trade dress

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A Apple, conhecida por proteger agressivamente seus iPads e iPhones de cópias, está fazendo o mesmo para o design de interiores de suas lojas. A Marcas e Patente dos EUA acatou e concedeu na última semana à Apple o pedido de patentes sobre o design e layout minimalista de suas lojas de varejo. A empresa havia depositado originalmente o seu pedido de proteção da marca nos interiores das lojas de varejo em maio de 2010, de acordo com os registros de órgãos governamentais. Foi aprovado em 22 de janeiro.

No ano passado uma loja falsa da Apple em Kunming, China, com o logotipo branco da Apple e mesas de madeira chamou a atenção depois que um blogueiro fez um post após visita-la. A loja parecia tão autêntica que até mesmo os vendedores achavam que estavam trabalhando para a Apple. As autoridades chinesas rapidamente ordenaram a loja a fechar, assim como mais de 20 outras que estavam vendendo os produtos da Apple, mas sem autorização para fazê-lo.

A patente vai desde a fachada, elementos arquitetônicos (escadarias, etc) até os ambientes interiores e mobiliários. Afirmando que este tipo de direito de marca, conhecido como trade dress, em projetos de interiores tem precedentes, disse Christopher Sprigman, da Universidade de Virginia professor de direito e co-autor do livro “A Economia Knockoff”. Em 1992, o Supremo Tribunal os EUA permitiu que uma cadeia de restaurantes mexicano  de fast-food protegesse seu design e decoração.

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Para ser bem sucedida em uma reivindicação de trade dress, a Apple precisaria mostrar que os consumidores confundiam um projeto da loja infratora com a sua própria. “A pergunta do milhão de dólares, neste caso, como em praticamente todos os casos de trade dress , é o quão perto um concorrente pode vir para o projeto sem infringir em cópias”, diz Sprigman. Direitos de marca não se estendem para fora dos Estados Unidos, mas as empresas que as detêm para a proteção doméstica, muitas vezes também buscam garantias similares em outros países em que atuam.

A Apple tem cerca de 250 lojas próprias de varejo nos Estados Unidos, assim como lojas em cerca de uma dúzia de países.

(Reportagem de Erin Geiger Smith; edição por Martha Graybow e Gevirtz Leslie)

fonte: http://www.reuters.com/article/2013/01/29/us-apple-stores-trademark-idUSBRE90S13X20130129

imagens: www.apple.com

Mas o que é esse Trade Dress?

Trade dress é um termo legal da arte que geralmente se refere a características da aparência visual de um produto ou na sua embalagem (ou até mesmo o design e arquitetura de um edifício) que indicam a fonte do produto para os consumidores para evitar que eles comprem um produto sob a crença de que é outro. Trade Dress é portanto, uma forma da propriedade intelectual.

Por exemplo, a forma, a cor, e a disposição dos materiais numa linha infantil de roupas pode ser protegida pelo Trade Dress (no entanto, o desenho das peças de vestuário em si não está protegida). Pode também ser aplicado na concepção de uma tampa de um recipiente, a aparência e decoração de um cadeia de restaurantes ou um método de exibição de garrafas em uma loja de vinhos.

Mas infelizmente isso não vale aqui no Brasil. Ao menos não consegui encontrar referência alguma sobre isso na nossa legislação.

Temos uma legislação tosca com relação até mesmo a produtos. A cópia descarada é permitida e quem se sentir ultrajado com as cópias, que vá esquentar ainda mais a cabeça nos tribunais, gastar muita grana com as custas sem contar na demora para a solução do problema.

É bastante comum vermos projetos muito parecidos com outros tendo como seus autores profissionais diferentes. Também é bastante comum os clientes chegarem com recortes de revistas querendo “exatamente aquilo” e vermos profissionais levando à cabo que “o cliente tem sempre razão”.  Conheço alguns profissionais que viajam para o exterior para, além de aparecer nas colunas sociais dizendo que foi assistir ao show da Madonna lá em Tokio, simplesmente bater pernas pelas cidades copiando projetos e depois realizando-os aqui no Brasil enganando seus clientes. Inclusive, sobre esse ultimo caso, tem gente “graúda” e que figura nas páginas das revistas de “dizáine” – como o Cafofo da Cráudia” – com uma carrada de processos internacionais por cópias, plágio, etc.

Mas infelizmente as nossas Leis de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual são péssimas, ultrapassadas e deixam muito a desejar. Nem mesmo aqueles profissionais já consolidados no mercado e que tem a sua “assinatura” estética ou técnica facilmente reconhecíveis em seus projetos conseguem essa proteção.

Até mesmo quando falamos em projetos para franquias a coisa é bastante complicada judicialmente. O que temos hoje é: se o cara resolve copiar o projeto de uma determinada rede, basta que ele troque a temperatura de cor ou potencia das lampadas que já não mais caracteriza o mesmo projeto. Da mesma forma, se tivermos 12 banquetas no balcão e ele trocar o tecido ou cor de apenas uma delas, já descaracterizou a propriedade intelectual, por mais que TODO o resto seja absolutamente igual.

Já recebi comentarios e e-mails de pessoas que vieram aqui e deliberadamente copiaram meus textos e colocaram em seus trabalhos ou sites sem citar a fonte ou ainda pior, colocando-se como autores dos mesmos. E ainda tive de ouvir que vivemos numa era de compartilhamento livre onde o que está na rede é de todos e para todos.

Isso precisa mudar!

Apresentando: DECORPOL

DECORPOL – molduras em EPS para construção civil.

A empresa:

A DECORPOL Ind. e Com. Ltda. nasceu pela demanda do mercado por elementos decorativos de alto padrão de qualidade, tais como molduras internas e molduras decorativas para fachadas.

A DECORPOL a apresenta suas duas principais linhas de produtos: moldura em poliuretano para interiores e moldura em EPS para fachadas (exterior).

Estabelecida na Cidade Industrial, em Curitiba, no estado do Paraná, a Decorpol conta com excelente infra-estrutura e equipamentos de ponta para fabricar elementos e proporcionar soluções sob medida para cada projeto de seus clientes.

Há mais de 16 anos no mercado da construção civil, a empresa faz jus ao slogan “especialista em molduras” observando há anos os seguintes princípios: ter o melhor produto, fabricado pelos melhores colaboradores, aplicado pelos melhores parceiros.

O Produto:


Moldura em EPS para fachadas completa, com argamassa extrusada, tela estrutural, corte por pantógrafo computadorizado e topos destopados. Por serem extrusadas, as linhas e vincos de nossas molduras garantem melhor alinhamento e acabamento.

Moldura em EPS para fachada somente no EPS cru, sem tela estrutural ou argamassa. Isto garante um melhor custo x benefício para construtoras que necessitam aplicar grandes quantidades de molduras em suas obras.

Moldura em EPS para fachada: EPS + Tela estrutural. Por ser sem a argamassa extruzada, permite um melhor custo pelo benefício da aplicação de acabamentos projetados ou ainda do tipo grafiato diretamente sobre a moldura, sem a necessidade da argamassa, aconselhável para acabamentos lisos.

Molduras em poliuretano para interiores e fachadas. Por ser em poliuretano, permite acabamento perfeito em interiores e podem ser aplicadas em fachadas.

A principal vantagem deste produto é que por ser feito em EPS a sua aplicação não interfere na estrutura da edificação. Não se faz necessário fazer reforços para apoiar ou sustentar o produto pois o mesmo é leve.

A aplicação é bastante simples, rápida e garante a tão almejada “obra limpa”.

Outra grande vantagem é que você pode mandar o desenho da moldura que deseja e eles te entregam o produto exatamente como no desenho.

Estou usando este produto numa obra aqui em Londrina e posso garantir que é material de primeiríssima qualidade.

Vale a pena conhecer e principalmente aplicar os produtos da DECORPOL em sua obra.

Contato:

Rua Ilnah Pacheco Secundino de Oliveira, 384
Curitiba – PR,
CEP: 81460-032
Fone/Fax: (41)3563-1050 / 3563-1055

Fale com nossos setores comercial e técnico ou faça seu pedido pelo e-mail comercial@decorpol.com.br

Ou fale diretamente com o Silvio, consultor de vendas: (41) 8864-5329.

E-mail: vendas@decorpol.com.br

Vantagens da luz – LD

Uma das grandes vantagens em contratar um profissional de Light Design, por um profissional devidamente capacitado e habilitado, é o aproveitamento da plasticidade e, dependendo dos equipamentos utilizados, o lado mutável, ilusório, lúdico que a luz é capaz de nos proporcionar.

Colocar-se diante do mercado, dizendo-se ser, como um Lighting Designer hoje em dia é fácil graças à web. Nela encontramos facilmente as características, fundamentos, discursos e entrevistas de profissionais reconhecidos e que ao lê-las, muitos acabam incorporando no seu discurso no dia a dia profissional. É o caso do trabalho em cenas de luz. Hoje não se ilumina mais um ambiente mas sim as possíveis cenas que nele podem ser montadas.

Porém, o grande diferencial entre um Light Designer e um iluminador é o seu conhecimento técnico e as aplicações não comerciais/comuns/usuais que vemos infinitamente repetidos nos projetos por aí. É a capacidade de leitura dos espaços, adaptar equipamentos, criar novos equipamentos quando necessário.

Muitas vezes, um projeto que um iluminador iria surtar para resolver além de ter um alto custo, um Light Designer consegue resolver num piscar de olhos. Observe as imagens abaixo da mesma fachada:

Perceba que não foi feita alteração alguma nesta fachada. Provavelmente, se um iluminador comum tivesse pego este projeto o cliente teria um alto custo com instalações elétricas, muitas luminárias espalhadas pelo plano, alto consumo energético e, muito provavelmente, ela se pareceria e muito com as fachadas vizinhas.

Já o Light Designer consegue ver além da fachada, colocar a sua pincelada artística e aplicar conceitos e equipamentos que para um iluminador comum é dificil conceber pela simples razão dele desconhecer equipamentos e aplicações.

Taí o que foi usado para esta fachada. Dois projetores de imagens, ligados a um software e só.

 

Andanças por Sampa…

Em minhas andanças na minha última ida à Sampa, numa passagem pela Gabriel durante a noite, duas coisas me chamaram a atenção:

1 – A fachada da Lampadário. O trabalho com nichos rasos onde foi aplicado uma fita de LED internamente formando, ao que me parecei, um arbusto. Muito bonito o efeito e destaca-se na páisagem de e caras belas fachadas daquela rua.

2 – A vitrine de uma galeria de arte, também na Gabriel. Quando passei de carro, dirigindo, olhei de relance e pensei ser mais uma loja de iluminação. Ao voltar percebi que tratava-se na verdade de uma galeria de arte (que não peguei o nome infelizmente). Não aguentei e fui fotografar mesmo com medo de ser re´preendido por algum “guardinha” ou segurança rsrsrsrsr. Belíssimo trabalho:

Belo projeto de LD

A LD Monica Lobo (LD Studio) fez o projeto de um centro de compras no Rio de Janeiro, o Bangu Shopping.

O  projeto, em parceria com o Rio Branco & Faccini Arquitetura de Iluminação, teve características bastante peculiares uma vez que este shopping foi montado num prédio bem antigo (final do século 19) onde antes funcionava uma indústria têxtil. Esta fachada é um dos símbolos da região portanto merecia ser tratada com respeito e especial atenção.

“Como a edificação é tombada e se tornou um símbolo da região, Mônica Lobo e Mônica Rio Branco (esta de Rio Branco & Faccini) tomaram cuidados ainda maiores com a iluminação das fachadas, por configurarem a imagem-síntese do empreendimento – o logotipo do shopping center até as adota como elemento de identificação. “Procuramos destacar com a luz o ritmo dos cheios e vazios entre as esquadrias e as paredes de tijolos aparentes”, informa Mônica Lobo.” (ArcoWeb)

Além de todas as característitcas pertinentes à edificação (uso, tombamento, memória, estrutura, etc) este projeto ainda conta com estudos detalhados por áreas como por exemplo, a iluminação das janelas das fachadas e a da colunas. A diferenciação se dá por equipamentos distintos onde as arandelas favorecem e destacam as colunas enquanto os refletores as janelas. Ainda estes últimos fornecem iluminação suficiente para o passeio.

É um projeto visualmente simples e que oferece um belo efeito final, porém que exige um amplo conhecimento sobre iluminação.

fonte: ArcoWeb