Defesa da área como DESIGN

A seguir, a apresentação que fiz ontem (24/11) em São Paulo no Design na Brasa, na mesa sobre a regulamentação profissional, em defesa da área de Design de Interiores/Ambientes como uma especialidade do Design. Colocarei as imagens do PPT e farei alguns comentários sobre cada uma delas.

Sim, Design de Interiores/Ambientes também é Design!

Notem que risquei propositalmente a denominação Interiores pois estamos num momento de transição e formação de nossa identidade profissional. São muitos os profissionais que, assim como eu, rejeitam o termo e adotam AMBIENTES.

Isso se deve às velhas questões de cerceamento profissional impostas pelo termo “interiores” (entre quatro paredes) e as consequentes limitações profissionais. Os conhecimentos adquiridos por nós nos anos de faculdade nos habilitam a trabalhar além desta barreira imposta pelo termo “interiores”. Portanto, se você é formado, passe a adotar profissionalmente o termo AMBIENTES.

Infelizmente, apesar de todas as indicações e solicitações, o grupo que se reuniu para trabalhar na minuta do PL de regulamentação do Design resolver fazer tudo que eu e vários outros profissionais da área pedimos que não fizessem: foram atras da ABD, conversaram com Arquitetos em busca de informações sobre a área. Deu no que deu e acabamos ficando de fora da regulamentação.

A ABD é uma associação formada essencialmente por arquitetos decoradores e decoradores. Seu nome original é ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS DECORADORES – tanto que sua sigla continua sendo ABD.

Num ato da diretoria, resolveram anos atrás alterar a denominação para Associação Brasileira dos Designers de Interiores contudo, sem distinguir os tres profissionais que ela pretendia agregar: arquitetos decoradores, desoradores e designers de interiores. Para ela, são todos iguais à excessão dos arquitetos que tem atribuições mais amplas dada a sua formação acadêmica. Ela não consegue fazer essa distinção simplesmente porque desconhece completamente a área de Design de Interiores/Ambientes. Não faz a menor idéia de sua amplitude, multidisciplinaridade e tranversalidade.

Já, questionar arquitetos sobre Design também é uma furada pois ha muito tempo os cursos de Arquitetura eliminaram de suas matrizes as disciplinas que a aproximavam do Design. O que vemos hoje, no máximo, é História do Design. Também não são uma referência que pode ser levada à sério nesse contexto.

Outro fator que provoca a distorção da concepção da área é que a maioria dos professores dos cursos de Design de interiores/Ambientes ainda são arquitetos. A maioria deles sem qualquer especialização ou vivência em DESIGN. Muitos dos coordenadores são arquitetos e muitos cursos estão engessados aos departamentos de Arquitetura. Um erro tosco que precisa com urgência ser combatido.

Num vídeo de um encontro da ADG sobre a regulamentação do Design, o Ernesto Harsi deixa claro que, além da egocentrismo da ABD em retirar a área do PL de regulamentação do Design outro problema teria de ser evitado: o confronto e o consequente lobbye dos arquitetos no Congresso Nacional. Porém, mais uma vez isso ocorreu por mero erro de concepção sobre a área. Se tivessem prestado atenção – ainda na época do Orkut, na comunidade Regulamentem o Design Já – em tudo que eu e vários outros profissionais escrevemos sobre a nossa área, esse confronto fatalmente não ocorreria e não haveria porque ter medo dos lobbies.

Vale lembrar também que nos diversos países onde o Design foi ou está sendo regulamentado, a área de Design de Interiores/Ambientes está contemplada nos respecivos projetos de regulamentação ou Conselhos já criados. Porque aqui o Brasil tem de ser diferente. Porque aqui no Brasil deve-se amputar o Design desrespeitando os profissinais das áreas não contempladas?

Creio que já somos maduros o sufuciente para encararmos os lobbies de frente, denunciarmos qualquer ato autocrático afinal, vivemos numa democracia.

Bom, a partir daqui eu comecei a desconstruir a falsa idéia que é vendida – e defendida pela ABD – de que o Design de Interiores é uma “evolução” da Decoração.

Começamos essa análise por dados básicos:

1 – a carga horária

Nos antigos cursos de Decoração raros eram os que chegavam às 400 horas aula citadas. Na verdade, também fui bem bonzinho em colocar como mínimo de 54 horas. Existiam muitos cursos com 16, 20 e 36 horas aula. Na verdade, estes eram os que predominavam.

Já os cursos de Design de Interiores/Ambientes tem uma carga horária muito mais cheia que vão de 1800 a 2670 horas aula ou até mais que isso.

2 – Pré requisitos:

Nos antigos cursos de Decoração a exigência era a idade mínima de 16 anos e o ensino FUNDAMENTAL completo. E só.

Já para os cursos de Design de Interiores/Ambientes a exigência é o ensino MÉDIO completo.

3 – Modalidades

Os antigos cursos de Decoração eram cursos livres, ministrados por instituições como Senac, Sesc, Instituto Universal Brasileiro (por correspondência) e outros. Cursos livres não são classificados como modalidades de ensino, são apenas de complementação curricular ou para adquirir conhecimentos básicos.

Já os cursos de Design de Interiores são classificados como Técnicos (ensino médio), Tecnológicos e Bacharelados (ensino superior). Estes são ministrados por instituições de ensino oficiais e devem ter seus Projetos Políticos e Pedagógicos (PPPs) aprovados pelo MEC.

4 – Público alvo:

Quem buscavam os antigos cursos de Decoração eram, em suma, vendedores de lojas de artigos de decoração, arquitetos em busca de uma complementação curricular e as madames que queriam “dar um novo visual” para suas casas. Tanto é verdade isso que até hoje carregamos o estigma de que é um curso de “gente fresca, que não tem o que fazer, etc”, por causa da confusão gerada entre Decoração e Design de Interiores/Ambientes.

Já quem busca os cursos de Design de Interiores/Ambientes são pessoas conscientes, que não quere apenas “decorar ou melhorar o visual” de suas casas. São sim pessoas preocupadas em melhorar a qualidade de vida das pessoas onde quer que elas estejam, sejam em qual ambiente for.

Vamos então analisar as Matrizes Curriculares dos cursos:

Pois é, esta é a matriz curricular dos antigos cursos de Decoração. Quando havia alguma diferença era coisa pouca que não alterava o conteúdo. E olhem que ainda errei ao colocar “planta baixa” pois na verdade o que eles faziam era no máximo um layout dos espaços internos.

Quando havia alguma disciplina sobre desenho de móveis resumia-se ao mesmo padrão que os cursos de Arquitetura oferecem: a linguagem de marcenaria, que nada tem a ver com a linguagem industrial.

Agora, observem a matriz curricular dos cursos de Design de Interiores/Ambientes:

Ok, nem todos os cursos oferecem todas estas disciplinas ou a quantidade de módulos. Mas na essência é esta a Matriz dos cursos de Design de Interiores/Ambientes.

Tem como alegar que Design de Interiores/Ambientes é uma “evolução” da Decoração?

Não mesmo. Tanto que ainda existem cursos de Decoração sendo ofertados no mercado por algumas escolas livres.

Como se pode observar, Design de Interiores/Ambientes é uma área multidisciplinar. Eu diria até transdisciplinar pois ela passeia por praticamente todas as especialidades do Design e outras formações.

Exemplificando rapidamente:

Do Design de Produtos trazemos os conhecimentos sobre projetos de móveis, objetos e acessórios em linguagem industrial. Não é porque um móvel projetado para determinado cliente é único que ele não possa ser inserido num ciclo industrial afinal o seu projeto é em linguagem industrial, completo. Se colocarmos o projeto na boca da fábrica, o produto sairá lá no final da produção seriada e pronta para ser vendida em larga escala. Também não cabe aqui dizer que por serem praticamente projetos únicos ou exclusivos os que fazemos que não seja Design afinal, não devemos nos esquecer que em Design também se trabalha com produtos exclusivos (padrão A) onde são feitos peças únicas ou com edições limitadas. Também aproveitamos os conhecimentos sobre materiais, revestimento, resistência, ergonomia, etc.

Do Design Gráfico aproveitamos todo o conhecimento sobre as Cores (significados, psicologia, etc), semiótica, informação visual, identidade corporativa entre vários outros conhecimentos.

Do Design Têxtil, aproveitamos os conhecimentos sobre texturas, tramas, resistência, sensorial, etc.

Do Design de Moda aproveitamos, assim como todas as outras áreas, as tendências, os estilos, as linguagens, os signos, etc.

Ainda aproveitamos conhecimentos de outras especialidades do Design, mas creio que por hora já basta para entender que temos sim a nossa formação fincada na raiz Design. Mas não paramos por aqui…

Podem estar se perguntando do porque eu ter colocado Engenharia e não Arquitetura. Simples: estes conhecimentos são da Engenharia. A arquitetura apodera-se deles também para formar a sua Matriz.

Mas não paramos por aqui… também vamos além:

Exatamente isso! Usamos o objeto arquitetônico APENAS quando é o caso de um projeto que envolva um espaço arquitetônico. Apenas quando estamos trabalhando em projetos de interiores residenciais, comerciais, etc.

Porém, como coloquei no início desta apresentação temos rejeitado o termo Interiores exatamente por isso. Somos formados para ir muito além dos limites arquitetônicos. Somos formados para atuarmos em um amplo campo no mercado de trabalho que extrapola os limites arquitetônicos e vai onde quer que esteja um usuário.

Se há um usuário necessitando da solução de um problema, lá estaremos para atendê-lo.

Quem insiste em afirmar qualquer uma das duas coisas acima está simplesmente assinando o seu atestado de completo desconhecimento sobre a área.

Portanto, como já deu para perceber,

Não mesmo, nem de longe afinal,

Claro, a Arquitetura também trabalha nas questões do Urbanismo. Porém Design Urbano não pode e nem deve ser confundido com Urbanismo.

São coisas significativamente diferentes. O Design Urbano atua sobre o Urbanismo já implantado visando a melhoria da usabilidade, acessibilidade, embelezamento, humanização, etc. Ou, em casos de escritórios multidisciplinares (co-criação), ele já está presente desde o momento em que o arquiteto começa a pensar no plano urbanístico, num trabalho em conjunto com o designer.

Notem que no primeiro grupo temos a visão simplista e limitada daqueles que desconhecem a área (ABD). O segundo grupo, já é uma pequena ampliação.

Já escrevi em diversos posts neste blog sobre áreas de atuação profissional que vão além dos limites arquitetônicos. Resumindo, também podemos atuar

– nos interiores e automóveis

– nos interiores e exteriores de embarcações

– nos interiores de aviões

– em projetos de mobiliários e equipamentos urbanos

– em projetos de design urbano

Entre várias outras frentes que podemos, através dos conhecimentos adquiridos na academia, somos devidamente e legalmente habilitados para atuar.

Creio que não é necessário acrescentar mais nada sobre este slide.

Pois é, eis a grande questão: criamos um Conselho próprio ou, para agilizarmos o processo, nos enfiamos em algum já existente?

Dos possíveis existentes temos o CREA e o CAU. Mas vale ressaltar aqui alguns detalhes sobre isso:

CREA – começou a aceitar como associados os Técnicos em Decoração (posteriormente, Técnicos em Design de Interiores). Mesmo com o crescente aumento dos cursos superiores de Design de Interiores/Ambientes, eles se recusavam em fornecer as credenciais com nível superior e tampouco alterar as atribuições profissionais. Quem se filia ao CREA acaba jogando no lixo grande parte de seus conhecimentos adquiridos na faculdade pois ficara limitado às atribuições descritas no órgão. Porém, estas atribuições foram feitas quando existiam apenas os cursos de Decoração e não contemplam, nem de longe, a totalidade de conhecimentos que nós, designers de interiores/ambientes, possuimos.

CAU – Um conselho formado por e para arquitetos. Vale lembrar que foram os arquitetos que fizeram as atribuições dentro do CREA e também são eles que também confundem Decoração com Design de Ambientes. Certamente não será uma boa pois ocorrerão diversas ingerências na área do Design, por mais que venha a existir uma diretoria propria para o Design. O que eles sofriam dentro do CREA (mais engenheiros que arquitetos) fatalmente ocorrerá conosco.

Portanto, devemos sim lutar pela implantação de um Conselho Federal de Design. Pode demorar um pouco mais para estritura-lo, mas certamente é a melhor saída pois somente assim teremos condições de criarmos a nossa identidade e alcançarmos a nossa autonomia acadêmica e profissional.

Espero ter deixado claro que,

Pós.. pesquisas e metepe

Ha dois meses tive aula da pós (do IPOG) e dessa vez o módulo foi sobre a famigerada e odiada METEPE (Metodologia e Técnicas de Pesquisas).

Apesar do receio inicial geral da turma com relação à disciplina, conseguimos atingir um nivel bastante interessante nas propostas dos trabalhos desenvolvidos.

Entrei com três idéias para a Monografia e saí com cinco… Está difícil escolher pois são temas distintos e polêmicos dentro de áreas distintas do universo do LD. Mas este não é o foco deste post.

Foi interessante perceber como as pessoas tem dificuldade em focar um elemento dentro de um tema e, por vezes, resistem quando alguém tenta mostrar que não existe um foco e sim vários no que foi apresentado. Tentam se justificar e não prestam atenção no que está sendo apontado.

Pelas nossas profissões (arquitetura e Design) serem bastante criativas – e exigirem muito disso da gente – acabamos por “viajar na maionese” jogando tinta demais sobre a tela. No entanto, quando vamos escrever um artigo temos de ser extremamente específicos e focados. Interessante notar que nos outros módulos mais práticos isso não tina aparecido ainda na turma.

Vou exemplificar usando o meu grupo e o que aconteceu nele. Escolhemos como área, “Iluminação e Terceira Idade”.  Na hora de recortar o tema foi um auê geral pois cada um apontava uma coisa. Da acessibilidade ao tipo de lâmpada com características menos danosas aos idosos, rolou de tudo:

– Segurança

– Acessibilidade

– Características fisiológicas dos idosos

– tipos de lâmpadas mais adequadas

– tipos de luminárias mais adequadas

– tipo de iluminação mais adequada

– efeitos psico-fisiológicos da luz na terceira idade

– adequação projetual de espaços voltados à terceira idade

Enfim, idéias não paravam de borbulhar em nossas cabeças. Mas analisando as idéias acima, começamos a perceber que mesmo assim, cada uma nos davam margem para vários focos, ou artigos distintos, que é o caso do curso.

Depois de horas debatendo, conseguimos focalizar em um problema e escolher um objeto:

Area:

Iluminação e Terceira Idade.

Tema:

Melhoria da qualidade de vida para pessoas da terceira idade através da implantação de iluminação artificial adequada em residências institucionais.

Imagem: joaobem

Parece ainda bastante aberto o tema não é mesmo? Porém, ele já está bem fechado e isso fica claro nos itens seguintes descritos no trabalho:

Problemas:

1 – Como trabalhar a iluminação artificial para as pessoas da terceira idade que já não tem a mesma percepção visual e espacial do jovem e do adulto.

2 -As necessidades de adequação do projeto de iluminação artificial para idosos visando saúde, segurança e bem-estar.

Hipóteses:

1 -A ausência de projetos de iluminação artificial específica para a terceira idade nas instituições.

2 -Os cuidados com o bem estar dos idosos e o desconhecimento sobre a iluminação adequada.

3 -O alto custo para implantação de um projeto de iluminação adaptado.

Objetivo Geral:

1 -Identificar as necessidades fisiológicas de idosos para que através da adequação da iluminação artificial possa melhorar sua qualidade de vida.

Objetivos Específicos:

1 -Verificar os pontos deficientes da iluminação artificial nos ambientes;

2 -Coletar dados para viabilizar a elaboração de projetos adequados;

3 -Demonstrar que o custo inicial para implantação de um projeto de iluminação adaptado para idosos tem retorno a curto prazo.

Metodologia:

1 – Método: Monográfico.
2 – Universo: Iluminação de Interiores.
3 – População: Iluminação artificial para terceira idade.
4 – Amostra: Iluminação artificial para terceira idade em residências institucionais em Londrina.
Imagem: djibnet

Não entenderam nada? Claro, isso aqui é apenas uma cópia do powerpoint da apresentação. Vamos entender melhor como se daria este trabalho de pesquisa:

Dentro de todos os recortes que o grupo fez vinham ligados de uma forma ou de outra às questões sociais, especialmente aquelas ligadas a entidades assistenciais que carecem de recursos.

Ponto 1 – clientela:

Trabalharemos apenas com entidades não privadas e sim aquelas mantidas pelo estado (ou que o estado tenta manter).

Mas o que fazer?

O foco do curso é a iluminação, logo, recortamos mais ainda o tema especificamente em cima da iluminação e excluímos todo o resto. Qualquer coisa que não tenha a ver com iluminação estava em definitivo descartado.

Veja bem, o projeto de interiores existente é mantido, porém a análise fica sobre como a iluminação interfere e interage com este também,

Ponto 2 – O que fazer exatamente?

1 – Através de pesquisas bibliográficas, buscar elementos e dados para

2 – realizar uma avaliação da iluminação instalada no ambiente visando

3 – detectar erros, falhas e problemas buscando e propondo

4 – soluções  e ajustes no sistema de iluminação que

5 – atendam as necessidades dos usuários.

Clareou?

Perceberam como conseguimos focar em um determinado problema?

Não?

Pois bem, o que isso quer dizer é que formataríamos – caso este fosse um projeto real – um modelo avaliativo para os sistemas de iluminação existentes especificamente nos espaços voltados a guarda e cuidados de idosos em situação de risco.

De posse destes dados coletados nessa análise, pode-se então seguir adiante para a proposta de melhoria através de projeto que vise atender as reais necessidades dos idosos usuários do espaço. Mas isso já não entra na proposta nem no artigo. É apenas um direcionamento para o trabalho pós-artigo. E também, por se tratar de um espaço mantido pelo estado, busca-se então no projeto, além do bem-estar dos usuários, elementos que visem ajustar o custo/benefício: um projeto de excelente qualidade, a baixo custo, de fácil manutenção. É a tão falada viabilidade econômica da gestão pública.

Entendeu agora?

Mas porque de ser assim tão fechado?

Porque no curso, a construção de artigos monográficos tem um limite de páginas. Então, se abrirmos demais o tema  corremos o risco de falar sobre muitas coisas sem ser aprofundado em quase nada ou seja, muito blablabla para pouco resultado.

Houveram alguns casos de grupos que não conseguiram ser tão específicos e acabaram com seus temas dando margem para muitas suposições.

Outro ponto interessante foi a metodologia de avaliação utilizada pela professora Glaucia Yoshida:

Foi montado na frente da sala uma banca (duas mesas) onde cada grupo era avaliado por esta banca composta de 3 membros-alunos do curso. Inicialmente era esta banca que avaliava, inquiria, apontava problemas sobre os projetos. Após isso, abria-se para o restante da turma que quisesse fazer alguma pergunta. E a professora fazia as suas considerações finais.

Cada membro desta banca recebia um papel com elementos que deveriam ser avaliados no projeto:

1 – Tema (englobando a área e o recorte, se foi bem recortado)

2 – originalidade e execução (se é exequível, dentro da realidade, etc)

3 – apresentação (clareza na apresentação, firmeza nos argumentos)

Muito interessante a metodologia empregada pela professora Glaucia e os resultados obtidos.

Bom, é isso, finalmente consegui finalizar este post que estava aqui nos rascunhos desde o dia seguinte da aula.

Espero que os ajude.