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  • Com o perdão da palavra neste momento…

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    Primeiramente deixo aqui o meu pesar às famílias que perderam seus entes (crianças ainda) nesse desastre horrível na boate Kiss em Santa Maria – RS.

    Deixo também o meu pesar aqueles que perderam amigos de modo tão absurdo.

    Deixo o meu pesar também à bela e acolhedora cidade de Santa Maria que tive o prazer de conhecer ano passado quando fui palestrar na UFSM durante a Semana Acadêmica de Design.

    Rogo a Deus que derrame sobre todos vocês as suas bênçãos, sua paz e em seu infinito amor conforte seus corações nesse momento tão triste e doloroso.

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    fonte: Folha de São Paulo

    A imagem acima representa o que estou sentindo neste domingo sombrio e triste. Compartilho a dor e o desespero de meus irmãos rio-grandenses.

    Mas, com o perdão da palavra neste momento de tanta dor e desolação, faz-se necessário expor algumas verdades.

    É de conhecimento de todos que a maioria absoluta das casas noturnas e espaços de diversão e entretenimento aqui do Brasil não respeitam as normas de segurança. Isso se deve a diversos fatores que levanto a seguir:

    1 – PROPIETÁRIOS DE ESTABELECIMENTOS

    É muito comum no dia a dia profissional, quando apresentamos projetos para proprietários desse tipo de estabelecimento (por vezes até mesmo em residências, lojas, etc) que eles comecem a chiar, reclamar por causa dos custos. É um tal de corta isso, tira aquilo que dá medo. O fato é que eles priorizam a estética (beleza) deixando de lado a técnica (segurança).

    Quando nos negamos a eliminar itens essenciais para a segurança e acessibilidade, muitos clientes fazem os acertos nos bastidores com os mestres de obras e pedreiros que desconhecem, na maioria, as Leis. Quando chegamos à obra para fiscalizar o andamento a coisa toda já foi feita. Muitas coisas foram alteradas sem a permissão ou aval do profissional responsável pela obra. E, quando o profissional percebe tais alterações e solicita a assinatura por parte do cliente de um documento relatando as alterações projetuais, isentando-o da responsabilidade nestes itens especificamente, geralmente inicia-se uma guerra entre os dois lados e dificilmente o profissional consegue tal assinatura.

    Isso tudo quando existe algum profissional por trás do projeto, pois é sabido que existem muitas casas desse tipo que nem isso tem. Muitos proprietários simplesmente acham que o seu bom gosto basta e montam verdadeiras arapucas para os usuários destes espaços.

    Não devemos nos esquecer também que, em caso de pânico, até prove-se a veracidade do acontecimento, as portas dos estabelecimentos são fechadas para que ninguém saia sem pagar a sua comanda. E isso são ordens dos proprietários, gananciosos e dinheiristas. Outro detalhe é que, no caso, apesar da estrutura baixa do palco aliada à irresponsabilidade do proprietário em contratar a banda permitindo o uso de fogos sabendo que o isolamento era de espuma logo, altamente inflamável. E agora a pergunta: Que diabos – ou quem foi o diabo – que especificou espuma para isso sendo que existem inúmeros produtos mais adequados e, especialmente, anti-chamas?

    2 – PROFISSIONAIS DAS ÁREAS ENVOLVIDAS

    Já cansei de ver profissionais curvando-se aos pedidos dos clientes. Aquela velha história de “o cliente sempre tem razão” infelizmente muitos levam ao pé da letra desconsiderando as questões acima já citadas.  Já outros preferem o lado negro da atuação profissional buscando o “jeitinho brasileiro” para resolver os problemas.

    Alguns anos atrás fui convidado para participar do projeto de uma casa aqui em Londrina. Na primeira reunião que tive com a arquiteta e o proprietário ela estava se gabando, super feliz por uma coisa que tinha conseguido efetivar durante o dia: a liberação do projeto junto ao Corpo de Bombeiros. Porém o fato é que o projeto tinha diversos problemas relativos à segurança e, nada que um bom “cachê” não resolvesse. E resolveu. O projeto foi liberado, uma casa que comporta mais de 3000 pessoas, com apenas UMA saída de emergência minúscula. O piso superior da casa não dispunha de uma saída independente levando os usuários, em caso de pânico, a ter de descer uma escadaria e entrar no meio do empurra-empurra para tentar alcançar essa única saída de emergência afunilada.

    Podem se perguntar se eu fiz a denúncia e respondo: não fiz. Não sou arquiteto e tampouco engenheiro, não é responsabilidade minha fazer isso, especialmente porque a fulana é uma das bambambãns daqui. Outro fator é que em Londrina imperam os cartéis, as máfias, os grupinhos que adoram tirar vantagem de todos e tudo. Não iria virar alvo fácil para sei lá o que. No entanto, conversei com diversos profissionais de arquitetura e engenharia sobre o caso na esperança que estes levassem a denúncia ao CREA e que este, como órgão fiscalizador, cumprisse o seu papel. Mas a casa foi inaugurada e está funcionando normalmente sem qualquer alteração. E onde estão os fiscais que deveriam bater em todas as obras analisando se tudo está realmente sendo feito de acordo com o projeto para o qual a ART foi assinada? Será também que estes fiscais desconhecem tais normas e leis de segurança e não conseguem perceber esses erros em suas visitas de fiscalização?

    Fonte: G1
    Fonte: G1

    Outro fator que deve ser considerado são as falhas projetuais cometidas pelos profissionais.  A imagem acima é a planta baixa da boate Kiss (desconsidere a legenda ao lado direito e preste atenção na planta). Muitas vezes vemos coisas básicas que não deveriam acontecer como, por exemplo, banheiros com péssima – ou nenhuma – ventilação salvo aqueles exaustores minúsculos que, em caso de pane elétrica, param de funcionar. Deve-se levantar também que raramente vemos banheiros espaçosos.

    Se formos analisar os projetos de espaços de diversão, perceberemos facilmente muitos problemas relativos à segurança e acessibilidade. Por essas e outras há mais de 10 anos que não frequento mais boates e similares, lugares fechados onde eu não conheça ou não tenha uma perfeita visualização através da sinalização, das rotas de fuga.

    Fato é que é muito comum os empreendedores buscarem edificações nas regiões mais centrais das cidades, logo, são edificações já cercadas por todos os lados por outras edificações, não havendo a possibilidade da inserção de rotas de fuga a não ser pela frente. Poucas são as casas noturnas que instalam-se em locais afastados e em terrenos amplos permitindo que as questões de segurança sejam realmente efetivadas nos projetos.

    Isso está errado, muito errado e precisa ser revisto com urgência!!!

    3 – ÓRGÃOS DE FISCALIZAÇÃO

    Nem de longe quero aqui desmerecer esta magnífica corporação de verdadeiros heróis que é o Corpo de Bombeiros, homens que muitas vezes dão a própria vida na tentativa de salvar outras vidas.

    No entanto, sempre há uma ou outra laranja podre nas corporações e, como citei acima, departamentos como este de fiscalização deveriam ser alvo de constante vigilância. Este departamento é de suma importância para que as normas de segurança sejam cumpridas mas o que vemos muitas vezes são ações que vão na contramão disso.

    Aqui em Londrina é muito mais difícil você aprovar a aplicação de um piso vinílico – por mais que haja liberação legal do produto e comprovação de que o mesmo é anti-chamas – para uma escadaria de um edifício, que aprovar uma casa noturna que tenha apenas uma saída de emergência com pouco mais de 1m de largura num local praticamente invisível para quem está afastado dela.

    Onde está a fiscalização? Segundo relatos o extintor do palco simplesmente não funcionou. Isso jamais deveria acontecer! Será que alguma vez foi vistoriado seja pelos Bombeiros ou pela administração da boate?

    Fonte: G1
    Fonte: G1

    O foco está errado, as diretrizes e prioridades estão equivocadas. É preciso uma revisão urgente nestes departamentos. Uma investigação profunda sobre os profissionais neles alocados e, havendo comprovação, a devida e exemplar punição.

    Existem também as laranjas podres também nos departamentos de Aprovação de Projetos nas prefeituras. Nestes é bastante comum e fácil percebermos falhas de simples e graves.

    Certa vez aqui em Londrina eu precisava de uma planta de uma edificação. Após ter pago todas as taxas legais, fui surpreendido quando o estagiário me extorquiu mais “algum” para uma cervejinha no final do dia, sob o olhar do chefe do departamento que ria aprovando a ação dele. Caso eu não liberasse, apesar de estar com todas as taxas legais pagas, ele não me daria a cópia do projeto. Mas o problema não para aí. O que andam fazendo os fiscais desses departamentos em suas fiscalizações? Ganhando algum por trás também?

    E os alvarás? A Kiss estava com o dela vencido desde agosto/12 e ninguém fez absolutamente nada com relação a isso.  E o que não falta nesse país é empresa funcionando tranquilamente com alvará vencido ou pior, sem alvará.

    Aí já não é um problema apenas dos fiscais, mas sim de gestão interna dos departamentos. Será que ainda não são simplesmente informatizados para facilitar a busca pelos vencidos ou por vencer?

    E o que dizer dos CREAs e CAUs que adoram pegar no nosso pé (designers) e fazem vista grossa para obras mais vultuosas e perigosas que as nossas feitas pelos profissionais de sua verdadeira alçada?

    Como coloquei acima, lancei a denuncia para os profissionais desses conselhos e pelo que percebi não levaram adiante. Tampouco os fiscais do CREA (na época só existia esse ainda) se foram até a obra, fizeram vista grossa também seja por qual motivo for.

    5 – BANDAS

    Não vou nem entrar no mérito muito a fundo, mas uma bandinha que precisa utilizar destes artifícios como “identidade visual de seus shows” para tirar “gritinhos de emoção” da plateia deve rever seriamente seu conteúdo, sua qualidade musical e suas responsabilidades.

    Fonte: G1
    Fonte: G1

    6 –  POLITIQUEIROS & AFINS

    Me enojou ver na TV a FALSA cara de drama da presidente Dilma, do governador, de alguns deputados estaduais e federais, de alguns vereadores, quase vomitei quando li que o molusco¹³ fez o que pode para aparecer na mídia…

    No ultimo caso claro, ele precisa voltar a aparecer como o bonzinho, o paizinho afinal está envolvidos em inúmeros escândalos, sendo denunciado por incontáveis falcatruas realizadas por ele e seus comparsas durante seu mandato, está tendo várias de suas palestras canceladas… Ele¹³ precisa voltar a ser, custe o que custar, o “painho” do brésiu.

    Digo isso, pois estes são os verdadeiros responsáveis por toda essa bagunça que anda nosso país. Os exemplos de corrupção no alto escalão, nas altas esferas são a mola propulsora para encorajar os funcionários públicos – aqueles desprovidos de um mínimo de moral e ética – a entrar nesse jogo também. É fácil agora esse bando de safado aparecer na TV nesses momentos com suas máscaras de arrasados, derramar algumas lágrimas de crocodilo e prometendo rios e mundos, enquanto temos até hoje vítimas dos desastres de SC, RJ e tantos outros ainda sem ter recebido qualquer tipo de ajuda efetiva, qualquer solução para os danos sofridos. Agora, reaparecem como santos, anjos…

    Não devemos nos esquecer também de algumas laranjas podres dentro do judiciário que fazem parte da indústria de liminares. Os órgãos de fiscalização, quando fazem a sua parte, tropeçam em agentes do judiciário que estão mais preocupados em agradar aos empresários que zelar pela segurança pública. Um reprova e o outro libera geral.

    É, estes que deveriam administrar e gerir decentemente este país, estados e municípios são responsáveis também por toda essa desgraça.

    Que esta tragédia não caia no esquecimento, que não seja apenas mais uma desgraça em meio a tantas que aconteceram em nosso país.

    Que a partir dela, os responsáveis e envolvidos passem a ser realmente RESPONSÁVEIS. Que a partir dela os baladeiros de plantão sejam mais responsáveis e não entrem em qualquer arapuca.

    Que a partir dessa desgraça, os profissionais de arquitetura, engenharia e design sejam mais responsáveis e menos corporativistas denunciando sim sempre que souberem de alguma falcatrua afinal, é melhor eliminar a laranja podre a deixar que ela contamine ou suje toda a caixa (classe profissional).

    Que a partir de ontem, sejamos então mais RESPONSÁVEIS.

  • Cursos 2013 – Museu da Lâmpada

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    Pessoal, taí a agenda de cursos do Museu da Lâmpada para o primeiro semestre 2013:

     

    Cursos de MARÇO

    05/mar 10:00 – 13:00  MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos de Iluminação Básica e Introdução a Projetos :: R$ 40,00

    06/mar 09:00 – 10:30 Prysmian | Cabos elétricos não são todos iguais + DCE – residencial (aplicação e simulação de funcionamento de software de dimensionamento elétrico) :: R$ 20,00

    07/mar 09:00 – 10:00  CEMAR | Curso Centrinho de distribuição – conceitos e aplicações :: R$ 20,00

    12/mar 10:00 – 12:30 MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos e tecnologias de iluminação de Lojas :: R$ 40,00

    13/mar 09:15 – 13:30  FASA | Fibra Ótica – A Iluminação além da Imaginação :: R$ 60,00

    19/mar 10:00 – 11:30 PEDLED | A iluminação sustentável :: R$ 40,00

    20/mar 09:00 – 10:30 PIAL | Noções de regras técnicas e instalações elétricas :: R$ 20,00

    21/mar 10:00 – 12:30 MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos e tecnologias de iluminação de Hotéis :: R$ 40,00

    22/mar 09:30 – 10:30 GIMAWA | Reatores  :: R$ 20,00

    26/mar 10:00 – 12:30 Abalux | Conceitos básicos de iluminação e eficiência das luminárias :: R$ 60,00

    27/mar 10:00 – 13:00 PHILIPS | Curso Automação em Iluminação :: R$ 60,00

    28/mar 10:00 – 12:30 MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos e tecnologias de iluminação Residencial :: R$ 40,00

    Cursos de ABRIL

    02/abr 10:00 – 13:00  MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos de Iluminação Básica e Introdução a Projetos :: R$ 40,00

    09/abr 09:00 – 12:00  OSRAM | Portfólio da Eficiência Energética  :: R$ 60,00

    11/abr 09:00 – 10:00  TIGRE | Linha elétrica – conceitos e aplicações  :: R$ 20,00

    12/abr 09:00 – 10:00  DAISA | Produtos DAISA – Conceitos e aplicações  :: R$ 20,00

    17/abr 10:00 – 13:00  PHILIPS | Curso sobre LED’s – Tecnologia inovadora  :: R$ 60,00

    19/abr 09:30 – 10:30 GIMAWA | Reatores  :: R$ 20,00

    24/abr 09:00 – 10:00  STECK | Produtos STECK – Conceitos e aplicações  :: R$ 20,00

    30/abr 10:00 – 12:30 Intral | Princípios da Luz e Luminotécnica e introdução e aplicação dos leds :: R$ 60,00

    Cursos de MAIO

    02/mai 09:00 – 10:00  CEMAR | Curso Quadro de comando – conceitos e aplicações :: R$ 20,00

    07/mai 10:00 – 13:00  MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos de Iluminação Básica e Introdução a Projetos :: R$ 40,00

    15/mai 09:15 – 13:30  FASA | Fibra Ótica – A Iluminação além da Imaginação :: R$ 60,00

    21/mai 10:00 – 11:30 PEDLED | A iluminação sustentável  :: R$ 40,00

    22/mai 10:00 – 13:00 PHILIPS | Curso Automação em Iluminação :: R$ 60,00

    23/mai 09:00 – 10:00  3M | Fitas isolantes de baixa tensão – Conceitos e aplicações :: R$ 20,00

    24/mai 09:30 – 10:30 GIMAWA | Reatores  :: R$ 20,00

    28/mai 10:00 – 12:30  Abalux | Conceitos básicos de iluminação e eficiência das luminárias :: R$ 60,00

    29/mai 09:00 – 10:30  Prysmian | Cabos elétricos não são todos iguais + DCE – residencial (aplicação e simulação de funcionamento de software de dimensionamento elétrico) :: R$ 20,00

    Cursos de JUNHO

    04/jun 10:00 – 13:00  MUSEU DA LÂMPADA | Conceitos de Iluminação Básica e Introdução a Projetos :: R$ 40,00

    06/jun 09:00 – 10:30 PIAL | Automação linhas Nereya e BTicino  :: R$ 20,00

    12/jun 10:00 – 13:00  PHILIPS | Curso iluminação de Lojas – Conceitos e Tecnologias :: R$ 60,00

    13/jun 09:00 – 10:00  TIGRE | Linha elétrica – conceitos e aplicações  :: R$ 20,00

    14/jun 09:00 – 10:00  DAISA | Produtos DAISA – Conceitos e aplicações  :: R$ 20,00

    19/jun 09:15 – 13:30  FASA | Fibra Ótica – Influências da iluminação com fibras óticas em ambientes clínico-hospitalares :: R$ 60,00

    21/jun 09:30 – 10:30 GIMAWA | Reatores  :: R$ 20,00

    25/jun 10:00 – 12:30  Intral | Princípios da Luz e Luminotécnica e introdução e aplicação dos leds :: R$ 60,00

    26/jun 09:00 – 10:00  STECK | Produtos STECK – Conceitos e aplicações  :: R$ 20,00

    Desconto de 50% para pagamentos até 28/02. Aproveite!

    Para inscrever-se é só clicar neste link. No calendário ao lado direito da tela busque a data desejada e efetue a sua inscrição no curso de maneira fácil e ágil.

    PARTICIPE!

    Av. João Pedro Cardoso, 574 | CAMPO BELO, SÃO PAULO – SP

    Após a inscrição serão informados por e-mail os próximos passos para a participação.

    Pagamento via PAG SEGURO

    * Caso haja imprevistos, você será informado com antecedência e todo o valor pago será restituído.

  • IPOG – Pós-Graduação em Iluminação – Campinas

     

    O IPOG – Instituto de Pós-Graduação – inaugura no dia 22 de março próximo, a primeira turma do curso de Pós-Graduação em Iluminação & Design de Interiores na cidade de Campinas.

    As aulas acontecerão no seguinte endereço:

    Av. Aquidaban, no. 400, Centro.

    Coordenado pela arquiteta, lighting designer e designer de interiores Jamile Tormann, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UNB o curso já está presente em 24 estados do Brasil, através de 85 turmas.

    O Curso, organizado nos termos da resolução CES 01/2007 do Conselho Nacional de Educação, tem por objetivos principais: – Formar Especialistas em Iluminação e Design de Interiores capazes de elaborar projetos de iluminação (de interiores, exteriores, pública, de museus, esportiva e cênica) e design de luminárias, de residências e de ambientes comerciais a partir do conhecimento teórico e prático adquirido no Curso; – Qualificar o profissional para a consultoria em iluminação e design de interiores; – Qualificar o aluno para a pesquisa; – Formar profissionais que atenda aos desafios propostos, inserindo a iluminação e o design como ferramenta qualitativa, com uma visão integrada de projeto e consultoria a empresas; – Capacitar profissionais para a investigação, compreensão e desenvolvimento do projeto de iluminação e design, considerando seus aspectos estéticos, funcionais, técnicos, ambientais e de gestão.

    Público alvo:

    Profissionais e alunos com curso superior especialmente nas áreas de Arquitetura, Engenharia e Design de interiores, bem como iluminadores, fotógrafos, cenógrafos, e outros profissionais com curso superior.

    Formação curricular:

    História da Iluminação Percepção Visual

    Grandezas e Cálculos Luminotécnicos

    Fontes de luz artificial

    Design de Luminárias

    Design de Interiores Residencial

    Iluminação de Interiores Residencial

    Projetos de Iluminação e Design de Interiores Residencial

    Design de Interiores Comercial

    Iluminação de Interiores Comercial e Corporativo

    Projeto de Iluminação e Design de Interiores Comercial e Corporativa

    Iluminação Cênica

    Iluminação de Exteriores

    Projetos de Iluminação de Exteriores

    Iluminação Esportiva

    Iluminação Natural e Eficiência Energética

    Estratégias projetuais de iluminação natural

    A luz sob controle

    Metodologia do Trabalho Científico

    Gestão de Carreira e Marketing Pessoal

    Carga Horária:

    480 horas/aula

    Certificação:

    Será considerado aprovado o participante que cumprir as seguintes exigências:

    – Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária de cada disciplina;

    – Nota final igual ou superior a 7 (sete) em cada disciplina;

    – Aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

    Documentos:

    Cópia do Diploma de Graduação AUTENTICADO em cartório;

    Cópia do RG e CPF;

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    Na cidade de Campinas, o IPOG ainda vai oferecer descontos para quem entrar em contato e disser que faz parte do “GRUPO VALMIR PEREZ”. Isso vale para quem é assinante da lista de “Dicas de Iluminação”, do grupo CLD e ex-alunos da disciplina de introdução á iluminação da Unicamp. Eis os descontos:

    Valor do Curso sem desconto para pagamento até dia 20 de cada mês.

    Inscrição :R$ 250,00 R$

    24X de R$ 700,00

    Valor do curso com desconto GRUPO VALMIR PEREZ

    Inscrição: R$ 250,00

    24X de R$ 570,00

    Importante :  Benefício de R$ 130,00 de desconto em cada parcela, que equivale a R$ 3.120.00 do valor total do curso, condição válida apenas para pagamento até o dia 10 de cada mês. Além disso, os dois primeiros matriculados do grupo “Valmir Perez” ainda ganharão um exemplar do livro “Luz e Arte – Um paralelo entre as ideias de grandes mestres da pintura e o design de iluminação” – Valmir Perez – De Maio Comunicação e Editora.

    Para pré-matrícula e informações detalhadas visite o endereço: http://www.ipog.edu.br/nao-aluno/pos-graduacao/engenharia-arquitetura/iluminacao-e-design-de-interiores

    Se preferir, entre em contato através do telefone: (11) 3251 1560 ou envie e-mail para: sp@ipog.edu.br

  • Trabalho final da pós

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    É pessoal, finalmente terminei meu artigo da pós em Iluminação do IPOG. Já foi devidamente entregue, corrigido e liberado para publicação.

    Bem diferente dos trabalhos que tenho visto sendo publicados onde o foco são os projetos, parti em outra direção: uma análise do mercado profissional brasileiro, associações e ações ilícitas destas últimas, especialmente a AsBAI.

    O trabalho consiste na construção de uma cartilha informativa sobre o Lighting Design. Esta já é uma idéia antiga que eu vinha amadurecendo em conversas com o Valmir Perez e outros profissionais da área.

    Segue então os arquivos em PDF:

    – Artigo: Cartilha informativa sobre Lighting Design

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    – Modelo inicial da Cartilha

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    É sempre bom lembrar que eu não sou designer gráfico, portanto a apresentação da cartilha é apenas uma ideia.

    Espero que gostem (a AsBAI sei que não vai gostar nem um pouco ah ah ah) e que dele surjam novos movimentos profissionais e acadêmicos.

  • Novo parceiro: Fasa Fibra Ótica

    Estou acertando uma nova parceria para o blog junto à empresa Fasa Fibra Ótica.

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    Além da parceria com doação de produtos para serem sorteados para vocês, o Wilson vai ajudar bastante com conteúdos sobre essa excelente ferramenta de iluminação que é a fibra ótica!!!

    Em breve novidades!!!

    ;-)

  • Workshop 2013

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    Em 2012 realizei junto com o Portal LightingNow o workshop “Mitos, verdades e erros frequentes em projetos de iluminação.”

    Para 2013 estamos pensando em um novo workshop online e gostaríamos de saber de vocês o que desejam ver (e aprender) nesse workshop. Então vamos fazer este levantamento aqui pelo blog através dos comentários de vocês.

    Que tipo de abordagem preferem: técnica/prática ou análise/crítica?

    Também estamos pensando em realizar cursos presenciais no Rio de Janeiro. O que gostariam de ver nesses cursos? Qual o tempo de duração?

    Participem, deixem as suas opiniões nos comentários e vamos juntos elaborar um workshop “porreta” e iluminado!!!

    ;-)

  • Retrospectiva 2012

    Bom pessoal, sei que escrevi muito pouco neste ano, mas vale ressaltar aqui o que de melhor rolou por estas páginas:

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    Janeiro:

    E EU QUE PENSAVA….

    Vale relembrar também o PDF com a excelente entrevista do Francesco Iannone, publicada em 2007 na revista Lume Arquitetura.

    Fevereiro:

    Aproveitando-se da histeria coletiva

    Negativista?

    Março: neste mês este humilde blog virou 1 milhão de acessos!!! ;-)

    COMO PRECIFICAR PROJETO, CONSULTORIA E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS?

    As matérias sobre materiais madeirados e lenhosos I e II.

    Abril:

    é… estamos ferrados???

    Mais do mesmo de sempre

    Maio:

    =\

    Iluminação comercial x iluminação técnica

    Junho:

    AsBAI e reserva ilegal de mercado

    Julho:

    A “bendita” e mal intencionada reserva de mercado

    Antes do designer, vem o Design.

    E, claro, a cobertura de minha participação no NJeitos que vocês podem ler aqui, aqui e aqui.

    Agosto:

    sumido e consumido…. Expoflora 2012

    Setembro:

    Iluminação cênica x arquitetural

    Tendências em projetos de Ambientes e Decoração.

    Uma questão de bom senso…

    Outubro:

    ABD e a tentativa de golpe na Regulamentação

    PROPINA

    Sites de decoração online

    Novembro:

    The Gangs

    Já deu, agora basta ABD.

    Defesa da área como DESIGN

    Dezembro:

    Sejamos honestos?

    Desassociação!

    Vale ressaltar também – e agradecer – as minhas participações em eventos acadêmicos e profissionais:

    NJeitos

    Eita!

    Semana Acadêmica de Design da UFSM

    Design na Brasa

    Além das palestras ministradas.

    Agradeço também ao Portal LightingNow pela oportunidade da realização do 1° workshop online e a todos os participantes!!!

    Também devo agradecer à Maria Clara De Maio por me aguentar como membro da família Lume Arquitetura rsrs

    E agradeço também de coração a todos vocês que me acompanham aqui pelo blog ou pelas redes sociais por mais este ano cumprindo o meu papel: informar e educar sem usar máscaras.

    2012 foi um ano louco, mas sobrevivemos, o mundo não acabou e que venha 2013 mais que iluminado para todos nós!!!

  • Reunião na UEL

    Estive no último dia 20 no gabinete da Reitora da UEL, Professora Doutora Nádina, para a reunião que solicitei relativa à minha exclusão do grupo de projetistas da reconstrução do Cine Teatro Ouro Verde, aqui de Londrina.

    Não posso adiantar quase nada do que foi conversado lá pois ainda ficaram assuntos pendentes e compromissos dos dois lados que, se divulgados, fatalmente sofrerão interferências externas que podem atrapalhar, e muito, o que foi acordado.

    O que posso dizer é que ela ficou muito, digamos, assustada com toda a situação que expus.

    Dentre o que conversamos,

    – relatei a forma anti-profissional e aética com a qual fui “dispensado” pelo grupo do Sinduscon/Londrina

    – os incontáveis e-mails enviados solicitando mais dados e detalhamentos sobre os projetos para que eu pudesse começar a pensar no projeto de LD que NUNCA foram respondidos

    – o fato de que nenhum daqueles profissionais envolvidos está doando projeto algum e que sim, todos estão sendo pagos pelo trabalho de alguma forma – provavelmente pelo Sinduscon

    – o fato de que vários projetos entregues estão com falhas que não poderão ser alterados pós inicio da licitação salvo através de aditivos para revisão ou re-projeto, coisa que ela não vai aceitar. Conforme ela mesma disse, os aditivos são o ralo das verbas públicas e ela é terminantemente contra o uso dessa “ferramenta legal”.

    – as negativas dos integrantes da UEL em me permitir o acesso às luminarias salvas para tirar o desenho técnico das mesmas para que estes fossem enviados às indústrias com as quais tenho contato direto para verificação da possibilidade de produção bem como a alteração de tecnologia para LED

    –  bem como a negativa de fornecer alunos dos cursos de arquitetura, engenharia ou design para fazer estes desenhos (evitando que eu tivesse de contratar um cadista para isso) ou até mesmo para estagiar junto a mim neste projeto.

    Ela ficou realmente bastante surpresa com tudo que relatei ao mesmo tempo em que mostrou-se digna do cargo que ocupa ao mostrar pulso firme diante das decisões que terão de ser tomadas neste processo todo a partir desta reunião comigo.

    Ela também lamentou muito este meu afastamento do grupo de projetistas.

    Como relatei anteriormente, já desconfiava que o problema todo não estava na UEL e sim no Sinduscon/Londrina.

    Terei outras reuniões ainda com ela já no início do próximo ano.

    Manterei todos informados sobre tudo.

    E Nádina, a senhora não tem que se desculpar de absolutamente nada afinal, o erro nisso tudo não foi seu.

  • PROMO: Livro – Luz e Arte

    E mais uma promo pra vocês:

    A parceira De Maio Editora, (Revista Lume Arquitetura), está cedendo também um exemplar de um livro.

    E, o escolhido é o  “Luz e Arte – Um paralelo entre as ideias de grandes mestres da pintura e o design de iluminação“, do grande Valmir Perez (clique aqui para conhecer o livro).

    Capa

    Para participar é fácil:

    1 – Curta a minha página no facebook;

    2 – Curta a página da Lume Arquitetura no facebook;

    3 – Escreva aqui nos comentários qual a relação entre luz e arte.

    O sorteio será realizado dia 15/01/2013, às 20:00 horas (Brasília) através do random.org.

    Tá fácil!!!

    Boa sorte a todos!!!

    ;-)

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

    E quem levou o livro desta vez foi:

    Valmir2013_17 Jan. 16 01.08

    Robson Simão

    Parabéns!!!!

    Por favor entre em contato com a Kátia (katia@lumearquitetura.com.br) para formalizar a entrega de seu livro.

    Aos demais agradeço a participação.

    Até a próxima promo aqui no blog!!!

  • Desassociação!

    Bem meus amigos, esta semana levei a cabo o que vinha pretendendo ja a bastante tempo: desfiliar-me de associações e grupos que definitivamente não contribuem em nada com as áreas de Design de Ambientes e Lighting Design.

    A primeira a rodar foi, claro, a ABD (Associação Brasileira dos DECORADORES).

    Estava incoerente demais eu aqui criticando, alfinetando, mostrando os podres, erros e abusos dessa associação ao mesmo tempo em que me mantinha associado a ela. Para muitos dava a impressão que eu os apoiava o que é uma inverdade.

    No estatuto da associação está escrito que todos os associados tem direito a voz e serão atendidos em suas solicitações.

    BALELA!

    Não só eu, mas muitos profissionais cansaram de encaminhar e-mails ou telefonar para essa associação sem conseguir absolutamente nada em resposta. É o perfeito exemplo do descaso com o associado.

    Quando encaminhei o e-mail, recebi a seguinte resposta:

    “Bom dia Sr. Paulo,
    Por favor, peço que nos envie uma declaração com os seus dados completos (RG, CPF e numero ABD) solicitando o desligamento da associação. Se possível, pedimos que o senhor coloque o motivo, sendo assim se um dia o senhor optar por retornar o senhor não perderá o seu histórico com a associação e nem o seu numero AB.
    Estamos a disposição.
    att”

    Apesar de achar estranho questionar os motivos da desassociação, encaminhei-os:

    Londrina, 09/12/2012.

    DECLARAÇÃO DE DESFILIAÇÃO

    Eu, PAULO ROBERTO GONÇALVES DE OLIVEIRA, portador do RG n° xx.xxx.xxx.x, CPF xx.xxx.xxx.xx, associado ABD n° 9024 venho, através deste, solicitar a minha desfiliação desta associação bem como o imediato cancelamento das cobranças de anuidade em meu cartão de crédito.

    Os motivos desta desfiliação estão claros em meu blog. Tenho conhecimento que muitos dos diretores lêem meu blog e tem ciência de todos os pontos de discordância entre eu e a associação e a associação e o mercado REAL. Porém o que me levou a esta decisão final foi a questão da regulamentação profissional. A ABD não tem o menor direito de falar em nome dos Designers de Interiores/Ambientes. Não tinha o direito de retirar a área do projeto de regulamentação do Design numa ação vil e baixa desrespeitando todos os verdadeiros profissionais HABILITADOS em Design de Interiores/Ambientes bem como, amputando a área do Design em seu processo de regulamentação causando um enorme desconforto entre os Designers.

    Por diversas vezes tentei dialogar, apontei erros, dei dicas. Mas a ABD se acha acima do bem e do mal e senhora absoluta da verdade, da razão e das Leis. Na tentativa de calar-me, tentaram me comprar oferecendo-me oportunidades que nunca saíram do papel, pois nunca me calei.

    Se a ABD quiser continuar com seu joguinho, que o faça, mas apenas com os Decoradores e com os Arquitetos Decoradores, porém, que deixem os Designers (verdadeiros) em paz. O PL de vocês não vai andar no Congresso. Não com o nome Design de Interiores. Não com as atribuições dos Designers de Interiores. Se quiserem, que se virem com os Decoradores e suas atribuições que, diga-se de passagem, são bem menores que as dos Designers.

    Se a ABD pensa que ainda tem algum moral entre os Designers (do PL de regulamentação), podem esquecer disso, pois a brincadeira arrogante e desesperada de vocês pode ter colocado em cheque a PL de Regulamentação do Design. Ou seja, tudo que eu sempre alertei ao grupo do Freddy Van Camp, Ernesto Harsi, Bruno Porto e outros, se materializou agora através desse projeto de regulamentação de vocês. E a ABD despencou no conceito e respeito. Isso sem contar os parlamentares que também não gostaram nada dessa brincadeira de vocês.

    ABD não respeita ninguém a não ser seus próprios diretores. Esta associação não tem qualquer relação ética com o mercado REAL.

    Assim sendo, peço deferimento.

    ATT,

    Paulo Oliveira – LD”

    Em resposta veio apenas um

    “Muito Obrigada Sr. Paulo
    A sua desfiliação foi finalizada.
    att”

    Agora é esperar chegar a proxima fatura do cartão de crédito e verificar se a cobrança da anuidade continua…

    Ah se continuar…

    A segunda a rodar foi a AsBAI.

    Da mesma forma que a ABD, a AsBAI se acha no direito de impor suas vontades no mercado assim como as suas (in)verdades.

    É uma associação arrogante e prepotente. Mas isso tem uma razão de ser. Eles tem medo, muito medo da concorrência dos outros profissionais.

    Já coloquei neste post o que a tal “Dama da Luz”, matriarca dessa associação, anda fazendo.

    Já denunciei em diversos posts os absurdos e sandices que esta associação vem cometendo.

    Seria muito incoerente de minha parte continuar também associado a esta jpa que eles, assim como a ABD, só ouvem e atendem os pedidos dos amiguinhos da corte (a diretoria).

    Não posso continuar compactuando com as atitudes surreais (e até ilegais) desses dois grupelhos mantendo-me associado ou com qualquer ligação com eles.

    Quem tem medo do mercado?

    Certamente estas duas associações aí tem sim, e muito! Não só do mercado, mas especialmente, da COMPETÊNCIA DOS OUTROS PROFISSIONAIS.

  • PROMO: assinatura da Lume Arquitetura

    Olá pessoal, vamos à mais uma promo no blog?

    Bom, está valendo uma assinatura da Revista Lume Arquitetura.

    logo LUME

    Para participar é fácil:

    1 – Curta a minha página no facebook;

    2 – Curta a página da Lume Arquitetura no facebook;

    3 – Escreva aqui nos comentários porque você precisa ganhar a assinatura.

    O sorteio será realizado dia 15/12/2012, às 20:00 horas (Brasília) através do random.org.

    Tá fácil!!!

    Boa sorte a todos!!!

    ;-)

    _______8888________

    Bom pessoal, tive problemas com a conexão desde ontem, por isso só estou realizando o sorteio agora.

    E, quem ganhou a assinatura da Lume Arquitetura foi:

    lume2012_17 Dec. 16 16.05

    Renata Dantas

    Renata, favor entrar em contato com a Kátia (katia@lumearquitetura.com.br) para formalizar a sua assinatura. Mas faça rápido pois eles vão entrar em férias coletivas ok?

    Parabés e espero que seja de grande valia essa assinatura para você.

    Aos demais, valeu a participação. Ano que vem tem mais sorteios da Lume Arquitetura para vocês.

    Abraços!!!

     

     

  • Apresentando: Mudéjar Azulejaria

    Quando estive participando do NDesign em BH este ano, tive o prazer de conhecer o Tiago Lopo.

    Entre um papo e outro, me apresentou uma idéia que ele tinha e que estava amadurecendo. Questões sobre o produto em si, a aceitação pelo mercado, distribuição, produção, enfim, vários aspectos foram debatidos.

    É sim um produto que para nós, Designers de Interiores/Ambientes e Arquitetos decoradores, pode ser uma grande novidade.

    Mudejar

    Utilizando novas tecnologias, a Mudéjar lança no mercado brasileiro um novo conceito de produto a fim de auxiliar designers e arquitetos no desenvolvimento de projetos personalizados e sofisticados.

    Usando como suporte o tradicional e consagrado azulejo, a Mudéjar dá a ele uma nova roupagem agregando valor e características modernas.

    Reproduzem qualquer tipo de imagem em painéis e mosaicos, transformando ambientes em lugares diferenciados com o conceito que o profissional idealizar.

    Mudejar1

    Como não são produzidos para varejo, temos a certeza de que cada projeto será único, exclusivo.

    A Mudéjar desenvolve peças em diversos formatos e impressão, dos básicos (10×10, 15×15 e 20×20 cm) ou peças retangulares com formato máximo de 35 x 55 cm. (Para peças de cerâmica em formatos especiais ou tamanhos superiores consultar viabilidade.)

    Mudejar2

    Com uma equipe de profissionais em diversas áreas, designers, ilustradores, especialistas em acabamento e instalação, as estapas são:
    – Desenvolvimento do layout ou layout do cliente
    – Adaptação do layout final para produção
    – Produção das Peças
    – Instalação no local

    Contatos:
    Rua Pará de Minas, 1065 (1º andar)
    Brasiléia – Betim – MG

    E-mail: atendimento@mudejar.com.br

    Telefone: (31) 3023 7704

    Facebook: https://www.facebook.com/pages/Mud%C3%A9jar/160267137450329

  • Defesa da área como DESIGN

    A seguir, a apresentação que fiz ontem (24/11) em São Paulo no Design na Brasa, na mesa sobre a regulamentação profissional, em defesa da área de Design de Interiores/Ambientes como uma especialidade do Design. Colocarei as imagens do PPT e farei alguns comentários sobre cada uma delas.

    Sim, Design de Interiores/Ambientes também é Design!

    Notem que risquei propositalmente a denominação Interiores pois estamos num momento de transição e formação de nossa identidade profissional. São muitos os profissionais que, assim como eu, rejeitam o termo e adotam AMBIENTES.

    Isso se deve às velhas questões de cerceamento profissional impostas pelo termo “interiores” (entre quatro paredes) e as consequentes limitações profissionais. Os conhecimentos adquiridos por nós nos anos de faculdade nos habilitam a trabalhar além desta barreira imposta pelo termo “interiores”. Portanto, se você é formado, passe a adotar profissionalmente o termo AMBIENTES.

    Infelizmente, apesar de todas as indicações e solicitações, o grupo que se reuniu para trabalhar na minuta do PL de regulamentação do Design resolver fazer tudo que eu e vários outros profissionais da área pedimos que não fizessem: foram atras da ABD, conversaram com Arquitetos em busca de informações sobre a área. Deu no que deu e acabamos ficando de fora da regulamentação.

    A ABD é uma associação formada essencialmente por arquitetos decoradores e decoradores. Seu nome original é ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS DECORADORES – tanto que sua sigla continua sendo ABD.

    Num ato da diretoria, resolveram anos atrás alterar a denominação para Associação Brasileira dos Designers de Interiores contudo, sem distinguir os tres profissionais que ela pretendia agregar: arquitetos decoradores, desoradores e designers de interiores. Para ela, são todos iguais à excessão dos arquitetos que tem atribuições mais amplas dada a sua formação acadêmica. Ela não consegue fazer essa distinção simplesmente porque desconhece completamente a área de Design de Interiores/Ambientes. Não faz a menor idéia de sua amplitude, multidisciplinaridade e tranversalidade.

    Já, questionar arquitetos sobre Design também é uma furada pois ha muito tempo os cursos de Arquitetura eliminaram de suas matrizes as disciplinas que a aproximavam do Design. O que vemos hoje, no máximo, é História do Design. Também não são uma referência que pode ser levada à sério nesse contexto.

    Outro fator que provoca a distorção da concepção da área é que a maioria dos professores dos cursos de Design de interiores/Ambientes ainda são arquitetos. A maioria deles sem qualquer especialização ou vivência em DESIGN. Muitos dos coordenadores são arquitetos e muitos cursos estão engessados aos departamentos de Arquitetura. Um erro tosco que precisa com urgência ser combatido.

    Num vídeo de um encontro da ADG sobre a regulamentação do Design, o Ernesto Harsi deixa claro que, além da egocentrismo da ABD em retirar a área do PL de regulamentação do Design outro problema teria de ser evitado: o confronto e o consequente lobbye dos arquitetos no Congresso Nacional. Porém, mais uma vez isso ocorreu por mero erro de concepção sobre a área. Se tivessem prestado atenção – ainda na época do Orkut, na comunidade Regulamentem o Design Já – em tudo que eu e vários outros profissionais escrevemos sobre a nossa área, esse confronto fatalmente não ocorreria e não haveria porque ter medo dos lobbies.

    Vale lembrar também que nos diversos países onde o Design foi ou está sendo regulamentado, a área de Design de Interiores/Ambientes está contemplada nos respecivos projetos de regulamentação ou Conselhos já criados. Porque aqui o Brasil tem de ser diferente. Porque aqui no Brasil deve-se amputar o Design desrespeitando os profissinais das áreas não contempladas?

    Creio que já somos maduros o sufuciente para encararmos os lobbies de frente, denunciarmos qualquer ato autocrático afinal, vivemos numa democracia.

    Bom, a partir daqui eu comecei a desconstruir a falsa idéia que é vendida – e defendida pela ABD – de que o Design de Interiores é uma “evolução” da Decoração.

    Começamos essa análise por dados básicos:

    1 – a carga horária

    Nos antigos cursos de Decoração raros eram os que chegavam às 400 horas aula citadas. Na verdade, também fui bem bonzinho em colocar como mínimo de 54 horas. Existiam muitos cursos com 16, 20 e 36 horas aula. Na verdade, estes eram os que predominavam.

    Já os cursos de Design de Interiores/Ambientes tem uma carga horária muito mais cheia que vão de 1800 a 2670 horas aula ou até mais que isso.

    2 – Pré requisitos:

    Nos antigos cursos de Decoração a exigência era a idade mínima de 16 anos e o ensino FUNDAMENTAL completo. E só.

    Já para os cursos de Design de Interiores/Ambientes a exigência é o ensino MÉDIO completo.

    3 – Modalidades

    Os antigos cursos de Decoração eram cursos livres, ministrados por instituições como Senac, Sesc, Instituto Universal Brasileiro (por correspondência) e outros. Cursos livres não são classificados como modalidades de ensino, são apenas de complementação curricular ou para adquirir conhecimentos básicos.

    Já os cursos de Design de Interiores são classificados como Técnicos (ensino médio), Tecnológicos e Bacharelados (ensino superior). Estes são ministrados por instituições de ensino oficiais e devem ter seus Projetos Políticos e Pedagógicos (PPPs) aprovados pelo MEC.

    4 – Público alvo:

    Quem buscavam os antigos cursos de Decoração eram, em suma, vendedores de lojas de artigos de decoração, arquitetos em busca de uma complementação curricular e as madames que queriam “dar um novo visual” para suas casas. Tanto é verdade isso que até hoje carregamos o estigma de que é um curso de “gente fresca, que não tem o que fazer, etc”, por causa da confusão gerada entre Decoração e Design de Interiores/Ambientes.

    Já quem busca os cursos de Design de Interiores/Ambientes são pessoas conscientes, que não quere apenas “decorar ou melhorar o visual” de suas casas. São sim pessoas preocupadas em melhorar a qualidade de vida das pessoas onde quer que elas estejam, sejam em qual ambiente for.

    Vamos então analisar as Matrizes Curriculares dos cursos:

    Pois é, esta é a matriz curricular dos antigos cursos de Decoração. Quando havia alguma diferença era coisa pouca que não alterava o conteúdo. E olhem que ainda errei ao colocar “planta baixa” pois na verdade o que eles faziam era no máximo um layout dos espaços internos.

    Quando havia alguma disciplina sobre desenho de móveis resumia-se ao mesmo padrão que os cursos de Arquitetura oferecem: a linguagem de marcenaria, que nada tem a ver com a linguagem industrial.

    Agora, observem a matriz curricular dos cursos de Design de Interiores/Ambientes:

    Ok, nem todos os cursos oferecem todas estas disciplinas ou a quantidade de módulos. Mas na essência é esta a Matriz dos cursos de Design de Interiores/Ambientes.

    Tem como alegar que Design de Interiores/Ambientes é uma “evolução” da Decoração?

    Não mesmo. Tanto que ainda existem cursos de Decoração sendo ofertados no mercado por algumas escolas livres.

    Como se pode observar, Design de Interiores/Ambientes é uma área multidisciplinar. Eu diria até transdisciplinar pois ela passeia por praticamente todas as especialidades do Design e outras formações.

    Exemplificando rapidamente:

    Do Design de Produtos trazemos os conhecimentos sobre projetos de móveis, objetos e acessórios em linguagem industrial. Não é porque um móvel projetado para determinado cliente é único que ele não possa ser inserido num ciclo industrial afinal o seu projeto é em linguagem industrial, completo. Se colocarmos o projeto na boca da fábrica, o produto sairá lá no final da produção seriada e pronta para ser vendida em larga escala. Também não cabe aqui dizer que por serem praticamente projetos únicos ou exclusivos os que fazemos que não seja Design afinal, não devemos nos esquecer que em Design também se trabalha com produtos exclusivos (padrão A) onde são feitos peças únicas ou com edições limitadas. Também aproveitamos os conhecimentos sobre materiais, revestimento, resistência, ergonomia, etc.

    Do Design Gráfico aproveitamos todo o conhecimento sobre as Cores (significados, psicologia, etc), semiótica, informação visual, identidade corporativa entre vários outros conhecimentos.

    Do Design Têxtil, aproveitamos os conhecimentos sobre texturas, tramas, resistência, sensorial, etc.

    Do Design de Moda aproveitamos, assim como todas as outras áreas, as tendências, os estilos, as linguagens, os signos, etc.

    Ainda aproveitamos conhecimentos de outras especialidades do Design, mas creio que por hora já basta para entender que temos sim a nossa formação fincada na raiz Design. Mas não paramos por aqui…

    Podem estar se perguntando do porque eu ter colocado Engenharia e não Arquitetura. Simples: estes conhecimentos são da Engenharia. A arquitetura apodera-se deles também para formar a sua Matriz.

    Mas não paramos por aqui… também vamos além:

    Exatamente isso! Usamos o objeto arquitetônico APENAS quando é o caso de um projeto que envolva um espaço arquitetônico. Apenas quando estamos trabalhando em projetos de interiores residenciais, comerciais, etc.

    Porém, como coloquei no início desta apresentação temos rejeitado o termo Interiores exatamente por isso. Somos formados para ir muito além dos limites arquitetônicos. Somos formados para atuarmos em um amplo campo no mercado de trabalho que extrapola os limites arquitetônicos e vai onde quer que esteja um usuário.

    Se há um usuário necessitando da solução de um problema, lá estaremos para atendê-lo.

    Quem insiste em afirmar qualquer uma das duas coisas acima está simplesmente assinando o seu atestado de completo desconhecimento sobre a área.

    Portanto, como já deu para perceber,

    Não mesmo, nem de longe afinal,

    Claro, a Arquitetura também trabalha nas questões do Urbanismo. Porém Design Urbano não pode e nem deve ser confundido com Urbanismo.

    São coisas significativamente diferentes. O Design Urbano atua sobre o Urbanismo já implantado visando a melhoria da usabilidade, acessibilidade, embelezamento, humanização, etc. Ou, em casos de escritórios multidisciplinares (co-criação), ele já está presente desde o momento em que o arquiteto começa a pensar no plano urbanístico, num trabalho em conjunto com o designer.

    Notem que no primeiro grupo temos a visão simplista e limitada daqueles que desconhecem a área (ABD). O segundo grupo, já é uma pequena ampliação.

    Já escrevi em diversos posts neste blog sobre áreas de atuação profissional que vão além dos limites arquitetônicos. Resumindo, também podemos atuar

    – nos interiores e automóveis

    – nos interiores e exteriores de embarcações

    – nos interiores de aviões

    – em projetos de mobiliários e equipamentos urbanos

    – em projetos de design urbano

    Entre várias outras frentes que podemos, através dos conhecimentos adquiridos na academia, somos devidamente e legalmente habilitados para atuar.

    Creio que não é necessário acrescentar mais nada sobre este slide.

    Pois é, eis a grande questão: criamos um Conselho próprio ou, para agilizarmos o processo, nos enfiamos em algum já existente?

    Dos possíveis existentes temos o CREA e o CAU. Mas vale ressaltar aqui alguns detalhes sobre isso:

    CREA – começou a aceitar como associados os Técnicos em Decoração (posteriormente, Técnicos em Design de Interiores). Mesmo com o crescente aumento dos cursos superiores de Design de Interiores/Ambientes, eles se recusavam em fornecer as credenciais com nível superior e tampouco alterar as atribuições profissionais. Quem se filia ao CREA acaba jogando no lixo grande parte de seus conhecimentos adquiridos na faculdade pois ficara limitado às atribuições descritas no órgão. Porém, estas atribuições foram feitas quando existiam apenas os cursos de Decoração e não contemplam, nem de longe, a totalidade de conhecimentos que nós, designers de interiores/ambientes, possuimos.

    CAU – Um conselho formado por e para arquitetos. Vale lembrar que foram os arquitetos que fizeram as atribuições dentro do CREA e também são eles que também confundem Decoração com Design de Ambientes. Certamente não será uma boa pois ocorrerão diversas ingerências na área do Design, por mais que venha a existir uma diretoria propria para o Design. O que eles sofriam dentro do CREA (mais engenheiros que arquitetos) fatalmente ocorrerá conosco.

    Portanto, devemos sim lutar pela implantação de um Conselho Federal de Design. Pode demorar um pouco mais para estritura-lo, mas certamente é a melhor saída pois somente assim teremos condições de criarmos a nossa identidade e alcançarmos a nossa autonomia acadêmica e profissional.

    Espero ter deixado claro que,

  • Já deu, agora basta ABD.

    Não vou entrar em detalhe sobre os planos macabros da ABD em forçar uma regulamentação profissional separado do PL do Design, pois já escrevi exaustivamente sobre isso aqui no blog.

    Também não vou falar mais sobre os porquês disso acontecer, pois já está tudo detalhadamente descrito aqui nas páginas deste blog.

    A questão agora é: a ABD novamente mostrou a sua verdadeira face: hipócritas, umbiguistas e estúpidos. Estão pouco se lixando pra quem quer que seja que não faça parte de seu grupelho.

    O fato é:

    1 – estamos com o PL de regulamentação do Design nos trâmites finais no Congresso Nacional. Atualmente ele está na última Comissão e após isso é só esperar a assinatura da Presidente Dilma e pronto: O Design finalmente estará regulamentado aqui no Brasil.

    2 – Diante do que escrevi em um e-mail particular para o Jéthero Cardoso  e ele, num ato estúpido, desrespeitoso e antiético, simplesmente apresentou o inteiro teor deste e-mail numa reunião para toda a diretoria da ABD. Assim, ela simplesmente resolveu forçar a entrada de seu projeto idiotizado de regulamentação da área de Design de Interiores através do deputado Ricardo Izar.

    A questão é:

    Estamos com um projeto sobre Design em trâmites finais. Agora, entra um segundo projeto, também sobre Design. É sabido que a maioria dos parlamentares desconhecem o que é Design, muitos ainda confundem Design com Artesanato ou Arte. O que vai acontecer?

    “Acabou de passar por aqui um projeto sobre Design e agora vem esse outro?”

    Sim, é esse o pensamento que vai rolar na cabeça dos parlamentares e querem saber o que isso pode implicar?

    O impedimento da finalização da tramitação do PL do Design ou seja: todo o trabalho desenvolvido pela Comissão (Van Camp, Harsi, Patricia e tantos outros) nos estudos e confecção da minuta e posteriormente pelo Deputado Penna dentro do Congresso Nacional mais a pressão feita pela ADG nas Comissões e gabientes dos parlamentares vão pelo ralo. Literalmente falando, teremos mais um PL engavetado.

    Parabéns ABD!!!

    Mais uma vez vocês deixam claro que só se importam com seus próprios umbigos. São arrogantes, são ignorantes, são ingratos enfim, são o que são: LIXO!!!!

    Pois então, para evitar que isso tudo aconteça, começo pelo seguinte:

    Aqui está, oficialmente, o meu pedido de desfiliação dessa associação estúpida. Não vou ficar em suas fileiras dando a impressão de que concordo com seus atos arbitrários – sim, pois vocês NUNCA consideram o que os associados pensam, desejam, questionam. O que vale são apenas as suas vontades.

    Em seguida, conclamo aos verdadeiros profissionais de Design de Interiores/Ambientes(os estudantes também)  filiados à ABD que também desfiliem-se dela.

    Acordem gente, ela é apenas uma associaçãozinha, não tem poder legal para ditar absolutamente nada com relação ao mercado de trabalho, não tem direito algum a autorizar ou avaliar cursos nem nada.

    No próximo post vou colocar a apresentação que fizontem (24/11) no Design na Brasa, defendendo a nossa área como DESIGN e diferenciando-a da Decoração. Na verdade esta apresentação serve também para refutar a visão reducionista que a ABD tem da área. Também uma associação formada por Decoradores e Arquitetos (não menosprezando-os profissionalmente) não tem a menor condição de entender a amplitude do Design de Interiores/Ambientes. Por isso eles relutam tanto em fazer a correta distinção das atribuições profissionais entre Arquitetos decoradores, Decoradores e Designers de Interiores/Ambientes. Para eles, quanto maior a confusão e desinformação sobre a área, é lucro… para eles apenas.

    Também conclamo a todos a encaminharem e-mails ao deputado Ricardo Izar (dep.ricardoizar@camara.leg.br) repudiando integralmente o PL-4692/2012 (o projeto de regulamentação da ABD).

    Também encaminhem e-mail ao Deputado Jose Luiz Penna (dep.penna@camara.leg.br) apoiando o PL de regulamentação do Design de sua autoria, repudiando o PL do deputado Izar e solicitando a inserção de nossa área no referido PL pós sanção presidencial.

    Vejam bem: se inserirmos agora a nossa área no PL em tramitação o mesmo terá de voltar lá na primeira Comissão. Voltaremos à estaca zero!!! Portanto, o mais correto é:

    Ficaremos aguardando a finalização deste PL de regulamentação do Design e, assim que a Presidente Dilma sanciona-lo, o deputado Penna irá entrar com uma emenda ao PL do Design inserindo a nossa área.

    Portanto, não temos o que temer.

    Seremos sim regulamentados junto com o Design.

  • The Gangs

    Pois é meus amigos e seguidores, como sabem, no início do ano doei o projeto completo de LD para a reconstrução do Cine Teatro Ouro Verde aqui de Londrina que foi consumido por um incêndio diga-se de passagem, até hoje bem mal explicado. Há quem diga que existem provas contundentes que refutam o laudo pericial e apontam os reais responsáveis por esse incêncio. Mas como sempre aqui nessa terra o “cala boca” vale mais que a ética e a honestidade.

    Fato é que foi instituída uma comissão formada por profissionais das diversas áreas para a execução dos projetos. À convite da reitoria, através de um protocolo de cooperação, o SINDUSCON/Londrina ficou responsável por convidar profissionais para este grupo. Entre eles, eu que fui aceito oficialmente pela reitoria da Universidade Estadual de Londrina (UEL) após ter encaminhado aquele ofício para a reitoria doando o projeto que me respondeu positivamente através de ofício.

    Participei de três reuniões com este grupo onde foram apresentados oficialmente os profissionais envolvidos e definidas as diretrizes dos projetos à serem executados bem como o cronograma.

    Na última reunião para a qual fui convocado estavam presentes quase todos os projetistas e também alguns representantes da UEL. Inicialmente estranhou-me o fato da agressividade de alguns membros da comissão e da UEL para comigo, mas pensei ser impressão apenas.

    Isso aconteceu até que soltaram a seguinte frase direcionada a mim:

    “Vai ficar muito chato para este grupo apenas um profissional aparecer como doador dos projetos na placa oficial e nas mídias e todos os outros não.”

    Claro minha gente, o único que havia doado oficialmente o projeto era eu. Todos os outros estavam cobrando através da parceria SINDUSCON/UEL ou diluindo os valores dos projetos na execução ou materiais.

    E realmente, como explicar o porquê de eu ter doado o projeto e todos os outros não perante a opinião pública não é mesmo? Tão difícil fazer isso não é mesmo?

    Fato é que ficaram me forçando a demover-me da idéia de doação do projeto. Não cedi.

    Então começaram a me forçar a cobrar algum valor irrisório pelo projeto, mesmo que não o valor de mercado, para que eu não aparecesse como doador e ficássemos todos “iguais”. Depois de algum tempo analisando a situação, ficou acertado que seria cobrado de minha parte apenas o custo do desenhista cadista que seria necessário contratar para fazer os desenhos e plantas do projeto de LD, algo em torno de R$ 3.000,00.

    Não obstante, um representante da UEL falou que havia uma empresa de São Paulo que iria assumir a parte da caixa cênica. Perguntei se só a caixa cênica e ele disse que sim, pois eles já tinham larga experiência no assunto (e realmente tem).

    Tudo bem, eles com a cênica e eu com a arquitetural foi o que ficou acertado nesta reunião.

    Depois desta reunião fui viajar a trabalho (montagem da Expoflora) e deixei de participar de algumas reuniões (eles estavam cientes disso). Nesse período eu recebia apenas os e-mails com as convocações para reuniões e as plantas encaminhadas pelos arquitetos.

    Encaminhei durante o processo diversos e-mails à coordenação do grupo, aos arquitetos e engenheiros pedindo mais detalhamentos dos projetos já que trata-se de uma reconstrução original de um edifício tombado pelo IPHAN.

    Sem respostas.

    Também solicitei diversas vezes dados sobre o projeto original de iluminação bem como autorização para pegar um modelo de cada luminária original para fazer o desenho técnico e encaminhar às indústrias para verificação de viabilidade técnica para a confecção de novas luminárias, com o mesmo desenho, porém com tecnologia LED.

    Também sem respostas.

    Quando cheguei em Londrina, no meio de agosto, recebi um telefonema curto e grosso da coordenadora do grupo onde ela dizia que “agradecia a minha gentileza mas não precisavam mais de meus serviços pois havia uma empresa de São Paulo que estava assumindo toda a parte de LD do projeto.” Tentei entender o que estava acontecendo questionando-a mas ela não me deu maiores explicações e simplesmente desligou o telefone. A única coisa que ela afirmou é que realmente tinha uma empresa de São Paulo, que tinha feito a caixa cênica da Sala São Paulo e que tinha assumido toda a parte de LD do projeto.

    Pesquisando na web descobri qual era a empresa e pude constatar que esta não tem qualquer experiência em iluminação arquitetural, na verdade em seu portfolio, site e em matérias relacionadas a ela não se vê absolutamente nada sobre esta área. Apenas a cênica

    Interessante notar também que o representante da UEL, o Sr. Sidnei, através de um cruzamento de dados feita pelo Google e Lattes, tem relações com o proprietário da empresa contratada de São Paulo, inicialmente através da USP, certos professores de lá, bancas…

    Encaminhei então no dia 06 de setembro de 2012, outro ofício à reitoria da UEL (protocolo n° 24415.2012.92) solicitando maiores esclarecimentos por parte da reitoria sobre o meu afastamento arbitrário desta comissão. Também entrei em contato diversas vezes por telefone e e-mail solicitando um posicionamento sobre o ofício e até o momento não recebi sequer um único telefonema.

    Porém a reitoria e a equipe continuam atuantes no projeto de reconstrução do Ouro Verde…

    E, para completar o circo montado em torno da reconstrução do nosso Cine Teatro Ouro Verde, agora sou obrigado a ver aquele mesmo grupo que me forçou a cobrar pelo projeto, aparecendo na mídia (e perante autoridades detentoras das verbas necessárias e a população que não faz idéia da sujeira que acontece nos bastidores desta cidade) posando como “anjos caridosos e benfeitores doadores dos projetos para a reconstrução”.

    Uma OVA!!!

    Todos ali estão cobrando e muito bem pelos projetos. Não há um único doador como era o meu caso.

    Fato é que eu não faço parte de nenhum grupo aqui de Londrina, não tenho o rabo preso com ninguém, não devo nada a ninguém, não babo ovo de ninguém, muito menos compactuo ou apoio ações irresponsáveis e lesivas ao erário público. Eles sabem muito bem que não conseguiriam me comprar. Também sabem a dimensão deste meu blog e que qualquer coisa errada fatalmente cairia aqui nestas linhas para conhecimento público. Óbvio que eu seria chutado.

    Se isto é uma denúncia?

    Quem sabe?

    Pode ser.

    Que o seja!

    Se a PF, o MPF e o IPHAN, governos estadual e municipal ou qualquer outro órgão quiser levar assim, que o façam. Mas o façam com decência, transparência e dêem os nomes aos bois.

    Mas indico uma sindicância desde agora até o pós-construção sobre a obra e todos os envolvidos nela.

    Londrina agradece!!!

    Sei que isso não acontece apenas aqui em minha terra natal e sim que esta é uma prática corriqueira no dia a dia das cidades, especialmente tratando-se de obras públicas.

    Por estas e outras decidi que não vou mais doar nada para obras públicas. Agora, só me pagando e muito bem pelos meus serviços.

    E, muito menos, vou apoiar qualquer ação pró-reconstrução do Cine Teatro Ouro Verde pois já vi que mais uma vez minha cidade está sendo lesada.

    Não vou me sujar por causa de disso.

    Tou fora!!!

    Lamento Londrina, mas mais uma vez estás sendo enganada e roubada!!!

    Mas ainda estou aguardando a resposta da Reitoria da UEL sobre o assunto. É um direito meu como cidadão.

  • Dois passarinhos me contaram que…

    É… fiquei sabendo de algumas coisas estes dias e já passou da hora de informar meus leitores sobre o que anda acontecendo.

    Passarinho 1:

    Um professor, arquiteto, que eu respeitava e admirava muito me decepcionou.

    Ele mudou-se para Curitiba. Lá ele já coordenava à distância o curso de Design de Interiores de uma renomada universidade.

    Diga-se de passagem, em 5 anos de existência do curso, ele figura atualmente entre os 5 melhores do país no Provão.

    Fato é que desde o início os alunos sofrem com a falta de laboratórios. Sempre tentavam conversar com a coordenação e reitoria e tudo sempre ficou nas promessas.

    Agora, este arquiteto conseguiu aprovar a criação do curso de Arquitetura na universidade. Até aí tudo bem, sem problema algum.

    Porém, no lançamento deste curso, após uma palestra de uma arquiteta ele resolveu falar também.

    Observação: estavam presentes na platéia todos os alunos do curso de Interiores e vários outros convidados.

    O cara simplesmente começou a avacalhar com o curso de Design de Interiores e enaltecer o curso de arquitetura.

    Disse em alto e bom som que era melhor para os alunos de Interiores que migrassem para o curso de arquitetura onde poderiam aproveitar várias disciplinas já que “Interiores não dá futuro pra ninguém”.

    Além disso, o curso de arquitetura estava nascendo já com todos os laboratórios necessários e se o pessoal de Interiores quisesse utiliza-los deveriam agendar.

    Isso é apenas uma parte da conversa que tive com esse “passarinho”, que é aluno(a) do curso de Interiores.

    Mas essa conversa me fez sentir nojo do abraço e dos parabéns que recebi desse coordenador quando palestrei na Semana de Arquitetura e Design do Cesumar anos atrás e também me fez entender o porque de eu nunca mais ter sido chamado para palestrar lá: minha palestra “N jeitos de atuar” é uma verdadeira porrada na cara de alguns arquitetos idiotas pois nela desconstruo os argumentos reducionistas e corporativistas desses imbecis.

    Passarinho 2:

    Um outro passarinho me confidenciou o seguinte:

    1 – ABAI está à todo vapor junto com o CAU para o fechamento (reserva de mercado) da área de Lighting Design para os arquitetos. Aquele discurso todo da AsBAI de melhorar a qualidade de ensino nos cursos de Arquitetura ao que parece serve apenas para desviar o foco do que eles andam aprontando nos bastidores.

    2 – A “mamma” da iluminação brasileira é a responsável pela não vinda de grandes congressos da área aqui para o Brasil. O ponto é: se vierem verão que existem muitos profissionais qualificados e com excelentes projetos no mercado. Melhor que brilhemos só nós mesmo. E pensar que esta tal “mamma” é uma das fundadoras da AsBAI…

    3 – A ABD também está em negociatas e namoricos de bastidores com o CAU para a inserção da área de Design de Interiores/Ambientes dentro deste Conselho. Assim, a regulamentação da profissão de Design de Interiores/Ambientes será feita lá dentro de um Conselho de ARQUITETURA!!!!! E, à exemplo do que fizeram no passado dentro do CREA, não devemos esperar muito: teremos nossas atribuições profissionais reduzidas a quase nada.

    Vamos acordar povo???

    Depois não adianta reclamar não viu???

  • Design na Brasa 2012

    Pois é pessoal, como alguns já estão sabendo, fui convidado pela designer Patricia Penna (e me sinto muito honrado com isso) para ser um dos integrantes na mesa sobre Regulamentação Profissional no Design na Brasa 2012. O evento será realizado em São Paulo no dia 24/11.

    Abaixo a programação do evento:

    9:00 Credenciamento

    10:00 – 10:30 Mesa de abertura

    – Prefeito da cidade de São Paulo ( a confirmar ) – Patricia Penna ( Autora do Design na Brasa )

    10:30 – 12:00 1a. Mesa: A regulamentação da profissão

    Esclarecer o projeto de Lei e orientar alunos e profissionais das possibilidades de mercado, trabalho e economia para o país.

    Palestrante 1: Deputado Penna ( Autor do Projeto de Lei sobre a Regulamentação da profissão ) Palestrante 2: ABDesign ( Associação das agencias de design do Brasil ) ( a confirmar ) Palestrante 3: Bruno Porto – Representante do grupo REGULAMENTEM O DESIGNER JÁ! ( a confirmar ) Palestrante 4: Paulo Oliveira (Lighting Designer e Designer de Ambientes)

    12:00 – 13:00 Break para almoço

    13:00 – 14:30 2a. Mesa: Design e Economia Criativa

    O design no Brasil ocupa hoje, espaço na Secretaria de Economia Criativa que por sua vez está inserida no Ministério da Cultura. Quais os benefícios, desafios e ameaças dessa posição?

    Palestrante 1: Representante da secretaria de cultura de SP ( a confirmar ) Palestrante 2: Representante do Ministério da Industria e Comércio ( a confirmar ) Palestrante 3: Representante da Faculdade

    14:30 – 16:00 3a. Mesa: Design e Sustentabilidade

    Hoje tudo que produzimos no planeta já deu para consumir mais ou menos, segundo cientistas, uns 4 planetas. Quais os critérios de sustentabilidade que podemos aplicar no desenvolvimento de produtos?

    Palestrante 1: Cristian Ulmann ( a confirmar ) Palestrante 2: Indústria que respeita o meio ambiente Palestrante 3: Ong

    16:00 – 16:30 Break para café

    16:30 – 18:00 4a. Mesa: Design, tipografia e o mundo digital

    Inúmeras possibilidades existem hoje que integram o virtual e o real. Conheça as discussões e ideias sobre este tema!

    Palestrante 1: Representante da Cidade Digital da USP ( a confirmar ) Palestrante 2: Empresa que trabalhe com mídias sociais Palestrante 3: Alexandre Lopes

    18:00 – 19:30 5a. Mesa: Design e a Indústria Brasileira

    Como as indústrias brasileiras estão sobrevivendo no cenário em que a China domina o mercado industrial internacional?

    Palestrante 1 : Representante da FIESP ( a confirmar ) Palestrante 2: Representante de uma indústria Palestrante 3: Designer Insdustrial

    19:30 Encerramento

    Vale ressaltar aqui a dinâmica deste evento composta apenas de mesas de debates. Assim, a troca de idéias, informações, conceitos, opiniões, posicionamentos torna-se parte de uma grande dialética, ao contrário do que ocorre em eventos onde há apenas um palestrante como foco das atenções. Em cada mesa há um moderador que irá controlar o tempo de exposição de idéias de cada palestrante (15 minutos) bem como as perguntas ao final das apresentações.

    Além disso, já estão rolando uma ação muito interessante pré-evento onde os designers são convidados a montar uma “máscara” com saco de papel, fotografar e enviar para ser inserida no site. Creio que isso tem muito a ver com a falta de identidade ( ou rosto) do Design brasileiro perante o mercado ou também a diversidade de identidades dentro de nosso meio.

    Saliento a importância da presença da maior quantidade possível de Designers de Interiores/Ambientes para defendermos a inserção de nossa área no PL de Regulamentação do Design contrapondo a tentativa falaciosa da ABD de regulamentar a área em separado.

    Somos Designers, nossa matriz é o Design. Então, não tem porque sermos ignorados ou deixados de lado.

    Para inscrever-se, basta acessar este link.

    Mais informações, acesse o site do Design na Brasa 2012.

    Nos vemos lá ok?

  • Top 100!!!

    Pois é pessoal, surpreendeu-me meu blog aparecer entre os 100 finalistas do Top Blog 2012.

    Fiz minha inscrição neste prêmio a vários anos atras e nunca me importei em divulga-lo. Assim, fiquei realmente surpreso ao ver meu blog entre os 100 deste ano.

    UAU!!!

    Então, já que estamos lá, que tal ajudar este blog a chegar na reta final???

    Para isso é fácil, é só clicar neste link ou na imagem ali ao lado e votar através de seu e-mail, Facebook ou Twitter.

    Depois de votado no site, você receberá em seu e-mail um link de confirmação de voto. É só clicar no link e pronto!!

    Valeu pessoal. Na surdina, sem qualquer divulgação – e sem eu saber – vocês me colocaram entre os 100 melhores blogs do Brasil em 2012.

    Agradeço a confiança em meu trabalho!!!

  • PROPINA

    Que vergonha!

    Não tenho outra palavra para expressar o que senti ao ler o artigo do Walcyr Carrasco falando sobre suas experiências com arquitetos e designers de interiores…

    Não leram? Então, sintam-se envergonhados! É só clicar aqui para ler a íntegra do artigo dele.

    Tudo o que já venho denunciando há anos aqui neste blog e que me fez levar alcunhas como “alienado”, “marciano”, “alucinado”, “bipolar” entra tantos outros bem carinhosos, é desnudado agora através deste artigo.

    E agora ABD, quem é o alucinado? Quem é o retardado? Quem é o doente?

    Chupa essa que grande parte dessa culpa é de VOCÊS que apóiam e defendem essa prática execrável, irresponsávem e criminosa!

    Se os “nobres” diretores são incapazes de ganhar dinheiro com quantidade de projetos e precisam receber propinas para sobreviver, o problema é de vocês.

    Mas não sujem a nossa profissão com suas ações escrotas, imbecis e insanas.

    Taí o resultado das ações estúpidas em defesa da “legalidade” das RTs que vocês tanto defendem.

    Envergonharam a nossa classe profissional. Nos fizeram ser humilhados publicamente através de uma revista de circulação nacional e pior, por um escritor renomado e respeitado.

    Eu sempre procurei uma palavra que encaixasse perfeitamente nessa prática e nunca cheguei numa tão justa quanto a que ele usa: PROPINA!

    Fica a denúncia e alerta também para o CAU que agrega os arquitetos-decoradores.

    Putz… 40% de desconto “na lata”??

    =0

    Profissionais que ganham 100% em cima de um projeto de planejados?

    Uma mesinha mequetrefe por 10 paus???

    Isso assusta sim, mas o que me deixou mais puto da vida, foi ver o descontentamento dele com relação à atenção dos profissionais com o “eu” do cliente. Não querem saber disso, se o cliente gosta ou não, se será prático ou não que se exploda.

    À estes imbecis que fizeram isso (e a todos os outros que fazem o mesmo) só desejo uma coisa: que sejam execrados em praça pública, tenham seus diplomas cassados e sejam impedidos de trabalhar!!!

    Fica a dica ao Walcyr: ao menos sobre os arquitetos, denuncie-os junto ao CAU e IAB.

    Aproveite e pegue no pé destes dois órgãos pois eles são os responsáveis diretos da profissão de Design de Interiores/Ambientes não ter sido regulamentada até hoje. Responsabilize-os também.

    É só pesquisar sobre o processo de regulamentação do Design no Brasil e perceberá as patas e garras destas instituições empacando e inviabilizando este processo.

     

  • Workshop online: LEDs – Origem, atualidade, aplicações e futuro

    O Portal LightingNow traz para vocês mais um workshop online: LEDs – Origem, atualidade, aplicações e futuro

    Objetivo:

    O Workshop on-line tem por objetivo, desvendar os mistérios da Iluminação com LEDs, abordando o tema com uma linguagem simples, clara e objetiva, facilitando seu entendimento.

    Público-Alvo:

    Profissionais e Estudantes da área de Arquitetura, Decoração, Design e Iluminação.

    Certificado:

    O workshop emitirá ao final um certificado de Participação On-Line.

    Formato e Disponibilidade:

    O workshop será ministrado no formato de apostilas em PDFe estará dividido em 4 módulos com início em 01/10 e vai até 26/10 (4 semanas).Todo o conteúdo ficará disponível 24 horas por dia até o final previsto. Será disponibilizado na própria tela do Workshop, um link “Tira Dúvidas” diretamente com o Professor Mauri Luiz.

    O Programa    

    Introdução
    Fontes de Luz (Tipos)
    Incandescência e Descarga
    Eletroluminescência
    LED
    Para melhor entender os LEDs
    Grandezas Luminotécnicas
    Grandezas Elétricas
    LEDs (História)
    Características construtivas
    Fatores Determinantes da eficiência
    Influência do Calor
    LEDs na atualidade
    – Durabilidade (Vida útil)
    – Temperatura de cor
    – Reprodução de cores
    – Uso externo
    Equipamentos auxiliares
    – Fontes (Drivers)
    – Dimerização
    – Ligações
    – Controles
    Ótica
    Normas Internacionais
    Certificação Compulsória no Brasil
    Tipos de produtos de LEDs   
    – LED Componente  
    – Módulos 
    – Lâmpadas
    – Luminárias
    LEDs na Iluminação em Geral
    Residencial 
    Comercial
    – Escritórios
    – Bancos
    – Lojas
    – Hoteís
    – Hospitais
    Industrial
    Estacionamentos
    Esportiva
    Iluminação Pública
    Iluminação Externa
    OLEDs (LEDs Orgânicos)
    LEDs são ecológicos
    Principais dúvidas sobre o tema
    O Futuro da Iluminação a LEDs

    IMPORTANTE:

    O workshop será ministrado no formato de apostilas em PDF e está dividido em 4 módulos com início em 01/10 e vai até 26/10 (4 semanas). A cada segunda -feira será disponibilizado um novo módulo que o participante pode assistir on-line ou baixar para acompanhar posteriormente nos dias e horários que mais lhe for adequado. Durante a semana, o participante pode tirar suas dúvidas sobre o conteúdo exposto com nosso especialista pelo próprio site. Todas as aulas ficarão disponíveis para consulta até o final do último módulo.

    O Instrutor:

    MAURI LUIZ DA SILVA

    – Especialista em Iluminação; – Ex. gerente Regional da OSRAM (Trabalhou 39 anos com lâmpadas e iluminação); – Colaborador de Revistas e Sites, escrevendo sobre a luz e seus efeitos; – Palestrante com mais 1000 palestras sobre iluminação para os mais diversos públicos; – Professor na Escola PROJETHA em Porto Alegre-RS sobre Iluminação Artificial;

    Autor dos Livros:

    – Luz, Lâmpadas & Iluminação

    – Iluminação: simplificando o projeto

    – LED: a luz dos novos projetos

    Serviço:

    LEDs – Origem, atualidade, aplicações e futuro Data: de 01/10 a 26/10

    Onde: Evento On-Line (internet)

    Valor: R$ 60,00 (Cartão de Crédito ou Boleto Bancário pelo PagSeguro)

    Para participar, faça a sua inscrição clicando aqui.