Insista, invista e contrate um Designer de Interiores/Ambientes.

Vivemos um período onde cada dia mais o mercado exige profissionais especializados e não cabem mais aqueles generalistas. Assim como na medicina existem diversas especialidades (cardiologia, dermatologia, irologia, etc etc etc), nas áreas de engenharia e arquitetura também aconteceu isso.

Das necessidades cada vez mais específicas e personalizadas nos projetos um novo profissional surgiu: o DESIGNER DE INTERIORES/AMBIENTES.

Bem diferente do que se escrevem, dizem e pregam por aí – “O designer onera uma obra, é um profissional incompleto e limitado, etc,etc,etc” – pode ter a certeza de que este profissional foi devidamente treinado para otimizar os espaços e os custos.

O DESIGNER aprende durante 2,5 a 5 anos universitários (e outros tantos mais de prática profissional através de estágios e mercado) sobre a melhor maneira de otimizar os espaços arquitetônicos para que atendam às suas necessidades de uso diário. Esta otimização pode referir-se à um novo layout, à iluminação, à ventilação, à circulação ou à uma mistura disso tudo, sempre preocupado com o usuário e suas necessidades REAIS. Uma das premissas do profissional de Design é o trabalho desenvolvido através dos conhecimentos de ecologia, sustentabilidade e eficiência energética.

Sim, o DESIGNER também minimiza instalações (elétrica, hidráulica, esgoto), projetando suas interligações para que todos os elementos sejam compatíveis. Ele une estética e função seja em projetos de interiores ou exteriores.

O DESIGNER desenvolve um projeto executivo a partir do anteprojeto – que é apenas a parcela que o leigo re(conhece) -, onde os detalhamentos (de alvenaria, esquadrias, carpintaria, mobiliários, revestimentos, cores, texturas, etc etc etc) viabilizam a construção.

O DESIGNER acompanha toda a execução da obra. Assim ele tira as dúvidas dos operários envolvidos e soluciona as novas demandas (alterações) dos proprietários em tempo hábil, para que o cronograma não seja prejudicado. É também o coordenador dos projetos complementares como paisagismo, luminotécnica e sonorização.

Portanto, INSISTA no DESIGNER!

Se você vai construir, é importante contratar este profissional desde o início para que ele possa trabalhar junto com o arquiteto que construirá o seu sonho. Por mais que o arquiteto não queira, INSISTA no DESIGNER! É o DESIGNER que tornará o seu sonho usável, acessível, esteticamente agradável e aconchegante.

INVISTA NO DESIGNER!

Se você vai fazer alguma intervenção (projetos, obras, reformas), seja residencial, comercial ou institucional, de pequeno ou grande porte, INVISTA e CONTRATE um DESIGNER.

Ele é o profissional mais apto a solucionar as suas demandas, a deixar o projeto “com a sua cara” e atender ÀS SUAS NECESSIDADES pois estudou especificamente para isso.

Afinal, sua casa não é produto descartável, e seu tempo é precioso e o seu dinheiro não floresce em árvores.

Insistir, investir e contratar um DESIGNER é ter a certeza de que o seu investimento e os seus sonhos serão realizados.

Atividades complementares – formação

Dando sequência aos posts relacionados à formação, gostaria de aprofundar um pouco mais aqui sobre um elemento que não é explorado pelas universidades.

Praticamente todos os cursos de Design de Interiores/Ambientes tem em sua Matriz Curricular as atividades complementares, porém estas ficam desconhecidas e/ou escondidas dentro dos ementários não possibilitando ao pré-acadêmico analisar corretamente sobre o que são, na verdade, estas. Já coloquei em outro post sobre estas atividades que, muitas vezes, estas não passam de “embromattion” para fechar a carga horária dada a dificuldade de se conseguir informações sobre o que estas vem a ser na verdade. Geralmente só descobrimos isso durante o curso.

Também tem este post a ver com o carater social que a nossa profissão deve ter já desde a formação e, através disso, além de formar profissionais mais conscientes de seu papel no mundo real – lembrando que este também é composto por pessoas de baixo poder aquisitivo que merecem ter uma vida mais digna e que a nossa profissão não só pode como deve ser utilizada com um carater social e não somente naquilo que aparece em capas de revistas – auxiliar aqueles mais necessitados com o que a nossa profissão puder alcançar.

Pois bem, as IES que oferecem os cursos de Design de Interiores/Ambientes possuem estrutura para estender estas atividades além de seus muros. É comum vermos dentro destas as incubadoras de empresas em várias áreas, menos em Design de Interiores/Ambientes.

No entanto, percebemos que a maioria dos cursos superiores exigem dos alunos o estágio. Então porque não aproveitar  uma idéia como componente curricular que atenda a esta necessidade trabalhando de uma forma socialmente responsável?

Os investimentos para isso por parte das IEs são baixíssimos se comparados aos benefícios sociais e retornos que a mídia pode oferecer.

Basicamente teríamos dois pontos de ação:

1 – desenvolvimento, acompanhamento e execução de projetos voltados a entidades assistenciais (orfanatos, asilos, centros de recuperação, hospitais, etc). Veja bem: não me refiro às casas de repouso e outras entidades particulares e sim aquelas públicas e filantrópicas que carecem de recursos de todos os tipos.

2 – desenvolvimento, acompanhamento e execução de projetos voltados às residências e comércios de populações menos favorecidas.

No primeiro caso, temos a oportunidade de desenvolver projetos que irão atender entidades filantrópicas e assistenciais buscando soluções para seus problemas funcionais através de intervenções no layout, mobiliário, iluminação, cores e texturas, paisagismo, higiene e bem-estar, etc.

Em asilos e orfanatos, por se tratar de ambientes onde os usuários permanecem o dia todo muitos por um longo período e outros até a morte, podemos entrar com ações que visem a melhoria da qualidade de vida dentro destes espaços buscando atender as necessidades de acessibilidade, higiene, segurança, fluxo e organograma, estética, conforto (térmico, acústico, sensorial) entre outros. Estas ações são necessárias para diminuir a sensação de prisão, isolamento, afastamento e rompimento dos laços familiares (abandono), rejeição, inutilidade entre tantos outros sentimentos e sensações ruins.

Nos hospitais, centros de recuperação e creches as ações são parecidas e as finalidades as mesmas, porém aqui, temos um ponto a mais de atenção que está voltada à saúde, pressupondo, assim, projetos mais específicos.

No segundo caso, dar atendimento às pessoas oriundas de classes menos favorecidas buscando soluções para melhorar a qualidade de vida delas e o bem-estar através de projetos simples com custos adequados aos seus orçamentos.

Sempre que vemos imagens dos interiores dessas residências percebemos a falta de noção espacial e de arrumação. Também é comum percebermos um sistema elétrico sobrecarregado, ou insuficiente, ou ineficaz assim como o sistema hidráulico. Além disso é comum percebermos as coisas amontoadas, armários sobrecarregados, falta de espaço para circulação, acidentes domésticos acontecendo rotineiramente por causa destes motivos.

Tanto em um como no outro, são intrínsecas as ações de conscientização e educação ambiental, higiene e saúde coletiva, segurança entre outros tópicos importantes na construção da cidadania e do cidadão.

Uma sala para atendimento/desenvolvimento/administração, uns três computadores para desenvolvimento dos projetos, suporte de mídia e/ou divulgação e um professor orientador. Basicamente esta é a estrutura que a IES tem de oferecer. Nada perto do que isso significa socialmente.

Um ponto a se destacar aqui é que não é difícil encontrar na indústria voltada para a nossa área, parceiros e patrocinadores para uma empreitada desse porte. De tintas e revestimentos, passando por mobiliários e chegando aos acessórios finais de decoração, são produtos fáceis de se conseguir através de patrocínios e parcerias afinal, responsabilidade social e ambiental estão em alta.

Eu particularmente adoraria pegar a responsabilidade de um projeto nesta linha pois não gosto de ações que visam arrecadar fundos que eu não sei como, onde e se serão realmente e corretamente utilizados. Prefiro agir, fazer. Isso faz parte de mim. A necessidade de fazer algo pelo próximo e não simplesmente pagar para que outro o faça por mim.

Ao pessoal que está no meio acadêmico fica aqui uma dica: conversem com seus professores e coordenadores de curso para viabilizar isso na sua IES.

Todos tem a ganhar com isso seja o discente, o docente, a IES, os parceiros e, principalmente, aqueles que realmente necessitam de ajuda.

Casa Genial eficiente energeticamente

Fonte: Procel Info – 26.11.2008

Casa genial incentiva uso eficiente de energiaRio Grande do Sul

O Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e a Eletrobrás criaram uma residência completa, de 51m², com dormitório, sala de estar, cozinha, escritório, lavanderia e banheiro, para incentivar os visitantes a utilizarem a energia elétrica de forma racional. A “Casa Genial” tem o objetivo de contribuir na conscientização dos consumidores de energia elétrica. A casa, com eletrodomésticos, ar-condicionado, utensílios e móveis, possui dois modelos de geladeira. Um dos modelos tem o selo de eficiência energética do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), da Eletrobrás. O objetivo é fazer com que os visitantes constatem a diferença no consumo.

De acordo com Álvaro Theisen, vice-diretor dos Laboratórios Especializados em Eletroeletrônica, Calibração e Ensaios (Labelo), se o consumidor deseja substituir a velha geladeira por um novo modelo, com eficiência energética, ele poderá receber o retorno do investimento em menos de 18 meses através da economia de dinheiro nas contas de eletricidade. O museu estará equipado com medidores de energia em funcionamento, pelos quais os visitantes poderão fazer a comparação. Também haverá lâmpadas incadescentes e fluorescentes para serem comparadas. Será utilizada ainda a iluminação fluorescente dimerizada (com sensor que capta a iluminação natural), que auto-regula sua iluminação conforme a intensidade da luz solar no ambiente.

Depois da visita, os interessados poderão assistir a uma apresentação, com recursos multimídia, e poderão calcular as despesas mensais e anuais com equipamentos domésticos. A Casa Genial poderá ser visitada na área de exposições do MCT da PUCRS, a partir do dia 27 de novembro. Mais informações sobre a casa e sobre o seu lançamento podem ser encontradas no site do museu, www.pucrs.br/mct/.

Serviço:

Evento: Lançamento da Casa Genial
Data: 27 de novembro de 2008
Local: Porto Alegre – RS
Informações: www.pucrs.br/mct/

Inmetro inclui lâmpadas em programa de etiquetas

Fonte: Revista Lumière – Setembro/2008
 
Brasil – A partir de 1° de fevereiro de 2009, nenhuma lâmpada incandescente ou fluorescente compacta poderá ser fabricada ou importada no Brasil sem seguir as especificações do Programa Brasileiro de Etiquetagem, do Instituto Nacional de Normalização, Metrologia e Qualidade Industrial (Inmetro).

As lâmpadas deverão trazer na embalagem o selo indicando a sua eficiência energética, que levará em conta o consumo de energia da lâmpada, a luminosidade e sua vida útil. Os resultados serão divididos em seis categorias: A, B, C, D, E e G, sendo a A a categoria mais eficiente e a G a menos econômica. Segundo o gerente de regulamentação do Inmetro, Gustavo Kuster, os resultados das lâmpadas brancas sempre serão melhores. “A mais eficiente das incandescentes não é melhor que a pior das fluorescentes”, explica.

O objetivo é mostrar ao consumidor que, apesar de serem mais caras, em longo prazo as lâmpadas fluorescentes valem mais a pena. De acordo com o critério, todas as incandescentes terão classificação abaixo das lâmpadas brancas. “Se fizéssemos uma classificação para cada tipo de lâmpada, o consumidor poderia achar que a incandescente A fosse equivalente ao A da fluorescente”, explica Kuster.

Os lojistas só serão obrigados a vender os produtos etiquetados a partir de 12 de agosto de 2009. O prazo de fevereiro a agosto será para que os estoques sejam escoados. Estão fora do programa de etiquetagem as lâmpadas fluorescentes maiores, normalmente usadas em escritórios, pois ainda estão em fase de estudos, e as decorativas. Apesar disso, Kuster já está satisfeito com o resultado do programa. “Nós já estamos abrangendo 95% do mercado de lâmpadas do Brasil”, comemora.

Uma agenda de eficiência para o novo prefeito

Em uma época de eleições, seria desejável que as diferentes organizações sociais pudessem ter uma agenda de prioridades para apresentá-la aos candidatos e/ou cotejá-la com os seus programas e propostas.

O INEE – Instituto Nacional de Eficiência Energética – entende que em sua área de atuação específica seria interessante verificar o comprometimento dos candidatos às prefeituras com um conjunto de medidas no plano energético que poderia, não só reduzir os custos para os contribuintes e para o país, como propiciar ganhos ambientais extremamente significativos.

Torna-se hoje desnecessário enfatizar a importância da eficiência energética e da questão ambiental nos fóruns nacionais e internacionais especializados. São temas que pelas suas características exigem alta dose de vontade política para sua efetivação. Entretanto, apesar da importância da ação de governo nas medidas de maior impacto, os resultados obtidos nessas áreas dependem da adesão e participação de milhares de agentes, o que enfatiza a relevância da educação.

Da mesma forma que votar é escolher, em qualquer outra atividade econômica ou social a escolha é a chave do processo. E a escolha nessas áreas, como tem sido ressaltado na própria propaganda do processo eleitoral, tem efeito que pode ser dramático por vários anos.

Assim, de uma forma objetiva, desejaríamos que os candidatos se comprometessem, entre outros, com os seguintes propósitos:

1-Implantar na Prefeitura um programa específico que identificasse, de forma matricial e com autoridade, todas as oportunidades de aumento da eficiência no uso da energia na administração direta e indireta da prefeitura;

2-Definir claramente uma política de eficiência energética para o município, onde estivessem consideradas:
Promoção e estímulo às edificações eficientes e ambientalmente corretas, valorizando, especialmente, soluções construtivas que propiciem o melhor aproveitamento da luz natural, minimizem a necessidade de condicionamento ambiental e utilizem materiais de menor impacto energético e ambiental;

Prioridades para a organização do transporte urbano, com estímulo às práticas e equipamentos corretos nos planos energético e ambiental com destaque para os corredores de transporte e de integração, assim como para os ônibus híbridos e elétrico. Estabelecer restrições
efetivas ou mesmo penalidades, em gradações adequadas, aos impactos negativos e deseconomias provocadas pelos projetos e atividades em vias públicas assim como em certos locais e determinadas condições climáticas e ambientais;

Uso da energia em prédios e logradouros públicos municipais, mostrando exemplos e clara adesão do município às práticas corretas;
Introdução sistemática e permanente da educação energética e ambiental nas escolas públicas, aos diferentes níveis;

Uso do poder de compra na aquisição de equipamentos e na contratação de serviços, impondo regras e condições para observância aos princípios energéticos e ambientais do município.

Com a palavra os candidatos!

INEE
24/09/2008

Estudo da UFSC simula programa de telhados solares fotovoltaicos para o Brasil

Criar ferramentas que auxiliem o desenvolvimento de políticas públicas para implantação de um programa nacional de telhados solares fotovoltaicos. Esse é um dos objetivos de um trabalho que será apresentado no XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, que será realizado de 7 a 10 de outubro, em Fortaleza. Mais de 800 trabalhos serão apresentados no evento que reúne pesquisadores de todo o país e contará com três conferencistas internacionais (veja abaixo).

O trabalho de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina mostra que, entre 2012 e 2013, algumas regiões do Brasil já poderão ter preços equivalentes de energia fotovoltaica e energia convencional. Os dados são resultado de simulações de cenários para um programa solar brasileiro. As simulações foram realizadas através do desenvolvimento de planilhas eletrônicas, onde é possível identificar, entre diversos itens, o custo total do programa, o impacto tarifário que terá através da diluição dos custos aos consumidores finais e o momento em que o preço da energia fotovoltaica e da energia convencional será o mesmo para o usuário final.

De acordo com o coordenador dos trabalhos, o professor Ricardo Rüther, foram realizadas simulações para diferentes portes de programa, taxas internas de retorno ao investidor, duração e período de pagamento da tarifa prêmio. As simulações visam atingir um modelo que seja interessante o suficiente para atrair investidores e que ao mesmo tempo não tenha um impacto tarifário de grande magnitude para o usuário final.

A proposta é inspirada na experiência da Alemanha, país com o mais bem-sucedido mecanismo de incentivo às fontes renováveis de energia. Segue os pontos positivos do Renewable Energy Sources Act e adapta os pontos que não estão de acordo com a realidade brasileira. No modelo alemão, por exemplo, todos os consumidores finais de energia rateiam os custos do programa. No caso do Brasil, a proposta apresenta diferenciações. “No modelo brasileiro seriam excluídos do rateio os consumidores de baixa renda”, explica Rüther.

Análise de impacto tarifário e de investimento

A análise foi desenvolvida para o setor residencial e para as condições de radiação solar de Fortaleza, onde acontecerá na próxima semana o Entac 2008. O trabalho detalha exemplo de cenário desenvolvido para um programa de 1.000 MWp a serem instalados num período de 10 anos. Com base no consumo energético total anual do setor residencial (72.062.231 MWh para o ano de 2006, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia), foi calculada a tarifa prêmio paga por cada kWh gerado, o impacto tarifário do programa, bem como a contribuição desta energia gerada no suprimento do consumo do respectivo setor. A tarifa prêmio é um mecanismo temporário de incentivo, pelo qual o consumidor que tem um telhado solar fotovoltaico recebe por cada kWh injetado na rede el&e acute;trica uma tarifa superior à tarifa convencional por um período de 10 a 20 anos, com o objetivo de premiar a adoção da geração solar.

De acordo com o estudo, tomando como base o consumo médio mensal do setor residencial no Brasil (200 kWh), cada unidade consumidora do respectivo setor pagará a mais em sua fatura de energia aproximadamente R$0,28 por mês, para o primeiro ano do programa. Esse valor atingirá um pico de R$1,51 por mês no décimo ano do programa e, a partir daí, esse custo declinará para os anos seguintes.

O programa terá uma geração de 166.200 MWh adicionais ao ano, o que equivalerá a uma contribuição anual de 0,23 % no suprimento do consumo do setor residencial, no primeiro ano. Ao final dos 10 anos de instalações, o programa contribuiria com 1,6% para o suprimento dessa demanda.

Baseado no cenário em que foi adotado um percentual anual de reajuste tarifário de 4% e uma TIR de 7%, a energia convencional começará a ter o mesmo preço da energia fotovoltaica, na região de Fortaleza, a partir de 2013. Nesse ano, segundo o cenário proposto, Fortaleza terá uma tarifa convencional de energia para o setor residencial de 0,62 R$/kWh, o mesmo valor que será o preço da energia fotovoltaica para essa região.

“Na pior das hipóteses analisadas, a paridade de rede no Brasil já acontecerá no ano de 2013, sem a necessidade de subsídios. A questão é que quanto mais tarde o Brasil investir nesta tecnologia, mais ele se colocará atrás com relação aos países que já investem no que tange à maturidade e domínio tecnológico. Quanto mais cedo o país investir, mais cedo ele desenvolverá tanto nas áreas econômica e social, através da criação de uma indústria local e da geração de novos postos de trabalho, quanto na energética, através da diversificação da sua matriz.”, alertam os autores no trabalho.

No artigo aceito para apresentação no XII Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído são apresentados dois exemplos de cenários. “O objetivo é apenas apresentar as ferramentas que foram desenvolvidas para a criação desses cenários. A fim de se chegar a um resultado o mais representativo possível e baseado na realidade econômica do país, outras análises estão sendo realizadas”, adiantam os pesquisadores.

Na opinião dos autores, o Brasil é um país rico em fontes renováveis de energia e reúne condições necessárias e suficientes para estabelecer uma lei de incentivo à geração distribuída, em particular à geração de energia solar fotovoltaica conectada à rede, a exemplo da que foi estabelecida na Alemanha, Espanha e vários outros países. No entanto, atualmente, não há regulamentação para a promoção da energia solar fotovoltaica conectada à rede, o que dificulta a sua inserção.

“Apesar de o Brasil ser um país em desenvolvimento, ele apresenta uma parcela de consumidores com possibilidades de assumir os custos de um programa fotovoltaico de proporção considerável. O país apresenta excelentes níveis de radiação solar. Neste trabalho demonstrou-se que isto é possível com um impacto tarifário de pequenas proporções e que se estende somente àquelas camadas da população com um maior poder aquisitivo.”, destaca o grupo que reúne pesquisadores do Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (Departamento de Engenharia Civil), do Laboratório de Energia Solar (Departamento de Engenharia Mecânica), ambos da UFSC, e da Rede de Organizações da Sociedade Civil para as Energi as Renováveis.

Saiba Mais:

Impacto tarifário e análise de investimento

Os seguintes itens foram considerados dados de entrada para a base de cálculo na planilha:

• Porte do programa (MWp/ano);

• Duração do programa (anos);

• Período de pagamento da tarifa prêmio (anos);

• Preço do sistema fotovoltaico (R$/Wp);

• Despesas de operação, manutenção e reposição (OM&R) (% do custo do programa);

• Taxa interna de retorno ao investidor (%);

• Produtividade (yield) média anual do tipo de tecnologia FV escolhido, para a o nível médio anual de radiação solar considerada (kWh/kWp);

• Consumo anual residencial nacional total (kWh);

• Tarifa média mensal de energia convencional para o setor residencial (R$/kWh).

Baseados na entrada dos dados acima apresentados, os seguintes itens foram calculados:

• Custo total do programa;

• Montante anual arrecadado em tarifa prêmio;

• Tarifa prêmio por kWh gerado pela tecnologia solar FV;

• Impacto (acréscimo) na tarifa do consumidor residencial, por cada kWh consumido de energia convencional, ao longo do período de duração do pagamento da tarifa prêmio;

• Geração anual de energia pela tecnologia solar FV;

• Percentual de contribuição da geração FV no suprimento energético brasileiro

Saiba Mais

Um exemplo de sucesso

A Alemanha é considerada o país com o mais bem sucedido mecanismo de incentivo às fontes renováveis de energia. O sistema de preços introduzido com o Electricity Feed Act (1991) – e posteriormente atualizado pela Renewable Energy Sources Act (2000) e pela emenda do Renewable Energy Sources Act (2004) – é a chave para o sucesso das renováveis na Alemanha. Apenas no ano de 2004, houve um aumento de aproximadamente 100% na potência FV instalada na Alemanha, que ao final de 2005 estava em aproximadamente 1,5 GWp conectados à rede elétrica pública (IEA, 2008).

O mecanismo alemão é baseado na obrigatoriedade de compra, pela operadora de rede, de toda a eletricidade gerada pelas fontes renováveis, pagando ao produtor independente de energia (PI) uma tarifa prêmio por cada kWh gerado. Essa tarifa prêmio é relativamente superior ao preço do kWh convencional e é distinta para cada tecnologia. Os recursos para o pagamento das tarifas prêmio são captados através de um pequeno acréscimo na tarifa convencional de todos os consumidores e são depositados num fundo, utilizado para reembolsar os PIs. Neste caso, o incentivo é pago gradualmente ao longo do tempo de duração do programa (20 anos para a Alemanha), permitindo que os PIs recuperem os seus investimentos num período de 10 a 12 anos (HOLM & ARCH, 2005). O objetivo do programa é facilitar o desenvolvimento sustentável no suprimento de energia, controlar o aquecimento global, proteger o meio ambiente e atingir um aumento substancial na porcentagem das fontes renováveis no suprimento do consumo (no mínimo o dobro até o ano de 2010).

Fonte: Artigo ´Programa de Telhados Solares Fotovoltaicos conectados à rede elétrica pública no Brasil`

Ricardo Rüther (1,2); Isabel Salamoni (1); Alexandre Montenegro (2); Priscila Braun (1); Roberto Devienne Filho (3)

(1) Laboratório de Eficiência Energética em Edificações-Departamento de Engenharia Civil- Universidade Federal de Santa Catarina – e-mail: ruther@mbox1.ufsc.br

(2) Laboratório de Energia Solar – Departamento de Engenharia Mecânica- Universidade Federal de Santa Catarina

(3) Rede de Organizações da Sociedade Civil para as Energias Renováveis

 

Mais informações:

Prof. Ricardo Rüther

LABSOLAR – Laboratorio de Energia Solar

&

LabEEE – Laboratorio de Eficiencia Energetica em Edificacoes

Universidade Federal de Santa Catarina / UFSC

Caixa Postal 476, Florianopolis – SC

88040-900  Brasil

Tel.: +55 48 3721 5174

Email: ruther@mbox1.ufsc.br   ruther@emc.ufsc.br   ruther@ecv.ufsc.br

LEDS – LEDwaves

Eles estão a cada dia melhorando o uso dos LEDs para iluminação. Através de pesquisas, estão desenvolvendo produtos que cada dia mais transformam a iluminação.

Hoje já podemos tranquilamente trocar algumas lâmpadas comuns por LEDS sem prejuízo algum nas variáveis de um projeto de Light Design.

Os produtos abaixo são da empresa LEDwaves, só para vocês terem uma idéia.

Com esta, você substitui as halógenas de 15W.

Esta, pode ser usada no lugar das halógenas de 30W.

Estas substituem as incandescentes de 40 e 55W.

Opção para a PAR20 de 50W.

Opção para a PAR30 de 75W.

Poderosa: PAR38 de 120W.

Street Light: por ser modular, pode substituir desde luminárias com lampadas HQL de 80 a 400W para iluminação pública.

Vale lembrar que o uso dos LEDs nos projetos favorecem a eficiência energética pois o consumo é baixíssimo se comparado às lâmpadas convencionais além de ter uma vida útil mais longa.

 

Começa em janeiro avaliação energética de prédios

Antonio Gaspar
 
A partir de janeiro de 2009, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) passa a conceder etiqueta às construções que apresentem eficiência energética. Com isso, o consumidor brasileiro ganha mais um balisador que o ajudará no momento da opção por um apartamento, sala ou espaço em um edifício. Podem participar da avaliação empreendimentos com área mínima de 500 metros quadrados abastecidos por, no mínimo, 2.3 quilowatts (2.300 volts).

O diretor de qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, disse que a estrutura para avaliação dos projetos já está montada. “Poderemos usar tanto nossos laboratórios quanto os acreditados”, disse. As normas para a concessão da etiqueta foram estabelecidas por um comitê formado por vários ministérios e pelo Inmetro. Segundo Lobo, a adesão é voluntária, mas, ressalta, “o comitê tem poder, definido por lei, para tornar a participação compulsória”.

Além do consumidor, que poderá colocar na ponta do lápis o preço do imóvel e os custos mensais representados pelo consumo de energia, a etiqueta será uma ferramenta importante para os síndicos. “No trabalho de gerenciamento, se o edifício não tiver obtido a categoria A, for C, por exemplo, o síndico saberá exatamente o que tem de ser feito para chegar no melhor patamar”, explica Carlos Alexandre Príncipe Pires, coordenador de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia. Ela chama a atenção da importância da medida como indutora de mudança de comportamento do governo no que diz respeito aos prédios públicos.

Avaliação – As edificações serão avaliadas em três quesitos. Cada um contribui com um porcentual para a pontuação final. O setor de iluminação tem peso de 30%, o de ar-condicionado, 40%, e o envoltório, 30%, explica Pires.

Em outras palavras, os projetos serão avaliados quanto ao número de janelas, fator que define a necessidade de uso de luz artificial e equipamentos elétricos, a qualidade dos materiais elétricos e dos equipamentos do ar-condicionado, os produtos usados na face externa (envoltório), como tijolo (melhor isolante, por exemplo) ou vidro, se há espaço entre o último andar e a laje, se há clarabóia, entre outros. “Todos os cálculos e procedimentos foram realizados e constam em ambiente de informática”, explica Pires.

fonte: CLD

Iluminação de teto da CREE vence Competição de Design Internacional por segundo ano consecutivo

Fonte: Market Watch – 16.09.2008
 
Estados Unidos – A Cree, empresa de iluminação por diodos emissores de luz, os Leds, ganhou mais uma vez o prêmio por iluminação de teto, na competição de iluminação em estado sólido Iluminando Pelo Amanhã 2008. A CREE Iluminação LED foi homenageada no concurso por sua eficácia e design. O evento é organizado pela Associação Americana de Iluminação, pelo Departamento Norte-Americano de Energia (DOE, na sigla em inglês), representado pelo Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico, e pelo Consórcio de Eficiência Energética.

A iluminação arquitetural de teto, em Led, CREE LR4 recebeu o prêmio mais alto, na categoria iluminação Led de teto. Para participar desta categoria, os concorrentes devem cumprir os critérios para iluminação em estado sólido Energy Star, estabelecidos pelo DOE. Selecionada entre 56 candidatos, a LR4, que entrará no mercado ainda este ano, foi submetida a testes. As experimentações são exigências do DOE para o processo seletivo ao prêmio e são feitas em um laboratório independente. A iluminação foi elogiada pelos jurados por sua maior eficiência energética e por sua qualidade de cor.

A CREE LR24, uma iluminação de teto com 24 polegadas, foi homenageada por sua eficácia na categoria “Outras Aplicações”, reservada para produtos de iluminação em geral que não são cobertos pela Energy Star, que exige eficácia mínima de 50 lúmens por watt. A LR24, projetada para uso em tetos altos, deve estar disponível no mercado a partir deste outono. O outono nos Estados Unidos é no mesmo período da Primavera no Brasil. As LR24 apresentam as mesmas cores e vida útil que outras iluminações da CREE.

LEDCity: Para melhorar a qualidade de vida

O LEDCity é uma expansão das comunidades das cidades, dos governos e da indústria para trabalhar no sentido de avaliar, implementar e promover a tecnologia LED na iluminação em toda a gama das infra-estruturas municipais para:

Poupar energia
Proteger o meio ambiente
Reduzir custos de manutenção
Proporcionar uma melhor qualidade luz para melhor visibilidade e segurança

De acordo com os E.U. Departamento de Energia, 22% da eletricidade usada nos os E.U. são para iluminação. Em um mundo com a rápida subida dos preços da energia baseada na disponibilidade e controle de combustíveis fósseis, e com a crescente preocupação com a sustentabilidade do meio ambiente, a revolução na iluminação está muito atrasada.

 

Díodos emissores de luz, chamados LEDs, estão revolucionando a iluminação. Mudando para iluminação à base de LED podemos economizar de 40 a 70% da electricidade que uma cidade utiliza para determinadas aplicações, tais como iluminação garagens, estacionamentos, áreas ao ar livre públicas, ruas e iluminação portátil.

Além de ajudar a proteger o meio ambiente através da redução do consumo de electricidade, a iluminação LEDs, devido à sua longa vida útil, também reduz a quantidade de materiais em aterros (ou seja, lâmpadas). Além disso, LEDs, ao contrário de algumas tradicionais fontes de luz, não contêm mercúrio ou chumbo, metais perigosos à saúde e ao meio ambiente.

De acordo com o Departamento de Energia, nos próximos 20 anos a aprovação de iluminação LED nos os E.U. pode:

Reduzir os gastos com electricidade a partir de demandas de iluminação em 62%.
Eliminar 258 milhões de toneladas métricas de emissões de carbono.
Evitará a construção de 133 novas usinas. 
Gerar poupanças financeiras que poderiam ultrapassar US$ 280 bilhões.

Junte-se à Revolução LED Lighting, tornando-se um LED da cidade participante.

 

*Este programa é realizado nos EUA, porém, já passou da hora de termos aqui no Brasil algo assim.

Vale a pena a visita ao site (em inglês) pois tem bastante material e informações sobre o projeto.

Recuperador de calor para chuveiros elétricos

Foi em pleno banho ao lavar os pés sujos de terra avermelhada que o tecnólogo José Geraldo de Magalhães teve uma idéia ao perceber a água quente se esvaindo pelo ralo. Pensou em desperdício e começou a imaginar um sistema que aproveitasse esse calor para ajudar a esquentar a própria água do chuveiro. Sete anos depois daquele dia na sua cidade natal, em Rio Vermelho, no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Magalhães acompanha, desde setembro, a distribuição gratuita de um lote de 7 mil peças de seu invento para pessoas carentes da Região Metropolitana de Belo Horizonte num programa elaborado e financiado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

Chamado de recuperador de calor para chuveiros elétricos, o sistema possibilita uma redução de 44% no gasto de energia elétrica de uma residência. O recuperador é produzido pela empresa Rewatt Ecológica, da qual Magalhães é um dos sócios. O funcionamento é simples. Em vez da água da caixa ou da rede de distribuição ir direto para o chuveiro, ela segue por uma mangueira e chega a uma plataforma de plástico reforçado instalada no chão do banheiro, com 58 centímetros (cm) de diâmetro e 4 cm de altura com tapete e estrutura antiderrapante.

Dentro dela existe um trocador de calor feito de alumínio, na forma de um encanamento em espiral, que recupera o calor da água quente do banho e aquece, em cerca de 20 segundos, a água limpa no interior do cano. A água aquecida é levada, por pressão natural ou por um pressurizador, para o chuveiro. A diferença do novo sistema é que quando a água chega ao aparelho ela já está pré-aquecida em comparação à existente na caixa. Normalmente a água natural parte dos 20º Celsius (C) e é esquentada no chuveiro até 38ºC, que é a temperatura do banho quente no inverno.

“Se ela já estiver com 27ºC, a diferença cai de 18º para 11ºC”, diz a professora Júlia Maria Garcia Rocha, do Grupo de Estudos e Energia (Green) do Instituto Politécnico da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Foi ela quem coordenou os dois testes que comprovaram tecnicamente a viabilidade do sistema, primeiro a pedido de Magalhães e depois da Cemig. “No início, nós não acreditávamos que o recuperador funcionasse. Depois fizemos os testes, o modelamento teórico e, no final, sugestões para melhorar o equipamento”, diz Júlia. “Fiquei tão impressionada que coloquei o recuperador na minha casa.”

Em um dos estudos, Magalhães instalou nove recuperadores de calor em uma academia de ginástica, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Com a instalação foi possível substituir os chuveiros de 5.400 watts para outros com 2.000 watts, também foram trocados os de 4.400 watts para 1.800 watts. No primeiro mês da instalação a redução com energia elétrica foi de 1.020 quilowatts-hora (kWh), o que representou a economia de 612 reais na conta de luz. Inicialmente o recuperador de calor está sendo instalado em residências escolhidas pelo projeto Conviver da CEMIG, que leva a eficiência energética a populações carentes. A Rewatt tem planos para comercializar o recuperador. “Estamos nos estruturando para vender o recuperador para um público mais amplo a partir de janeiro de 2008”, afirma Magalhães. O preço inicial do recuperador de calor será de 360 reais.

Fonte:
Mídia eletrônica: Agência FAPESP http://www.agencia.fapesp.br Por Marcos de Oliveira 19/10/2007

http://www.rewatt.com.br/funcionamento.htm
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=13373

acesso em outubro de 2007
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sugado: http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/rewatt.htm

Marcas e Patentes – importante

A revista Lumière deste mês (ed 121) traz uma entrevista com a chefe da divisão do Estado de São Paulo do INPI, Maria dos Anjos Marques Buso, que já atua há 28 anos junto ao INPI.

Dentre os vários temas abordados estão a função do INPI, importância de uma patente de produto ou registro de marca, meios para solicitar uma patente ou registro, desmistifica o alto custo deste serviço, direitos de quem registra uma patente ou registro de marca entre vários outros assuntos.

Está muito boa!!!

http://www.portallumiere.com.br/revistaonline/abre_revista.php?arq=174&altura=800&largura=1280

E aqui, um link direto na página do INPI sobre Desenho Industrial.

Rua Mayrink Veiga, nº 9 – Centro – Rio de Janeiro/RJ – Cep: 20090-910
Praça Mauá, nº 7 – Centro – Rio de Janeiro/RJ – Cep: 20081-240
Telefone: 21 2139-3000
CNPJ: 42.521.088/0001-37

Boa leitura a todos!!!

 

Aproveitem também para ler as seguintes matérias nesta edição:

– Regulamentação para Etiquetagem Voluntária do nível de eficiência energética de edifícios comerciais, de serviços e públicos – PROCEL EDIFICA.

– NBR 5413 – o que e por que deve mudar?

– Imprescindíveis – uma matéria bastante interessante sobre os amados abajures.

Boa leitura!!!