Categoria: 100% Nacional

  • Bienal de Design 2010 – Curitiba

    Pois é pessoal, muitos já devem saber que este ano a Bienal Brasileira de Design acontecerá em Curitiba – PR, de 14 de setembro a 31 de outubro.

    Andei olhando o site da Bienal e lá pude encontrar informações bem detalhadas sobre tudo o que vai rolar neste evento impostantíssimo para o Design nacional.

    Vale a pena conferir os workshops, cursos, palestras, eventos paralelos, etc.

    Só me entristece perceber que mais uma vez o Design de Interiores foi deixado de lado pelo grupo que organiza a Bienal. Já percebi em diversos fóruns que alguns* profissionais e associações de Desenho Industrial tem uma resistência enorme contra o Design de Interiores e não conseguem – ou não querem – ver as características reais da profissão e dos cursos. estes só conseguem ver os cursos como sendo algo ligado apenas à decoração.

    Isso ficou claro tempos atrás na formação de mais uma associação aqui no Paraná onde, de forma jocosa e irresponsável, o Design de Interiores foi excluído do rol de profissões associadas. No entanto aceitaram publicitários… vai entender….

    Assim, fica aqui mais uma dica para a ABD: lutar pelo nosso reconhecimento dentro da nossa propria área mãe/raiz: o Design.

    * – não me refiro a todos e sim a alguns profissionais.

  • Brasil – vergonha e tristeza

    Não, não estou decepcionado com a desclassificação da seleção na copa…

    Não, não sonhava com a seleção trazendo a taça… Na verdade torcia pela desclassificação desde as eliminatórias.

    Não, não consigo acreditar que um país pare por causa de futebol… educação parada, indústria parada, comércio parado, governo parado, órgãos públicos parados… todos abestados, atônitos e hipnotizados em frente a uma televisão por causa de uma bola… isso tudo enquanto nos bastidores nacional muitas coisas acontecem que não chegam ao conhecimento desses que perderam estes ultimos 90 minutos babando permitindo-se alienar por esta “paixão platônica”.

    É, acho que vivo no país errado definitivamente.

    Dias atrás enquanto dirigia ouvi no programa pânico um deles soltar uma frase que me surpreendeu diante da alopração generalizada que é aquilo. Foi mais ou menos assim:

    “O Brasil é o único país que tem uma população extremamente crítica com relação ao técnico da seleção e absurdamente sem consciência na escolha de seus reoresentantes na política.”

    Concordo 100% e assino embaixo.

    Quem sabe agora com essa porrada na cara do povo, este acorde e perceba a realidade que o país está e não se deixe levar por discursinhos demagosos e dados fraudulentos impostos como se fosse verdade.

    Como já sabem estou (tentando) lecionar matemática em escolas da rede pública. É bastante comum alunos relatarem a realidade em que continuam vivendo. Sim, CONTINUAM, pois apesar de alguns receber benefícios, nada mudou na verdade. A qualidade de vida continua sem qualidade, a saúde continua internada numa cama de UTI, a segurança é coisa de ficção, os auxílios não elevaram ninguem a outra classe social, a educação está cada dia mais alienante e fora de seu contexto, eles continuam sem acesso ao que era inacessível e assim por diante.

    Vivemos sob um governo onde o conhecimento, a técnica, a qualidade e a qualificação profissionais são menosprezada em favorecimento do “passar de mão na cabeça dos imbecís” seja através do apadrinhamento político, através do descaso com a educação ou ainda, aquilo que nos atinge diretamente: o absurdo de continuar confundindo Design com Artesanato, atravancando assim nossa tão sonhada regulamentação profissional e demonstrando claramente que estes que dizem que estudam os projetos de Leis são bem informados são na verdade nua e crua, tão aloprados e ignorantes quanto qualquer analfabeto funcional que vem sendo formados nas escolas públicas e projetos (sic) desse (des)governo.

    Portanto, eu não estou de luto por causa de uma bola furada e sim por causa de uma nação que se deixa levar e manipular facilmente, uma nação que não tem a menor noção do que seja realmente o que é ser cidadão e uma nação composta basicamente por “achistas” que se deixam levar pelo que os outros lhes dizem não analisando ou observando o mundo real à sua volta.

    Quem sabe, depois dessa decepção essa nação acorde e volte seus olhos e atenção para o que realmente deve: temos uma eleição se aproximando e este passó que daremos é sério demais para se deixar ao bel prazer da sorte (seja por descaso, pelo apanhar de um santinho na entrada do local de votação, ou para não “perder” o voto baseado nas pesquisas furadas e que não representam a totalidade do pensamento nacional uma vez que as amostras são feitas com menis de 1% da população nacional) ou da venda inconsciente -ou consciente – de nossos votos, demonstrando assim o tamanho do curral eleitoral brasileiro.

    É isso!

    Não adianta me atacar por causa deste post. Este é o meu pensamento e a minha visão crítica do momento que vivemos. Não está baseado em “achismos” e sim em uma profunda análise REAL  e vivencial do Brasil que estamos vivendo.

    Quem gostou parabéns pela abertura de olhos.

    Quem não gostou só digo uma coisa: “Venha para a luz Caroline… Ainda dá tempo de ser salva Caroline…”

  • Mais do mesmo… RTs.

    Recebi a newslwtter da ABD essa semana (maio/2010) e esta tem em sua matéria de capa um tema muito importante:

    “Ser assertivo para evitar possíveis conflitos”.

    Creio que nem precisa reforçar o que vem a ser este “ser assertivo”, mas vamos lá. Temos de ser assertivos com o cliente, os fornecedores e os profissionais envolvidos na obra.

    Ser assertivo pressupõe uma relação transparente entre as partes. Essa transparência nos obriga a firmar uma relação ética.

    Se a transparência e a ética não estiverem presentes nessas relações a chance da nau virar são grandes.

    Porém, na newsletter há um erro grave dentro deste assunto: quando fala sobre as RTs ainda na matéria de capa. Segundo a matéria:

    “Uma das áreas de maior conflito é o recolhimento de Reserva Técnica pelo profissional. Quando o cliente ‘descobre’ o fato no meio da relação existe um sentimento de decepção. O assunto é polêmico, mas a posição da ABD é clara. O associado deve comentar o assunto antecipadamente com o cliente e deixar claro que isso não onera as compras e não interfere na indicação de fornecedores, prevalecendo sempre a decisão do cliente.” (NEWSLETTER, ABD. Ano 4, Maio 2010 – n° 14. Pag 1)

    Fala sério ABD… vocês realmente acreditam que as coisas funcionam assim? Pois bem, vou explicar exatamente como as coisas funcionam nesta área:

    1 – raríssimos são os profissionais que comentam com o cliente sobre a existência da RT. Tanto que temos muitos “profissionais” que estão vivendo com as RTs, não cobrando projeto e assim, prostituindo cada dia mais nosso mercado;

    2 – “Comentar” não pois este termo é superficial demais. O profissional tem a obrigação de detalhar sobre como funciona esta prática para o cliente. O cliente tem de estar ciente da existência desta prática para poder optar e o profissional tem de ser ético ao oferecer dois orçamentos para o cliente: um com RT (valor aproximado das mesmas descontado do valor de projeto) e outro sem RT onde o valor do projeto é cobrado integralmente e o profissional tem de negociar as RTs como desconto para o cliente. Se não for assim, não há ética.

    3 – Como “não onera as compras”? Em qualquer loja que você chegar e disser que quer a sua RT como desconto para o cliente isso é feito. Logo, este valor está sim embutido no custo do produto. Assim, o cliente está pagando duas vezes o profissional (no caso de contrato celebrado com valor integral de projeto livre de RTs). Paga o projeto e paga a “comissão” das lojas. Creio que falta leitura para a ABD sobre este assunto. Comecem por este meu texto aqui no blog: “O Paradoxo das RT’s.”

    4 – Ainda sobre onerar o preço, já fiz testes sobre como o pagamento das RTs interfere no valor final. Fui a várias lojas fazer a cotação de diversos produtos. Com os orçamentos nas mãos pedi a uma amiga que passasse uma semana depois nas mesmas lojas, orçando os mesmos produtos dizendo estar sem acompanhamento profissional pois ela sabia exatamente o que precisava. Para minha não surpresa o resultado foi uma diferença de valores absurda: todas vieram com o valor das RTs descontadas já no preço acrescidas de um desconto extra para pagamento a vista. As diferenças ficaram na casa dos 20 a 30%. Então, como não onera?

    5 – Também interfere sim na escolha dos fornecedores. Hoje é só ficar um pouco nas lojas observando os “profissionais” negociando com os vendedores, gerentes ou proprietários das lojas. O que mais se ouve são frases do tipo: “Ah, mas a loja tal me dá 15%, esses seus 10% eu não quero. Vou levar meu cliente na outra…” e coisas nessa linha. Isso independe de qualidade dos produtos, o que vale é a comissão mais alta. E ainda tem “profissionais” que tentam impor o percentual a receber. Já vi isso acontecendo diversas vezes.

    6 – Por falar em percentuais hoje encontramos lojas pagando absurdos 20% de RT. Dois pontos aqui: A) se isso não onerar o valor final para o cliente…. B) Ainda existem lojas que diferenciam o valor pago pela RT para arquitetos e para Designers.  Geralmente o Designer recebe metade do que um arquiteto. É justo isso?

    7 – As questões orçamentárias também são uma área bastante complicada pois o que vemos no mercado são “profissionais” oferecendo aos clientes somente aqueles orçamentos onde as RTs são mais gordas deixando de lado outros fornecedores que tem um produto igual por um preço mais baixo e com RTs menores. Mas aí o “profissional” pode cair numa armadilha como bem coloca o texto da Newsletter: “Depois o cliente descobre que pode obter melhores preços diretamente com o fornecedor, o que acaba reduzindo a importância da ação do profissional“.

    Assim, creio que esta diretoria deveria tomar uma postura mais séria e dura com relação a este ponto fundamental da relação profissional x cliente e não ficar somente “achando que é assim”. Não se esqueçam que este texto me soa exatamente como outros da ABD sobre a prática profissional e as dificuldades que os Designers tem no mercado onde denuncias vazias, fiscalizações de um órgão que não tem nada a ver com a nossa profissão atravancavam a nossa prática profissional e as nossas relações com os clientes. A ABD não acreditava nas coisas absurdas que eu e outros blogueiros da área denunciavamos. Porém,  teve de acontecer com uma diretora recentemente para a ABD se mexer e ver que ninguém aqui está vendo “homenzinhos verdes”. São problemas reais, do mundo real, do cotidiano profissional dos Designers.

    Esta prática das RTs da forma que vem sendo levada hoje em dia, é o câncer da profissão de arquitetura, design, engenharia e tantas outras. Ou os “profissionais” passam a agir eticamente ou cada dia mais corremos o risco de ter nosso mercado cada dia mais prostituído.

    * Coloquei a palavra profissionais entre aspas algumas vezes para dirigir-me àqueles que são os responsáveis pela prostituição do mercado. Estes nem de profissionais com letra minúscula deveriam ser chamados pois se a RT é o câncer da profissão, estes são a metástase.

  • Pós IPOG – novas turmas

    Pós-Graduação Iluminação e Design de Interiores – IPOG

    O Instituto de Pós-Graduação (IPOG) lançará, ainda este ano, mais dez novas turmas de Pós-Graduação em ILUMINAÇÃO E DESIGN DE INTERIORES. O curso, coordenado pela projetista de iluminação JAMILE TORMANN, tem como foco capacitar os profissionais às exigências do mercado de trabalho e as novas tendências mundiais em iluminação e design. Por meio de aulas teóricas e práticas, ministradas pelos mais renomados professores, os profissionais especializados pelo IPOG estarão aptos a inserir a iluminação e o design como ferramenta qualitativa, considerando seus aspectos estéticos, funcionais, técnicos, ambientais e de gestão.

    VERIFIQUE A CIDADE MAIS PROXIMA DE SUA REGIÃO. PROXIMAS ABERTURAS

    1. Salvador III (BA) – abertura prevista para 09 de julho
    2. São Paulo III (SP) – abertura prevista para 06 de agosto
    3. Curitiba III (PR) – abertura prevista para 13 de agosto
    4. Foz do Iguaçu I (PR) – abertura prevista para 03 de setembro
    5. NATAL II (RN) – abertura prevista para 24 de setembro
    6. Brasília V (DF) – abertura prevista para 08 de outubro
    7. Recife I (PE) – abertura prevista para 22 de outubro
    8. Vitória – (ES) abertura prevista para 05 de novembro
    9. Porto Alegre IV (RS) – abertura prevista para 19 de novembro
    10. Ribeirão Preto I (SP) – abertura prevista para 03 de dezembro

    Pós-Graduação Iluminação e Design de Interiores

    Para saber de outros cursos acesse o site do IPOG.

    Horário: 20 Meses (Aulas um final de semana por mês) – Sexta das 18 às 23 horas; Sábado 8 às 19horas e Domingo 8 às 13 horas.
    Local: 19 capitais brasileiras
    Inscrições e informações: (62) 3945-5050 ou pelo site do IPOG.

    Atenciosamente,

    Jamile Tormann
    Projetista de Iluminação
    55 61 3208 4444 / 7812 4442 radio 85 *38415
    jamile@jamiletormann.com
    www.jamiletormann.com

  • Mais correria…

    Recebi hoje um comentário, na página Portfólio, de minha eterna Mestre e ex-professora, Drª Maria Tereza Devides.

    Já a citei aqui neste blog algumas vezes pois sou mesmo fã dela.

    Bom, recebi um convite para uma palestra/conversa com os alunos do primeiro período do curso de Design de Interiores da Unopar amanhã a noite (16/06).

    Muito me honra este pedido vindo de quem vem e também pela oportunidade de poder conversar com o pessoal que está iniciando na área, certamente carregados de dúvidas e incertezas sobre o futuro profissional.

    Não vou perder tempo dizendo quem sou eu, o que faço pois pelo que pude perceber eles já sabem pois conhecem e acompanham meu blog e meu trabalho. Então vou procurar focar na profissão, mercado e legislação vigente, associações, áreas profissionais possíveis, etc.

    Infelizmente não é aberto então nao posso convidar outros para participar ok?

  • CONAD 2010 – ainda dá tempo de participar

    Olá pessoal, depois de um longo período estou aqui tentando atualizar este blog.

    Seguinte, essa semana acontece em São Paulo mais uma edição do CONAD. Pelo que pude observar na programação este nem de longe vai lembrar os anteriores estando mais voltado e focado na área técnica. Parabéns à nova diretoria por esta alteração importantíssima.

    Abaixo a programação:

    Programação do CONAD 2010:

    16 de junho

    8h00 – Credenciamento dos palestrantes
    9h00 – Abertura do evento com Carolina Szabó – presidente da ABD
    9h15 – palestra 1: O design da emoção: quando a forma excede a função – Andrea Naccache
    10h30 – Coffee break
    11h00 – Palestra 2: Vitrinismo para emocionar os clientes – Sylvia Demetresco
    12h30 – Almoço
    14h00 – Palestra 3: Luz é emoção – Esther Stiller
    15h30 – Coffee Break
    16h00 – salas especiais
    Sala 1: Como projetar barcos (espaços pequenos) – Ana Cláudia Moreno
    Sala 2: Como projetar espaços corporativos – Cláudia Andrade
    Sala 3: Como projetar salões de beleza – Paulo Pascotto
    17h30 – Encerramento

    17 de junho

    9h00 – Palestra 1: Muito além do cool design – Luciana Stein
    10h30 – Coffee break
    11h00 – Palestra 2: Como entender e aproximar o projeto da expectativa do cliente – Sheila Walbe Ornstein
    12h30 – Almoço
    14h00 – Palestra 3: Pedrão e os neurônios virgens – Henrique Szcklo
    15h30 – Coffee Break
    16h00 – salas especiais
    Sala 1: Como cobrar honorários – Painel ABD
    Sala 2: Sustentabilidade e o Design de Interiores – Paola Figueiredo
    Sala 3: Como projetar áreas de saúde e o impacto em projetos de interiores – Silvana Tersi
    17h30 – Encerramento

    18 de junho

    9h00 – Palestra 1: Como a linguagem do teatro ajuda no contato com o cliente – André Garolli
    10h30 – Coffee break
    11h00 – Palestra 2: A construção invisível: uma viagem pelo processo criativo – Jum Nakao
    12h30 – Almoço
    14h00 – Palestra 3: Economia criativa – Ana Carla Fonseca
    15h30 – Coffee Break
    16h00 – salas especiais
    Sala 1: Como projetar academias – Patrícia Totaro
    Sala 2: Empreendedorismo: como alavancar a sua carreira – Eliana Mota
    Sala 3: Criando lojas de impacto – Caio Camargo
    17h30 – Encerramento

  • CREA autua Designers de Interiores. Saiba como agir.

    Com esse título, a ABD colocou em seu site uma matéria até que interessante sobre o tema.

    Para ler na íntegra, acesse o site nesse link.

    No entanto, não posso deixar de tecer alguns comentários, especialmente porque agora sou associado e tenho o direito de questionar, observar, propor, etc. Bom vamos lá:

    1) um erro gravíssimo nesse texto e que confirma o que escrevo ha muito tempo sobre a ABD está neste trecho:

    A atividade do Designer de Interiores (antigo decorador) existe no Brasil desde o início do século 20 e, anualmente, os diversos cursos reconhecidos pelo MEC, colocam no mercado de trabalho centenas de novos profissionais. Hoje, no Brasil, existem 70 cursos técnicos, 47 tecnólogos e 10 superiores na área de Design de Interiores. Como ignorar esse fato? Como acreditar que essa profissão não existe?”

    “Antigo Decorador”…

    Por Deus!!!!

    Ainda não aprenderam que Decorador é uma coisa e Designer de Interiores é outra completamente diferente? Que decorador é decorador e Designer de Interiores é DESIGNER?????

    Por favor diretoria da ABD, leiam isso aqui.

    * Jéthero, precisa urgentemente colocar em prática as coisas que me falou aquele dia pelo telefone!!!!

    2) A parte que  o assessor jurídico fala sobre as áreas de atuação profissional e mais abaixo onde a própria ABD faz as suas colocações é bem interessante e ressalta a hipocrisia do CREA e outros órgãos com relação à nossa atuação profissional.

    Vejam bem, nos proibir de pintar uma fachada é mais que ridículo, absurdo. Essas proibições só servem para satisfazer os egos dos profissionais protegidos por essas instituições pois se formos VER o mundo real, esses fiscais teriam de multar 90% dos predios. Me digam a quantidade de condominios que tenham feito a pintura de suas fachadas ou quantas residência tiveram suas fachadas pintadas por pintores apenas sem o acompanhamento de qualquer profissional? Geralmente os sindicos ou donos de imóveis chamam um pintor, fazem um orçamento e mandam ver e o tal CREA nem percebe isso.

    E agora vem com esse tipo de palhaçada pra cima de nós? HIPÓCRITAS!!!

    3) Ainda bem que logo abaixo no texto, o Jethero reafirmou o que eu ja postei aqui no blog:

    “Segundo Jethero Cardoso, Designer de Interiores e membro do Conselho Deliberativo da ABD, o exercício de Design de Interiores não esta de nenhuma forma vinculado ao CREA, portanto não pode ser fiscalizado por essa entidade.”

    AHHHHHHHHHHHHH alguém me ouviu e entendeu o que eu sempre disse!!!!!!

    4) Infelizmente, essa ação da ABD só aconteceu porque, como dizem, a “água bateu na própria bunda”, ou seja, afetou algum deles. Já estavamos cansados de denunciar esses abusos cometidos por CREAS, IABS e outras entidades que nada tem a ver com a nossa área e parecia que a ABD fazia vista grossa, nunca conseguia ver a realidade do problema,  como isso afetava a nossa produtividade e reconhecimento profissional. Mas por uma dessas ironias do destino, aconteceu com uma diretora, a Brandalise, de Curitiba. Só assim para eles entenderem e perceberem a realidade dos profissionais normais, aqueles que não frequentam as paginas e sites das revistas.

    Admiro muito o trabalho da Brandalise e sempre dou uma espiadinha no que ela vem produzindo. É uma excelente profissional. Uma pena ter passado por esse transtorno.

    Mas que bom que passou pois assim a ABD caiu na real e viu que o que sempre reclamamos e denunciando não era apenas intrigas da oposição ou reclamações de profissionais mediocres.

    Eu mesmo ja levei varias prensas de arquitetos porque em lojas os vendedores acabam soltando que vão terminar de atender aquele outro arquiteto (apontando para mim) e logo irão atendê-los. Eu sempre deixo mais que claro e corrijo quantas vezes forem necessárias: “EU SOU DESIGNER E NÃO ARQUITETO!”  Mas vendedor é vendedor… Também ja tive problemas em obras e, como a Brandalise coloca no  texto “Foi uma experiência desagradável pois exigiu tempo e recursos financeiros para a minha defesa, além do desgaste”. Isso sem contar o estresse que você passa.

    Parabéns Fabianne Brandalise, é de gente assim que a ABD – e nós Designers – precisamos: com MAIS ATITUDE E MENOS DISCURSO.

    5) E lá vem vista grossa de novo no final do texto:

    “Boa parte da fiscalização do CREA é resultado de denúncias feitas por moradores de condomínios que se sentem importunados por obras do vizinho. Eles ligam para o disque denúncia do CREA e o fiscal parte para a verificação e possível autuação.”

    Fala sério ABD, a maioria das denuncias vem de arquitetos que perderam clientes para os designers.

    Vamos parar de agir socialmente para sair bem na foto e sermos honestos?

    Apoiei vocês na eleição baseado na confiança que tenho no Jéthero e acreditando na seriedade, honestidade e comprometimento dessa diretoria. Desse jeito ja começo a desacreditar.

    Um bom começo seria você assumirem a distinção entre Decorador, Designer de Interiores e Arquiteto decorador.

    Tou aqui para ajudar no que for necessário, mas não compactuarei com o que não concordo e com o que vejo ser errado.

  • IPOG – pós em iluminação

    Pessoal, vocês já sabem que estou fazendo o curso do IPOG em Iluminação (lighting).

    Vim aqui fazer um breve relato sobre o mesmo.

    Até agora tivemos 3 módulos:

    História da Iluminação: este módulo não participei pous estava de quarentena por causa da H1N1. Mas a turma disse que foi excelente. Pelo material que o professor nos passou pude comprovar que realmente é bastante aprofundado e tem muitos dados que eu não fazia a menor ideia rsrsrrss e olha que conheço bastante sobre esta parte.

    Grandezas e cálculos: excelente! Apesar de ser uma constante em meus projetos e de qualquer outra pessoa que projete iluminação. Mesmo assim, muitos detalhes e dicas importantíssimas que facilitaram bastante o projeto.

    Fontes de Luz artificiais: foi neste final de semana. Só o trabalho de campo já valeu a pena o módulo. De um modo geral tivemos a apresentação das fontes de luz e depois fomos aplicar os conhecimentos na prática. Excelente!

    O próximo módulo será sobre Conforto Ambiental.

    Assim, indico a vocês que estão procurando uma pós para fazer e que realmente gostem de iluminação que façam este curso.

    Dê uma olhadinha no site www.ipoggo.com.br e vejam onde tem uma turma aberta próximo de onde você está. Vale cada centavo investido.

    Vale aqui lembrar também que eles estão com outra pós com inscrições abertas: o Master em Arquitetura, que promete ser tão bom quanto este de Iluminação.

  • Philips 2010: cursos

    O LAC disponibiliza cursos presencias

    Os cursos presenciais têm duração de 7 horas e são realizados em 1 dia na sede da Philips em São Paulo.

    Atenção para a programação de cursos no LAC da PHILLIPS em SP:

    Junho/2010

    Data  Curso                                                                                                         Valor

    16      Princípios Básicos de Iluminação                                                 120,00
    17     Iluminação Industrial – Conceitos e Tecnologias                   120,00
    22     LED – Tecnologia, Produtos e Aplicações                                  120,00
    30     Iluminação de Lojas – Conceitos e Tecnologias                      120,00

    Julho/ 2010

    Data     Curso                                                                                                   Valor
    01         Iluminação de Escritórios – Conceitos e Tecnologias     120,00

    Promoção
    Ganhe 1 curso GRÁTIS a cada 5 (cinco) cursos realizados com investimentos no LAC.

    Cursos Online

    Os cursos online estão disponíveis no link Cursos online e apresenta a possibilidade de estudo em um ambiente personalizado e flexível, no horário mais conveniente.

    Curso                                                                                                                        Valor
    SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO – TECNOLOGIAS E APLICAÇÕES       0.00
    CÁLCULOS E PROJETOS – MÉTODOS DOS LÚMENS                              60.00
    A QUALIDADE DE ILUMINAÇÃO EM ESCRITÓRIOS                           60.00
    A QUALIDADE DE ILUMINAÇÃO EM INDUSTRIAS                            60.00

    Clique aqui para baixar o PDF com os requisitos básicos para o correto funcionamento dos Cursos Online.

    O endereço para inscrições e informações é:

    http://www.luz.philips.com.br/portalLacHome.do?par=361:4:361

    Localização do LAC:

    Rua Verbo Divino, 1400 – Chacara Sto. Antonio – São Paulo

  • Oportunidade: IED – São Paulo:

    O que é?
    Um concurso de bolsas de estudo do Istituto Europeo di Design (IED) de São Paulo para cursos de gradução 2010 nas áreas de Moda, Design e Artes Visuais.

    Quem pode participar?
    Jovens entre 18 e 25 anos com ensino médio completo

    Regulamento:
    http://tododiacriativo.com/regulamento-das-bolsas-de-estudo-2010/ )

    Qual é o tema?
    Devem ser enviados projetos relacionados ao tema EU SOU O FUTURO! A idéia é que os candidatos mostrem seus objetivos em relação ao futuro. O que há de vir. O poder de transformar em realidade os próprios sonhos.

    Inscreva-se:
    Envie o projeto para o email tododiacriativo@ied.edu
    entre 05 de Novembro de 2009
    a 20 de Janeiro de 2010

    Os Projetos selecionados serão publicados no site www.tododiacriativo.com e poderão receber votos e comentários da parte dos internautas.

    Para saber mais e ver e votar nos projetos acesse o site.

  • Voltando das férias

    Olá meus leitores e amigos, estou voltando das merecidas férias… e que férias…

    Aconteceu de tudo um pouco (vou tentar ser breve):

    1 – na ida pra São Paulo meu carro quebrou na rod. Castelo Branco às 2:30h da madruga. Além do estresse e do medo de assalto, a concessinária SPvias guinchou meu carro até um posto na entrada de Iaras e nos desovou ali no melhor estilo “se vira”. Carro lotado de bagagem, minhas duas cachorras e um dia inteiro parado naquela cidade que é pior que o fim do mundo: não tem restaurante, só uma pousada com 3 quartos já lotada e um mecânico no mínimo duvidoso…isso sem contar o calor infernal com um sol de estralar mamona, a fome danada pois preferi alimentar as cachorras com os lanches que tinha levado, sem banho… aff… coisa de filme de terror ou reallity-show de paciência e resistência. Saímos de lá às 19h rumo à São Paulo. Sem dormir, coisa de doido. Chegando em Sampa descobri que o carro estava com vazamento de óleo, com a válvula termostática aberta e vazamento de água… mais mecânica…

    2 – descemos para Praia Grande para passar o Natal e o Ano Novo na casa de praia. Cidade abarrotada, mal dava pra andar no calçadão… praia então nem pensar, acho que não tinha um grão de areia livre… Mercado era no mínimo duas horas nas filas… Lan house foram extintas e esqueci meu modem… por isso sumi da web estas duas semanas… Mas valeu a piscina da casa ehehehehe.

    3 – Como choveu… aff… mas até que deu pra pegar um bronze de leve…

    4 – tive a oportunidade de conhecer pessoas excelentes lá e em Sampa. Algumas da área e outras não, mas todas pessoas de e do bem.

    5 – Praia Grande é uma cidade que está ficando estruturalmente cada ano melhor (apesar do povo que desce pra lá). Desta vez me deu vontade de ir morar lá… está crescendo, o mercado imobiliário bombando… quem sabe…

    6 – Pra variar fui na Etna… afff… ai meus cartões…

    7 – Na volta, um grandtour: Jaguariuna (mãe, pai, irmã, sobrinhos); depois Itu para ver minha amigona Dry Diniz e conhecer sua nova moradia. AMEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIII QUERO MORAR LÁ TBM NUM DOS CHALÉS!!! Depois Campinas, Sorocaba e muita chuva na estrada até Londrina…

    Mas de uma maneira geral foi muito bom e deu pra descansar e desestressar. Só de passar a virada na beira da praia vendo a queima de fogos (adooooro) e agradecendo a Deus pela vida e pelo ano já valeu todos os transtornos.

    Bom é isso.

    Este ano vou me agendar melhor e separar um tempo exclusivo para o blog.

    Abraços a todos e que 2010 seja iluminado de sucesso para todos vocês.

  • Natal, 2010…

    Nossa, o ano passou que nem vi…

    Passou não, voou na verdade.

    Além de muitos projetos, passei num concurso para professor do Projovem Urbano. Virei no período noturno professor de Matemática (UFF!!).

    Isso se deve à necessidade que eu tenho de fazer algo pelo próximo, especialmente aos mais necessitados e carentes. E posso afirmar que está sendo uma escola de vida.

    Dentre os alunos tenho de todos os tipos, raças, credos e origens. Este projeto destina-se a jovens de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental e estão correndo atrás do prejuízo, esforçando-se para mudar a sua realidade de vida, agarrando-se na possibilidade de uma vida melhor. A esperança de ser respeitado, no mínimo.

    As histórias de vida que convivo ali dentro são coisas que muitas pessoas não acreditam existir infelizmente. As coisas mais absurdas que o ser humano é capaz de fazer já ouvi relatos de alunos que vivenciaram isso. De violência física, moral e sexual, humilhação por ser pobre, drogas enfim, de tudo um pouco eles já viveram e experimentaram.

    Agradeço a Deus por esta oportunidade, por esta vivência e experiência que me faz constatar que a minha vida e a de minha família é boa demais, mesmo com alguns percalços e coisas que, se comparadas às deles, não passam de grãos de areia que podem ser facilmente transpostos ou eliminados.

    Então, quero aqui neste post de final de ano desejar do fundo do meu coração que todos vocês possam usar este momento tão especial que é o Natal e fazer uso do verdadeiro sentido dele: Jesus!

    O verdadeiro presente que Deus nos deu, em seu infinito amor. Amor este, ágape. Aquele amor que não vê diferenças raciais, sexuais, religiosas ou sociais. Aquele amor capaz de estender a mão a quem quer que seja num ato de bondade que vem do fundo do coração, do mais profundo de nossas almas.

    O amor puro e cristalino que nasceu numa manjedoura e veio ao mundo para doar-se a quem quer que seja, sem excessões, sem receios. Doar-se simplesmente por amar ao próximo, sem esperar absolutamente nada em troca.

    E que o novo ano que está por iniciar-se venha 10 x 1000 em tudo para cada um de vocês: paz, saúde, amor, felicidades, realizações e muita, mas muita luz de Jesus sobre as suas vidas.

    Agora vocês entendem o porque de eu estar sem tempo e com muita dificuldade de manter este blog atualizado como vocês e eu desejamos. Porém é por uma excelente causa: eles precisam muito mais de mim que vocês.

    Isso não quer dizer que os estou abandonando meus leitores, é apenas uma explicação que sei que devia a vocês já a algum tempo.

    Abraços a todos vocês.

    PS= as fotos são da Catedral de Maringá – Natal 2010.

  • LUZ NA MEDIDA CERTA

    (matéria da revista Viva Bem da Unimed Londrina)

    DE NADA ADIANTA UMA GRANDE QUANTIDADE DE LUZ SE ELA NÃO ESTIVER BEM DISTRIBUÍDA E NÃO FOR DE QUALIDADE. PEQUENOS DETALHES NA ILUMINAÇÃO DA CASA FAZEM A DIFERENÇA E DEIXAM OS AMBIENTES MAIS AGRADÁVEIS. CONFIRA AS DICAS DE UM ESPECIALISTA.

    O aconchego de uma casa pode ser sentido através de um bom projeto de iluminação, que deve considerar três fatores básicos: conforto visual, luminotécnica e economia de energia. Achar que qualquer lâmpada irá produzir o efeito desejável é um engano. É preciso saber onde e qual lâmpada colocar, assim como optar pela luminária certa. Uma luz bem escolhida confere funcionalidade, bem-estar e beleza ao lar.

    Para criar um ambiente agradável, os profissionais especializados em projetos na área conseguem efeitos exclusivos para cada ambiente, de acordo com o uso do espaço no dia a dia e as exigências estéticas.
    “A ideia de conforto é subjetiva, ou seja, cada pessoa tem suas próprias necessidades e conceitos sobre o que é ou não confortável. Porém, existem alguns critérios que se deve levar em conta para se sentir bem em um ambiente numa visão geral. E a iluminação bem planejada é uma delas. Elegante ou informal, com ela você pode conquistar uma atmosfera mais charmosa ou um ambiente mais relaxante, lançando mão de diversos recursos”, garante o lighting designer, Paulo Oliveira.

    Ele lembra que a iluminação natural é um ponto de partida importante, mas não elimina a necessidade da luz artificial que, com pequenas regras melhora as condições de luminosidade em um ambiente que solicita lâmpadas acesas durante o dia.
    “Já está bem difundido que as lâmpadas incandescentes consomem mais energia que as luorescentes. Mas, se você souber escolher o conjunto – lâmpada, luminária e acessórios – correto para cada tipo de aplicação, terá um resultado melhor, além de racionalizar o consumo e usufruir da qualidade da luz. Um projeto de iluminação pode mesclar focos de luz diretos, que incidem especificamente sobre algo, e focos indiretos, que é uma luz ‘rebatida’ como no caso dos abajures, arandelas, etc.

    A luz indireta também é produzida pelas sancas (built-in) e embutidas em móveis, apenas como secundária e nunca como principal, assim como as luzes de efeito, aquelas mais decorativas. Arandelas e spots sempre conferem efeitos contrastantes. Lustres pendentes e o emprego de luzes em nichos também dão excelentes resultados. A luz indireta valoriza a decoração e pode ser uma solução simples para alguns ambientes, pois o resultado é uma luz de preenchimento, re letida de forma mais suave. É possível também eliminar a sensação monótona da iluminação homogênea, utilizando luminárias periféricas e variedades de lâmpadas que permitem combinações para o efeito desejado”, indica Oliveira.

    O mercado oferece inúmeros produtos e a escolha, segundo o designer, depende muito das funções que serão cumpridas no ambiente. “Uma boa iluminação pode criar sensações. Cada detalhe dá um toque diferenciado com a incidência de luzes compatíveis para cada cômodo. Quanto mais amarelada for a tonalidade da luz, mais aconchegante e tranquilo será o clima, especialmente em alguns cômodos da residência como sala de estar, de jantar, copas, dormitórios, corredores, banheiros, etc. Já a luz mais branca é recomendada para ambientes mais ativos, onde se pretende estimular a produtividade, tais como cozinhas, áreas de serviço, de trabalho e de estudo na casa. E é possível misturar as duas num mesmo espaço”, orienta.

    Compor a iluminação, utilizando as várias formas e equipamentos, garante cenografias diferentes para momentos diferentes. Efeito cênico, intensidade e temperatura, de acordo com Oliveira, são as ferramentas de um bom planejamento de lighting design. “Focos de luz em quadros, arranjos lorais, esculturas e objetos de decoração são usados para valorizar as peças. Porém é preciso salientar que cada tipo de material tem características e sensibilidades próprias, além de re lexões específicas, que devem ser consideradas no projeto para reproduzir cores, texturas e brilhos do objeto com fidelidade e não causar nele danos irrecuperáveis.

    É bom lembrar que todas as lâmpadas têm emissão de raios ultravioletas e infravermelhos, em maior ou menor proporção, mas todas têm. E isto pode implicar em desbotamento, despigmentação, ressecamento e queima do objeto, sem falar do aumento da temperatura no ambiente pelo efeito do calor emitido por fontes artificiais de luz. Aconselho ter muito cuidado no uso de lâmpadas Dicróicas, AR 111 e PAR, pois elas têm especificidades técnicas para cada situação e oferecem grande emissão de calor. O ideal é que estas sejam usadas com seus acessórios, como filtros bloqueadores de radiação, por exemplo”, informa o designer.

    Uma forma de evitar isto, diz Oliveira, é conferir as características da lâmpada na embalagem, como o IRC (Índice de Reprodução de Cor) e potência. Também é indicado verificar se a lâmpada já vem com filtro antirradiação e dissipação de calor.

    A tecnologia ganha força no mercado da iluminação. Os diodos emissores de luz, chamados de LED, conquistam cada vez mais espaço nos ambientes residenciais. “Os Leds, assim como a fibra ótica, transmitem a sensação de contemporaneidade e leveza, pois permitem novas concepções de iluminação com sua variedade de cores e versatilidade. Por suas dimensões favorecem a criação de luminárias menores e mais discretas”, sugere.
    O designer lembra ainda que a iluminação, especialmente na área externa da casa, também pode ser uma aliada da segurança, através da instalação de dispositivos como o relê fotoelétrico, acionado automaticamente na ausência de luz natural, e o sensor de presença, que acende a luz quando alguém se aproxima dele. “Outra dica de segurança importante: quando você liga várias lâmpadas ou aparelhos numa mesma fonte, sempre existe o risco de sobrecarga e eventual curto-circuito”, finaliza.

    IRC
    Quanto mais próximo de 100 é o IRC, menos distorção nas cores esta luz vai produzir. Onde a cor certa for fundamental, o índice deve ser no mínimo de 80.

  • Yes! Nós temos CBO!!!

    Uma brincadeira com a música “Yes! Nós temos bananas!”.

    Encontrei a nova classificação do CBO (Cadastro Brasileiro de Ocupações) da área de Design de Interiores/Ambientes.

    Dentre tudo o que venho defendendo sobre a nossa área, a nossa atuação profissional, muitas agora já constam lá. Copiei alguns trechos para voces:

    2629 :: Designer de interiores de nível superior

    Participantes da Descrição

    Especialistas
    Adriana Siqueira Dos Santos Oliveira
    Ana Lúcia Rodarte
    Carolina Szabó
    Daniela Buscaroli
    Jéthero Cardoso De Miranda
    Marize Malta
    Sérgio De Oliveira
    Thaís Luz De Oliveira

    Instituições
    Amide – Assoc. Mineira De Decoradores De Nível Sup
    Buscaroli Arq-design E Interiores S/c Ltda.
    Carolina Szabó Interiores
    Faculdade De Belas Artes De São Paulo
    Faculdades Integradas Teresa Dávila
    Sérgio De Oliveira Prof. Arquitetura De Decoração Ltda.
    Thais Luz – Designe De Interiores
    Universidade Federal Do Rio De Janeiro (Ufrj)

    Instituição Conveniada Responsável
    Fundação de Desenvolvimento da Unicamp – Funcamp

    Áreas de Atividade:

    A   – ANALISAR PROPOSTA DE TRABALHO
    A.1  – Realizar entrevistas com cliente para identificar intenções
    A.2  – Identificar os procedimentos e atividades a serem executadas
    A.3  – Avaliar limites orçamentários
    A.4  – Avaliar prazos
    A.5  – Avaliar possibilidades e limites técnicos do espaço a ser trabalhado
    A.6  – Elaborar proposta de trabalho
    A.7  – Elaborar proposta de honorários
    A.8  – Estabelecer cláusulas do contrato de trabalho
    B  – CONCEITUAR O PROJETO
    B.1  – Realizar entrevistas com o cliente para definir necessidades funcionais e técnicas
    B.2  – Realizar levantamento e análise do espaço
    B.3  – Pesquisar o tema e o perfil do usuário
    B.4  – Pesquisar contexto social e histórico da obra
    B.5  – Pesquisar as necessidades específicas das diferentes áreas do espaço a ser planejado
    B.6  – Levantar normas e legislação
    B.7  – Analisar os dados levantados
    B.8  – Diagnosticar problemas
    B.9  – Definir programas de necessidades
    B.10  – Definir conceito e partido do projeto
    B.11  – Planejar espaços
    B.12  – Elaborar fluxograma
    B.13  – Elaborar organograma
    C  – ELABORAR ESTUDO PRELIMINAR
    C.1  – Definir ocupações do espaço
    C.2  – Elaborar a solução criativa para o espaço
    C.3  – Sugerir eventuais modificações ao projeto arquitetônico
    C.4  – Definir soluções de conforto ambiental
    C.5  – Aplicar conceito ergonômico
    C.6  – Pesquisar materiais
    C.7  – Representar espaço criado graficamente
    C.8  – Apresentar estudo preliminar ao cliente
    D  – ELABORAR ANTEPROJETO
    D.1  – Adequar as alterações do projeto ao espaço
    D.2  – Definir formas, texturas e cores
    D.3  – Definir materiais e equipamentos
    D.4  – Representar graficamente o espaço redimensionado
    D.5  – Elaborar planilha e especificação de materiais e equipamentos
    D.6  – Interagir com projetos complementares
    D.7  – Apresentar o anteprojeto ao cliente
    E  – ELABORAR PROJETO EXECUTIVO
    E.1  – Representar graficamente o projeto para execução
    E.2  – Projetar a locação de pontos luminitécnicos
    E.3  – Locar pontos de lógica
    E.4  – Locar pontos de telefonia
    E.5  – Locar pontos elétricos
    E.6  – Locar pontos de ar condicionado
    E.7  – Locar pontos hidráulicos
    E.8  – Especificar os materiais e equipamentos a serem utilizados considerando normas de higiene
    E.9  – Criar peças especiais
    E.10  – Criar móveis considerando ergonomia
    E.11  – Adaptar projetos às normas da abnt
    E.12  – Estabelecer interfaces gerenciando projetos complementares
    E.13  – Elaborar memorial descritivo
    E.14  – Orçar projeto
    F  – EXECUTAR O PROJETO
    F.1  – Elaborar cronograma físico e financeiro
    F.2  – Realizar cotação ou concorrência de produtos e serviços
    F.3  – Selecionar fornecedores
    F.4  – Estabelecer colaboração com outros profissionais (engenheiros, arquitetos, paisagistas)
    F.5  – Contratar serviço de mão-de-obra especializada (pintor, eletricista etc)
    F.6  – Coordenar as diferentes equipes de trabalho
    F.7  – Gerenciar obra ou projeto
    G  – ACOMPANHAR A EXECUÇÃO DA OBRA
    G.1  – Supervisionar os processos construtivos
    G.2  – Supervisionar cronograma
    G.3  – Fazer ajustes ao projeto quando necessário
    G.4  – Avaliar resultado do projeto junto ao cliente
    G.5  – Orientar a execução específica de materiais e serviços
    G.6  – Avaliar a pós ocupação do espaço
    H  – PESQUISAR PRODUTOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
    H.1  – Testar produtos, materiais e equipamentos
    H.2  – Participar de grupos de especialistas para avaliar produtos e materiais
    H.3  – Contribuir para o desenvolvimento de produtos, materiais e equipamentos
    H.4  – Criar espaços ou ambientes utilizando novos produtos
    H.5  – Participar do lançamento de novos produtos
    H.6  – Adaptar materiais para criação de ambientes
    H.7  – Criar soluções para portadores de necessidades especiais
    H.8  – Pesquisar materiais que garantam a preservação ambiental
    I  – PROMOVER O CONSUMO
    I.1  – Criar ambiente favorável ao consumo
    I.2  – Criar ambientes temáticos e estéticos
    I.3  – Montar espaços que destaquem o produto
    I.4  – Destacar atrativos sensoriais na distribuição dos objetos para estimular o consumo
    I.5  – Proporcionar atrativos sensoriais no ambiente para promover bem-estar
    Z  – DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
    Z.1  – Comunicar-se com diferentes públicos
    Z.2  – Demonstrar poder de persuasão
    Z.3  – Participar de exposição e mostras
    Z.4  – Divulgar trabalhos na mídia
    Z.5  – Demonstrar capacidade de aplicção de técnicas de representação gráfica
    Z.6  – Demonstrar capacidade de captar os objetivos do cliente
    Z.7  – Ser capaz de transmitir informações culturais para o cliente
    Z.8  – Ser capaz de atender as necessidades do cliente
    Z.9  – Ter formação de nível superior
    Z.10  – Demonstar domínio técnico, tecnológico e científico
    Z.11  – Exercer liderança
    Z.12  – Estar capacitado para promover bem-estar, saúde e segurança
    Z.13  – Prestar consultoria na sua área e áreas afins
    Z.14  – Ser capaz de ministrar aulas
    Z.15  – Ser capaz de realizar pesquisas
    Z.16  – Manter-se atualizado à respeito da aplicação de materiais e equipamentos
    Z.17  – Manter-se atualizado com as tendências de mercado
    Z.18  – Demonstrar capacidade de técnicas de informática
    Z.19  – Demonstrar ética profissional

    É, como podemos ver agora sim a nossa profissão está começando a ser respeitada e ter a sua atuação delimitada coerentemente. Está completa? Não! Ainda faltam alguns pontos, mas isso já basta para dar um cala boca em muita gente.

    Então é isso pessoal, mais uma vitória nossa, de nossa classe, de nossa profissão! Mais um passo rumo à regulamentação profissional.

    Bons projetos daqui pra frente e, agora, respaldados por um órgão federal superior a qualquer associação ou conselho.

  • GADU? Tá errado…

    Amigos, participando do portal Casa Pró, da revista Casa Claudia, vira e mexe me deparo com situações constrangedoras onde algumas pessoas que se acham deuses só por ser arquiteto acabam denegrindo e atacando os Designers e outras profissões.

    GADU – Grande Arquiteto Do Universo. Termo utilizado por vários agrupamentos, entre eles a Maçonaria onde, talvez, o termo tenha nascido. Não concordo com este termo e a minha explicação se dá numa resposta que acabo de dar a um arquiteto numa das comunidades. Segue a resposta/ reflexão:

    “engraçado Fabio,

    Sempre tive em mente que as primeiras profissões que surgiram foram as de agrônomo ou zootecnista ou talvez, quem sabe, até mesmo a de decorador se forçarmos que o homem primeiro entrou para dentro das cavernas e procurou ajusta-la às suas necessidades deixando-a mais “confortável”. Logo, se não houve construção por elas ja existirem, o que houve foi a decoração.

    Não consigo ver arquitetura nessa imagem…

    .
    Outro ponto que me instiga é dizer que Deus foi o GADU. Não acredito pois a sua primeira ordem foi FIAT LUX (faça-se a luz) e, sabemos perfeitamente que isso não é obra de arquiteto e sim de engenheiros, físicos, etc… depois disso veio o grande biólogo na formação dos ecossistemas, sistemas estelares (astrônomos), geneticista,e depois, beeeeeeeeeeeeem lá pra frente, veio o bicho homem (e não Deus) brincar de construir… apesar de todas as estruturas pensadas e elaboradas, continuam a afirmar que trata-se de arquitetura e não de engenharia.

    É uma questão de lógica, mas parece que o senso comum, os melindres e egos não aceitam a lógica e preferem historinhas da carochinha.

    Temos de ver tamém que na Bauhaus houve um golpe sujo por parte de Mies quando destruiu a essência da escola ao acabar com as oficinas de artes e design inserindo-as como meras disciplinas de arquitetura… Os alunos que se colocaram contra essa tragica mudança de rumos, bem como professores como Kandinsky, foram denunciados como inimigos do Estado (comunista na época) e tiveram de fugir… talvez venha daí essa mania de “tudo posso” de ALGUNS ARQUITETOS e também a forma suja e nada ética como atuam no mercado. Claro que isso levou ao fim da Bauhaus, não poderia acontecer outra coisa.

    Talvez venha da formação mesmo a arrogância e prepotência, vide Mies na imagem acima… Pela cara não precisa dizer mais nada.

    .
    Sobre a sua visão dos cursos de interiores te digo: é medo. O que aprendemos dentro de um curso de Design de Interiores pode muito bem ser aproveitado em exteriores também e, por isso mesmo, adota-se ja a algum tempo o termo DESIGN DE AMBIENTES, independente se interno ou externo. Você desconhece completamente o que um Designer pode fazer ao afirmar isso de forma tão irresponsável ou, se conhece, deve ter medo de perder clientes para estes. Me desculpe mas é esta a visão baseada em experiências que tenho de profissionais de arquitetura que compartilham da mesma visão que vc.

    Sobre leis, é fácil falar quando se está protegido. Porém outras áreas vem surgindo de acordo com as necessidades humanas e sua evolução (social, tecnológica, mercadológica, etc) e, queiram ou não, estas tem direitos independente de avançar sobre outras área sou não. Está na CF: direito ao livre exercício profissional desde que atendidas as exigências das Leis. E as exigências são formação acadêmica, que nós temos sim. Portanto é descabido este teu raciocínio.

    Seria mais ético – e até mesmo salutar – se você viesse com um discurso menos ofensivo e melhor embasado como por exemplo: um designer pode lidar com estruturas?

    Não, não pode. Porém o designer tem conhecimentos de leitura de plantas para propor alterações estruturais, idealizar livremente o que realmente venha a atender as necessidades do cliente. Se esta parede está atrapalhando, derrubemos ela então. Aí entra a parceria com os profissionais conscientes e éticos de arquitetura e engenharia que irão assumir esta parte no projeto sem problemas para ninguém. Quem ganha com isso?

    Todos: o cliente, os profissionais e o mercado.

    Mas os melindrosos não conseguem enchergar as coisas assim. Infelizmente.

    Aí vemos diariamente arquitetos oferecendo orçamentos numa disputa da seguinte forma:
    – projeto arquitetônico, paisagismo e interiores: R$ 20.000,00
    – projeto arquitetônico: R$ 60.000,00

    Assim fica fácil ah ah ah

    Isso sem contar nas RTs que o bloco rende.

    Isso é disputa de mercado?

    Não, é golpe baixo e sujo. É a absoluta falta de ética.

    Então, acho que já passou da hora dos profissionais (de todas as áreas) amadurecerem e esquerecer que moramos num país onde a ética foi jogada no lixo e fazermos a nossa parte na construção de uma sociedade justa, correta e ética.

    “ah me esqueci,
    sobre o GADU, Ele foi tbm, antes de arquiteto, um exímio geólogo na formação do planeta afinal, primeiro veio a formação da terra, depois a água…

    afff “”

    E ainda acrescento  ais sobre GADU: antes ainda de qualquer tendência à arquitetura, o bicho homem tornou-se artesão/designer ao criar seus utensílios domésticos, de caça entre outros e, para não ir mais longe, virou artista plástico ao imprimir nas paredes das cavernas as imagens que representam o seu dia a dia. Então, deixemos de ser hipócritas.

    Acho que já passou da hora de alguns profissionais pararem de agir como crianças mimadas e birrentas e, antes de ficar esperneando ou fazendo fofoca porque perdeu uma disputa num projeto, procurar rever a sua história para encontrar onde estão seus erros, sua falta de informação/formação. E, principalmente, não atirar pedras no telhado dos outros se o seu é de vidro.

    Abraços e excelente semana a todos.

  • Móveis em Papelão – Oficina no Rio de Janeiro

    O conceito de design limpo praticado com excelência na Escandinávia esta cada vez mais perto de nossas possibilidades, móveis em papelão é uma ótima opção para entrar em sintonia com essa tendência.

    Móveis de papelão são duráveis, criativos e de baixíssimo custo, permitem decoração inusitada e reciclar matéria-prima.

    Designers consagrados vêm desenvolvendo linhas de móveis feitos 100% com papelão . O design e arquiteto canadense Frank Ghery, o arquiteto suíço Nicola Enrico Staubli, o design e arquiteto italiano Marco Capellinni, desenvolvem projetos criativos e personalizados seguindo o conceito de design limpo. O principal aspecto dessa tendência consiste em ser ecologicamente correta. Confortáveis e práticos os móveis feitos de papelão reciclado permite que você modifique o espaço a hora que quiser, não pesa, e pode ser retrátil; a leveza e a praticidade das peças se destacam como pontos pró-investimento em móveis feitos com esse material.

    Venha saber mais e fazer seu móvel em papelão na nossa oficina de Novembro, visite o blog e faça sua inscrição pelo e-mail.

  • RJ – credenciamento de profissionais para prestacao de servicos

    O CentroDesignRio inicia processo de credenciamento de escritórios e profissinais do Estado do Rio de Janeiro para prestação de serviços de design para micro e pequenas empresas. Os profissionais deverão ter formação e experiência comprovadas nas sub áreas:

    Desenho Industrial;
    Design Gráfico;
    Tecnólogo em Design Gráfico;
    Design de Moda;
    Design de Interiores;
    Design de Jóias
    Arquitetura;

    As inscrições deverão ser feitas pelo site www.centrodesignrio.com.br , onde também constam os requisitos para credenciamento. O período de inscrição vai até 16/11/09. O processo seletivo consta de três fases:

    análise documental,
    análise de portfolio
    avaliação de habilidades através de entrevistas.

  • ABD, de novo – mas agora paz.

    Pois é amigos, aconteceu a eleição como previsto, a ABD teve duas chapas concorrentes e eu me vi num mato sem cachorro.

    Sei que algumas pessoas ficaram chateadas comigo pela minha mudança de apoio na semana decisiva da eleição mas os motivos já estão expostos no post anterior e não vou entrar no mérito novamente.

    Digam o que quiserem (especialmente as más línguas que me atacam pelas costas) pois em nada me afeta e a carapuça que tentam me colocar não me serve.

    Sim, mudei meu apoio e os motivos ficaram mais do que claros no post anterior. Não foi por causa das figurinhas já carimbadas da ABD que resolvi apoiar a chapa da situação mas sim, e especialmente, por causa do Jéthero, pessoa digna, que luta pelos nossos direitos profissionais mesmo sem estar ligado a qualquer associação, sempre nos defendendo onde quer que vá. Pessoa esta que tem um respeito enorme por parte de todos que o conhece pessoalmente, por seus alunos e ex-alunos, parceiros profissionais e amigos.

    Através dele a ABD entrou em contato comigo para formalizar a minha associação (finalmente!) já que pelo site a coisa parecia nunca andar. Já encaminhei meus documentos e estou no aguardo.

    Na conversa que tive com o Jethero, me dispus a ajudar a ABD no que for necessário para tornar esta uma associação séria, respeitada e que realmente faça algo pela nossa classe profissional.

    AÇÕES e menos discursos, é disso que a ABD – e nós profissionais – necessitamos com urgência. Só assim teremos o mercado em sintonia conosco.

    Desde o relacionamento com fornecedores e clientes, passando pela formação acadêmica (discentes e docentes, níveis e matrizes curriculares), relações com áreas correlatas entre vários outros pontos mais, necessitamos de ações para todos e menos flashes nas carinhas “da moda” de uns poucos. Afinal a associação não é feita apenas por estas carinhas da moda e sim por um grupo grande de profissionais.

    Espero que desta vez, se não por respeito à associação, mas ao menos pelo Jéthero e pela Maria do Carmo, que desta vez a ABD torne-se algo em que realmente valha a pena ser investido.

    Como deixei claro para ele no telefonema, coloco-me à disposição para trabalhar pró-ABD aqui em Londrina e em Maringá, trazendo a associação para o interior, aproximando-a dos profissionais e do mercado destas duas cidades. Não somente na parte burocrática, mas também na área de formação contínua, aperfeiçoamento profissional.

    E vamos que vamos!!!

    Quem sabe não é agora?