resultado final.

    É comum vermos profissionais entregando esboços, croquis ou até mesmo projetos bastante falhos, com falta de informações aos marceneiros e montadores. Muitos entregam pranchas com elevações, cortes e uma perspectiva básica. Tudo devidamente cotado. E apenas isso.

    Porém, para que o projeto seja confeccionado devidamente e com qualidade, outros detalhes devem ser mostrados no projeto: outras formas de expressão, detalhamentos minuciosos, para garantir que tudo saia exatamente como imaginado, criado e planejado.

    Detalhes ergonômicos devem ser tratados com o devido cuidado e atenção.

    Primeiro temos de ter consciência de que será preciso fazer um desenho detalhado de todas as peças que comporão o produto final. Estes desenhos tem de ser cotados, com cortes e vistas. Não basta apenas as elevações e cortes gerais do produto final. Sem isso podem ocorrer erros crassos na execução.

    Devemos também mostrar detalhes pertinentes ao funcionamento e manuseio do produto. Isso é fundamental para quem está confeccionando o seu produto. E também para o cliente conseguir visualizaro que terá em mãos posteriormente.

    Além da perspectiva manual, faz-se necessário hoje em dia o uso das perspecticas em 3D que facilitarão a visualização do produto final por quem a estará confeccionando.

    Devemos também não nos esquecer das perspectivas explodidas. Estas devem ser bastante claras para que o executor possa visualizar e entender perfeitamente como deverá ser feita a montagem, onde entra e encaixa-se cada elemento. Na imagem acima – cadeira de Mauricio Azeredo – não há uso de ferragens. São apenas encaixes. Porém, quando existem parafusos e outros metais e ateriais, estes devem fazer parte da perspectiva explodida.

    Quando trabalhamos com juntas, as mesmas devem ser milimetricamente detalhadas para que não haja erro na execução.

    Outro detalhe importante, são as ferragens (parafusos, dobradiças, soldas, etc) que devem ser facilmente visualizados no desenho, a sua locação e, por vezes, forma de colocação/aplicação. Estes itens, além de detalhados nos desenhos, devem fazer constar em um memorial descritivo.

    Creio que com estas dicas rápidas eu consiga contribuir um pouco mais com o seu trabalho. Lembro que este tipo de detalhamento não se faz necessário apenas em projetos de móveis, mas sim de qualquer outro produto ou equipamento desenvolvido especificamente e também em gesso, projeto luminotécnico, hidráulico e outros que se fizerem presentes no projeto.

    Bom trabalho!!!

  • Mais sobre perspectivas e desenhos

    Continuando as dicas sobre desenho e perspectivas, seguem indicações de alguns sites interessantes sobre o assunto:

    Um site bastante didático. Online você encontrará aulas sobre Aspectos Teóricos, Temáticos, Passo a passo, Downloads de aulas, Galerias e muitas outras informações.

    É um site bastante genérico e que mostra como as coisas funcionam. Para quem é curioso nato com eu é uma boa pedida. Na parte de desenho, tem aulas disponiveis online numa linguagem bastante simples sobre perspectivas, desenhos gerais e vários outros. Vale uma visitinha.

    Os DEZ MANDAMENTOS – Na avaliação do Desenho de Observação

    Um site bem simples, porém com dicas bem interessantes sobre enquadramentos, papéis, pontos de fuga, luz e sombra, texturas, verticalidade, profundidade, texturas, croquis entre outros.

    CENTRAL DE QUADRINHOS

    Um site voltado para as HQs mas que tem dicas bem interessantes que cabem nos desenhos utilizados por nós Designers. Destaque para Perspectivas enfileiradas e Subidas e Descidas.

    IMASTERs

    Entendendo a Perspectiva – coloco este link aqui pois de nada adianta querer desenhar em perspectiva se não formos capazes de entender o que ela é e representa.

    DESENHISTAS AUTODIDATAS – Blog

    Um blog bem interessante mantido pelo Renato. Muito material, vídeos, dowloads sobre os diversos tipos de desenho.

  • A casa do diretor Roland Emmerich

    As fotos a seguir são da casa do diretor Roland Emmerich.

    Este projeto foi destaque no New York Times e é um exemplo criativo e inusitado.

    Os designers foram orientados a fazer um projeto de modo que “quando os vizinhos dessem uma olhadinha, iriam querer chamar a polícia ou algo assim.”

    A mesa do escritório foi feita a partir de uma asa de um avião da Segunda Guerra Mundial.

    Os designers tinham inicialmente planejado colocar uma estátua de cera de tamanho natural do Mr. Emmerich sob as escadas. Depois de discutir bastante decidiram usar uma do Papa João Paulo II.

    A mesa de café da biblioteca é composta de um míssil do Iraque.

    A cadeira do terraço foi feita com metais de uma petrolífera da Shell, por crianças de Gana.

    E detalhe: isso tudo é num prédio:

    Simplesmente, ADOREI!!!!

     

  • Belo projeto de interiores Australiano

    Esta maravilhosa casa está localizada na Costa Dourada da Austrália.
    Eu adoro o “branco” e poucos móveis e acessórios. Para mim, isso dá uma “folga” para viver.
    Depois há a cor azul. Azul é uma das minhas cores favoritas que me proporciona uma sensação de serenidade.

  • Barbearia por Lior Vaknin e SABI Aroch

    A concepção desta barbearia, foi inspirada por uma vertente de cabelo:

    Localizada num subsolo o ponto de partida deste projeto foi o café localizado ao fundo.

    Os locais de trabalho, hair styling e preparação foram adicionados de acordo com a função e o fluxograma dos trabalhos tornando fácil o acesso e fluxo entre as diversas áreas.

    Este processo foi dividido em três fases, cada uma levando em consideração como funciona cada espaço.
    – A primeira, área de trabalho.
    – Uma segunda, espaços para os clientes – café, estar, etc.
    – Uma terceira a recepção, escritório.

    Além da beleza do projeto, percebe-se a facilidade de acesso às áreas com amplos espaços de circulação, iluminação na medida certa, bastante confortavel e aconchegante.

     

  • Iluminação de teto da CREE vence Competição de Design Internacional por segundo ano consecutivo

    Fonte: Market Watch – 16.09.2008
     
    Estados Unidos – A Cree, empresa de iluminação por diodos emissores de luz, os Leds, ganhou mais uma vez o prêmio por iluminação de teto, na competição de iluminação em estado sólido Iluminando Pelo Amanhã 2008. A CREE Iluminação LED foi homenageada no concurso por sua eficácia e design. O evento é organizado pela Associação Americana de Iluminação, pelo Departamento Norte-Americano de Energia (DOE, na sigla em inglês), representado pelo Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico, e pelo Consórcio de Eficiência Energética.

    A iluminação arquitetural de teto, em Led, CREE LR4 recebeu o prêmio mais alto, na categoria iluminação Led de teto. Para participar desta categoria, os concorrentes devem cumprir os critérios para iluminação em estado sólido Energy Star, estabelecidos pelo DOE. Selecionada entre 56 candidatos, a LR4, que entrará no mercado ainda este ano, foi submetida a testes. As experimentações são exigências do DOE para o processo seletivo ao prêmio e são feitas em um laboratório independente. A iluminação foi elogiada pelos jurados por sua maior eficiência energética e por sua qualidade de cor.

    A CREE LR24, uma iluminação de teto com 24 polegadas, foi homenageada por sua eficácia na categoria “Outras Aplicações”, reservada para produtos de iluminação em geral que não são cobertos pela Energy Star, que exige eficácia mínima de 50 lúmens por watt. A LR24, projetada para uso em tetos altos, deve estar disponível no mercado a partir deste outono. O outono nos Estados Unidos é no mesmo período da Primavera no Brasil. As LR24 apresentam as mesmas cores e vida útil que outras iluminações da CREE.

  • Tendências: muita calma nessa hora…

    É bastante comum ver pessoas antenadas e correndo atrás das tendências lançadas nos maiores eventos mundiais, seja qual for o segmento: moda, decoração, novos produtos, dentre tantos outros. Enfim, sempre temos algo de novo, praticamente todos os dias.

    Mas será que isso tudo tem realmente algo a ver com você usuário, seu estilo, suas necessidades, seus sonhos e expectativas?

    Muitos clientes chegam até os profissionais com recortes de revistas (ou até mesmo várias delas inteiras) dizendo: é exatamente isso o que eu quero. Isso não só compromete negativamente a vida do profissional especializado como pode complicar a sua também.

    Causa estranheza quando algum profissional de Design de Interiores/Ambientes, que passou por uma formação acadêmica bastante profunda e específica tanto na área técnica quanto na criativa, se submete a simplesmente “chupar” (copiar) um projeto seja lá de onde for. Isso tolhe a capacidade criativa do profissional. Ele tem habilidades e conhecimentos para muito mais que o simples copiar algo. E, com esta prática, fatalmente ele não vai conseguir responder à altura das suas expectativas pessoais.

    Mas tal situação não se reduz à relação profissional – cliente. Este profissional poderá se tornar alvo de sérios problemas judiciais por plágio, cópia, etc. E não será você – cliente – quem irá responder por esta ruptura com o necessário comportamento ético, mas o profissional, na maior parte das vezes, pressionado pelo cliente.

    Deixando esta questão profissional de lado, vamos ao que realmente interessa: você, caro cliente.

    Tendências são boas? Sim e não. Vejamos por que:

    Segundo o dicionário Michaelis: “tendência – ten.dên.cia – sf (lat tendentia) 1 Disposição natural e instintiva; pendor, propensão, inclinação, vocação.(…) 3 Força que determina o movimento de um objeto. (…)”

    As tendências são criadas para mostrar conceitos, idéias, aplicação para novos e velhos materiais. Mostrar o que vem pela frente. E só isso. Ninguém vive de ou com tendências, salvo aqueles que as ditam. E, todos nós sabemos que qualquer coisa dita ou imposta, não presta.

    Vale lembrar também que hoje determinada coisa é tendência, amanhã já não mais será, pois já foi superada por alguma outra novidade, outra regra, desbotaram um pouco a cor que ontem era um “must” e assim por diante.

    É o que podemos perceber claramente na Bienal de Arquitetura de Veneza. Diferenças enormes entre projetos nos países – que levam em consideração suas características (climáticas, geográficas, etc) particulares. Até mesmo aqueles que tratam do mesmo tema tem diferenças enormes. Mas também percebemos isso dentro dos próprios países. Um material excelente para o sul não é bom na mesma medida para o norte/nordeste. Assim como a Bienal, as tendências devem servir simplesmente para nos fazer pensar sobre o que vemos, queremos e desejamos.

    Na Semana de Arte Moderna (1922) podemos perceber claramente como isso deve ser tratado: devemos receber essas informações estrangeiras e passa-las por um filtro. No Manifesto Antropofágico, isso é feito com a arte, literatura, etc. Traziam o que tinha de melhor lá fora que, uma vez “digerido”, era assimilado e transformado à realidade cultural brasileira. Isso nem de longe quer dizer que devemos nos tornar xenofóbicos, mas sim que devemos, acima de tudo, manter viva a nossa cultura, limpa e isenta de qualquer subserviência à padrões culturais estrangeiros.

    As revistas estão certas? Sim e não.

    As revistas são as responsáveis por nos apresentar essas tendências, não obstante o fato de muitas dessas tendências, enquanto produtos culturais, estarem submetidas à lógica do mercado e impostas artificialmente segundo interesses comerciais. Entretanto, para além desta observação crítica, temos de levar em consideração muitas coisas dentro de uma revista. Não basta olharmos uma foto de um ambiente, um objeto ou móvel. Temos de observar o contexto geral no qual aquilo está inserido ou pode vir a ser inserido.

    Um living “dos sonhos” qualquer um quer ter, porém aquela da revista pode não ser aquela que você realmente necessite por um simples detalhe: ela não foi projetada para você e sim para uma outra pessoa (família), que tem hábitos, gostos, rotinas e muitas outras variáveis diferentes das tuas. Ou então aquele móvel belíssimo, pode não adaptar-se corretamente à você pelo simples fato de que aqui no Brasil não temos uma homogeneidade corporal – na verdade estes padrões já não mais existem na maioria dos países. Ergonomicamente falando, aquela cadeira pode ser perfeita pra mim, mas para você pode não ser. Você pode ser mais alto ou mais baixo que eu, ter a mesma altura, porém ter pernas mais curtas. Enfim, são muitas coisas que precisam ser levadas em consideração na hora de projetar e montar o ambiente.

    Falando diretamente de produtos, muitas outras variáveis têm de ser levados em consideração também. Aquele novo revestimento para pisos pode não ser adequado às suas necessidades pelo simples fato de haver crianças ou idosos em sua residência. A escada de vidro causa desconforto, desequilíbrio, insegurança. A fechadura pode não ser a ideal. A automação pode lhe trazer sérios transtornos se você não for uma pessoa com um mínimo de habilidade com aparelhos eletrônicos. Isso e muito mais na parte mais técnica.

    Indo para a área psicológica, poderemos cair em problemas como cores que não batem com a tua personalidade, texturas não agradáveis ao seu tato, sensação de não pertencer ao espaço ambientado, desânimo, entre outros. Isso tudo porque você não levou em consideração as suas características pessoais, suas emoções, seus gostos, seu psicológico. Preferiu correr atrás das tendências, daquilo que está na moda. E não do que te agrada, do que tem “a tua cara”, o teu jeito.

    Temos de pensar seriamente que um projeto de Design de Interiores não deve se submeter aos modismos sempre passageiros. O projeto de Design de Interiores de sua casa permanece para além dos modismos e você terá de conviver com ele por algum tempo, ou por muito tempo. Importa discernir e fazer escolhas sobre os aspectos que dizem respeito ao seu estilo.  Isso refere-se a sua identidade pessoal.

    Portanto, o uso de revistas como referência e a percepção das tendências apresenta-se como positivo desde que você, cliente, coloque-se aberto para uma conversa e troca de idéias com o profissional sobre as escolhas que você fez para melhor adequá-las ao seu uso às suas necessidades. Torna-se fundamental a presença do profissional para oferecer uma orientação certa sobre o melhor produto, atento a seu estilo, seus sonhos e às demandas cotidianas de sua vida pessoal e/ou familiar e, ao mesmo tempo, atento às tendências que se apresentam.

    Artigo escrito para a Revista Mary in Foco.