Categoria: eficiência energética

  • O que você tem feito?

    Constantemente leio através do reader ações visando melhorias ambientais, outras de conscientização e manifestações diversas nesse sentido. Mas sempre me perguntei se estas ações realmente atingem seus objetivos, se há envolvimento da população, se não passam de modismos passageiros que logo são substituídos por outros num ciclo vicioso que não leva a lugar algum.

    Dentre as ações estão os telhados verdes. Já que os eles ainda são caros para implantar, especialmente em construções que não foram projetadas originalmente com este elemento e demandam projetos estruturais e outros complementares, uma saída é a pintura dos mesmos com tinta branca.

    Sei que este assunto já é manjado e já foi batido por praticamente todos os blogs mas a verdade é que pouco se tem visto de ações concretas nesse sentido.

    Tempos atrás, saindo de avião de Curitiba e chegando em Londrina fiquei observando as duas cidades procurando onde, quantos ou SE havia sido implementada esta ação por alguém.

    Para minha tristeza, em Curitiba observei apenas quatro telhados brancos e em Londrina apenas um.

    E você? Tem conversado com seus clientes sobre isso? Ao menos tem conhecimento dos benefícios ambientais que essa simples ação pode oferecer ao planeta?

    Outra ação muito interessante e simples é alvo de chacota de muita gente. Porém, observem o vídeo que vocês entenderão os benefícios:

    Faça xixi no banho e ajude não só a mata atlântica, mas o planeta!!!

    Além destas duas existem muitas outras ações ocorrendo mundo afora. Vale aqui uma busca pela web para conhecê-las e conscientizar-se.

    Fica aqui então este último vídeo para reflexão:

    Doído, mas uma realidade não muito distante caso não seja revertido todo o mal que já causamos ao nosso planeta.

    Pense nisso.

  • ainda sobre ilusão e percepção visual

    Já postei vários projetos aqui que, através da luz, buscam alterar a percepção do que vemos sejam construções, elementos urbanos ou interiores.

    Com equipamentos pesados e caros conseguimos efeitos absurdos assim como com equipamentos simples.

    Tudo dependerá da capacidade criativa do Lighting Designer.

    Aqui, apresento um projeto de fotografia que usa o light graffiti de uma forma surreal ao alia-lo com outro elemento artístico: o stencil.

    Se pararmos para pensar, isso não é nada difícil de ser transportado para o universo do LD. Basta os equipamentos certos que consegue-se essa ilusão “maluca de bela” ajudando a embelezar áreas abandonadas das cidades.

    Vejam as idéias:

    É claro que para conseguirmos estes efeitos no LD será necessário um elemento fundamental: o mapeamento.

    É, me refiro exatamente ao mesmo tipo de trabalho que postei tempos atrás sobre mapeamento arquitetural aqui neste post.

    Ah quem dera se no Brasil nossos governantes fossem sérios e tivessem um mínimo de bom gosto implementando obras que visem o embelezamento urbano…

    Imagens via: oddstuffmagazine

  • final de semana de pós…

    Este final de semana tive aula da pós com o Guinter Parschalk – do Studio IX – no módulo de percepção visual.

    Foi uma mega aula onde consegui entender algumas coisas nesse campo. Talvez por eu já atuar especificamente com lighting consegui entender perfeitamente o porque deste módulo e qual a sua aplicabilidade no dia a dia.

    A maior dificuldade para quem trabalha exclusivamente com iluminação, especialmente fora dos grandes centros, é conseguir fazer com que os clientes entendam o que é o projeto de lighting e como ele ficará depois de pronto e instalado.

    Fonte: OliverMedia

    Num projeto arquitetônico ou de Interiores temos o recurso das maquetes físicas e virtuais onde os clientes conseguem sentir os ambientes e estruturas facilmente. Da forma arquitetônica, aos mobiliários, revestimentos, acabamentos, cores e texturas, tudo já é possível ser representado virtualmente hoje em dia através de programas de 3D.

    No caso da iluminação, nem mesmo o AGI32 que é considerado o melhor software para iluminação é incapaz de traduzir em imagens o que virá a ser realmente o projeto depois de instalado e em funcionamento.

    Por mais perfeita que fique a maquete ela não conseguirá demonstrar as características da iluminação de forma precisa. E nesse caminho, o cliente certamente terá uma concepção errada do projeto. Por exemplo: na imagem acima, certamente os efeitos de luz que vemos não são os proporcionados pelos equipamentos especificados. Podem estar próximos, mas não são efetivamente a representação do produto final real.

    A luz é um elemento imaterial, não paupável. Você não a pega, não a sente tatilmente falando (salvo o calor). Imagine então um cliente que não tem a concepção estética e o conhecimento sobre iluminação que nós temos. Fica realmente difícil.

    A luz é um elemento essencialmente sensorial. Uma vez que o cliente não a sente na hora que está vendo o projeto, dificilmente conseguirá entendê-la. Daí a dificuldade de entendê-la mesmo através de maquetes.

    Então, o foco deste módulo de percepção visual foi, além de nos brindar com belíssimas imagens de projetos e produtos que utilizam os elementos da percepção visual (ilusão de ótica, falso tridimensional, etc), nos forçar a elaborar a apresentação de um projeto para ser apresentado a um cliente onde, através de imagens, vídeos, manipulação de equipamentos ao vivo e outros materiais de referência, este projeto se torne compreensível aos olhos do cliente. Que através desta apresentação ele consiga entender melhor o que será feito sem que percamos tempo batendo em cima de uma maquete que ele não vai entender, ou entender poucas partes.

    Lion – Parc de la Tete d’Orrc

    Através desta apresentação, conseguimos levar o observador a criar a volumetria, perceber as texturas, ambientar-se no espaço e, perceber a luz de forma mais efetiva. Se esta apresentação for realizada em alguma loja de iluminação que disponha de um estúdio para demonstração melhor ainda pois assim ele terá a possibilidade de sentir a luz.

    Um outro ponto que ele destacou foi a importância de pegar o cliente e sair dar uma volta noturna de carro. Passando por espaços que possuem projetos de lighting instalados, o cliente consegue entender melhor o que é o lighting design de fato. Quais as diferenças e vantagens deste em relação aos projetos de iluminação tradicionais.

    Ninguém pode negar que em uma rua ou avenida, qualquer ponto de luz que destoe do entorno chama a atenção. Aqui perto de casa uma empresa colocou um projetor simples banhando uma palmeira de pequeno porte. A rua é bastante movimentada dia e noite e também bastante escura. No entanto, é impossível passar por aquele ponto sem olhar para a empresa durante a noite. Eu não sei do qual a área dessa empresa pois a placa está “apagada”, mas sei que ali tem uma palmeira iluminada de forma simples mas que a noite é um elemento surpresa numa rua escura.

    Talvez venha daí a minha dificuldade em trabalhar aqui em Londrina: não existem projetos de lighting aqui, somente de iluminação. Não há referencial físico em lighting design aqui em Londrina e região. Com isso, quando os clientes me procuram, vem esperando um projeto de iluminação e quando apresento o lighting acabam ficando receosos. Por isso a minha atuação profissional ser essencialmente fora daqui.

    Um outro ponto que acho até engraçado nisso tudo é que quando falamos da raiz cênica do LD eles de pronto imaginam aquele tipo de iluminação utilizada em festas de casamento, de 15 anos, bailes, etc. E não é fácil tirar isso da cabeça deles não…

    Ao menos dos que não viajam para grandes centros.

    Confesso que eu cometia algumas falhas sim nas apresentações dos projetos mas depois desse módulo creio que conseguirei demonstrar com maior clareza o que é e como ficará um projeto de LD.

  • Atividades complementares – formação

    Dando sequência aos posts relacionados à formação, gostaria de aprofundar um pouco mais aqui sobre um elemento que não é explorado pelas universidades.

    Praticamente todos os cursos de Design de Interiores/Ambientes tem em sua Matriz Curricular as atividades complementares, porém estas ficam desconhecidas e/ou escondidas dentro dos ementários não possibilitando ao pré-acadêmico analisar corretamente sobre o que são, na verdade, estas. Já coloquei em outro post sobre estas atividades que, muitas vezes, estas não passam de “embromattion” para fechar a carga horária dada a dificuldade de se conseguir informações sobre o que estas vem a ser na verdade. Geralmente só descobrimos isso durante o curso.

    Também tem este post a ver com o carater social que a nossa profissão deve ter já desde a formação e, através disso, além de formar profissionais mais conscientes de seu papel no mundo real – lembrando que este também é composto por pessoas de baixo poder aquisitivo que merecem ter uma vida mais digna e que a nossa profissão não só pode como deve ser utilizada com um carater social e não somente naquilo que aparece em capas de revistas – auxiliar aqueles mais necessitados com o que a nossa profissão puder alcançar.

    Pois bem, as IES que oferecem os cursos de Design de Interiores/Ambientes possuem estrutura para estender estas atividades além de seus muros. É comum vermos dentro destas as incubadoras de empresas em várias áreas, menos em Design de Interiores/Ambientes.

    No entanto, percebemos que a maioria dos cursos superiores exigem dos alunos o estágio. Então porque não aproveitar  uma idéia como componente curricular que atenda a esta necessidade trabalhando de uma forma socialmente responsável?

    Os investimentos para isso por parte das IEs são baixíssimos se comparados aos benefícios sociais e retornos que a mídia pode oferecer.

    Basicamente teríamos dois pontos de ação:

    1 – desenvolvimento, acompanhamento e execução de projetos voltados a entidades assistenciais (orfanatos, asilos, centros de recuperação, hospitais, etc). Veja bem: não me refiro às casas de repouso e outras entidades particulares e sim aquelas públicas e filantrópicas que carecem de recursos de todos os tipos.

    2 – desenvolvimento, acompanhamento e execução de projetos voltados às residências e comércios de populações menos favorecidas.

    No primeiro caso, temos a oportunidade de desenvolver projetos que irão atender entidades filantrópicas e assistenciais buscando soluções para seus problemas funcionais através de intervenções no layout, mobiliário, iluminação, cores e texturas, paisagismo, higiene e bem-estar, etc.

    Em asilos e orfanatos, por se tratar de ambientes onde os usuários permanecem o dia todo muitos por um longo período e outros até a morte, podemos entrar com ações que visem a melhoria da qualidade de vida dentro destes espaços buscando atender as necessidades de acessibilidade, higiene, segurança, fluxo e organograma, estética, conforto (térmico, acústico, sensorial) entre outros. Estas ações são necessárias para diminuir a sensação de prisão, isolamento, afastamento e rompimento dos laços familiares (abandono), rejeição, inutilidade entre tantos outros sentimentos e sensações ruins.

    Nos hospitais, centros de recuperação e creches as ações são parecidas e as finalidades as mesmas, porém aqui, temos um ponto a mais de atenção que está voltada à saúde, pressupondo, assim, projetos mais específicos.

    No segundo caso, dar atendimento às pessoas oriundas de classes menos favorecidas buscando soluções para melhorar a qualidade de vida delas e o bem-estar através de projetos simples com custos adequados aos seus orçamentos.

    Sempre que vemos imagens dos interiores dessas residências percebemos a falta de noção espacial e de arrumação. Também é comum percebermos um sistema elétrico sobrecarregado, ou insuficiente, ou ineficaz assim como o sistema hidráulico. Além disso é comum percebermos as coisas amontoadas, armários sobrecarregados, falta de espaço para circulação, acidentes domésticos acontecendo rotineiramente por causa destes motivos.

    Tanto em um como no outro, são intrínsecas as ações de conscientização e educação ambiental, higiene e saúde coletiva, segurança entre outros tópicos importantes na construção da cidadania e do cidadão.

    Uma sala para atendimento/desenvolvimento/administração, uns três computadores para desenvolvimento dos projetos, suporte de mídia e/ou divulgação e um professor orientador. Basicamente esta é a estrutura que a IES tem de oferecer. Nada perto do que isso significa socialmente.

    Um ponto a se destacar aqui é que não é difícil encontrar na indústria voltada para a nossa área, parceiros e patrocinadores para uma empreitada desse porte. De tintas e revestimentos, passando por mobiliários e chegando aos acessórios finais de decoração, são produtos fáceis de se conseguir através de patrocínios e parcerias afinal, responsabilidade social e ambiental estão em alta.

    Eu particularmente adoraria pegar a responsabilidade de um projeto nesta linha pois não gosto de ações que visam arrecadar fundos que eu não sei como, onde e se serão realmente e corretamente utilizados. Prefiro agir, fazer. Isso faz parte de mim. A necessidade de fazer algo pelo próximo e não simplesmente pagar para que outro o faça por mim.

    Ao pessoal que está no meio acadêmico fica aqui uma dica: conversem com seus professores e coordenadores de curso para viabilizar isso na sua IES.

    Todos tem a ganhar com isso seja o discente, o docente, a IES, os parceiros e, principalmente, aqueles que realmente necessitam de ajuda.

  • Pós IPOG – novas turmas

    Pós-Graduação Iluminação e Design de Interiores – IPOG

    O Instituto de Pós-Graduação (IPOG) lançará, ainda este ano, mais dez novas turmas de Pós-Graduação em ILUMINAÇÃO E DESIGN DE INTERIORES. O curso, coordenado pela projetista de iluminação JAMILE TORMANN, tem como foco capacitar os profissionais às exigências do mercado de trabalho e as novas tendências mundiais em iluminação e design. Por meio de aulas teóricas e práticas, ministradas pelos mais renomados professores, os profissionais especializados pelo IPOG estarão aptos a inserir a iluminação e o design como ferramenta qualitativa, considerando seus aspectos estéticos, funcionais, técnicos, ambientais e de gestão.

    VERIFIQUE A CIDADE MAIS PROXIMA DE SUA REGIÃO. PROXIMAS ABERTURAS

    1. Salvador III (BA) – abertura prevista para 09 de julho
    2. São Paulo III (SP) – abertura prevista para 06 de agosto
    3. Curitiba III (PR) – abertura prevista para 13 de agosto
    4. Foz do Iguaçu I (PR) – abertura prevista para 03 de setembro
    5. NATAL II (RN) – abertura prevista para 24 de setembro
    6. Brasília V (DF) – abertura prevista para 08 de outubro
    7. Recife I (PE) – abertura prevista para 22 de outubro
    8. Vitória – (ES) abertura prevista para 05 de novembro
    9. Porto Alegre IV (RS) – abertura prevista para 19 de novembro
    10. Ribeirão Preto I (SP) – abertura prevista para 03 de dezembro

    Pós-Graduação Iluminação e Design de Interiores

    Para saber de outros cursos acesse o site do IPOG.

    Horário: 20 Meses (Aulas um final de semana por mês) – Sexta das 18 às 23 horas; Sábado 8 às 19horas e Domingo 8 às 13 horas.
    Local: 19 capitais brasileiras
    Inscrições e informações: (62) 3945-5050 ou pelo site do IPOG.

    Atenciosamente,

    Jamile Tormann
    Projetista de Iluminação
    55 61 3208 4444 / 7812 4442 radio 85 *38415
    jamile@jamiletormann.com
    www.jamiletormann.com

  • Radiance

    Pensem nessa situação:

    Os clientes tem uma lareira que não usam e gostariam de aproveita-la de alguma outra forma mas não tem a menor idéia de como.

    O que fazer?

    Foi o que o grupo Projectione encontrou neste projeto desafiador.

    Muito mais que interessante o resultado, este vídeo nos mostra todo o processo de fabricação, instalação e uso de um produto exclusivo utilizando o conceito “ambience lighting”.

    Além de luminária eles empregaram conceitos de Design de Interação na peça ou seja, ela interage com o que acontece no seu entorno.

    Muito bom mesmo!

  • IELD 2010

    IELD 2010 – Encontro Iberoamericano de Lighting Design

    En Iberoamérica existe un Diseño de Iluminación arquitectónico profesional que debido a condiciones culturales, económicas y técnicas muy específicas, tiene una forma de trabajo muy diferente de las de EUA y el resto de la UE. Es en ese sentido que este Encuentro se transforma en una plataforma única de conexión entre los Lighting Designers de Iberoamérica que fortalecerá nuestra identidad común, difundirá nuestro quehacer y crear una base de intercambios profesionales y educacionales en nuestra región.

    El Encuentro Iberoamericano de Lighting Design, potenciará la actividad del Lighting Design y todos sus actores; diseñadores, fabricantes, arquitectos, autoridades.

    Daylighting Workshop

    Dirigido a profesionales del Lighting Design y dictado por Matthew Tanteri (IALD), quien es consultor en daylighting y experto en la enseñanza de esta disciplina.
    En sus cuatro días de duración, el curso comprenderá el proceso de diseño con luz natural, acristalamiento (glazing) e integración de daylighting con iluminación eléctrica.

    Congreso de Lighting Design

    Este congreso contará con 24 conferencias de destacados profesionales de Estados Unidos, Europa y América latina, enfocados a los siguientes temas:
    Iluminación Urbana, Iluminación Arquitectónica, Daylighting y Sustentabilidad, Patrimonio y Museos. Entre los invitados especiales, contaremos con la presencia de exponentes tales como Roger Narboni (FR)(PLDA, ACE), Matthew Tanteri (USA) (IALD), Anne Bureau (FR) (PLDA – ACE), entre otros.

    Mesa redonda

    El objetivo de la mesa redonda es hacer un diagnóstico del estado de la profesión en los distintos países, donde se evaluarán formas de fortalecer vínculos entre profesionales liberoamericanos, y así apoyar al desarrollo de la profesión en Iberoamérica.
    Feria Internacional de equipos de iluminación profesional Durante el desarrollo del Congreso de EILD 2010, una exhibición de productos y servicios ofrecidos por la industria de la iluminación, complementará el programa de las exposiciones. En un lugar especialmente habilitado para este propósito, los principales fabricantes de equipos de iluminación de EUA y UE, tendrán la oportunidad presentar sus productos a los profesionales y especificadores del Lighting Design liberoamericano reunidos en este encuentro.

    Intervenciones lumínicas en hitos urbanos de la ciudad de Valparaíso.

    Como una forma de abrir EILD 2010 a la comunidad y conectar el quehacer del Lighting Design con el espacio público, se realizará una serie de intervenciones lumínicas en hitos urbanos de la ciudad de Valparaíso. Estas instalaciones efímeras permitirán poner en valor parte del patrimonio arquitectónico de la ciudad anfitriona y contribuir con las actividades conmemorativas del Bicentenario.

    Exposición “Orígenes y cultura del Lighting Design en Iberoamérica”

    Esta exposición reunirá parte importante del material documental que describe los orígenes de la iluminación en Argentina, Brasil y Chile y explorará la tesis de una Cultura del Lighting Design en Iberoamérica. Esta muestra se mantendrá abierta a los asistentes a EILD 2010 y al público en general durante la semana del encuentro.

    Muestra Internacional de instrumentos de iluminación profesional

    Durante el desarrollo del Congreso de EILD 2010, una exhibición de productos abierta al público complementará el programa de las exposiciones.
    La muestra contará con stands individuales, una sala para conferencias y un lounge dónde las empresas auspiciadoras tendrán la oportunidad de presentar sus productos y filosofía a los profesionales y especificadores del Lighting Design Iberoamericano, en una muestra que estará abierta al público general.

    Realização:

    PLDA – Professional Lighting Designers Association

    AsBAI – Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação

    APDI – Asociación Profesional de Diseñadores de Iluminación de Espanha

  • OLEDs – uaw!

    No último módulo da pós, o professor de fontes de luz artificial, Isaac, nos apresentou o que está sendo pesquisado no mundo em novas tecnologias e, dentre tudo o que apresentou-nos, estava o OLED.

    Eu já postei aqui anteriormente sobre os OLEDs mas devido à correria do dia a dia acabei deixando de observar o movimento deste produto e confesso que fiquei pasmo como já está muito adiantada a pesquisa deste material bem como o desenvolvimento de novos produtos comfeccionados com ele.

    Então resolvi fazer uma seleção mostrando algumas novidades nesta área:

    Primeiramente lembro que o OLED é uma fina película:

    Mesmo sendo finíssima, ela é composta por várias camadas de componentes:

    A espessura reduzida, a maleabilidade e resistência garantem a aplicação deste produto em inimagináveis produtos reduzindo drasticamente algumas medidas:

    Além de produtos, a industria de iluminação está investindo pesado em cima deste produto que promete ser, sem sombra de dúvida, o futuro da iluminação:

    Fontes das imagens:

    http://www.atulo.net/Palavra/netbook/

    http://electronics.howstuffworks.com/oled1.htm

    http://www.engadget.com/2005/05/20/samsungs-40-inch-oled-tv-pics/

    http://www.ubergizmo.com/15/archives/2007/10/bendable_oled_display_from_samsung.html

    http://oooled.blogspot.com/2008/11/o-que-oled.html

    http://www.tvsnob.com/archives/2008_06.php

    http://www.sustainabilityninja.com/sustainable-technology-gadgets/ge-stops-rd-in-incandescent-technology-to-focus-on-oleds/

    http://dvice.com/archives/2008/10/sony_flaunts_se.php

    http://blogadois.blogspot.com/2008_07_01_archive.html

    http://informed-architect.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

    http://www.imelmaterialeletrico.com.br/noticias.php?codigo=15

    http://www.hitechlive.com.br/papel-de-parede-oled-quem-precisa-de-janela/

    http://www.printedelectronicsworld.com/articles/oled_lighting_has_a_bright_future_00000551.asp

  • IPOG – pós em iluminação

    Pessoal, vocês já sabem que estou fazendo o curso do IPOG em Iluminação (lighting).

    Vim aqui fazer um breve relato sobre o mesmo.

    Até agora tivemos 3 módulos:

    História da Iluminação: este módulo não participei pous estava de quarentena por causa da H1N1. Mas a turma disse que foi excelente. Pelo material que o professor nos passou pude comprovar que realmente é bastante aprofundado e tem muitos dados que eu não fazia a menor ideia rsrsrrss e olha que conheço bastante sobre esta parte.

    Grandezas e cálculos: excelente! Apesar de ser uma constante em meus projetos e de qualquer outra pessoa que projete iluminação. Mesmo assim, muitos detalhes e dicas importantíssimas que facilitaram bastante o projeto.

    Fontes de Luz artificiais: foi neste final de semana. Só o trabalho de campo já valeu a pena o módulo. De um modo geral tivemos a apresentação das fontes de luz e depois fomos aplicar os conhecimentos na prática. Excelente!

    O próximo módulo será sobre Conforto Ambiental.

    Assim, indico a vocês que estão procurando uma pós para fazer e que realmente gostem de iluminação que façam este curso.

    Dê uma olhadinha no site www.ipoggo.com.br e vejam onde tem uma turma aberta próximo de onde você está. Vale cada centavo investido.

    Vale aqui lembrar também que eles estão com outra pós com inscrições abertas: o Master em Arquitetura, que promete ser tão bom quanto este de Iluminação.

  • Philips 2010: cursos

    O LAC disponibiliza cursos presencias

    Os cursos presenciais têm duração de 7 horas e são realizados em 1 dia na sede da Philips em São Paulo.

    Atenção para a programação de cursos no LAC da PHILLIPS em SP:

    Junho/2010

    Data  Curso                                                                                                         Valor

    16      Princípios Básicos de Iluminação                                                 120,00
    17     Iluminação Industrial – Conceitos e Tecnologias                   120,00
    22     LED – Tecnologia, Produtos e Aplicações                                  120,00
    30     Iluminação de Lojas – Conceitos e Tecnologias                      120,00

    Julho/ 2010

    Data     Curso                                                                                                   Valor
    01         Iluminação de Escritórios – Conceitos e Tecnologias     120,00

    Promoção
    Ganhe 1 curso GRÁTIS a cada 5 (cinco) cursos realizados com investimentos no LAC.

    Cursos Online

    Os cursos online estão disponíveis no link Cursos online e apresenta a possibilidade de estudo em um ambiente personalizado e flexível, no horário mais conveniente.

    Curso                                                                                                                        Valor
    SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO – TECNOLOGIAS E APLICAÇÕES       0.00
    CÁLCULOS E PROJETOS – MÉTODOS DOS LÚMENS                              60.00
    A QUALIDADE DE ILUMINAÇÃO EM ESCRITÓRIOS                           60.00
    A QUALIDADE DE ILUMINAÇÃO EM INDUSTRIAS                            60.00

    Clique aqui para baixar o PDF com os requisitos básicos para o correto funcionamento dos Cursos Online.

    O endereço para inscrições e informações é:

    http://www.luz.philips.com.br/portalLacHome.do?par=361:4:361

    Localização do LAC:

    Rua Verbo Divino, 1400 – Chacara Sto. Antonio – São Paulo

  • Oportunidade: IED – São Paulo:

    O que é?
    Um concurso de bolsas de estudo do Istituto Europeo di Design (IED) de São Paulo para cursos de gradução 2010 nas áreas de Moda, Design e Artes Visuais.

    Quem pode participar?
    Jovens entre 18 e 25 anos com ensino médio completo

    Regulamento:
    http://tododiacriativo.com/regulamento-das-bolsas-de-estudo-2010/ )

    Qual é o tema?
    Devem ser enviados projetos relacionados ao tema EU SOU O FUTURO! A idéia é que os candidatos mostrem seus objetivos em relação ao futuro. O que há de vir. O poder de transformar em realidade os próprios sonhos.

    Inscreva-se:
    Envie o projeto para o email tododiacriativo@ied.edu
    entre 05 de Novembro de 2009
    a 20 de Janeiro de 2010

    Os Projetos selecionados serão publicados no site www.tododiacriativo.com e poderão receber votos e comentários da parte dos internautas.

    Para saber mais e ver e votar nos projetos acesse o site.

  • LUZ NA MEDIDA CERTA

    (matéria da revista Viva Bem da Unimed Londrina)

    DE NADA ADIANTA UMA GRANDE QUANTIDADE DE LUZ SE ELA NÃO ESTIVER BEM DISTRIBUÍDA E NÃO FOR DE QUALIDADE. PEQUENOS DETALHES NA ILUMINAÇÃO DA CASA FAZEM A DIFERENÇA E DEIXAM OS AMBIENTES MAIS AGRADÁVEIS. CONFIRA AS DICAS DE UM ESPECIALISTA.

    O aconchego de uma casa pode ser sentido através de um bom projeto de iluminação, que deve considerar três fatores básicos: conforto visual, luminotécnica e economia de energia. Achar que qualquer lâmpada irá produzir o efeito desejável é um engano. É preciso saber onde e qual lâmpada colocar, assim como optar pela luminária certa. Uma luz bem escolhida confere funcionalidade, bem-estar e beleza ao lar.

    Para criar um ambiente agradável, os profissionais especializados em projetos na área conseguem efeitos exclusivos para cada ambiente, de acordo com o uso do espaço no dia a dia e as exigências estéticas.
    “A ideia de conforto é subjetiva, ou seja, cada pessoa tem suas próprias necessidades e conceitos sobre o que é ou não confortável. Porém, existem alguns critérios que se deve levar em conta para se sentir bem em um ambiente numa visão geral. E a iluminação bem planejada é uma delas. Elegante ou informal, com ela você pode conquistar uma atmosfera mais charmosa ou um ambiente mais relaxante, lançando mão de diversos recursos”, garante o lighting designer, Paulo Oliveira.

    Ele lembra que a iluminação natural é um ponto de partida importante, mas não elimina a necessidade da luz artificial que, com pequenas regras melhora as condições de luminosidade em um ambiente que solicita lâmpadas acesas durante o dia.
    “Já está bem difundido que as lâmpadas incandescentes consomem mais energia que as luorescentes. Mas, se você souber escolher o conjunto – lâmpada, luminária e acessórios – correto para cada tipo de aplicação, terá um resultado melhor, além de racionalizar o consumo e usufruir da qualidade da luz. Um projeto de iluminação pode mesclar focos de luz diretos, que incidem especificamente sobre algo, e focos indiretos, que é uma luz ‘rebatida’ como no caso dos abajures, arandelas, etc.

    A luz indireta também é produzida pelas sancas (built-in) e embutidas em móveis, apenas como secundária e nunca como principal, assim como as luzes de efeito, aquelas mais decorativas. Arandelas e spots sempre conferem efeitos contrastantes. Lustres pendentes e o emprego de luzes em nichos também dão excelentes resultados. A luz indireta valoriza a decoração e pode ser uma solução simples para alguns ambientes, pois o resultado é uma luz de preenchimento, re letida de forma mais suave. É possível também eliminar a sensação monótona da iluminação homogênea, utilizando luminárias periféricas e variedades de lâmpadas que permitem combinações para o efeito desejado”, indica Oliveira.

    O mercado oferece inúmeros produtos e a escolha, segundo o designer, depende muito das funções que serão cumpridas no ambiente. “Uma boa iluminação pode criar sensações. Cada detalhe dá um toque diferenciado com a incidência de luzes compatíveis para cada cômodo. Quanto mais amarelada for a tonalidade da luz, mais aconchegante e tranquilo será o clima, especialmente em alguns cômodos da residência como sala de estar, de jantar, copas, dormitórios, corredores, banheiros, etc. Já a luz mais branca é recomendada para ambientes mais ativos, onde se pretende estimular a produtividade, tais como cozinhas, áreas de serviço, de trabalho e de estudo na casa. E é possível misturar as duas num mesmo espaço”, orienta.

    Compor a iluminação, utilizando as várias formas e equipamentos, garante cenografias diferentes para momentos diferentes. Efeito cênico, intensidade e temperatura, de acordo com Oliveira, são as ferramentas de um bom planejamento de lighting design. “Focos de luz em quadros, arranjos lorais, esculturas e objetos de decoração são usados para valorizar as peças. Porém é preciso salientar que cada tipo de material tem características e sensibilidades próprias, além de re lexões específicas, que devem ser consideradas no projeto para reproduzir cores, texturas e brilhos do objeto com fidelidade e não causar nele danos irrecuperáveis.

    É bom lembrar que todas as lâmpadas têm emissão de raios ultravioletas e infravermelhos, em maior ou menor proporção, mas todas têm. E isto pode implicar em desbotamento, despigmentação, ressecamento e queima do objeto, sem falar do aumento da temperatura no ambiente pelo efeito do calor emitido por fontes artificiais de luz. Aconselho ter muito cuidado no uso de lâmpadas Dicróicas, AR 111 e PAR, pois elas têm especificidades técnicas para cada situação e oferecem grande emissão de calor. O ideal é que estas sejam usadas com seus acessórios, como filtros bloqueadores de radiação, por exemplo”, informa o designer.

    Uma forma de evitar isto, diz Oliveira, é conferir as características da lâmpada na embalagem, como o IRC (Índice de Reprodução de Cor) e potência. Também é indicado verificar se a lâmpada já vem com filtro antirradiação e dissipação de calor.

    A tecnologia ganha força no mercado da iluminação. Os diodos emissores de luz, chamados de LED, conquistam cada vez mais espaço nos ambientes residenciais. “Os Leds, assim como a fibra ótica, transmitem a sensação de contemporaneidade e leveza, pois permitem novas concepções de iluminação com sua variedade de cores e versatilidade. Por suas dimensões favorecem a criação de luminárias menores e mais discretas”, sugere.
    O designer lembra ainda que a iluminação, especialmente na área externa da casa, também pode ser uma aliada da segurança, através da instalação de dispositivos como o relê fotoelétrico, acionado automaticamente na ausência de luz natural, e o sensor de presença, que acende a luz quando alguém se aproxima dele. “Outra dica de segurança importante: quando você liga várias lâmpadas ou aparelhos numa mesma fonte, sempre existe o risco de sobrecarga e eventual curto-circuito”, finaliza.

    IRC
    Quanto mais próximo de 100 é o IRC, menos distorção nas cores esta luz vai produzir. Onde a cor certa for fundamental, o índice deve ser no mínimo de 80.

  • Pós em Iluminação – IPOG – Londrina

    Sob a coordenação da Jamile Tormann, o IPOG abriu as inscrições para uma turma de especialização em Iluminação e Design de Interiores aqui em Londrina – até que enfim!!!

    logoIpog2

    O início das aulas está marcado para os dias 6, 7 e 8 de novembro.

    Este curso está sendo considerado o melhor na área aqui no Brasil. Também pudera, a lista de professores é de primeira grandeza:

    Adriano Genistretti – Engenheiro eletrotécnico formado pela Escola de Engenharia Mauá. Gerente de Projetos de Iluminação Philips do Brasil Ltda. – Divisão Luminárias, com experiência de mais de 26 anos no ramo de Projetos (iluminação Pública, Esportiva, Comercial/Predial, Decorativa, Industrial, etc.), cursos de especialização na Holanda. Tem seus projetos aplicados em trabalhos como o Estádio do Morumbi, Vila Belmiro, Centro Empresarial Nações Unidas, Mosteiro de São Bento, Cais do Porto de Recife entre outros.
    Claudia Amorim – Arquiteta. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UNB. Doutora pela Università Degli Studi di Roma “La Sapienza”. É docente da UnB, pesquisadora e consultora adHoc do CNPq.
    Claudia Torres – Arquiteta. Mestre em Iluminação Arquitetônica PELA FAU/USP, Doutoranda pela UFPB, é sócia do escritório VIA ARQUITETURA Iluminação e design Ltda.
    Farlley Derze – Mestre em Educação pela UNB. Especialista em História da Arte pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (FADM) – DF; docente de graduação e pós-graduação na FADM. Pesquisador e Coordenador do Núcleo de História da Associação Brasileira de Iluminação (ABIL).
    Gláucia Yoshida – Socióloga – UFG, Mestre em Educação – UFG, Especialista em Formação Sócio-econômica do Brasil – ASOEC, Especialista em Docência Universitária: Formação e Vivência – UNIVERSO, Especialista em Psicanálise e Inteligência Multifocal – Faculdade Michelangelo.
    Glaucus Cianciardi – Mestre em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie; Especialista em História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado – FECAP. Atualmente ministra aulas nos cursos de Design de Interiores, Design Gráfico e Design de Produtos no Centro Universitário Belas Artes. Professor de programas de aperfeiçoamento da Câmara de Arquitetos, IAB – SP, com Formação Continuada e AEA – Academia de Engenharia e Arquitetura; atuando em todo o território nacional.  Desenvolve projetos nas áreas residencial e comercial.
    Guinter Parschalk – Arquiteto e designer, especialista em iluminação e percepção visual com atuação internacional. Especialista em desenho industrial na Hochschule für künstlerische und industrielle Gestaltung Linz – Áustria.
    Isac Roizenblatt – Engenheiro elétrico formado pela Escola de Engenharia Mauá, São Paulo – Brasil – CREA 23171 (1968). Mestre em Energia pela Universidade de São Paulo. Especialista em Iluminação pela Universidade Tecnológica de Eindhoven – Holanda. Programa Interunidades do Instituto de Eletrotécnica e Energia, Escola Politécnica, Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis e Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Consultor da Pró Light and Energy Consultants.
    Jamile Tormann – Lighting – Designer, Fez Arquitetura e Urbanismo pela USU – RJ, Licenciatura Plena em Artes – Habilitação em Artes Visuais pela FADM-DF, é Pós-Graduada em Iluminação e Designer de Interiores pela UCB-RJ. Autora do livro Caderno de Iluminação: arte e ciência. Editora Música e Tecnologia – RJ, 2006. É Sócia fundadora da ABrIC e ABIL, e Membro da CIE-BR comissão 3 (Comission Internationale de L’Éclairage). Escreve artigos como colaboradora para a Revista Lume Arquitetura – SP e Tecnoprofile Magazine – Argentina.
    Juliana Ramacciotti – Arquiteta e Urbanista pela FAAP-SP. Mestranda pela Mackenzie – SP. Atuou por 4 anos na Philips Lighting em  projetos luminotécnicos e por 7 anos como Country Manager da Lutron do Brasil.
    Leonardo Moraes – Sociólogo pela UFG – Mestre em História pela UnB, Especialista em História Nacional de Goiás pela UFG. Especialista em Docência Universitária pela UNIVERSO.
    Lori Crízel – Arquiteto. Mestre em Conforto Ambiental pela UFRJ – ênfase em Luminotécnica. Docente da UFRJ e UFPR.
    Luiz Emiliano Lavendaño – Arquiteto e Designer pela Universidad Católica de Valparaíso – Chile. Mestre em Design pela FAU/USP, docente e coord. do curso de graduação em Desenho Industrial da FAITER – SP.
    Marcos Simão – Arquiteto. Especialista em Tecnologia e Projeto de Iluminação pela UNESA.
    Nelson Ruscher – Eng. Eletricista e Mestre em Eficiência Energética e Eletrônica de Potência pela UNB. Consultor técnico da Philips Iluminação, Vice-Presidente da ABIL – Associação Brasileira de Iluminação.
    Nelson Solano – Arquiteto. Mestre. Doutorando em Arquitetura pela USP. Autor do Livro Iluminação e Arquitetura. Editora Geros – SP, 2001.
    Plinio Godoy – Engenheiro, coordenador da Divisão 3 do Comitê Brasileiro de Iluminação – CIE-Br, representante brasileiro no Comitê Internacional de Iluminação – CIE, palestrante no curso de Iluminação de Exteriores da Universidade de Versailles (Fr), autor de projetos reconhecidos, como a Ponte Estaiada, em São Paulo (SP).
    Silvia Bigoni – Arquiteta. Especialista em Marketing pela FGV. Mestranda pela USP. Consultora desde 2001 do segmento de iluminação. Ministra o curso de Pós-Graduação de Design de Interiores na FAESA/ES e presta consultoria para o Prêmio ABILUX de Projetos de Iluminação. Atuou  na OSRAM do Brasil por 11 anos e ministrou o curso de Projetos de Iluminação na FUPAM/FAU-USP. Desenvolve ao longo dos anos projetos de iluminação residencial e comercial tais como Livraria Cultura; Artefacto; Esfera.
    Thais Borges Lima – Arquiteta. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA. Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pela UNB.
    Wilson Salloutti – Formado nas Faculdades Integradas Alcântara Machado, é sócio-fundador e atual diretor de Marketing da FASA Fibra Ótica, empresa pioneira na iluminação em fibra ótica para fins arquiteturais, decorativos e de comunicação visual no país. Sua luminária ‘Floating’ recebeu o Prêmio Via Design 2005.
    Convidado: Peter Gasper – Arquiteto e Cenógrafo. L.D. responsável pela maioria das luzes dos monumentos de Brasília. Trabalhou na Rede Globo, onde fez o cenário e iluminação das novelas. Iluminou a Hidrelétrica de Itaipu, o show de Frank Sinatra no Maracanã, a Missa do Papa e o Rock’n’Rio. Fez o projeto de iluminação da casa da Xuxa e BIG BROTHER BRASIL.

    As disciplinas são todas voltadas ao Lighting Design:

    •HISTÓRIA DA ILUMINAÇÃO
    •GRANDEZAS E CALCULOS LUMINOTÉCNICOS
    •FONTES DE LUZ ARTIFICIAL
    •PERCEPÇÃO VISUAL
    •SISTEMAS DE ILUMINAÇAO COM FIBRA ÓTICA
    •CONFORTO AMBIENTAL
    •DESIGN DE INTERIORES RESIDENCIAL
    •DESIGN DE INTERIORES COMERCIAL
    •DESIGN DE LUMINARIAS
    •METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
    •PROJETO DE ILUMINAÇÃO AUXILIADO POR COMPUTADOR
    •ILUMINAÇÃO DE INTERIORES RESIDENCIAL
    •ILUMINAÇÃO DE INTERIORES COMERCIAL
    •ILUMINAÇÃO DE EXTERIORES
    •ILUMINAÇÃO ESPORTIVA
    •ILUMINAÇÃO CÊNICA
    •ILUMINAÇÃO DE MUSEUS, GALERIAS E SALAS DE EXPOSIÇÃO
    •A LUZ SOB CONTROLE
    •GERENCIAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE PROJETOS
    •CONCEPÇÕES E CRITICA DA ILUMINAÇÃO

    A duração do curso é de 20 meses com aulas uma vez por mês (Sexta das 18h às 23h, Sábado 8h às 19h, Domingo 8h às 13h) e o investimento é:

    •Matrícula = R$200,00
    •Parcelas = 21
    •Mensalidade = R$ 480,00

    Para maiores informações e inscrições:

    IPOG – Instituto de Pós-Graduação
    Av. Cândido de Abreu, 776, 6* andar, Ed. World Business
    Centro Cívico    Curitiba – PR
    Fones: (41) 3203-2899 / Fax 3203-2884 / 9900-9657
    curitiba@ipoggo.com.br
    www.ipoggo.com.br

  • LD: embelezamento urbano

    Ja falei sobre arte urbana e outras intervenções urbanas que visam a melhoria estética e a qualidade de vida das pessoas. Agora, apresento algumas idéias de como fazer isso usando a luz.

    Na palestra do Nelson Ruscher (Philips) ele falou sobre o uso da luz para o embelezamento urbano – city beautification.

    No caso de áreas públicas de pedestres e veículos, o maior desafio para o lighting designer é conseguir aliar a necessidade de uma iluminação eficiente com a arte de iluminar. Aqui é que encontra-se o grande desafio.

    Promenading on stars, Geneva

    Um passeio público onde foram implantados 10.000 topleds. Alguns paralelepípedos foram tirados e substituídos por luminários especialmente desenvolvidas para este projeto.

    Reprojected, Munich

    Uma idéia que proporciona movimento ao entorno. Telas LED que soltam projeções das sombras de pessoas passando.

    The World’s Largest Timepiece: Bahnhofstrasse Christmas Lights, Zurich

    Um projeto que foi desenvolvido para o natal e que acabou por ficar perfeito para esta rua comercial. A instalação liga a estação de trens ao lago com uma linha contínua de luz. São 1.1 Km de extensão onde foram dispostos 275 tubos especialmente projetados para esta instalação com 8.800 lâmpadas LED. O projeto é de Gramazio & Kohler.

  • A orelha não vê…

    Ontem fui ao masterclass do Peter Gasper aqui em Londrina e, mais uma vez, foi um show assistí-lo.

    Antes de falar sobre ele, tenho que deixar aqui  registrado alguns pontos sobre a conversa que tive com a Jamile Tormann. Já a admirava por seu trabalho na área cênica e agora, como pessoa também.

    Essa “iluminadora de bolso” – como ela mesma disse que a chamam por causa de sua estatura, confirmou o que já tinham comentado comigo sobre ela: tranquila, atenciosa e acessível. À frente do Ipog, é uma incansável batalhadora pró-qualificação profissional.

    Dentre os planos e metas está a implantação do primeiro mestrado brasileiro em Iluminação e a realização de congressos.

    Ela esteve aqui, junto com o “cara da luz” Peter Gasper, para fazer oficialmente o lançamento da primeira turma de especialização em Iluminação e Design de Interiores do IPOG aqui em Londrina. Para quem quiser maiores informações acesse o site do IPOG ou envie um e-mail para o Sandro, responsável pelo IPOG Paraná. As aulas estão previstas para começar em novembro e as vagas são limitadas.

    Após a introdução feita por ela, o Nelson Rusher, da Philips Brasil, fez uma explanação sobre City Beautification, ou em português bem claro: embelezamento urbano. Tema este já abordado por mim aqui neste blog neste post.

    Agora falando diretamente sobre o masterclass com o Peter. Adoravelmente simpático, simples e brincalhão, Peter faz os presentes viajar pelo universo da luz através de imagens de projetos de sua autoria. Para quem não sabe, ele é o responsável pela iluminação do Sambódromo do RJ, das obras de Niemeyer, Rock In Rio 3 e das edições Lisboa e Madri, Itaipu além de um vasto currículo extraordinário que incluem além de eventos e teatro, LD de empresas e residências como a da Xuxa.

    Muitos podem pensar que assistir à uma palestra, aula ou masterclass regada de imagens pode ser chato porém é bem o que o título deste post prega: a orelha não vê. Até mesmo para os profissionais de arquitetura, design e engenharia é complicado imaginar qual será o resultado final do projeto por ser a luz algo imaterial. Nós conseguimos ter uma noção, porém certeza, ninguém tem. Agora imagine os clientes. Na maioria leigos é complicadíssimo começar a falar que tal luminária ou lâmpada vai proporcionar esse ou aquele efeito e, por mais que você tente “desenhar” nas paredes, dificilmente eles conseguirão entender. Por isso a necessidade de ter sempre uma excelente biblioteca de imagens para mostrar aos clientes.

    Mas também, de nada adianta você ter toda essa biblioteca se pouco manuseia os equipamentos de iluminação. E realmene isso é verdade. Ver é uma coisa, analisar e copiar outra, atingir o mesmo efeito atraves da analise e cópia, impossivel. Ou você conhece a fundo o que está fazendo, especialmente na fase vivencial (pesquisa, instalação, afinação) ou então você pouco entenderá do assunto.

    Outro ponto que ele destaca é com relação à formação. É impossível uma pessoa sair de dentro de uma faculdade dizendo que domina ou sabe tudo, especialmente em iluminação. Isso é balela. Quem dera quem vai trabalhar com LD fosse obrigado a passar no mínimo um ano trabalhando dentro de um teatro. Com isso certamente teríamos um ganho enorme na qualidade projetual nacional e também não teríamos pessoas não habilitadas se metendo a falar sobre coisas que não entendem.

    De um modo geral, foi excelente e de alto nível o evento. No entanto não posso deixar de registrar aqui que varios profissionais ali presentes se sentiram incomodados – alguns arrisco a dizer até ofendidos. Mas não esquento, afinal estamos em Londrina, terra que amo mas que infelizmente tem pessoas com mentalidade de coronel, especialmente profissionalmente falando rsrsrsrs. Ninguém sabe tudo.

  • Blight – persiana solar

    O designer Belga Vincent Gerkens faturou o prêmio de melhor produto verde do concurso internacional Greengagets com esta persiana.

    A idéia é simples: uma persiana com o modelo tradicional mas que tem em suas lâminas o principal diferencial: ao invés de plastico, metal, madeira ou outro elemento, ele a produziu utilizando materiais alternativos e bastante específicos para que pudesse aproveitar ao máximo esse produto.

    A idéia das persianas é formar uma barreira para o sol principalmente. Então porque não aproveitar toda essa exposição e transforma-a em energia e luz? Essa foi a idéia da concepção da Blight.

    Na base de fixação estao instalados os componentes normais de uma persiana e os específicos para o produto: baterias de armazenamento e conversor de voltagem. Já as lâminas tradicionais foram substituídas por outras feitos com um elemento eletroluminescente (branco) abastecido energeticamente pela bateria e por micro células fotovoltáicas, que são as responsáveis pela captação solar (azul).

    O resultado disso? Simples: durante o dia você tem uma persiana normal e com uma estética impecável. Durante a noite, uma luminária também esteticamente interessante e que não consome absolutamente nenhuma energia elétrica.

    É só esperar chegar ao Brasil agora!