Mais alguns trabalhos interessantes desenvolvidos por designers pelo mundo:







GumDesign
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Boris Novachi Bojic

Mais alguns trabalhos interessantes desenvolvidos por designers pelo mundo:







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Boris Novachi Bojic

The Halle Tony Garnier, surgiu após uma uma estrutura industrial construída em 1889 ser transformada num espaço para eventos e shows, em Paris. Com um grandioso projeto envolvendo áreas como arquiteura, engenharias, lighting e design, fizeram uma revolução.
O projeto de 17.000m² que mescla estruturas originais de madeira e alvenaria com grandes panos de vidro e outras estruturas metálicas no teto e nas paredes.
O resultado desse trabalho em parceria entre diversos profissionais só poderia resultar num projeto de excelência e belíssimo.





Imagens: Aphex Twin, Xuan NGUYEN aka Xuxu, Leandro’s World Tour on flickr, and from wikipedia
Muitas pessoas acham os banheiros sem graça e monótonos, especialmente quando estão hospedados em algum hotel ou resort para suas merecidas férias.
Pensando nisso, um hotel no Japão resolveu manter os hóspedes ligados no produto principal da região que todos vão desfrutar. O Resultado? Está aqui:
Deus, óh Deus, onde estás que não me respondes? Em que mundo, em que estrelas Tu te escondes, embuçado nos céus?
O clamor acima, desesperado, é de uma esquete que participei ja ha bastante tempo atrás, de autoria de uma grande pessoa e muito querida, Anatilde Julião. Era uma esquete voltada ao treinamento do pessoal ligado à saúde.Numa parafrase a um poema de Castro Alves – Vozes d’Africa – mostrávamos o desespero daqueles que esperavam por horas a fio o atendimento nos Postos de Saúde e, principalmente ns emergências dos Hospitais. Esse é um clamor de desespero.
No entanto, em maior ou menor grau, todos nós passamos por esses momentos de clamor em algum ou vários momentos de nossa vida. Clamor de agradecimento, clamor de arrependimento, clamor de adoração, clamor de desespero.
É bastante comum vermos nos dias de hoje que muitas pessoas tem clamado a Deus em momentos ruins, de desespero sejam estes por quais motivos forem. Sejam por coisas graves e sérias, tristesas, medos enfim, tudo que possa vir a nos tirar dos trilhos.

Porém, nenhum sofrimento, nenhuma dor pode ser comparada àquela sofrida por Jesus. Ninguém, por mais profundo que seja o poço em que se encontra, pode sentir-se mais desamparado que Ele naquele dia fatídico, triste e vergonhso.
O Filho do Homem ali, sozinho, humilhado, triste. Aquele que veio para trazer amor e paz ao mundo. O Cordeiro de Deus, ali… Só.
Tamanho desespero, se reflete em sua indagação: “Ó Deus, porque me abandonaste?”
Porém tudo isso aconteceu para que todos nós tivéssemos a oportunidade de viver a plenitude do amor de Deus por cada um de nós.
E no terceiro dia Ele ressuscitou.
Venceu o mundo, venceu a humilhação, venceu a dor e venceu, principalmente, aqueles que pensavam que Ele tinha fracassado.
Quando passamos por momentos de tribulação em qualquer área de nossa vida, devemos ter como nosso foco a cruz. Nos lembrar da cruz e tudo que ela significa.
Mas não aquela cruz ensanguentada, triste e feia.
Não aquela cruz dolorosa e humilhante.
Não aquela cruz humana.
Esta devemos ter a consciência de sua existência mas não a ter como significado.
O real significado da cruz é a vida plena e abundante banhada pela luz que irradia dessa cruz.
A luz da salvação.
A luz da redenção.
A luz do perdão.
E, acima de tudo, a luz do amor incondicional de Jesus por cada um de nós.
Amor este que devemos refletir e disseminar por onde quer que passemos.
Amor esse que devemos compartilhar com todos os que temos contato.
Amor esse que deve ser dado gratuitamente sem esperar absolutamente nada em troca.
Esse é o amor puro, ágape.
Aquele que vem lá do fundo de nossos corações.
Que flui naturalmente em nossas palavras e ações diárias.
Portanto, ame o teu próximo!
Assim como Ele te amou e deu a Sua vida por você.
Assim como Ele amou profundamente cada ser com o qual teve contato e sua vida terrena os perdoando e lavando de todo pecado, de toda dor, de toda humilhação, de toda doença, de todo deslize.
Que esta páscoa seja um momento de reflexão entre cada um de vocês e Deus e percebam como estão ou não fazendo uso desse amor em seu dia a dia.
Que nesta páscoa, recebam toda a pureza da luz que vem da cruz em suas vidas.

A ABrIC (Associação Brasileira de Iluminação Cênica) está de site novo e com muitas novidades!
Área de dowloadas diversos que incluem manuais, documentações jurídicas, livros, textos, teses, propostas CNCE e aplicativos.
Área de Imagens com diversas sobre espetáculos e técnicas.
Banco de Talentos onde você pode buscar um profissional ou cadastrar-se como profissional.
Área dos articulistas com artigos e textos variados sobre Iluminação Cênica.
Vídeos: uma seleção de vídeos interessantíssimos sobre iluminação e teatro.
Agenda com cursos, palestras, concursos e eventos.
A maioria das áreas é apenas para cadastrados no site/associação. Mas vale a pena.
Faça seu cadastro aqui.
Uma das coisas que mais gostei na Movelpar 2009 foi a empresa Recriar:
A Recriar é uma empresa, cuja atividade fundamental caracteriza-se pela disseminação da arte como instrumento de difusão do conhecimento, gerando reproduções de obras de artistas brasileiros e ícones da pintura universal.
Todo o trabalho da Recriar é pautado no respeito ao direito autoral do artista, cujas RCRs são feitas mediante contrato e remuneração por cópia realizada.
A RECRIAR busca identificar artistas com boa qualidade técnica, promovendo suas obras através da divulgação de seus trabalhos reproduzidos nas RCRs.
O registro e catalogação de todo acervo, se dá pela captura das imagens diretamente das obras originais, conferindo as RCRs qualidade visual equivalente ao original.

Portinari
O que é RCR?
São as REPROGRAFIAS CERTIFICADAS RECRIAR; um conceito em produto de arte que envolve a reprodução da obra de arte em canvas com alta qualidade e uma interface com a responsabilidade cultural, onde a venda das RCRs dá origem a uma verba de direitos autorais destinada a cada artista.
As RCRs são disponibilizadas para comercialização, somente após a averiguação da fidelidade das cores, onde se busca obter a máxima semelhança com o original e a alta resolução das imagens que permitem exibir os detalhes das pinceladas de cada obra.
Não se tratam apenas de cópias industrializadas em formato pôsteres. São sim de altíssima tecnologia e qualidade no que diz respeito à fidelidade ao original.
As medidas das RCRs podem ser adequadas as necessidades dos ambientes, conferindo requinte aos projetos de interiores e ambientes por preços muito acessíveis.

Turma da Mônica
ESTILOS E ARTISTAS:
Abstrato
Clássicos
Digital
Fauna
Fauna Ilustração
Figurativo
Floral
Fotografia
Infantil
Marinha
Natureza Morta
Paisagens
Portinari
Sacros
Tribos Urbanas
Turma da Mônica

Oséias Leivas Silva
Seleção de Artistas:
Se você é artista plástico e está interessado em fazer parte do CATÁLOGO DE ARTES RECRIAR, cadastre-se e envie algumas imagens de seus trabalhos em baixa resolução, para que possamos tomar conhecimento de sua obra previamente a nosso contato.
Na Folha de São Paulo do dia 01/03/09, no caderno Mais foram publicados diversos links de sites na web sobre os mais variados assuntos. Os links foram selecionados por diversas pessoas, entre elas Vladimir Safatle, Arthur Oscar, Jorge Coli e Ivo Mesquita.
Destaco aqui alguns que visitei e gostei demais:
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Web Gallery of Art – organizado por universitários húngaros, é um banco com quase 30 mil reproduções em alta qualidade acompanhadas por comentários pequenos, mas precisos e confiáveis.

Frieze Magazine – Uma revista sobre arte.

ARTFORUM – Tudo o que anda rolando no mundo das artes pelo mundo.

Canal Contemporêneo – Brasileiríssimo! Arte brasileira, agenda, news, etc.

Trópico – também brasileiríssimo, um espaço recheado de críticas sobre a cultura brasileira de um modo geral. Música, teatro, artes plásticas, livros. Muito inteligentes e precisos os textos. Inclusive um que acabo de ler sobre Oscar Niemeyer. Tudo bem que não concordo com a visão do autor sobre a “dispensa” de concursos e licitações em nome do “status” de um nome/grife, mas a visão dele sobre restauração, IPHAN e outras coisas vai bastante de encontro com o que penso: arquitetura não pode ser um elo fechado e acabado em si mesmo.
Forum Permanente – também brasileiríssimo, conta com agenda, novidades, e muitas outras informações sobre museus e artes.
The Prado in Google Earth – uma visita virtual dentro do Museu do Prado, em Madri. Com imagens em altíssima resolução, conseguimos perceber pinceladas, craquelados do tempo entre outras características que só perceberíamos a olho nu – por vezes nem mesmo assim. Com esta tecnologia, cada detalhe, cada personagem das telas ganham vida própria. Vale e muito a pena a visita.
ARTDAILY – todas as exposições do mundo, com fotos, através de uma newsletter.
RHIZOME – arte e tecnologia. Obras divertidas e engenhosas para ocupar a mente durante o tempo de visita.
Bom, tem vários outros bastante interessantes que vou postar depois. Acho que esses já valem bastante e proporcionarão a vocês prazeirosos momentos culturais.
Nada como um pouco de poética para reiniciar os posts após termos rompindo os 300.000 acessos ao blog.
Arte + luz = poesia.
Ciência Cênica ou Cênica Ciência…
O Semeador de Estrelas trata-se de um excelente exemplo de como a iluminação pode criar a realidade espacial, sensorial e imagética.
Esta estátua está em Kaunas, Lituânia.

Quem passa por ela durante o dia, pode até pensar não tratar-se de mais um bronze perdido em meio à paisagem urbana, herança da época soviética, como mostra a foto acima. E também pode até notar o ato de vandalismo com a pichação na parede ao fundo. Ou melhor, pensar tratar-se de apenas mais um ato de vandalismo.
Mas quando a noite chega, a estátua justifica seu título. Com um simples projeto de LD e cálculos precisos a cena se transforma e tudo passa a fazer sentido.

Esta é a essência do trabalho de um Lighting Designer. Esse é o diferencial entre um Lighting Designer e um simples iluminador: o seu olhar artístico sobre tudo.
Recebi estas fotos por e-mail de meu colega de profissão Valmir Perez.
VALEU!!!

Agradeço primeiramente a Deus por me fazer um ser pensante, crítico, analítico.
Agradeço a todos que acreditam e valorizam o meu trabalho.
Agradeço aos meus amigos pela força.
Agradeço a todos vocês leitores e visitantes, que são a razão da existência deste espaço.
Muito obrigado!
Muita luz a todos vocês!
Paulo Oliveira
Mais algumas imagens de interiores de aviões:
Embraer Phenom 300
Airbus A380 “Flying Palace”
BMW 787 cabin concept for Russian tycoon
Calma!
Fiquem tranquilos que não é mais uma cacetada em alguma associação ou coisa do gênero rsrsrsr
A manipulação à qual me refiro no título deste post diz respeito à prática profissional. Na verdade, à falta desta por muitos profissionais.
Como é comum encontrar profissionais tentando e tentando e tentando (…) atingir aquele efeito maravilhoso e não conseguem. É um tal de levanta/derruba, constrói/derruba, monta/desmonta que parece nunca ter fim.
Seja no desenvolvimento de um produto, numa textura de uma parede, num efeito de luz ou em vãrias outras aplicações, na realidade o que falta aos profissionais é uma simples palavra: MANIPULAÇÃO!
Manipular o que se idealiza/projeta/(argh) copia (argh) não deve ficar apenas na manipulação de papéis, lapiseiras, réguas ou mouse. De nada vai adiantar você fazer um belo desenho se desconhece como aquele material funciona na prática. Var dar errado certamente. O efeito jamais será o desejado/idealizado.
Essa manipulação já deve começar na parte teórica, na fase de pesquisas onde você terá de conhecer – e muito bem – os materiais selecionados. Não basta apenas olhar para uma chapa de MDF revestida com BP Rovere, acha-la linda e especificar em seu projeto. Você tem de conhecer as características físico-mecânicas destes materiais para ter a certeza de que são os ideais para o projeto.
DoS materiaIS? Sim pois na chapa citada acima temos dois materiais básicos: a chapa de MDF e o BP que é o papel que dará a cor/textura. Mas além destes tem a cola usada para fixar o BP na chapa, a resina impregnante/isolante/acabamento…
Você sabe diferenciar a ferragem ideal para ser aplicada numa chapa de MDP? E para uma chapa de MDF? Por falar em chapas, você sabe o que é um tamburato e para que e como pode ser aplicado?
E se eu colocar três imagens aqui agora, você saberá dizer qual é qual rapidamente sem precisar pensar?



Consegue identificar qual é qual?
Pois é, assim vamos nos debatendo diariamente na elaboração dos projetos e o desconhecimento de elementos básicos como este acabam por nos forçar a usar sempre o mesmo, do mesmo modo que todo mundo e tudo fica maravilhosamente IGUAL.
Um outro elemento importantíssimo disso é que a maioria dos profissionais amarra-se à lojas e se esquecem das fábricas. Porém é exatamente na industria de matérias primas que estão as informações fundamentais sobre os produtos. Isso sem contar que indo diretamente às fábricas você irá conhecer materiais que não estão no mercado porque o responsável pelo departamento de design da loja/grife X não gostou daquela cor, daquela textura, daquela forma, etc. E assim, muita coisa excelente fica de fora sendo utilizado apenas por poucos profissionais antenados na indústria.
Essa manipulação (pegar, apalpar, torcer, entortar, quebrar, virar, etc) deve estar presente no dia a dia profissional de todos nós com relação a todos os materiais que utilizamos. Claro que não vamos ser loucos de quebrar ou torcer uma ferragem Roca – a não ser que teu bolso te possibilite uma excentricidade dessas.
É assim que conseguimos atingir se não a perfeição – pois nao acredito em perfeição em projetos de arquitetura/design – ao menos um padrão de excelência.
De início de carreira já forrei um sofácom um tecido onde tive a garantia da dona da loja (boa e reconhecida de outra cidade) de que ele aguentaria tranquilamente o fluxo da sala de espera de uma clínica. Menos de dois meses depois o tecido estava esgarçando todo. Má aplicação? Não! Tecido inadequado. Os erros? Simples: não fui beber água da fonte (indústria) e acreditei no conto da carochinha (loja). Depois dessa aprendi. Não compro tecido algum sem saber quem é o fabricante, entrar em contato e esgotar todas as minhas dúvidas técnicas/físicas sobre o tecido.
Repito:
ESSES CUIDADOS DEVEMOS TER COM ABSOLUTAMENTE TODOS OS ELEMENTOS DO PROJETO.
Para não me estender demais, vamos às texturas junto com o lighting.

Belíssimo trabalho o da imagem acima. Muitos devem estar pensando: Nossa é isso que eu queria para aquela parede, vou aplicar já no projeto.
Tudo bem, faça como quiser. Mas se o resultado não ficar bom não venha chorar em meu ombro depois.
Novamente pergunto: você sabe que material foi usado na parede para criar estas “ondas”? Como ele é aplicado? Pinta-se depois ou antes da aplicação? Pode ser lavado? Como é feita a limpeza? É poroso, junta pó?
“Ah, mas eu apliquei o material e não consegui este efeito…” (carinha fazendo beicinho)
Claro que não! Não temos apenas o revestimento da parede “trabalhando” aqui na imagem. Você chegou a perceber a iluminação? Sabe quais equipamentos (luminárias, lâmpadas, etc) foram utilizados? Você sabe dizer se o projeto acima é de lighting ou de iluminação? Você sabe dizer a abertura dos fachos das lâmpadas e outras características mais dela para se conseguir este efeito?

“Poxa, eu fiz uns painéis estilo os da imagem acima no teto e eles estão cedendoe a iluminação não ficou bonita assim…” (novamente fazendo beicinho)
Novamente: que material você usou? Você especificou e detalhou corretamente, de acordo com as especificações físico/mecânicas do material, o projeto? O marceneiro fez exatamente o que você projetou ou aplicou as famosas “gambiarras”? Você acompanhou a instalação para saber se ele aplicou ou não as gambiarras?
“Sim estava tudo perfeito…” (com carinha de arrogante)
Se estava perfeito não teria porque estar com risco de ceder e cair.
Quanto à luz… Você alguma vez já manipulou a lampada e os equipamentos utilizados para sancas? Já brincou com esses materiais para perceber, na pratica, como funcionam e como os efeitos são atingidos? Você já ficou no chão da obra acompanhando a instalação dos sistemas de iluminação? Você tem o costume de fazer a afinação da iluminação?
“Sim, sim, sim, sim… (já com cara de irritado) Sempre faço isso de dia quando passo na obra…”
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
Meus pêsames! Nem peço desculpas pela estrondosa gargalhada.
Luz instala-se de dia e testa-se e afina-se de noite.
Sim DE NOITE!
Continuando assim, é claro que nunca você irá conseguir atingir os efeitos tão desejados!
“Ah, mas os projetos estão perfeitos, dentro das normas e especificações, tudo milimetricamente planejado e traçado…” (sem perder a arrogância,ainda…)
Aqui é que está o ponto X.
Não existe projeto no papel que fique perfeito no final da execução sem necessitar de ajustes “in loco”.
Para tanto, é preciso siim sujar a sapatilha ou o Nike novinho com cimento, terra, gesso, tinta…
É preciso levar choques, escorregar numa tábua de passagem, pagar micos na frente dos pedreiros, eletricistas, pintores, gesseiros, etc…
É preciso ter a experiência da vivência de obra, do dia a dia da obra, da manipulação dos materiais da obra…
É preciso saber que, na prática, pouco sabemos do que pode vir a acontecer. Todos estamos sujeitos a erros e acertos, Mas quando os erros aparecem, sempre é bom você já ter noção de como corrigi-los rapidamente.
E isso só acontece quando o profissional tem a experiência da manipulação dos materiais.
Pensem nisso com carinho e excelentes projetos daqui pra frente!
O Design de Interação surgiu como um recurso tecnológico pelo qual, com a utilização da multimídia, os produtores pudessem tornar os shows artísticos mais atrativos para o público. Além das projeções em telões de imagens ao vivo, começaram a surgir novas padronagens em lighting design através de grafismos, psicodelismos, vídeo-clipes e interação entre platéia e palco através de mesas digitais e, mais recentemente SMS.
Após essa fase, o Design de Interação começou a ser explorado tendo como base os filmes de ficção científica onde vemos coisas acontecerem que por vezes pensávamos que seria apenas para meados de 2050. Mas os avanços tecnológicos nos trazem para hoje estas possibilidades.
Os museus foram os primeiros espaços a adotar esta interação como meio de tornar a visita ao espaço museológico algo mais prazeroso, sensitivo e didático uma vez que não apenas olhamos a certa distância os objetos mas sim, temos a oportunidade de interagir com os mesmos sejam estes objetos reais ou virtuais.
Como isso pode ser transportado para ambientes residenciais, comerciais e institucionais é o ponto “X”.
Dentre as diversas linguagens utilizadas e disponíveis hoje pelo Design de Interação apresentarei algumas que podem ser transportadas para Interiores e Ambientes:
1 – Projeções Arquiteturais: as projeções arquiteturais podem ser realizadas com diversas finalidades dentre as quais destacamos as projeções de logotipos, telas artísticas, grafismos culturais e projeções de textos. Através deste recurso, temos a possibilidade de interagir/educar os usuários com projeções de telas artísticas, poemas e textos diversos enfim, qualquer coisa que quisermos.
2 – Mapeamento com Projeções: este tipo de projeção visa enaltecer elementos arquiteturais através da aplicação de imagens recortadas com a forma exata sobre os mesmos. Ela pode ser estática ou dinâmica onde vários grafismos intercalam-se sequencialmente.

3 – Super Teto: o uso do super teto geralmente torna-se o ponto principal do sistema de iluminação do ambiente por suas características luminosas e dinamismo. Nele são mostrados grafismos diversos, em imagens dinâmicas e animações especialmente criadas para este cenário. Uma deliciosa brincadeira de luz, imagens e sensações.
4 – Telas Semi-Transparentes Interativas: Esta tela é um painel de vidro – ou tela LCD TouchScreen – onde é apresentado um programa multimídia especialmente desenvolvido para o espaço. Nesta interação o visitante pode escolher entre diversas opções como por exemplo, numa loja: conhecer a história da empresa, visualizar álbuns de imagens dos produtos, relatos em vídeo de clientes sobre a empresa, vídeos de desfiles e ações publicitárias, passeio turístico virtual pela cidade, entre várias outras opções.

5 – SMS: através de uma moderna tecnologia, hoje podemos interagir com os espaços elaborados e seus usuários com os princípios do Design de Interação através de dispositivos móveis. O usuário manda uma mensagem SMS – torpedo – para um determinado número de celular e a sua mensagem é automaticamente projetada sobre uma superfície – parede.

APLICAÇÕES RESIDENCIAIS, COMERCIAIS E INSTITUCIONAIS DO DESIGN DE INTERAÇÃO.
Como exposto acima, as aplicações do Design de Interação vão além daquelas destinadas a shows e espetáculos. Ela pode sim – e deve – ser também aplicada em residências e pontos comerciais aliada aos processos de automação.
Muitas vezes, por insegurança, vemos pessoas guardando suas obras de arte mais valiosas em cofres de bancos ou até mesmo emprestando-as para museus em busca desta segurança. Com o Design de Interação podemos ter o objeto material sem expô-lo a riscos de assaltos, incêndios e outros. As imagens das telas são fotografadas em alta resolução e depois projetadas sobre paredes. Isso garante, além da segurança, uma maior versatilidade pois podemos ter não uma tela estática, mas sim várias de forma dinâmica o que altera o clima do espaço/ambiente conforme a imagem que está sendo projetada.
Com as telas interativas – touch-screen – encontramos uma variedade enorme de aplicações para as mesmas. Aplicações estas que vão desde uma tela porta retrato onde o usuário pode dispor de todas as suas fotos de forma dinâmica e interativa até mesmo com programações mais elaboradas como intercomunicação entre os ambientes da edificação. Há também a possibilidade de elaborar agendas eletrônicas, listas de compras enfim, incontáveis benefícios para o usuário seja residencial, comercial ou institucional.
As projeções arquiteturais através do mapeamento visam transformar os ambientes sem que seja necessário realizar alterações arquitetônicas. Através das imagens modificamos totalmente um ambiente como um todo ou em determinado detalhe da construção – por exemplo, uma coluna.
Também há a possibilidade da interação entre os usuários da construção através de um sistema de comunicação com projeções. Se o filho está numa festa e vai atrasar para chegar ele pode mandar uma mensagem SMS para o numero da casa e esta mensagem irá ser projetada em determinados pontos da casa como um aviso aos pais para que fiquem mais tranqüilos. Já em casos de comércio e sedes institucionais encontramos uma vasta gama de aplicações deste recurso como, por exemplo, numa clínica médica, a substituição da chamada oral ou através daqueles painéis com números e senhas. Aqui o nome do paciente é projetado num espaço determinado, já indicando a sala que deve dirigir-se. Ou ainda na sede de uma empresa, uma reunião de emergência é solicitada pelo presidente e todos os diretores visualizam em suas salas a convocação para a mesma.
Estas são apenas algumas aplicações que o Design de Interação pode colaborar com um projeto de Design de Ambientes. Muitas outras também são possíveis. Basta conhecer as possibilidades e usar e abusar da sua criatividade na hora de projetar.
Para saber mais acesse o site do SuperUber. As imagens e vídeos são deles.
Olá meus leitores, volto a chamar a atenção de vocês, Designers, para a existência do DesignBR no Ning.
A plataforma do Ning assemelha-se e muito à do Orkut onde você monta a sua rede de relacionamentos, participa de grupos específicos e dos fóruns com assuntos diversos além de fazer novos amigos/contatos profissionais, postar seu portfolio, montar ou linkar o seu blog entre outras coisas.
Atualmente estamos debatendo de forma muito construtiva alguns temas lá dentro como por exemplo:
– Selo de qualidade em Design
– Crise criativa
– Fórum Brasileiro de Design
– A importância do português no Design
– Educação e Design
entre vários outros.
Já nos grupos são tratados de assuntos bem específicos dentro de cada área ou assunto pertinente como:
– Design de Interiores
– Sustentabilidade
– Design Automotivo
– Design Editorial
– Professores de Design
– Eco-Design
– Pesquisa
– TCCs
– Negócios
– Design de Produtos
– Moda
entre vários outros.
Em menos de um ano de existência do DesignBR já agregamos 1276 Designers das diversas áreas que estão participando ativamente das ferramentas do Ning.
Mas o melhor é perceber – diferentemente do orkut e outros espaços – que o pessoal por lá realmente está afim de se mexer em prol do Design Nacional, seja apenas para torna-lo visível, seja por uma luta mais árdua pela regulamentação.
Se você ainda não faz parte desse grupo entre já!
Venha para o DesignBR.

O The Norwegian National Opera, localizado em Oslo impressiona não somente pelo projeto arquitetônico em si – que é belíssimo – mas principalmente pelos equipamentos e acabamentos.
Nas imagens deste post podemos ver o grande salão (platéia, fosso de orquestra e palco) que por si só já dizem tudo.
Mas não posso deixar passar em branco o lustre central deste espaço.
É isso mesmo. Esta “bola” branca no centro do teto é um lustre desenvolvido especialmente para este espaço. Ele pesa aproximadamente 8 toneladas e é composto por 1250 módulos com LEDs de alta potência e conta ainda com um diâmetro de 7 metros.
Usando dimmers, os módulos podem variar a sua intensidade luminosa individualmente o que proporciona diversas cenas e climas ao espaço todo. Por estar instalado a 16 metros do chão, eles conseguiram chegar a 300 lux no nível do chão. Isto facilita também o trabalho com a luz para gerar as cenas.

O lustre foi desenvolvido pela OSRAM.
Lindo, simples e eficaz!!!!
Um grande amigo meu, Davi Gottschalck é um Designer que trabalha com biojóias.

Para quem não sabe, biojóias são aquelas peças feitas com materiais ecologicamente corretos.
É uma produção 100% artesanal onde ele une técnicas de joalheria às de tecelagem, artesanato (tramas e trançados) entre outras aplicando materiais na maioria em seu estado bruto, rústico. Tudo dentro da identidade cultural brasileira que é facilmente percebida nas peças em seus desenhos, cores e formas.
“Tenho a maior satisfação em unir a flora e a fauna brasileira em meu trabalho. E alertar para sua preservação é praticamente uma obrigação para mim.”, diz o designer.
Para conhecer o trabalho dele acesse o seu site.
Dando sequência aos posts 100% Nacional, quero hoje escrever sobre o Design de Jóias – dica do Sergio.
Como é de conhecimento de todos, o mercado de Jóias movimenta milhões todos os anos e, ao andar pelas ruas ou shoppings é fácil perceber como este mercado vem se desenvolvendo seja em técnicas, materiais e, principalmente na criatividade. Tanto que temos vários visto ultimamente famosos lançando suas coleções assinadas.
A dica do Sergio é o portal JóiaBR. Um portal que agrega no mesmo espaço uma vitrine do que vem sendo produzido no Brasil e pelos Designers brasileiros, bem como listas com fornecedores, feiras, artigos técnicos, tendências, livraria online e mais um monte de informações.
Neste portal você encontrará desde os que trabalham com materiais convencionais até aqueles que pesquisam novos e novas aplicações.
Abaixo algumas criações de Designers brasileiros.
By Pitty Rebelo
By José Carlos Guerreiro
Tem muitos mais lá no portal JoiaBR.
É muito comum perceber erros nos projetos de iluminação que demonstram o óbvio desconhecimento do prejetista sobre os equipamentos e acessórios, modelagens projetuais, eficiência energética, estética, segurança entre tantos outros.
É sabido que hoje em dia, em média 70% de um projeto se faz com o Light Design. De nada adianta gastar horrores com móveis de design assinado, revestimentos caríssimos se o projeto de Lighting não for muito bem elaborado.
Tempos atrás visitando uma mostra de decoração me deparei com um home-theater muito bem montado funcional e esteticamente. Porém o projeto de iluminação estava péssimo. Havia uma tela de plasma numa parede e junto à parede oposta um sofá daqueles que é o sonho de consumo de qualquer um.
Mas bem em cima deste sofá, onde deveríamos nos sentar confortavelmente para assistir seja lá o que for – PASMEM! – foram instaladas 14 spots embutidos duplos para lâmpadas AR111. Isso dá um total de 28 lâmpadas num espaço com pé direito comum – 2,65m +- – quando estas lâmpadas foram projetadas para alturas mínimas de 3,00 metros. Issos em contar as incontáveis dicróicas espalhadas pelo resto do espaço, o ar condicionado gritando em potência máxima na tentativa de reduzir o calorão que estava lá dentro…
Comecei a dar risada pois não me aguentei diante de tamanho absurdo. Foi quando a dupla responsável pelo ambiente já veio arrogantemente me dizer que se eu não tinha gostado do espaço que me retirasse. UAW!!! Que profissionalismo e ética. Entreguei um cartão meu e me retirei. Sem contar ainda que o tema era “sustentabilidade”…
O pessoal acha que apenas com os parcos conhecimentos adquiridos na faculdade já estão aptos a sair desenvolvendo projetos à torto e a direito. Não é bem assim. Não é simples assim.
É exatamente por isso que vejo contantemente erros e mais erros projetuais em lighting. Incluindo aqui nos projetos de muitos dos bambambãns e socialites.

A imagem acima nos dá a exata noção do tamanho do desconhecimento do projetista no tocante a equipamentos para iluminação.
Os rebatedores são uma “mão na roda” para resolvermos a iluminação de grandes espaços. Mas para utiliza-los não basta levarmos em conta isso ou que eles estejam na moda. Percebam na imagem que o facho da lâmpada é maior que o diâmetro do rebatedor o que ocasiona a fuga de luz para a parede além das horríveis sombras projetadas do rebatedor.
Os erros cometidos? Erros de angulação e distância. Já que a luminária encontra-se a determinada distância do rebatedor, temos de analisar – devido à distância – em que raio a abertura do facho estará na distância em que o rebatedor estará localizado. Aqui o projetista utilizou uma lâmpada onde a abertura acabou ficando maior do que deveria.
Outro caso:

Fala sério!!! Como esse povo gosta de gastar energia e provocar ofuscamentos desnecessários.
Aqui percebe-se claramente que o projetista não levou em consideração a arquitetura. A única coisa que se percebe e uma explosão de luz na tentativa de “querer aparecer” em meio à paisagem urbana.
Percebam que até mesmo os elementos arquitetônicos mais sutis ficam “foscos” em meio a tanta luz.
Em tempos de eficiência energética percebemos que o pessoal anda meio desligado sobre o assunto.

Olhem que “belezura” os reflexos no teto. Vidros, espelhos, cromados, dourados facilmente refletem a luz formando essas ilhas de reflexos nas outras superfícies. CUIDADO!

Percebam na sanca a explosão de luz causado ofuscamento. Erro? Desconhecimento dos equipamentos, potência adequada, pode também ser erro de abertura da sanca entre vários outros. Isso mata qualquer projeto. E percebam que o mesmo erro foi cometido sequencialmente em vários ambientes que aparecem mais ao fundo na imagem.
A luz indireta produzida pelas sancas (built-in) devem ser pensadas como luz secundária, apenas de preenchimento e nunca como principal.

A imagem acima nos mostra mais um erro crasso e muito comum: posicionamento em relação ao usuário.
Tudo bem que esteticamente fica muito bonito. Mas coloque-se em pé de frente com esta luminária e tente conversar com a pessoa que está do outro lado da mesa… Isso sem contar que este tipo de instalação provoca ofuscamento quando estamos sentados.
Bom, espero que com estas dicas e observações ao menos vocês leitores, parem de cometer esses erros.
E nunca é tarde para lembrar: não queira fazer tudo sozinho. As parcerias estão aí exatamente para evitar estes erros comuns e bobos.