Apresentando: Mudéjar Azulejaria

Quando estive participando do NDesign em BH este ano, tive o prazer de conhecer o Tiago Lopo.

Entre um papo e outro, me apresentou uma idéia que ele tinha e que estava amadurecendo. Questões sobre o produto em si, a aceitação pelo mercado, distribuição, produção, enfim, vários aspectos foram debatidos.

É sim um produto que para nós, Designers de Interiores/Ambientes e Arquitetos decoradores, pode ser uma grande novidade.

Mudejar

Utilizando novas tecnologias, a Mudéjar lança no mercado brasileiro um novo conceito de produto a fim de auxiliar designers e arquitetos no desenvolvimento de projetos personalizados e sofisticados.

Usando como suporte o tradicional e consagrado azulejo, a Mudéjar dá a ele uma nova roupagem agregando valor e características modernas.

Reproduzem qualquer tipo de imagem em painéis e mosaicos, transformando ambientes em lugares diferenciados com o conceito que o profissional idealizar.

Mudejar1

Como não são produzidos para varejo, temos a certeza de que cada projeto será único, exclusivo.

A Mudéjar desenvolve peças em diversos formatos e impressão, dos básicos (10×10, 15×15 e 20×20 cm) ou peças retangulares com formato máximo de 35 x 55 cm. (Para peças de cerâmica em formatos especiais ou tamanhos superiores consultar viabilidade.)

Mudejar2

Com uma equipe de profissionais em diversas áreas, designers, ilustradores, especialistas em acabamento e instalação, as estapas são:
– Desenvolvimento do layout ou layout do cliente
– Adaptação do layout final para produção
– Produção das Peças
– Instalação no local

Contatos:
Rua Pará de Minas, 1065 (1º andar)
Brasiléia – Betim – MG

E-mail: atendimento@mudejar.com.br

Telefone: (31) 3023 7704

Facebook: https://www.facebook.com/pages/Mud%C3%A9jar/160267137450329

TEXTURIZANDO COM A LUZ

Uma opção bastante inteligente e bela de melhorar os ambientes é usando o efeito de texturização através da luz.

#CUMA?

Simples: lançando mão de luminárias, equipamentos e revestimentos que favorecem as manchas (ou desenhos) que formarão as texturas.

Pode ser um simples abajour ou uma arandela, ou a aplicação de iluminação built-in em painéis recortados ou ainda com o uso de equipamentos de iluminação cênica: o efeito é sempre bárbaro e vai surpreender a todos.

Alguns exemplos:

Jessica Rosenkrantz and Jesse Louis-Rosenberg - "Hyphae"

Taí um exemplo do uso de abajour texturizando as superfícies. Assim como esta existem inúmeros outros modelos de luminárias que causam este tipo de efeito. Fica muito bom se usado corretamente.

Outro efeito bastante interessante é aproveitar os elementos disponíveis no ambiente e forçar a sombra deles sobre as paredes como na foto acima. Com luminárias simples consegue-se este tipo de efeito. Perceba que além de texturizar as paredes, você tem uma falsa impressão de volume maior.

Aqui já temos a opção de painéis retro iluminados (built-in) – é um processo similar ao utilizado em sancas que também aparecem na foto acima.

Por falar em sancas, quem disse que elas tem de ser retinhas, certinhas?

Ou que elas podem ser usadas apenas no teto?

Já mostrei num post anterior sobre o uso de películas em vidros visando alcançar este efeito. No entanto a foto não estava muito boa pois não mostrava corretamente o efeito. Então aí vai outra:

Tudo vai depender do desenho que você escolher e da incidência da luz solar ou artificial na área externa, nesse caso.

Também há neste mesmo espaço o uso de painéis com iluminação built-in que ficou bastante interessante e vale destacar aqui:

Já nos equipamentos de iluminação cênica a possibilidade de efeitos é giga.

Tá, eu sei que essa imagem acima vem de um espetáculo de dança, mas foi só para apresentar o tipo de efeito que, produzidos por estes equipamentos são bem mais precisos e intensos.

Este equipamento da luz vermelha é um basicão utilizado em boates e danceterias. No entanto, hoje já existem luminárias bem menores (LED + lentes) que oferecem a possibilidade de fazer estes riscos de luz nas paredes, teto, piso, etc.

Caso você tenha um bom eletricista, talvez consiga que ele faça uma aplicação de LEDs ou fibra ótica como esta:

Nos equipamentos de iluminação cênica, o mais indicado para ambientes residenciais são os projetores gobos:

Como se pode observar na foto acima, os gobos são customizados. Você pode mandar fabricar um especial para o seu cliente usando textos, fotos, abstratos ou texturas:

E os gobos podem ser utilizados em áreas externas também:

Como podem ver, são muitas as possibilidades e este é sem sombra de dúvida um super equipamento para utilizar nos projetos de iluminação.

Se o cliente dispõe de uma verba bastante boa para o projeto de iluminação, você pode especificar produtos mais complexos como este painel de LEDS:

Além de texturar a parede, estes painéis tem a possibilidade de aplicação da luz dinâmica que nada mais é que o sistema RGB aliado a desenhos predefinidos no sistema do conjunto.

Painéis de paredes

Se você, assim como eu, não é muito fã de papéis de parede mas também não suporta a idéia de paredes lisas, uma boa solução é utilizar painéis de paredes.

De gesso, madeira, pvc ou algum outro material, estes painéis vem sendo cada dia mais utilizados e também, testando e atestando a criatividade dos designers.

O Iconic Panels, da B&N Industries, é feito com placas de madeira certificada ou materiais como MDF e MDP que recebem tratamento anti chamas e que o tornam resistentes à água.

Natural ou pintado, o resultado é sempre uma agradável surpresa como se pode observar nas imagens abaixo:

Caso você disponha de um excelente marceneiro, pode jogar um trabalho deste nas mãos dele.

Jovem cria painéis solares com esmalte e acetona

Giovana Vitola

Uma jovem cientista australiana criou células fotovoltáicas – usadas para transformar energia solar em energia elétrica – a partir de produtos parecidos com esmalte e acetona, uma impressora e um forno de pizza, baixando o preço da tecnologia.

Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantêm a mesma qualidade.

Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula “quase sem querer”.

“Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele”, disse ela.

Processo

No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.

Depois, o material é “assado” em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.

Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais.

Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa. No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.

Além disso, o wafer de silício usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros, bem mais fino se comparado com o padrão de 250 micrômetros.

Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.

“Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol”.

Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.

A demanda por painéis solares está crescendo em todo o mundo, mas o material ainda custa caro. Para tornar sua casa auto-suficiente em energia, por exemplo, o australiano Michael Mobbs gastou cerca de R$ 70 mil, mas a longo prazo, a relação de custo-benefício compensa.

Mobbs não paga mais conta de luz, além de já ter economizado tudo o que gastou em 12 anos.

“Todo ano evito que cerca de quatro toneladas de carvão sejam queimadas e que oito toneladas de gases estufa sejam emitidos na atmosfera”, disse ele.

BBC Brasil

BBC BRASIL.com – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.

fonte: Terra