Pró-DInt – Assessoria, Consultoria e Planejamento em DInt.

A necessidade de movimentar-se para sair do lugar comum é uma característica daqueles que buscam a inovação e a melhoria dos diversos aspectos que cercam seu meio profissional. Com isso em mente, entro em uma nova empreitada em minha carreira e passo a oferecer novos serviços através da PróDInt – Assessoria, Consultoria e Planejamento.

Atuar além dos projetos de Design de Interiores e Ambientes brasileiro sempre foi o meu foco buscando trabalhar e auxiliar na valorização, defesa e evolução de minha área profissional. E ainda tem muito a se fazer nesse sentido.

Com base em minha experiência adquirida durante estes anos atuando no mercado, pesquisando exaustivamente para meu blog e minha vivência acadêmica, possuo um bom conhecimento sobre aspectos relevantes para o ensino e prática do Design de Interiores e Ambientes para compartilhar com vocês.

A base de atuação desta nova empreitada está alicerçada sobre quatro esferas:

1) Para as IES e escolas, auxiliar o meio acadêmico através de consultorias e assessorias em suas revisões e atualizações curriculares de graduação e pós-graduação, de planejamentos de atividades de extensão, pesquisa, eventos e análise e treinamento de corpo docente para atuação em cursos de DInt.

2) Para os alunos dos cursos de Design de Interiores brasileiros, assessoria no desenvolvimento de projetos, pesquisas e trabalhos acadêmicos.

3) Para comunicadores e mídia em geral, serviços de consultorias no que diz respeito a projetos de Design de Interiores e Ambientes elaborando e revisando conteúdos e pautas, listas de entrevistados e abordagens de matérias e programas.

4) Oferecer palestras, cursos e workshops focados na real inserção do Design – suas metodologias, técnicas e abordagens – nos projetos de Interiores e Ambientes.

Fiquem a vontade para entrar em contato. É conversando, debatendo e dialogando que evoluímos.

E-mail: prodintconsultoria@gmail.com

Fanpage: https://www.facebook.com/ProDIntConsultoria/

Wpp: (43) 99905-9503

Paulo Oliveira.

COMO PRECIFICAR PROJETO, CONSULTORIA E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS?

Bom, muita gente me escreve dizendo que não consegue entender a forma como precifico meus projetos. Então resolvi apresentar um resumão da forma tradicional de precificação.

Basicamente existem quatro tipos de remuneração para os profissionais de Design de Interiores e Lighting Design:

1 – Projeto: é a contratação do profissional, através de contrato, onde o profissional realizará todos os procedimentos necessários para a implantação do mesmo (da concepção à entrega do ambiente finalizado).

2 – Consultoria: A consultoria ocorre quando o cliente solicita uma orientação sobre alguma coisa relativa ao seu espaço. Não implica necessariamente na elaboração de projetos nem na especificação de produtos. Apenas a indicação de melhores soluções para os problemas, alertas sobre possíveis erros. Pode ser a Consultoria simples, que visa atender situações emergenciais ou a Consultoria Completa, geralmente utilizada por escritórios parceiros.

3 – Hora Técnica: São aqueles serviços não contemplados no Projeto. Pode ser o acompanhamento do cliente à uma loja para auxilia-lo na escolha de algum elemento, por exemplo.

4 – Administração da Obra: são os honorários destinados à cobrir os custos do profissional para o acompanhamento das obras garantindo, assim, o bom andamento das mesmas e o correto atendimento às especificações projetuais.

Existe também a Reserva Técnica – ou RT – que é a comissão paga por fornecedores. Porém esta prática é bastante controversa uma vez que muitos profissionais não avisam seus clientes sobre a existência da mesma levando o cliente a pagar duas vezes pelo mesmo serviço. Outro elemento que deve ser destacado sobre essa prática é que nem sempre os produtos especificados são os melhores considerando a amizade entre profissional/fornecedor e o valor em % paga pelas lojas. A que paga mais, geralmente leva.

Os valores de cada uma destas formas de remuneração dependem da região onde o profissional está atuando. A média nacional para 2012, segundo a ABD, são:

Projeto: varia de R$ 32,00 até R$ 86,00 por m² dependendo da região, da dimensão e do tipo de projeto (residencial, comercial, etc).

Consultoria simples: de R$ 150,00 a R$ 250,00.

Consultoria Completa: de R$ 750,00 a R$ 1.500,00.

Hora Técnica: de R$ 85,00 até R$ 175,00.

Administração de obras: de 10 a 15% do valor total da obra.

RT: em média, 10% a 20% sobre o valor total da compra.

Lembro que estes são valores mínimos e máximos delimitados através da observação dos valores apresentados pela ABD e dos cobrados por profissionais.

Lembre-se que não cobrar por projetos ou cobra valores muito abaixo do mercado (dumpping) são ações criminosas e podem ser punidas caso você seja descoberto(a).

Espero que ajude a vocês!!!

Negativista?

Ainda ontem recebi pelo facebook críticas de um amigo meu sobre o meu blog. De uma maneira geral a crítica era que eu sou muito negativista, pessimista e “dono da verdade” apesar de reconhecer que sou muito bom no que faço.

Tem a ver também com alguns comentários que recebo vez ou outra aqui no blog ou por e-mail.

Bom, então vamos esclarecer alguns pontos:

1 – Não “puxo o saco” e tampouco “babo ovo” de ninguém.

A minha ética pessoal e profissional não me permitem passar a mão na cabeça de quem quer que seja. Não estou à venda e nem o meu blog, tanto que não tenho patrocinadores e não sou ligado – nem citado – por aquela que se diz “a maior e melhor revista de decoração do Brasil”. Não me importo e não preciso disso pois jamais vou assinar um contrato onde uma das cláusulas me proibe de “falar mal” da tal revista ou de produtos ligados à editora.

2 – Prática profissional

O que tento deixar claro é a diferença entre um projeto de iluminação feito por arquitetos e designers e os projetos de lighting design feitos por Lighting Designers e a necessidade real da contratação deste profissional além do arquiteto decorador ou do designer de interiores/ambientes.

Não vou enganar meus leitores e muito menos os clientes alegando que arquiteto ou designer tem uma ampla formação e que eles são capazes de fazer projetos de lighting design pelo simples fato disso ser uma INVERDADE! Se fosse verdade, o MEC não autorizaria os cursos de especialização, não existiriam associações internacionais de Lighting Design e muito menos teria sido assinada, por unanimidade, a Declaração para a Instituição Oficial da Profissão do Designer de Iluminação de Arquitetura, no PLDC realizado em 27 de outubro de 2007, na cidade de Londres, Inglaterra.

Arquitetos e designers – ou qualquer outro profissional – não especializados fazem projetos de iluminação comum e “da moda”, dentro de seus parcos conhecimentos sobre o assunto. Bem diferente dos especialistas em Lighting Design que estudaram e estudam diariamente, aprofundando-se em pesquisas e práticas exclusivas na área de iluminação e lighting design.

3 – Receitas de bolo

Várias críticas me chegam com alegações de que eu aponto o erro mas não mostro como resolver os problemas.

ÓBVIO que eu não farei isso NUNCA! Afinal, falamos aqui sobre o meu trabalho, a minha área de especialista. Logo, não vou ficar passando “receitinhas de bolo-de-caixinha” de “como fazer” para arrumar os erros. Assim como outros profissionais me cobram ou se recusam a ajudar em consultas, por minimas que sejam, me dou o direito de fazer o mesmo.

Se quer saber como resolver, contrate a minha assessoria, consultoria ou faça uma parceria comigo. Mas não venha me pedir de graça o que levei anos estudando.

4 – “Dono da verdade”

Não me coloco como “dono da verdade ou do saber”. Porém, tenho segurança e conhecimento suficiente para indicar o que vejo de errado nos projetos. São erros básicos, crassos, que qualquer especialista da área de iluminação e lighting consegue ver ao observar fotos ou ambientes reais, que deixam claro que existe sim uma grande diferença entre um arquiteto, designer ou engenheiro sem especialização na área para os especialistas na área. E isso fica claro na observação/avaliação dos projetos. Mas, conviver com críticas – especialmente aquelas que mostram os erros – é algo impensável e insuportável para determinados egos.

5 – “Xoxando” outros profissionais?

Não mesmo. Minha intenção não é ridicularizar publicamente quem quer que seja até mesmo porque sei que esse tipo de coisa pode render processos por danos morais.

No entanto, de uma forma educativa – e sem citar nomes – exponho os problemas que encontro nos projetos como forma de alertar aos profissionais e ao mercado sobre a importância da parceria com os profissionais especialistas em iluminação e lighting design.

Engraçado que nas universidades ninguém reclama dos professores que mostram nas aulas uma carrada de fotos com erros, seja de que profissional for.

Bom, por hora é isso. Isso serve apenas para esclarecer alguns pontos sobre este blog ok? E lembrem-se:

Eu sou responsável apenas pelo que escrevo/falo.

JAMAIS pelo que você entende.

Podemos ser pelo social?

“Boa tarde Paulo,

Admiro esta profissão. Paulo por favor gostaria de saber se existe profissionais desta área que faça este trabalho por um preço mais acessível para familias que não tenham uma renda assim tão gordinha (rs). Veja bem, não querendo desprezar a profissão e muito menos este trabalho maravilhoso, digo isto porque me enquadro na questão. Bem que as faculdades poderiam disponibilizar trabalhos extra-curriculares nesta área no último ano de curso com um precinhos bem acessível para famílias de renda mais baixa… Sou de Curitiba, vc saberia informar quem aqui em curitiba faz esse tipo de trabalho? desde já agradeço a sua atenção.”

Recebi este comentário em outro post e não o aprovei para aproveita-lo aqui neste post. Não sei se devo citar o nome mas por via das dúvidas vou manter como anônimo.

Este assunto é muito pertinente e já escrevi em algum post aqui neste blog de forma mais superficial sobre. Porém agora, quero ir um pouco mais fundo.

É bastante comum percebermos nas conversas profissionais altos papos sobre clientes poderosos e cheios da grana com seus mega projetos. Até mesmo durante a formação academica, é comum realizarmos trabalhos baseados em apartamentos e residências destinados à um público alvo bem específico: aqueles que poooodem!!! A formação é voltada para um mercado restrito e acessível para poucos. Então, esse discurso todo, na maioria das vezes, é puro blablablá pois temos de viver com clientes normais. Os professores geralmente não formam seus alunos para a realidade do mercado. Formam um bando de sonhadores, isso sim.

Muito disso tem a ver com as revistas de decoração e um alter-ego comum na classe profissional (designers+decoradores+arquitetos). E não adianta dizer que não pois é sim uma raça petulante e topetuda essa à qual pertencemos profissionalmente. Talvez por necessidades que podem ser motivadas basicamente por duas situações:

1 – vergonha perante a classe (amigos profissionais) em afirmar que trabalham com clientes de classes menos favorecidas;
2 – desconhecimento de um “terceiro mercado” – brincadeira com o terceiro setor, desvalorizado por muitos.

No primeiro caso, temos a necessidade da classe auto afirmar-se constantemente perante a sociedade de que está bem, tem clientes maravilhosos, está com a conta bancária recheada e tal. Tudo isso baseado numa formação errada aliada à um ego gigantesco, megalomaníaco.

Já vi casos em que profissionais soltam nas colunas sociais de que foram pra europa passear quando na verdade, passaram uma semana escondidos em alguma chacara nas redondezas ou alguma praia fora de temporada. Aí só apresentam fotos dentro de espaços e falam que é um restaurante tipico lá nos alpes suíços e blablabla.

Outra coisa bastante comum é percebermos que todos sempre estão bem, cheios de clientes, conta bancaria cheia, montes de TRs recebidas, etc. A verdade é que é pura balela. O mercado, apesar de forte e crescente tem seus altos e baixos como qualquer outro. Tem suas épocas em que não damos conta do volume e outras em que ficamos contando quantas pessoas passam na rua e torcendo: “vai entrar, esse tem que entrar…”

Mesmo o mercado estando em alta, aqueles clientes que aprendemos a trabalhar na faculdade dificilmente irão aparecer pelo simples fato de que os clientes são normais. Aqueles deuses que me darão um lucro MARAVILHOSO, raramente aparecem na verdade. É um ou outro e quando aparecem mais de dois no ano, você está no lucro.

Porém, trabalhar com clientes normais é muito melhor que com esses tão sonhados graúdos por motivos que às vezes custamos a acreditar no que vemos acontecer.

O cliente graúdo tende a desvalorizar o seu trabalho enquanto profissional (já que nem eu nem você é da roda que frequenta as revistas, etc). Choram horrores sobre o preço do projeto e te fazem na maioria das vezes derrubar o preço em quase (ou até mais que) 50%. No entanto, não medem esforços em pagar R$ 30.000,00 num sofá, R$ 1.200,00 no metro de um tecido, R$ 25.000,00 num lustre da moda ou daquela marca bãmbãmbãm e assim por diante. É comum – falando-se de RTs – que eles, em suas viagens, façam compras e não digam que tem um profissional fazendo o projeto ou que especificou a tal da Eames e, assim, bye bye RTs. Isso sem contar que a maioria acha que sabe e entende de tudo, manda alterar coisas sem consultar  profissional, bate o pé dizendo que as obras de Dali são do periodo da renascença entre varias outras coisinhas. O que te resta é um sentimento de frustração, de ter sido usado e abusado enquanto profissional. Ah, e tem também a posterior indicação do “foi feito por”. Esqueça, raramente acontece.

Num meio termo entre o primeiro e segundo casos, temos os clientes normais. Estes são os que mais irão aparecer e existem muitos profissionais que vivem somente do trabalho para estes. São bem mais fáceis de trabalhar. Não vou ser hipocrita ao dizer que eles não choram também por um precinho mais em conta afinal, seus orçamentos são mirrados, geralmente os projetos vem picados – hoje a sala, depois a cozinha, depois o quarto do casal e assim por diante. No entanto, eles percebem quando estão abusando do profissional aí, no máximo pedirão um parcelamento maior. E pagam certinho, sem atrasos e chororôs.

Estes clientes dificilmente interferem no projeto sem consultar o profissional pelo simples fato de que a pouca verba disponível tem de ser muito bem aplicada. Não gastam com fuleirices. Podem até sonhar com aquela seda para o sofá, porém sabem que as crianças irao destruí-la em pouco tempo e que não terão grana tão fácil para substituí-la tão logo. Suas escolhas são mais conscientes e mais práticas. São excelentes clientes.

No segundo caso especificamente, temos aqueles clientes marginalizados pela classe. São os de baixa renda. Aqui entram em cena duas coisas básicas: o lado humanitário e social versus o topete da classe.

No ano passado fui convidado para ministrar uma palestra numa universidade aqui do Paraná e enquanto esperava dar o horário fui ver uma exposição dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do ultimo ano do curso de Interiores. Começava pelos mega apartamentos, claro. Mas, lá para o final da fila estava o que me emocionou, me prendeu a atenção e me fez parar para analisar esta situação específica que escrevo agora: porque não podemos trabalhar com estes clientes? Eles não merecem?

Eram quatro projetos feitos em cima de moradias populares, daquelas de conjuntos habitacionais mesmo. As soluções encontradas pelos alunos para estas micro residências eram mil vezes melhores do que as dos mega apartamentos que eu tinha acabado de ver. Melhores em todos os sentidos, incluindo-se aqui o estético – pra quem pensa que pobre só gosta de coisa feia.

As questões orçamentárias foram esmiuçadas de tal forma que ficava claro que uma familia com renda de R$ 1.500,00 por mês conseguiria dar conta e honrar os investimentos, incluindo os honorários do profissional.

Em um deles, a estudante abriu mão de seus honorários pelo simples fato de perceber a real necessidade da familia em questão e conseguiu, através de doações com empresários, muitos dos materiais – alô Lar doce lar e construindo um sonho!!!

É nesse ponto que escrevo a vocês hoje. Onde está o lado humano e solidário das pessoas?

Em algumas comunidades do orkut, especificamente nas de arquitetura, é comum vermos profissionais sentando o sarrafo nos dois quadros citados acima. O argumento? Nenhum embasado o suficiente que mereça destaque aqui. No entanto, percebe-se que os comentários dizem respeito apenas ao lado estrelinha deles: aparecer na mídia – independente se às custas da desgraça alheia. Lamentável.

Creio que, enquanto profissionais, enquanto seres humanos e pertencentes à uma sociedade temos sim o dever de fazer algo pró bem estar geral, e isto inclui essa parcela da sociedade mais necessitada.

Quantos de vocês já fizeram algum trabalho voluntário para alguma instituição carente? Uma creche ou asilo que necessita de reparos, moveis, equipamentos, etc? Quantos de vocês já se dispuseram, após ter finalizado a compra acompanhando aquele cliente,  chamar o dono da loja e expor alguma situação para ver se e como ele poderia ajudar? Nem que seja com aquele resto de tecido…

Existem mil maneiras de tornar o nosso design algo valioso e que efetivamente seja útil: ajudar a quem precisa. Como podem ver, pode-se doar este trabalho como também cobrar por ele de forma mais branda.

Um outro ponto bastante interessante é que estes micro projetos nos forçam os limites do conhecimento nos obrigando a buscar soluções impensadas em um projeto comum. Pensar uma sala com 12m² é fácil. Pensar em uma com  6m² é muito mais complicado. Pensar e escolher entre varias marcas de pisos e revestimentos pra um cliente que pode pagar é uma coisa. Fazer isso para um cliente que tem o orçamento apertado e que nos força a pesquisar e conhecer novos materiais até mesmo alternativos é outra competamente difrente. Comprar todos os moveis novos é uma coisa. Reaproveitar e restaurar o existente é outra.

Doar eu prefiro  fazer para instituições pois estas realmente necessitam e suas verbas são sempre escassas para cobrir coisas muito mais importantes como por exemplo, remédios, água, luz, alimentação. Até posso doar para alguma família desde que, comprovadamente, estas não tenham a menor condição de pagar pelo trabalho. E tem mais uma coisa: quando estes pagam por algo, valorizam. Quando vem de graça, “cavalo dado não se olham os dentes”.

Você pode cobrar em dinheiro como pode fazer uma permuta: o projeto em troca de algum trabalho que alguém da família sabe fazer.

Você pode realizar um projeto de reforma total ou parcial ou mesmo uma consultoria dando dicas de como melhorar a habitação usando o que eles tem, corrigindo a ergonomia, verificando as instalações e corrigindo os erros.

Isso vai depender de cada cliente, de cada necessidade e de você mesmo. E o melhor: estes clientes sim tem orgulho em dizer que a casa está mais bonitinha, ajeitadinha, aconchegante graças ao seu trabalho, pra qualquer um que perguntar. E, dentro destes “qualquer um”, certamente existem alguns que dispõem de orçamento para um projeto melhor.

Pense sobre isso.

Abaixe o seu topete e deixe o seu lado humano respirar. Se não quer ou consegue fazer sozinho converse com algum colega profissional façam juntos.