O 118 WallyPower super yacht é um belíssimo exemplo de como o Design pode – e deve – ser utilizado.
Trata-se de um iate de luxo, altamente tecnológico e com um projeto de interiores de impressionar.
É muito comum perceber erros nos projetos de iluminação que demonstram o óbvio desconhecimento do prejetista sobre os equipamentos e acessórios, modelagens projetuais, eficiência energética, estética, segurança entre tantos outros.
É sabido que hoje em dia, em média 70% de um projeto se faz com o Light Design. De nada adianta gastar horrores com móveis de design assinado, revestimentos caríssimos se o projeto de Lighting não for muito bem elaborado.
Tempos atrás visitando uma mostra de decoração me deparei com um home-theater muito bem montado funcional e esteticamente. Porém o projeto de iluminação estava péssimo. Havia uma tela de plasma numa parede e junto à parede oposta um sofá daqueles que é o sonho de consumo de qualquer um.
Mas bem em cima deste sofá, onde deveríamos nos sentar confortavelmente para assistir seja lá o que for – PASMEM! – foram instaladas 14 spots embutidos duplos para lâmpadas AR111. Isso dá um total de 28 lâmpadas num espaço com pé direito comum – 2,65m +- – quando estas lâmpadas foram projetadas para alturas mínimas de 3,00 metros. Issos em contar as incontáveis dicróicas espalhadas pelo resto do espaço, o ar condicionado gritando em potência máxima na tentativa de reduzir o calorão que estava lá dentro…
Comecei a dar risada pois não me aguentei diante de tamanho absurdo. Foi quando a dupla responsável pelo ambiente já veio arrogantemente me dizer que se eu não tinha gostado do espaço que me retirasse. UAW!!! Que profissionalismo e ética. Entreguei um cartão meu e me retirei. Sem contar ainda que o tema era “sustentabilidade”…
O pessoal acha que apenas com os parcos conhecimentos adquiridos na faculdade já estão aptos a sair desenvolvendo projetos à torto e a direito. Não é bem assim. Não é simples assim.
É exatamente por isso que vejo contantemente erros e mais erros projetuais em lighting. Incluindo aqui nos projetos de muitos dos bambambãns e socialites.

A imagem acima nos dá a exata noção do tamanho do desconhecimento do projetista no tocante a equipamentos para iluminação.
Os rebatedores são uma “mão na roda” para resolvermos a iluminação de grandes espaços. Mas para utiliza-los não basta levarmos em conta isso ou que eles estejam na moda. Percebam na imagem que o facho da lâmpada é maior que o diâmetro do rebatedor o que ocasiona a fuga de luz para a parede além das horríveis sombras projetadas do rebatedor.
Os erros cometidos? Erros de angulação e distância. Já que a luminária encontra-se a determinada distância do rebatedor, temos de analisar – devido à distância – em que raio a abertura do facho estará na distância em que o rebatedor estará localizado. Aqui o projetista utilizou uma lâmpada onde a abertura acabou ficando maior do que deveria.
Outro caso:

Fala sério!!! Como esse povo gosta de gastar energia e provocar ofuscamentos desnecessários.
Aqui percebe-se claramente que o projetista não levou em consideração a arquitetura. A única coisa que se percebe e uma explosão de luz na tentativa de “querer aparecer” em meio à paisagem urbana.
Percebam que até mesmo os elementos arquitetônicos mais sutis ficam “foscos” em meio a tanta luz.
Em tempos de eficiência energética percebemos que o pessoal anda meio desligado sobre o assunto.

Olhem que “belezura” os reflexos no teto. Vidros, espelhos, cromados, dourados facilmente refletem a luz formando essas ilhas de reflexos nas outras superfícies. CUIDADO!

Percebam na sanca a explosão de luz causado ofuscamento. Erro? Desconhecimento dos equipamentos, potência adequada, pode também ser erro de abertura da sanca entre vários outros. Isso mata qualquer projeto. E percebam que o mesmo erro foi cometido sequencialmente em vários ambientes que aparecem mais ao fundo na imagem.
A luz indireta produzida pelas sancas (built-in) devem ser pensadas como luz secundária, apenas de preenchimento e nunca como principal.

A imagem acima nos mostra mais um erro crasso e muito comum: posicionamento em relação ao usuário.
Tudo bem que esteticamente fica muito bonito. Mas coloque-se em pé de frente com esta luminária e tente conversar com a pessoa que está do outro lado da mesa… Isso sem contar que este tipo de instalação provoca ofuscamento quando estamos sentados.
Bom, espero que com estas dicas e observações ao menos vocês leitores, parem de cometer esses erros.
E nunca é tarde para lembrar: não queira fazer tudo sozinho. As parcerias estão aí exatamente para evitar estes erros comuns e bobos.
Agradeço à Rosana por esta dica.
Trata-se do blog Design Vivo, do Renato que faz parte do Instituto Waru.

“Não é sobre o mundo do design. É sobre o design do mundo.
Este blog existe para compartilhar boas idéias, contar histórias inspiradoras e falar de gente legal – conectando pessoas que tenham interesses em comum.
Esperamos que você nos ajude a propagar os valores expressos aqui.
“o Design é a conexão entre as coisas. Não é a água, ou a galinha ou a árvore. É como a água, a galinha e a árvore estão conectados. É o oposto do que somos ensinados na escola. A educação convencional pega tudo e quebra em pedaços e não faz conexão nenhuma. A Permacultura faz a conexão, porque assim que você obtém a conexão você pode alimentar a galinha da árvore.” Bill Molison (fundador da Permacultura)”
Muitas informações e dicas sobre permacultura, estratégias, ecologia e tantos outros temas ligados à preservação consciente do meio ambiente, de nosso planeta.
Parabéns pela iniciativa e pelo blog!!!
Já está no blogroll ao lado.
Ontem tive o prazer de pegar na locadora o DVD com o desenho Wall-E.
Como trata-se de um desenho e que tenho visto e ouvido muitas crianças falando sobre o filme porque o robozinho é bonitinho e vários outros etecéteras similares, peguei sem muitas expectativas… Seria apenas mais um desenho.
Porém a surpresa foi grande!!!

Não se trata de apenas mais um desenho. Cheguei até a comentar com um amigo que estava assistindo junto que este desenho é bem mais indicado para os adultos que para as crianças.
Wall-E é um “robô lixeiro” que tem a missão de limpar o planeta terra depois que a raça humana conseguiu finalmente destruir tudo, restando apenas este robô, lixo e uma barata.
Um alerta sério não somente sobre a destruição do planeta – aquecimento global, lixo, etc – mas também sobre a alienação gerada pela informatização e a perda da capacidade motora gerada pelo uso de máquinas no lugar de humanos.

Porém, ao contrário dos documentários que passam aquela imagem agressiva e nos faz ficar com raiva, o romance entre Wall-E e EVA faz a coisa ficar mais leve e acaba por nos fazer pensar seriamente sobre o assunto abordado no filme.
A estética da animação é muito interessante e as cenas mais que bem trabalhadas.
O mais interessante é que quase não existem diálogos entre os personagens, especialmente entre os robôs, mas mesmo assim a mensagem é passada com perfeição.
Quem quiser ver uma excelente resenha sobre o filme acesse o site Projeto Bonsai.
Vale a pena assistir!
“A luz em si é invisível, o que vemos é o objeto iluminado e a fonte luminosa. A luz depende totalmente da matéria e reage de forma diferente com cada tipo de material”
“Há fabricantes que copiam formas mas não outras qualidades do produto, como ótica, engenharia, cálculos, tipo de anodização, curvaturas que refletem ou dispersam a luz e a especificidade do material”
Guinter Parschalk.
“Isso é positivo porque dispensa o rotineiro e ajuda a conquistar avanços a cada projeto”
“É preciso ter uma clara identificação do que e como será iluminado”
Antônio Carlos Mingrone.
“A integração dos projetos é fundamental”
Gilberto Franco.
“Algumas luminárias bonitinhas só servem para disfarçar a falta de um trabalho de luz”
Esther Stiller.
ETAPAS DE UM PROJETO
Esther Stiller trabalha com três parâmetros básicos que se aplicam a todos os seus projetos, mudando apenas o peso que cada um tem conforme as necessidades do ambiente e as expectativas do usuário:
1) O aspecto emocional, que inclui atração visual, é prioridade em espaços como lojas ou restaurantes.
2) O conforto visual – controle de reflexos, brilhos e ofuscamento, além de cuidados com contrastes – é fundamental em locais onde as pessoas permanecem por horas seguidas.
3) A economia de energia, que ganhou maior importância após a crise energética de 2001. Mas mesmo fora das crises, a conservação de energia é fundamental em projetos de maiores dimensões ou de grandes redes, de forma que o somatório do consumo tenha menor impacto no conjunto.
Compreender o universo do projeto
· Atentar para as condições de visão dos usuários
· A linguagem luminotécnica deve ser compatível com a arquitetura
· Observar restrições decorrentes de sistemas embutidos nos forros
· Observar restrições decorrentes das características do meio ambiente
· Avaliar as condicionantes de custo de implantação e de operação
Conceber o sistema
· Conhecer as expectativas dos usuários
· Definir requisitos luminotécnicos segundo as funções exercidas em cada ambiente
· Utilizar recursos da informática para prever os cenários, com perspectivas de cada ambiente
· Definir os fachos luminosos que desenharão o cenário
· Checar a adequação dos fachos quanto aos requisitos luminotécnicos
· Checar a conveniência do custo unitário do equipamento ao custo global da obra
· Checar a eficácia do equipamento segundo requisitos operacionais
· Definir um repertório de equipamentos que possa ser aplicado em todo o projeto
Projetar o sistema
· Calcular o sistema somente depois de ter avaliado todas as questões anteriores
Acompanhar a implantação do sistema
· Etapa importante para que tudo saia conforme o esperado
Avaliar os resultados
· Conheça os erros e acertos na execução de um trabalho
QUESITOS BÁSICOS
1. Desenvolver um projeto atribuindo o devido peso a três fatores básicos: conforto visual, luminotécnica e economia de energia.
2. Avaliar se a quantidade de luz (iluminância, medida em lux) é adequada às atividades exercidas no ambiente
3. Promover a correta distribuição das iluminâncias no campo visual para garantir conforto ao usuário
4. Promover o controle de brilhos de fontes luminosas e superfícies iluminadas para não causar deslumbramento (excesso de brilho que reduz a capacidade visual) e evitar reflexões veladoras
(reflexo da lâmpada no papel ou na tela do computador)
5. Quando o projeto exigir contrastes de luz e sombra, cuidar para que haja uniformidade de luminância sobre superfícies de trabalho, como caixa de loja ou balcão de demonstração
6. Tomar cuidado ao trabalhar com contrastes e zonas de sombra
Fonte: Esther Stiller
Sugado: ArcoWEB
Fonte: Paraná Shop – 17.12.2008
Paraná – Dentro de uma cultura em que os buracos fazem parte das vias, que representam desafios e prejuízos, fica difícil acreditar que existam aquelas que duram mais de dez anos sem reparos, que ajudam a evitar acidentes, a economizar energia elétrica, pneus, combustível e também os custos aos cofres públicos. Mas em Curitiba (PR), o aumento de vias urbanas pavimentadas em concreto já demonstra, na prática, essa realidade. Na capital, atualmente, duas importantes obras da prefeitura destacam as vantagens da técnica – a Linha Verde, que inaugura nesta sexta-feira, dia 19 de dezembro, e a revitalização da Marechal Floriano Peixoto. A escolha da pavimentação em concreto, entre outras soluções possíveis, foi decidida ainda na fase dos projetos, que analisou custos de construção e manutenção, vida útil, e características de operação da via.
O pavimento de concreto ganhou notoriedade em razão da sua qualidade e durabilidade, que pode ultrapassar 20 anos, com índices baixos de manutenção. Além disso, indicado para tráfego pesado e contínuo, se sobrepõe às técnicas convencionais em vias de muita frenagem e aceleração. “A pista de concreto tem condições de agüentar veículos mais pesados e trânsito mais intenso”, afirma o engenheiro Carlos Roberto Giublin, gerente regional da ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland, entidade que presta assessoria à prefeitura de Curitiba.
Em Curitiba, equipamentos de alta tecnologia são utilizados na execução das obras. “Com eles, a relação custo/benefício muda completamente, viabilizando a competitividade do pavimento de concreto”, afirma o engenheiro Lívio Petterle Neto, diretor do departamento de pavimentação da Secretaria Municipal de Obras Públicas de Curitiba. “Além de racionalizar a obra e os custos, o concreto, por ser mais claro, reflete melhor a luz, permitindo uma iluminação segura, com menor consumo de energia”, completa.
Sustentabilidade
Com tamanha eficiência de resultados, o pavimento de concreto é uma chance de reverter o quadro nacional de rodovias mal conservadas. Outra característica positiva é sua baixa geração de resíduos. “É um sistema construtivo que gera menos impacto ambiental. Aliado ao baixo desperdício de dinheiro público, ele contribui com a economia nacional e para o desenvolvimento sustentável da sociedade”, diz Giublin.
Linha Verde
Dividida em dois lotes de obras, a Linha Verde vai contar com um complexo de doze pistas de tráfego de veículos, vias de transporte coletivo e oito estações de embarque e desembarque de passageiros – essas, em pavimento de concreto. O primeiro lote tem onze quilômetros e vai ligar os bairros do Pinheirinho e Jardim Botânico. A segunda fase tem início no segundo semestre de 2009 e vai completar o novo eixo de integração de Curitiba.
Bom pessoal, já perceberam que nesta semana que está terminando eu não postei quase nada. Isso se deve à correria de final de ano.
Quem já trabalha na área sabe que final de ano é sempre assim. Além dos projetos de Interiores e Ambientes dos clientes que querem suas casas renovadas para as festas de fim de ano, temos ainda as decorações natalinas. Haja fôlego.
Mas para não deixar vocês leitores órfãos, vou postar algumas dicas rápidas aqui:
1 – Lar Doce Lar
Para quem curte este programa, pode rever os vídeos das reformas já realizadas através do site
http://tvglobo.caldeiraodohuck.globo.com/lardocelar/
Muito bom!!!!
2 – Cursos de Arte Floral
A Floral Design Brasil está com alguns workshops programados para o final de ano e inicio de 2009. Acesse o site e confira a programação.
3 – Feiras 2009
As feiras de 2009 já estão com o credenciamento online para visitantes.
4 – TV por assinatura
Alguns canais de TV por assinatura oferecem excelentes programas para nossa área.
No Discovery Home&Health está passando uma temporada Eco Renovação. É um programa muito bom sobre novas construções eco-sustentáveis e aquelas já construídas onde os proprietários “compram” as idéias sustentáveis e permitem as implantações propostas pelos arquitetos e designers.
Além desse, tem o Design Divino – com a Candice – que é naquela linha de renovações rápidas. Muita coisa interessante aparece por lá.
Tem também o Trading Spaces onde vizinhos trocam de casa e reformam um dos cômodos. As vezes tudo sai bem, mas de vez em quando erram feio rsrsrsrs Vale a pena.
Já no Discovery Channel, o melhor que acho é o Mega Construções.
No National Geografic Channel encontramos uvasta grade sobre o Meio Ambiente e também alguns sobre engenharia, arquitetura e Design. Além dos sempre excelentes sobre arqueologia e história.
Todos eles apresentam em seu site uma resenha sobre os programas já apresentados e, em alguns casos, vídeos e uma enorme galeria de imagens. Excelente fonte de pesquisa.
Bom, acho que com essas dicas já me redimi pela ausência da semana.
Espero que curtam bastante todas elas.
Bom, conforme prometido, aqui vão algumas fotos do que estou preparando para o Natal aqui em casa.
Ainda não está finalizado, precisam de uns ajustes mas já dá para vocês terem uma idéia.
Infelizmente minha câmera não está legal e aproveito para deixar uma dica: jamais empreste sua câmera pra quem quer que seja. Emprestei a minha e ela voltou detonada e nao tem como ajustar as configurações mais, nem ressetando.



Como eu coloquei num post anterior, estou cansado de papai noel, renas, bonecos, flocos e cristais de neve e tantas outras coisas que não tem absolutamente nada a ver com a cultura, clima e realidade brasileira. Nem mesmo o tipo de pinheiro usado é natural daqui. Quem sabe se fosse uma araucária…
Nossa cultura é riquíssima, é uma fonte quase que inesgotável de informações que podemos adaptar e aproveitar em nossos projetos.
Neste caso específico vejam por onde andei:
1 – Moro numa região que já foi a principal área cafeicultora do país. Então fui em busca de elementos e o melhor que encontrei foi a peneira que era usada pelos colhedores de café. Ela serve como base de todo o arranjo. Ela serve também para lembrar que devemos peneirar tudo que nos acontece para separar o joio do trigo, para mantermos e guardarmos apenas o de bom que nos acontece.
2 – Os outros elementos tirei do folclore nacional. As fitas multicoloridas presentes nas festas e indumentárias populares como congadas, folia de reis, bois e várias outras me servem de sustentação para as bolas artesanais, algumas em patchwork, outras em aplicações de rendas, outras com transparência para dar mais leveza.
3 – Como não poderiam faltar, as luzes (todas LEDS) se fazem presentes e ganham mais força com as bolas espelhadas.
4 – Sobre a mesinha de canto, a idéia é montar um presépio apenas com animais. Porém não encontro por aqui animais em escala semelhante à do Menino Jesus que já possuímos ha anos. Portanto ficam por hora o Anjo com fibra ótica e as velas.
5 – Sobre os Anjos que anunciam aos pastores, aos de coração despojado, a Boa Nova : “O Menino nasceu numa mangedoura! Glorificado seja Deus nas alturas e paz na terra aos homens e mulheres por ele amados” acredito que Deus nos envia seus anjos em determinados momentos de nossas vidas para nos socorrer, auxiliar e proteger. Estes podem vir não somente como espíritos, mas também como pessoas que se fazem presença divina em nossas vidas, em algum momento, trazendo-nos uma mensagem de esperança, de amor e de fé. Podem simplesmente passar por nossas vidas e continuar seu caminho ou permanecem junto da gente por longos períodos ou pela vida toda. Quando amamos nos tornamos anjos um dos outros. É no amor compartilhado que Deus manifesta o seu amor infinito derramado sobre nossos corações. E no amor nos tornamos anunciadores da Boa Nova, do amor que dá sentido a nossa existência.
Bom, por hora é isso. Assim que estiver finalizado vou tirar outras fotos pra colocar aqui neste post.
Espero que gostem da idéia e repensem sobre o Natal.
Repensem principalmente sobre o significado autêntico do Natal.
Celebrar o Natal não se resume a presentes ou fartas ceias mas antes de tudo nos remete à recordar, na fé e na reflexão, de que neste dia Deus, em seu infinito amor, nos deu o maior de todos os presentes: O seu filho Jesus Cristo.
“Um Menino nos foi dado” na sua Aliança de Amor com cada um de nós e com toda a humanidade para que conquistemos uma vida plena na justiça e fraternidade.
Nesta Aliança, deu-nos um Salvador, seu Filho, aquele que redime e livra de todos os pecados, nos limpa e purifica para que nos tornemos sempre mais seus filhos e como filhos, irmãos uns dos outros.
E, para todos, deixo uma mensagem bíblica para qualquer situação:
Não temas, crê somente!
Confie, entregue tudo nas mãos d’Ele, tenha fé e siga a tua jornada.
Ele tudo fará por ti.
Fonte: Procel Info – 26.11.2008
Casa genial incentiva uso eficiente de energiaRio Grande do Sul
O Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e a Eletrobrás criaram uma residência completa, de 51m², com dormitório, sala de estar, cozinha, escritório, lavanderia e banheiro, para incentivar os visitantes a utilizarem a energia elétrica de forma racional. A “Casa Genial” tem o objetivo de contribuir na conscientização dos consumidores de energia elétrica. A casa, com eletrodomésticos, ar-condicionado, utensílios e móveis, possui dois modelos de geladeira. Um dos modelos tem o selo de eficiência energética do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), da Eletrobrás. O objetivo é fazer com que os visitantes constatem a diferença no consumo.
De acordo com Álvaro Theisen, vice-diretor dos Laboratórios Especializados em Eletroeletrônica, Calibração e Ensaios (Labelo), se o consumidor deseja substituir a velha geladeira por um novo modelo, com eficiência energética, ele poderá receber o retorno do investimento em menos de 18 meses através da economia de dinheiro nas contas de eletricidade. O museu estará equipado com medidores de energia em funcionamento, pelos quais os visitantes poderão fazer a comparação. Também haverá lâmpadas incadescentes e fluorescentes para serem comparadas. Será utilizada ainda a iluminação fluorescente dimerizada (com sensor que capta a iluminação natural), que auto-regula sua iluminação conforme a intensidade da luz solar no ambiente.
Depois da visita, os interessados poderão assistir a uma apresentação, com recursos multimídia, e poderão calcular as despesas mensais e anuais com equipamentos domésticos. A Casa Genial poderá ser visitada na área de exposições do MCT da PUCRS, a partir do dia 27 de novembro. Mais informações sobre a casa e sobre o seu lançamento podem ser encontradas no site do museu, www.pucrs.br/mct/.
Serviço:
Evento: Lançamento da Casa Genial
Data: 27 de novembro de 2008
Local: Porto Alegre – RS
Informações: www.pucrs.br/mct/
Ha muito que venho observando os investimentos públicos e privados nos sistemas de transportes com trens – trem e metrô -motropolitanos e inter-urbanos.

Infelizmente não há avanços nem alterações enfáticas que visem solucionar realmente os problemas. O que vemos são um conjunto de soluções paliativas que resolvem os problemas por algum tempo, mas logo depois tudo fica como antes. Não quero entrar no entando, no “campotécnico” e “burrocrático” da coisa, prefiro ater-me ao senso estético utilizado aqui no Brasil e lá fora.

Começo pelos veículos propriamente ditos. Os metrôs e trens precisam ser realmente aquelas geringonças quadradinhas, feias, cinzas e sem graça? Porque os carros tem de ter aquela frente quadrada e reta? Porque os vagões tem de ser sempre iguais? Porque geralmente cinza/metálico? Porque os trens ainda tem de rodar sobre rodinhas provocando toda a trepidação e desconforto, solavancos que por vezes chegam a derrubar passageiros dentro dos vagões? Como vemos existem muitos porquês ainda além destes citados.

Porque não se aplicam cores, arte urbana, adesivagem, copias de arte usadas de forma educacional? Porque o carro nao pode ser mais arredondado e bonito no estilo daqueles trens que vemos no exterior? Aqui também podemos apontar incontaveis soluções que, além de embelezar, poderiam servir como fonte educativa/informativa através da exposição de arte aplicada – adesivada ou pintada – ou ainda informativa sobre eventos culturais/educativos. Não digo publicidade pois fatalmente cairíamos na poluição visual e isso vai na contramão do que pretendemos: o embelezamento urbano.

Observe o trem do trem de Metrô abaixo:

Mas este processo nao fica restrito apenas aos trens e metrôs, isso teria de ser aplicado já dentro das proprias estações. Um bom exemplo está no post Estações: Westfriedhof, Munich Germany aqui mesmo no blog.
ou então, veja o exemplo das 165 estações (!!!!) de Moscovo:
E agora observe as nossas:




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Nossas estações e plataformas são horríveis – salvo raras e novas excessões. As bilheterias são péssimas, banheiros piores ainda, plataformas medonhas e que não contribuem com o bem estar dos usuários.
Muitos podem alegar – e até eu mesmo fui pessimista no post citado acima – que o vandalismo é o contra que impede este tipo de ação. Porém fiquei pensando sobre isso e vou concluir sobre este assunto no final deste post.

Já na parte interior dos trens e metrôs o que vemos é uma repetição de erros comuns, esteticamente falando. As empresas responsaveis parecem não se importar nem com a estética e nem com o bem estar dos usuários. O que vale é quanto mais usuários caberão nos vagões. O que vemos dentro dos trens são sempre as mesmas poltronas/bancos, o mesmo tipo de informação visual – por vezes confusas, uma total e absoluta frieza e dureza estética, entre vários outros fatores que podemos observar facilmente andando em qualquer um dos trens.


Os equipamentos internos geralmente são comuns, simples. As cores idem e repetem-se à exaustão. Os sistemas de segurança confusos e incompletos. Há muito o que se fazer para melhorar o sistema de transporte por trens aqui no Brasil.

Ao olharmos para os interiores dos vagões, a primeira sensação que temos é a de frieza, impessoalidade. Eu sempre que entro num trem ou metrô me remeto a cenas de filmes como Blade Runner onde o que importa são as máquinas e não o ser humano. É desconfortável.
O Metrô do RJ parece que está querendo mudar um pouco isso, mas ainda está longe de ser o ideal:

Apesar da mudança estética, mantem-se a máxima: maior número de usuários por cm².
Isso sem contar na absoluta falta de educação da maioria dos usuários. São jovens sentados em bancos destinados a idosos e ocupando espaços destinados a portadores de deficiências, um empurra empurra danado, riscos de assaltos entre vários outros fatores humanos.
Dentro de nossa área, Design de Interiores e Ambientes, podemos trabalhar em qualquer uma das citadas acima. Na verdade, esse todo exposto faz parte de um projeto global de melhorias que podem sim ser projetados por um Designer. Alguns pontos que podemos implantar visando a melhoria:
Nas estações:

Interiores: mais leves e humanizados, menos cinza-concreto, menos quadrados.
Iluminação: mais eficiente, menos ofuscante ou ausente.
Equipamentos: bancos, lixeiras, painéis informativos, catracas, segurança, etc.
Embelezamento: aplicação de arte, literatura, musica, exposições itinerantes, propor uma mudança radical nos projetos arquitetônicos e de engenharia visando a melhoria estética dos espaços.
Bilheterias: mais funcionais e esteticamente degustáveis.
Segurança: implantação de sistemas de monitoramento remoto por câmeras, detectores de metais e outros, etc.
Ainda existem várias outras ações que podemos implantar, é só observar.
Nos carros:

Gráfico: implantação de projetos gráficos que valorizem as artes, a literatura, a educação excluindo contrapondo com as linhas sempre retas e repetitivas dos vagões.
Cores: aplicação de cores nos vagões como forma de suavizar a frieza do metal.
Modelos: propor novos modelos com formas mais suaves ou utilizar os modelos já existentes no mercado exterior.
Intervenções: ampliando janelas para melhorar a visão para o externo quando em áreas não subterrâneas, tetos panorâmicos entre outros. Incluem-se aqui ações voltadas a reduzir o atrito, solavancos, barulho, etc.
Nos vagões:

Poltronas mais confortáveis e em maior número, mesmo que isso signifique menor numero de passageiros por vagão. Fala sério, as empresas faturam e muito bem com a quantidade de usuários. Poderiam investir numa maior quantidade de carros tranquilamente.
Beleza estética e nos materiais utilizados dentro dos vagões, nos acabamentos. Mais cor e alegria para os usuários que são trabalhadores e merecem um minimo que seja de conforto.
Cultura tomando o lugar da publicidade. Arte, literatura, música, etc podem tranquilamente servir de ferramentas pró-educação. Ao contrário da publicidade que só polui.
Acústica: quem não se estressa ou irrita com aquele barulho infernal?
Equipamentos como as barras e ganchos de segurança (pegada) mais ergonômicos.
Iluminação: menos fria e dura, uma iluminação que contribua para o embelezamento interno e o conforto dos usuários.
Segurança: implantação de sistemas de monitoramento remoto por câmeras. Com isso, fica fácil a identificação por imagem de vândalos e marginais.
Como se vê, existem várias intervenções que podemos realizar nos trens e metrôs com a finalidade de melhorar a qualidade dos serviços prestados e ao mesmo tempo, trazer uma qualidade e bem estar aos usuários.
Sei que podem parecer utópicos alguns pontos, porém temos de analisar estes por outro lado: gestão pública.
A culpa deste sistema ruim que temos vem das péssimas administrações publicas anteriores e atuais. Sabemos que no Brasil há muita corrupção, verbas publicas são desviadas e embolsadas por alguns, os projetos são mega-faturados entre varias outras coisas. É exatamente aqui que está o ponto X de toda esta problemática.

Se tivéssemos políticos realmente preocupados com um projeto de cidade, de estado, de país e não com projetos pessoais, partidários e de coleguismos certamente o nosso país seria muito melhor e estaríamos já ha bastante tempo no primeiro mundo.
De acordo com o Dr. Bianco Zamora Garcia, prof. de Ética do Mestrado de Direito da UEL, estas questões envolvem políticas publicas que orientam a gestão da cidade na sua totalidade. Entretanto, as políticas públicas se apresentam como reféns da sazonalidade de governos mais preocupados com sua visibilidade do que com a cidade. Enquanto as políticas públicas se constituírem estratégias de governabilidade (e reduzidas a elas), nada podemos esperar sobre implemento de ações efetivas e de impacto duradouro. Para estabilidade e eficácia das políticas públicas, inclusive aquelas que envolvem a gestão da cidade, importa que estas se tornem políticas estratégicas de Estado, elaboradas de modo efetivamente democrático pela sociedade (esfera pública), cabendo aos sucessivos governos apenas a sua execução sob controle social das instituições organizadas em conselhos representativos, de caráter público.
Portanto, a defesa do patrimônio público e, consequentemente, de todas estas alterações possíveis cabe única e exclusivamente à administração pública. É ela que terá de, por exemplo, aumentar o efetivo policial nas estações reprimindo, assim, a ação de vândalos que depredam o patrimônio público, bem como atuar firmemente na educação para formar cidadãos conscientes de que, da porta da sua casa pra fora, o mundo não é “a casa da mãe Joana” onde se pode fazer o que quiser.
E cabe a nós Designers – e a qualquer outro profissional – termos consciência de que além de profissionais, somos antes de tudo cidadãos e que temos o dever de cobrar das administrações públicas que estas e outras ações sejam implantadas.
Fonte: Jornal do Brasil – 13.11.2008

Rio de Janeiro – Conhecido pela harmonia com a natureza e pelo sol intenso durante o ano, o Rio ainda está engatinhando quando se trata do uso de energia solar em substituição ao chuveiro elétrico, o maior vilão das contas de luz. Mas uma ONG paulista vem multiplicando pelas residências da cidade um aquecedor solar de baixo custo que possibilita economia de até 40% ao fim do mês – podendo chegar a 60%, como no caso de um centro cultural em Santa Teresa. Enquanto em cidades de São Paulo o equipamento já é uma realidade, no Rio o governo do Estado ainda tenta fazer valer a lei – aprovada no início do ano – que exige a implantação do sistema em todos os prédios públicos estaduais. Nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por exemplo, o sistema está previsto apenas em parte do Complexo de Manguinhos.
O aquecedor solar de baixo custo foi desenvolvido pela ONG Sociedade do Sol, junto do Centro de Tecnologia da Universidade de São Paulo, que disponibilizou o manual de instalação na internet. Com materiais simples como tubos e forros de PVC (usado em tetos de escritórios), o técnico de informática Hans Rauschmayer vem promovendo cursos de instalação do equipamento no Rio e, esta semana, foi convidado para divulgar o sistema nas prefeituras de Búzios, Macaé e Itaguaí.
– É tão simples que muitos não acreditam – conta Hans. – A água pode atingir até 60 graus, mas há um sistema de segurança, e a temperatura pode ser regulada a partir da instalação de um segundo registro, com água fria.
Os forros de PVC, pintados de preto, transformam-se num coletor solar ligado à caixa d’água, devidamente revestida por isolamento térmico. Por ser mais densa, a água fria passa por dentro dos canais dos forros e empurra automaticamente a água quente para dentro da caixa, sem necessidade de automação elétrica. A água quente, porém, pode durar no máximo três dias, caso não haja sol. Todo o sistema custa em torno de R$ 300 e pode gerar até 60% de economia, como aconteceu no Centro Cultural João Fernandes, em Santa Teresa.
Freezer vira caixa d’água
O administrador do Centro, Paulo Sérgio da Silva, foi ainda mais original: pegou dois freezers que serviam de depósito de bebidas e os reaproveitou como caixas d’água, já com o devido isolamento térmico. Com os 600 litros de água quente, mais de 20 pessoas tomam banho por dia no Centro, que serve ainda de abrigo a turistas participantes de trabalhos sociais do local.
– Antes, eu gastava em torno de R$ 500 com luz, e hoje não chega a R$ 300 – lembra Paulo. – Para nós, que dependemos de doações, foi um ganho enorme. Temos aquecedor solar em quatro banheiros, e estamos planejando instalar em outros dois.
Morador de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, Ronaldo Fonseca Rocha fundou uma empresa para revender o sistema. Em mais de 10 anos, porém, não vendeu o equipamento a mais de 200 pessoas.
– Em Belo Horizonte e Juiz de Fora, vendemos bastante, mas no Rio é muito pouco – afirma.
No interior de São Paulo, por exemplo, a demanda também é grande porque as prefeituras dão desconto no IPTU para quem instalar o equipamento.
Estado tenta implantar sistema em prédios públicos
O governo do Estado tem se esforçado para substituir parte da energia elétrica em seus imóveis, mas, desde o início do ano – quando a lei entrou em vigor – apenas dois prédios implementaram o novo sistema. A Universidade Estadual do Rio de Janeiro
(Uerj) também desenvolve um aparato semelhante ao da Ong Sociedade do Sol, mas ainda está em fase de testes.
No início do ano, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico criou o Programa Estadual de Racionalização do Uso de Energia, com o objetivo de estudar e pôr em prática todas as leis aprovadas nesse sentido. Em novembro, a Santa Casa de Misericórdia de Resende substituiu 43 chuveiros elétricos pelo sistema de aquecimento de água por energia solar, promovendo uma economia de energia elétrica de cerca de 30%. O sistema, porém, custou aos cofres públicos R$ 199 mil.
No mês seguinte foi a vez do Hospital Universitário Pedro Ernesto economizar os mesmos 30%, desta vez feita a partir da modernização do sistema de refrigeração da unidade. O investimento no projeto chegou a R$ 2,2 milhões, mas não há previsão de substituição da energia elétrica.
A lei, de autoria do então deputado Rodrigo Dantas (DEM), hoje secretário municipal de Obras, obriga o Estado a implementar aquecimento solar em até 40% da água utilizada nos prédios públicos. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a lei vem sendo cumprida em prédios reformados e nas novas licitações. Nas obras do PAC, porém, apenas parte de Manguinhos receberá um projeto piloto com os aquecedores.
– Ainda temos pouco tempo de estudo, mas muito já foi feito – argumenta o superintendente de energia, Luiz Antônio Almeida Silva.
Uerj realiza estudos
A Uerj pesquisa um sistema semelhante ao desenvolvido pela Ong Sociedade do Sol, mas construído com aço galvânico, mais barato do que cobre e alumínio. O sistema da Uerj deverá custar entre R$ 300 e R$ 500. Manoel Antonio Costa Filho, coordenador do laboratório de energia solar do Centro de Estudos e Pesquisas em Energias Renováveis, explica que o estudo ainda precisa aprimorar o isolamento térmico.
O mais importante é evitar custos freqüentes com manutenção, e, por isso, adotamos o aço – explicou Manoel. – Mas estamos desenvolvendo formas de isolamento térmico da caixa d’água, já que temos muitas tecnologias disponíveis no mercado nacional.
Ai, ai…
Quem dera chegue o dia em que possamos realizar projetos publicos como esse aqui no Brasil e que não sejam depredados.
Percebam como os arquitetos Auer – Weber trabalharam o light design e os resultados conseguidos.







É uma pena que aqui no Brasil, um projeto desses não dure mais que um final de semana ou uma saída de um jogo de futebol.
Civilização é outra coisa.
O primeiro é a St. Lambert Residence por René Desjardins. Montreal, Canadá.







E o outro, Geraci Residence por Pierluigi Sammarro em Florença, Itália.










Belíssimo projeto de arquitetura e interiores para um restaurante localizado em Ramat Ishay, Israel.
A beleza do cenário do norte de Israel, com suas paisagens verdes e vermelhas, é uma atração turística popular.

O conjunto convida o turista a explorar o lugar todo.

A paisagem imediata influenciou no design do espaço. As paredes das janelas foram pintadas com um tom de verde bem próximo ao que se vê na paisagem. Já as áreas internas, num tom de cinza suave.

O teto foi feito com estrutura de aço, encapada com madeira e posteriormente pintada. A forma, levou em consideração a topografia local.






Belíssimo projeto.
* Cláudia Capello
Com a falta de crédito e o poder de compra da população ficando mais restrito por conta do cenário negativo da economia global nos últimos dias, cada vez mais o consumidor brasileiro acaba apelando para a compra de produtos falsificados, também conhecidos como “piratas”, no lugar dos originais. Porém, o que a maioria não sabe é que grande parte desses produtos, de origem duvidosa, pode ser extremamente perigosa e, no final, a sua utilização pode sair muito mais cara do que a aparente economia proporcionada no momento da compra.
Em relação à indústria da Iluminação, cujos equipamentos funcionam conectados diretamente à rede elétrica, a utilização de produtos falsos pode ser ainda mais perigosa. Por exemplo, uma lâmpada de baixa qualidade gasta mais energia do que o que está descrito em sua embalagem, fazendo com que a lâmpada não apresente estabilidade em seu fluxo luminoso. Isso representa, na pior das hipóteses, a possibilidade de uma única lâmpada causar até uma explosão. Essa situação torna-se ainda mais comum em uma época nas quais diversos aparelhos elétricos são ligados ao mesmo tempo, como é o caso das festas de final de ano. Vale lembrar que essas falsificações não estão de acordo com as especificações de órgãos reguladores, como o INMETRO.
Outra desvantagem das lâmpadas “piratas” é que elas não funcionam o tempo correto e da maneira que deveriam, ou seja, é inevitável que aconteça uma queima da lâmpada antes do tempo esperado. Além disso, o fluxo luminoso apresentado pela lâmpada e o índice de reprodução de cor (IRC), que determina se a luz exibida pela lâmpada vai ou não distorcer as cores dos objetos que iluminam, nunca é igual ao das lâmpadas de boa qualidade. Com isso, seu projeto de iluminação pode ser prejudicado, uma vez que não terá produtos de alta performance e que geram os resultados esperados e garantidos pelos fabricantes.
A utilização dos produtos “piratas” também é muito ruim para a economia do país. A indústria de produtos falsificados não paga impostos ao Governo e, dessa maneira, não ajuda o país a crescer economicamente. Outra desvantagem é que, com esse tipo de fabricação, não são gerados empregos regulares e isso faz com que os trabalhadores não tenham suas carteiras assinadas. Por isso, pense bem antes de comprar algo “pirata”, pois a sua economia gera perdas não apenas para você, mas também para muitas outras pessoas.
* Cláudia Celi Capello é arquiteta e possui mais de oito anos de experiência no mercado de iluminação. Pós-graduada em Marketing, hoje atua como Gerente de Produtos da OSRAM.
fonte: Rede Energia Blog
Os serviços de manutenção e ampliação da rede de iluminação pública de São Paulo devem ser assumidos a partir de 2009 por um único consórcio, em um contrato estimado em R$ 110 milhões, por um período de 24 meses.
O edital para a concorrência dos seis lotes da capital será aberto em 30 dias, informou na terça-feira, 11, em audiência na Câmara Municipal, o secretário de Serviços, Dimas Ramalho.
O serviço de iluminação pública de São Paulo encabeça a lista de reclamações da Ouvidoria do Município desde 2001, quando o órgão foi criado. Em 2007, o serviço recebeu 7.408 reclamações, o que representa 33,24% do total de chamadas da Ouvidoria. Em 2006, foram 10.236 reclamações, ou 50,3% do total.
Esse novo modelo poderá ser “uma transição entre o modelo estatizado atual e a privatização” na administração dos 560 mil pontos de iluminação da capital, na avaliação de Walter Bellato, diretor do Departamento de Iluminação Pública (Ilume). “A sociedade vai decidir nesse período de transição o que ela quer, se volta o sistema totalmente estatizado ou se (os serviços) serão concedidos para a iniciativa privada”, afirma.
Contrato antigo
O contrato com o consórcio SP Luz, que vigorou entre junho de 2002 e junho deste ano somente para a manutenção da rede, foi prorrogado de forma emergencial nos últimos quatro meses.
No novo contrato, um único consórcio vai assumir, além da manutenção, a ampliação da rede e o serviço de atendimento ao cliente. Além disso, esse consórcio ficará responsável por montar o primeiro inventário sobre as condições dos pontos de iluminação. “Com esse georreferenciamento inédito, poderemos saber com antecedência e em tempo real qual ponto precisa de manutenção”, acrescenta o diretor do Ilume.
Depois de empresas contestarem a concorrência por meio de ações judiciais, o primeiro edital para a contratação de um único consórcio foi suspenso no dia 24 de setembro pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). “Já fizemos duas consultas públicas e estamos atendendo a todas as correções que o tribunal nos pediu”, argumentou o secretário de Serviços.
Críticas
Mas até vereadores da base governista e especialistas na área criticaram a concessão da iluminação para um único consórcio. “A cidade tem realidades regionais diferentes. O trabalho de manutenção no poste de Parelheiros é diferente do da Paulista. E corremos o risco de prejuízo ao erário público ao jogar na mão de um único grupo a iluminação inteira da capital”, criticou o vereador Milton Leite (DEM), aliado do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
O Movimento Nossa São Paulo e a bancada do PT também fizeram críticas ao modelo. “Como o consórcio terá independência para receber as reclamações de um serviço que ele mesmo vai prestar?”, questionou Antonio Donato (PT).
“No futuro, com a população comparando o serviço nas diferentes regiões, o próprio processo licitatório seria beneficiado, com as empresas mais eficientes e criativas sendo indicadas para outras regiões, além daquelas em que fez um bom serviço”, afirma o economista do Nossa São Paulo Cícero Yagi, que defende a divisão de consórcios por região.
Para o advogado Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira, especialista em Direito Público, a concorrência “facilita o direcionamento do processo”. “É uma forma oblíqua de diminuir a participação em licitações”, afirma. Segundo o advogado, caso seja admitida a escolha de um único consórcio para realizar o serviço, haverá prejuízo para a livre concorrência. “As maiores prejudicadas são as pequenas e as médias empresas.
Quando há esse tipo de consórcio, o negócio necessariamente fica entre uma pequena elite”, afirma Ferreira.
‘Desconfortável’
O diretor do Ilume disse ser “absolutamente desconfortável” a manutenção da rede por meio de contratos emergenciais e defendeu a junção dos serviços em um único contrato de concessão. “O consórcio que assumir vai ter de se adaptar à realidade de cada região”, argumentou Bellato.
Durante a campanha, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) adotou as críticas à iluminação da cidade nos principais ataques ao prefeito. “Foram críticas infundadas. Criamos mais de 17 mil pontos (de iluminação) só no ano passado. A iluminação em São Paulo melhorou em todos os quesitos nos últimos quatro anos”, completou Bellato.
Fonte: Portal Lumière

Mais um belo e interessante projeto de Zaha Hadid e suas formas orgânicas e inesperadas.

O conceito brinca com as caracteristicas complementares presentes no dualismo homem/mulher.O material utilizado é o Corian da Du Pont.

Perceba a suavidade com que as formas transformam-se, sobrepõem-se e criam os equipamentos, balcões, expositores e apoios necessários.





Este projeto da Triptyque foi realizado numa construção abandonada em São Paulo. O conceitto saiu de uma loja de móveis para fazer uma exposição temporária.

O interessante é perceber a brincadeira entre o estilo arquitetônico do espaço e a forma utilizada na instalação: tubulações expostas por onde passam a fiação até as luminárias. Algo meio High-Tech.

A idéia nasceu na verdade da observação de como as eras vão tomando conta das fachadas, sua ramificação. Daí a idéia geral para a instalação.








O vídeo está em inglês, mas é de fácil compreensão para aqueles que não o dominam.