Pró-DInt – Assessoria, Consultoria e Planejamento em DInt.

A necessidade de movimentar-se para sair do lugar comum é uma característica daqueles que buscam a inovação e a melhoria dos diversos aspectos que cercam seu meio profissional. Com isso em mente, entro em uma nova empreitada em minha carreira e passo a oferecer novos serviços através da PróDInt – Assessoria, Consultoria e Planejamento.

Atuar além dos projetos de Design de Interiores e Ambientes brasileiro sempre foi o meu foco buscando trabalhar e auxiliar na valorização, defesa e evolução de minha área profissional. E ainda tem muito a se fazer nesse sentido.

Com base em minha experiência adquirida durante estes anos atuando no mercado, pesquisando exaustivamente para meu blog e minha vivência acadêmica, possuo um bom conhecimento sobre aspectos relevantes para o ensino e prática do Design de Interiores e Ambientes para compartilhar com vocês.

A base de atuação desta nova empreitada está alicerçada sobre quatro esferas:

1) Para as IES e escolas, auxiliar o meio acadêmico através de consultorias e assessorias em suas revisões e atualizações curriculares de graduação e pós-graduação, de planejamentos de atividades de extensão, pesquisa, eventos e análise e treinamento de corpo docente para atuação em cursos de DInt.

2) Para os alunos dos cursos de Design de Interiores brasileiros, assessoria no desenvolvimento de projetos, pesquisas e trabalhos acadêmicos.

3) Para comunicadores e mídia em geral, serviços de consultorias no que diz respeito a projetos de Design de Interiores e Ambientes elaborando e revisando conteúdos e pautas, listas de entrevistados e abordagens de matérias e programas.

4) Oferecer palestras, cursos e workshops focados na real inserção do Design – suas metodologias, técnicas e abordagens – nos projetos de Interiores e Ambientes.

Fiquem a vontade para entrar em contato. É conversando, debatendo e dialogando que evoluímos.

E-mail: prodintconsultoria@gmail.com

Fanpage: https://www.facebook.com/ProDIntConsultoria/

Wpp: (43) 99905-9503

Paulo Oliveira.

Está pensando em cursar Design de Interiores?

Então aqui vão algumas respostas a diversas dúvidas básicas que sempre aparecem nos comentários deste blog.

  1. Quais os tipos de formação acadêmicas existentes em Design de Interiores?

Existem três tipos:

– Técnico (ensino médio);

– Tecnológico (nível superior);

– Bacharelado (nível superior).

A escolha depende do que você pretende profissionalmente para o seu futuro.

Os cursos técnicos tem uma formação bem restrita, com carga horária reduzida (em média 800 horas aulas) e, consequentemente, a aquisição de conhecimentos também é reduzida. Há também restrições relacionadas ao exercício profissional onde as atribuições dos técnicos são menores que as dos profissionais oriundos dos cursos superiores. Estes cursos não dão o direito ao aluno de participar de programas de pós-graduações (especializações, mestrados e doutorados). Para sanar as dúvidas referentes a isso, acesse o site do MEC e procure pelas diretrizes curriculares.

Já nos cursos de nível superior a formação é bem mais complexa com carga horária mínima de 2000 horas aulas para os tecnológicos e 3600 para os bacharelados. Isso possibilita mais tempo para aprender sobre os diversos aspectos que compõem um projeto de Design, mais tempo para exercitar, investigar e questionar. Os projetos desenvolvidos também são mais complexos proporcionando diversas possibilidades de atuação profissional após a formação. Incluindo, continuar na vida acadêmica através das pós-graduações visando o aperfeiçoamento profissional ou ainda a entrada para a docência nesta área.

Eu, como educador e por experiência no mercado, sempre indico a quem quer que seja optar pela maior titulação possível na formação.

  1. Quanto custa um curso de Design de Interiores?

Não há como responder esta pergunta de forma precisa por dois motivos:

– Existem cursos em Universidades Públicas: totalmente gratuitos.

– Existem cursos em Universidades Privadas: pagos.

No último caso, cada Universidade tem autonomia para cobrar quanto quiser pelo curso oferecido pela mesma. Se desejar saber quanto custa o curso, entre em contato com Universidade que você pretende cursar e pergunte diretamente na secretaria da mesma.

Lembre-se que há a possibilidade de inscrever-se através do FIES.

  1. Gostaria de saber quanto tempo demora uma faculdade de design de interiores.

Existem os cursos de nível médio (técnicos) com duração média de 1 ano.

Por outro lado, os de nível superior são mais longos: os tecnológicos duram entre 2 e 3 anos. Já os de bacharelado, 4 anos.

  1. Gostaria de saber se existe algum critério a ser analisado na grade curricular do curso antes de ingressar em qualquer faculdade.

Um dos elementos essenciais na formação acadêmica é a exigência de estágio durante o curso.

Outro ponto importantíssimo é analisar se a grade (matriz curricular) incentiva o pensar sobre a área através de disciplinas teóricas e produção de textos e artigos, ou se produz apenas robozinhos projetistas.

Também se informe sobre as tais “atividades complementares” e como estas são trabalhadas dentro da universidade. Se estas são tratadas livremente, do tipo “horas de estudo do aluno”, desconfie do curso. As atividades complementares devem ser trabalhadas visando complementar a formação acadêmica. Fiz um post sobre este assunto e você pode acessá-lo clicando aqui  e também aqui neste outro post.

Outro detalhe muito importante: busque aquela universidade que prioriza designers habilitados em Design como docentes.

  1. Encontrei um curso online. Vale a pena fazer?

Depende do curso (escola), da plataforma de aprendizagem EAD e do conteúdo.

A área de Design de Interiores possui disciplinas que sim, podem ser ministradas integralmente à distância. Alguns exemplos são: História da Arte e do Design, Estética e Estilo, Psicologia Aplicada, Expressão e Comunicação Humana, Design Thinking, Antropologia, Semiótica aplicada ao Design, Sustentabilidade, Materiais de Revestimento I, Materiais de Construção I, Tratamento Gráfico Digital, AutoCAD, SketchUP, Criatividade e Inovação, Empreendedorismo, Gerenciamento de Obras I, Marketing e todas as outras que tenham seu conteúdo fundamentalmente teórico.

Já para as disciplinas de: Projetos Residenciais, Projetos Comerciais, Projetos Institucionais, Projeto de Eventos e Cenografia, Projeto de Mobiliário, Ergonomia, Desenho (observação, perspectiva, técnico, etc.), Instalações Prediais, Estrutura Predial, Segurança Estrutural, Design de Superfície aplicado, Design Gráfico aplicado, Conforto Ambiental (térmico, acústico e luminoso), Gerenciamento de Obras II, Paisagismo, Equipamentos e Instalações, Processos Industriais, Materiais de Revestimento II, Materiais de Construção II, e outras mais técnicas como estas não acredito na formação 100% online. Na verdade estas nem devem ser oferecidas nesta modalidade dada a complexidade de seus conteúdos e a necessidade do professor estar sempre “em cima do aluno” auxiliando, dirimindo dúvidas, orientando, eliminando vícios, corrigindo e explicando o porque do erro entre diversas outras necessidades que, com a educação online, não são possíveis.

Este último grupo de disciplinas são importantíssimos para a sustentação do projeto desenvolvido e qualquer erro no mesmo, a falha está exatamente nesta fase. E quando digo risco refiro-me ao fato de colocar a vida de usuários em risco. Creio que ninguém deseja isso não é mesmo?

Tenho acompanhado alguns alunos oriundos de cursos EAD em Design de Interiores e, facilmente, encontramos problemas dos mais simples aos mais graves em seus projetos. Tudo fruto da ausência do docente para alertar sobre os mesmos.

Portanto, curso totalmente online não é uma boa opção.

Tempos atrás uma menina me questionou aqui pelo blog: “Mas professor, temos que ir apresentar os trabalhos pessoalmente todo mês ou final de módulo lá na escola”.

Mesmo assim ainda não é o suficiente, pois os vícios de projeto não são tratados nestas parcas tratativas presenciais.

  1. É preciso saber desenhar para fazer Design de Interiores?

Esta é a pergunta que não aguento mais responder. As pessoas lêem o post, mas não os comentários. Se o fizessem encontrariam a resposta para esta e várias outras questões.

Respondendo à questão, não! Não é necessário saber desenhar afinal, durante o curso, você terá diversas disciplinas que buscam ensinar o aluno a desenhar.

No entanto sempre digo que: se você entrar no curso já sabendo desenhar terá uma grande vantagem sobre os demais alunos afinal, poderá dispensar o precioso tempo das disciplinas de desenhos para aprofundar-se em outros conhecimentos.

Se possível, antes de entrar no curso procure fazer aulas de desenho em algum atelier de arte. Vai facilitar muito a sua vida.

  1. Precisa saber matemática e cálculo?

Dada a demanda sobre este assunto, eu já respondi esta questão neste post aqui: Ah essa maldita matemática.

  1. Me falaram que tem uma “Lei” proibindo os designers de atuar e que é melhor fazer Arquitetura. Isso procede?

Isso é uma MENTIRA!

O que existe é a Resolução n° 51 do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) que é meramente uma legislação INTERNA deste Conselho. Está bem longe de poder ser considerada Lei aplicável a outros profissionais que não fazem parte deste Conselho.

Esta Resolução é aplicável apenas e tão somente aos arquitetos e urbanistas.

  1. Para fazer Design de Interiores é preciso fazer Arquitetura?

Mais uma mentira deslavada. No curso de Design de Interiores você se formará designer. No curso de Arquitetura, arquiteto.

São profissões distintas e complementares, onde cada uma tem o seu espaço no mercado de trabalho e deveriam atuar juntas à exemplo do que acontece no exterior.

Portanto, se alguém lhe disser que será preciso fazer Arquitetura depois de formado(a) em Design de Interiores, dê uma risadinha e mande a pessoa ir catar coquinho.

Não há a menor necessidade disso.

O único caso da real necessidade disso é se você quiser construir, mas aí já é outra história.

  1. Não tenho condições financeiras para montar um escritório para trabalhar depois de formado(a). Gostaria de saber como eu poderia trabalhar sem tanto custo no início.

Se você não tem condições financeiras para abrir seu próprio escritório após formado(a), sugiro algumas alternativas:

– Trabalhe em casa, monte um home office.

– Invista em materiais de divulgação (cartões de visita, flyers, etc).

– Procure emprego em alguma loja antes de abrir seu próprio escritório. Assim você irá montar seu network (rede de contatos) e, consequentemente, clientes particulares começarão a aparecer.

  1. Tenho mais de 50 anos e sou apaixonado(a) pela área. É muito tarde para começar?

Nunca é tarde para correr atrás e realizar os seus sonhos.

Se joga!

  1. Tenho graduação em uma área “nada a ver” com Design ou Arquitetura. Fazendo uma especialização em Design de Interiores conseguirei atuar na área?

Não!

As especializações visam o aperfeiçoamento profissional dentro de sua área de origem. Digamos que você é formado(a) em Química. Certamente os seus conhecimentos sobre aspectos específicos de projeto são nulos. E não é em uma especialização que conseguirá adquiri-los.

O mais indicado é buscar um curso de Design de Interiores, preferencialmente de nível superior. Sim, uma nova graduação.

Para esclarecer mais dúvidas acesse este post.

É antiguinho, mas certamente irá sana-las.

LD> Workshop presencial em Londrina

Dias:
6, 20 e 27 de outubro (sábados).

Carga horária:
20 horas/aula

Ementa:
Este workshop tem como objetivo corrigir a cultura sobre o Lighting Design, levando a informação correta sobre esta especialidade. Mostrar as diferenças entre iluminação e Lighting Design. Conscientizar sobre a necessidade da especialização na área e a cultura de parcerias profissionais para a construção de uma comunidade criativa.

Através de estudos de casos, mostrar os erros mais comuns cometidos nos projetos de iluminação. Demonstrar como um projeto de Lighting Design pode agregar valor e qualidade a qualquer projeto, empreendimento, produto enfim, onde houver luz.

Também apresentar como o Lighting Design deve ser inserido no contexto público seja pela melhoria da qualidade de vida nas cidades, seja por questões de eficiência, segurança. Embelezamento.

Com metodologia teórico-conceitual-prática. Pensar, analisar, criar, manipular a luz.

Público alvo:
Estudantes e profissionais das áreas de arquitetura, engenharia (civil e elétrica), design (produtos, gráfico, moda, interiores/ambientes), cênicas, publicidade e propaganda, marketing, fotografia, comunicação, gestores públicos (urbanismo, cultura, etc).

Conteúdo:

Modulo 1 – 06/10  (14:00 às 18:00 horas)
– Introdução – Diferenças entre Iluminador e Lighting Designer
– Cultura de parcerias profissionais na Economia Criativa
– Erros I.

Modulo 2 – 20/10
Manhã (08:00 às 12:00 horas):
– Erros II.
– Produtos e Pesquisas
Tarde (14:00 às 18:00 horas):
– A valorização dos ambientes através da iluminação.
– Softwares para iluminação

Modulo 3 – 27/10
Tarde (13:30 às 17:30 horas):
– Tópicos de Ética
– Manipulando a luz – prática
– Lighting Guerrilha I – o que é?
Noite (18:30 às 22:30):
– Afinação
– Lighting Guerrilha II – prática

Turma:
Mínimo 20 alunos
Máximo 50 alunos

Valores:
Profissionais: R$ 400,00
Estudantes: R$ 200,00
Bônus para as primeiras 20 inscrições:
Profissionais: R$ 250,00
Estudantes: R$ 150,00

Informações e inscrições:

Aldeia Coworking Londrina

(43) 3028-2882

E-mail: londrina@aldeiaco.com.br

Realização:

Aldeia Coworking Londrina

Apoio:

Via Light Iluminação

Lume Arquitetura

LightingNow > workshop online

É pessoal, à convite do Alexandre, gestor do Portal Lighting Now, vou ministrar um workshop online em junho/julho.

Trata-se do workshop “Lighting Design: mitos, verdades e erros frequentes em projetos de iluminação”.

Objetivo:

Este Workshop On-Line tem por objetivo, trazer à discussão o papel do Ligthing Designer no cenário brasileiro, evidenciando suas qualificações, relações entre profissionais, atividades projetuais complementares e desmistificando o projeto luminotécnico, apontando o que é Mito e o que é Verdade quando o assunto é luz.

Todos estes pontos, além dos Erros mais frequentes nos projetos de iluminação, serão tratados de forma simples, clara e objetiva junto aos profissionais do mercado, buscando um melhor entendimento sobre o assunto e promovendo cultura orientada à qualificação e diferenciação em seus projetos.

Público-Alvo:

– Profissionais da área de Arquitetura, Decoração e Iluminação;
– Contratantes de projetos e serviços correlatos que precisam de maiores conhecimentos sobre o assunto;
– Estudantes e pesquisadores das áreas acima citadas.

Formato:

O workshop será ministrado no formato de apostilas em PDFe está dividido em 4 módulos com início em 18/06 e vai até 13/07 (4 semanas).

A cada semana (segunda -feira) será disponibilizado um novo módulo que o participante pode assistir on-line ou baixar para acompanhar posteriormente nos dias e horários que mais lhe for adequado.

Durante a semana, o participante pode tirar suas dúvidas sobre o conteúdo exposto comigo pelo próprio site.

Todas as aulas ficarão disponíveis para consulta até o final do último módulo.

O Programa

1º Módulo – 18 a 22/06
Introdução
Cultura de parcerias profissionais (importância das parcerias)
Comunidade criativa
Diferenças entre Iluminador e Lighting Designer

2º Módulo – 25 a 29/06
Erros mais comuns e frequentes em projetos de iluminação
Estudos de casos
É mais caro consertar do que iniciar certo

3º Módulo – 02 a 06/07
A valorização da arquitetura e dos ambientes através da iluminação
Intervenções urbanas
Desenvolvimento de produtos

4º Módulo – 09 a 13/07
Pesquisa
Mitos e verdades
Tira dúvidas

Maiores informações:

Workshop Lighting Design com Paulo Oliveira
Data: de 18/06 a 13/07
Onde: Evento On-Line (internet)
Valor: R$ 49,90 (Cartão de Crédito ou Boleto Bancário pelo PagSeguro)

Inscrições: clique aqui para inscrever-se.

Cursos Osram 2012

Agende-se!!!

A OSRAM acaba de anunciar, sua programação para os cursos de iluminação de 2012.

Neste ano, serão apresentados cinco temas diferentes, que vão desde a apresentação dos conceitos básicos da iluminação e demonstração do portfólio de produtos da companhia, até a explicação de assuntos mais complexos, como a elaboração de cálculos luminotécnicos.

Veja abaixo as características e as datas de cada tema.

Conceitos Luminotécnicos
São apresentados todos os conceitos relacionados à iluminação, seguindo as tendências de eficiência, economia energética e conforto, essenciais para profissionais que atuam neste segmento. Além disso, temas básicos de luminotécnica, como sistemas de iluminação, grandezas fotométricas e critérios de desempenho são abordados. É a base inicial para todos os demais cursos de iluminação.
Datas: 12/3, 21/5 e 16/6
Palestrante: Nelson Solano, arquiteto, é mestre formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É especialista e consultor na área de conforto ambiental e eficiência energética nas edificações desde 1979 e possui dezenas de projetos realizados. Atualmente, além de professor em cursos de graduação e pós, é diretor da Geros Arquitetura Ltda.

Portfólio OSRAM
Tem o objetivo de apresentar o completo portfólio de produtos da OSRAM, bem como suas diferentes tecnologias e características, com grande foco na tecnologia LED. O curso abordará as linhas de lâmpadas LED, fluorescentes, halógenas, incandescentes e descarga, além de módulos e luminárias de LED, transformadores, reatores eletrônicos e sistemas de gerenciamento de iluminação. Além disso, também abrange o portfólio de produtos da Traxon Technologies, empresa do grupo OSRAM. Por conta do extenso conteúdo, é realizado de maneira dinâmica em dois dias seguidos.
Datas: 13 e 14/3, 22 e 23/5 e 16 e 17/6
Palestrantes: Cláudia Antonelli, arquiteta e gerente de Produto da linha Consumer Lighting da OSRAM; Juliano Aníbal, engenheiro e gerente de Produto LMS e Siteco; Marcos Santos, engenheiro e gerente de Marketing da linha profissional de LEDs da OSRAM; Rafael Biagioni, engenheiro e gerente de projetos da Traxon Technologies; e Ronald Leptich, engenheiro e gerente de Produto da linha Professional Lighting da OSRAM.

Iluminação Residencial
Neste curso o participante poderá ter uma visão geral sobre a maneira mais adequada de iluminar variados ambientes de uma residência. Além disso, os alunos receberão diversas dicas para a elaboração de seus próprios projetos de iluminação, a partir da atualização do conhecimento para melhor atender as necessidades do mercado.
Datas: 15/3, 24/5 e 19/7
Palestrante: Silvia Bigoni arquiteta com especialização em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, é consultora autônoma na área de Iluminação e comunicação desde 2001. Foi professora da pós-graduação de Design de Interiores na FAESA/ES e professora convidada da pós-graduação em Iluminação e Design de Interiores das Faculdades Oswaldo Cruz/SP. Atualmente, ministra cursos de aperfeiçoamento pela AEA- (Academia de Arquitetura e Engenharia), entre outras entidades. Atuou na OSRAM do Brasil por 10 anos, onde desenvolveu projetos de iluminação residencial e comercial.

Iluminação Comercial
O participante receberá neste curso orientações para elaborar projetos comerciais, discutir as diferentes estratégias para iluminar ambientes e objetos com o intuito de evitar erros comuns na escolha das fontes de luz, além de eleger o local ideal para iluminar de acordo com a geometria da arquitetura. De forma didática, o aluno vai aprender a selecionar os efeitos desejados de acordo com as intenções do projeto, suas atmosferas e, principalmente, o impacto que a arquitetura deve provocar no observador.
Datas: 16/3, 25/5 e 20/7
Palestrantes: Marcos Santos, engenheiro e gerente de Marketing da linha profissional de LEDs da OSRAM; Rafael Biagioni, engenheiro e gerente de projetos da Traxon Technologies; e Rafael Sanches, arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e responsável por especificações e projetos da OSRAM.

Cálculos Luminotécnicos
Voltado para profissionais com conhecimento prévio em conceitos luminotécnicos e produtos para iluminação, o curso demonstra a didática dos cálculos, apresentando métodos, como o ponto a ponto, além de contar com a demonstração de softwares, tudo exemplificado através de aplicações e realização de exercícios práticos.
Datas: 9/4 e 11/6
Palestrantes: Nelson Solano, arquiteto, é mestre formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo; e Rafael Sanches, arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e responsável por especificações e projetos da OSRAM.

Informações Gerais:
O número de vagas é limitado a 60 pessoas e a inscrição é feita apenas pelo site, sujeita a confirmação posterior.

Local: OSRAM Light Studio – Avenida dos Autonomistas, 4229. Vila Granada, Osasco – SP

Mais informações no site www.osram.com.br

Especialização em Design de Interiores – IPOG

É isso mesmo pessoal, o IPOG está com inscrições abertas para a especialização em Design de Interiores.

Fruto do incansável trabalho do Glauccus, o curso foi pensado e moldado nos padrões do curso de Iluminação, ou seja, primando pela qualidade acima de tudo.

OBJETIVOS:
– Aprimorar os conhecimentos dos profissionais através dos mais inovadores procedimentos metodológicos no que tange à concepção e projeto de espaços interiores e design do mobiliário;
– Enfatizar as premissas de Design, Tecnologia, Funcionalidade e Estética no tocante ao Design de Interiores;
– Viabilizar a atualização dos profissionais sobre a organização de espaços interiores, públicos/privados e residenciais/comerciais, dentro de novas concepções de ambientação e tendências.  tanto brasileiras quanto mundiais.

PÚBLICO ALVO:
Graduados nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Artes Plásticas e Designers;
Empresários, executivos e profissionais dos setores industrial, comercial, de serviços, da administração pública/ privada e educação, que desejam aprofundar e qualificar seus conhecimentos na área de Design de Interiores

MATRIZ CURRICULAR:
A Psicologia do Ambiente: Influência  do ambiente no comportamento do usuário
A Linguagem do Design de Interiores
Composição Espacial
Design Informacional
Design Universal na Ergonomia do Cotidiano
A Cor e suas Influências
Materiais de Revestimentos e Acabamentos na Composição de Interiores
Comportamento do Consumidor e Simbolismo
Design de Interiores Residenciais
Projeto de Design de Interiores Residenciais
Retail Design
Design Corporativo
Design de Interiores Comerciais
Projeto de Design de Interiores Comerciais
Metodologia do Trabalho Científico
Projetos Conceituais: Design e Interiores
Projeto de Paisagismo e Jardinagem
Sistemas, Equipamentos e Instalações
Gestão de Carreira e Marketing
Gestão do Projeto e do Escritório

Carga horária total: 480 horas / aula

Para mais informações sobre o curso, turmas e matrículas, acesse o site do IPOG.

IES e Design: THE

Num post da Lígia Fascioni no facebook uma seguidora dela estava triste pois desistiu do curso. O detalhe é que ela descobriu que não sabe desenhar – já DENTRO DO CURSO.

Respondi à ela dizendo que o problema poderia ser um destes dois:

1 – a falta de um THE (Teste de Habilidade Específica) no vestibular que verificaria este problema através de provas de conhecimentos específicos como desenho, cálculos e outros;

2 – a péssima formação (ou escolha, ou capacidade, ou, ou, ou) dos professores que se mostraram incapazes de ajuda-la nesse sentido por causa de sua falta de didática, metodologia, comprometimento com a EDUCAÇÃO.

A Mônica Fuchshuber respondeu no mesmo momento comentando sobre a ausência dos THEs nos vestibulares.

Primeiro vamos analisar o segundo item:

É visível o despreparo (didático e metodológico) de grande parte dos professores das Instituições de Ensino Superior (IES), principalmente dentro das particulares. Nestas o que vale é a “amizade” e não o mérito. Se você é amiguinho do coordenador do curso ou do reitor (dono) está dentro sem ter de passar por uma banca. Os que tem mérito ficam de fora. Pra piorar a situação vemos inúmeros professores dentro das particulares que são profissionais frustrados, que não deram certo dentro de suas áreas profissionais e acabam entrando para a “educassão” primeiramente como bico e depois acabam ficando lá, sem aprender a ministrar aulas, a preparar aulas, a pesquisar ou seja, continuam os mesmos porqueiras de quando entraram. Ou aqueles que ficam por lá apenas como “bico”, para complementar a sua renda. Ou seja: não levam a Educação à sério.

Tive vários professores assim nas particulares por onde passei: completos ignorantes na disciplina que estavam ministrando.

Já nas IES públicas é bem diferente: para entrar o postulante a professor tem de passar por uma banca examinadora que, além do currículo (títulos), você tem de prestar provas, ministrar uma aula teste e ainda ser entrevistado por esta banca.

Ok, podem ocorrer coleguismos, mas são raros uma vez que se o outro candidato tiver um currículo melhor e for melhor nas outras partes da banca, não há como reprova-lo em favorecimento do amiguinho.

Mas temos de lembrar também que isso não garante a excelência profissional deste professor. Tem muita gente que manda super bem nestas bancas e depois, por causa da estabilidade do emprego público, viram vagabundos plenos e acabam prejudicando o nome da IES e o curso. Grande parte deste grupo são ligados a sindicatos e partidos de esquerda. São sempre os primeiros a apoiar greves, são aqueles que sempre dizem que “não são pagos para fazer mais que a chamada” ou ainda que “o que eu recebo não paga o tempo que gasto preparando aulas” e assim por diante. Sempre tem uma “desculpa na ponta da língua” para justificar a sua safadeza.

Porém, a grande maioria dos professores das IES públicas são mais que competentes e dominam a didática e a metodologia.

Já sobre o primeiro item citado posso afirmar categoricamente: os Testes de Habilidades Específicas (THE) são mais que necessários para os cursos de Design – de TODAS as áreas.

Como pode uma pessoa querer ser Designer se não sabe desenhar? Não sabe ao menos esboçar através de rabiscos as suas idéias? Não sabe ou menos o básico sobre o que é o Design e os conhecimentos envolvidos e necessários para atuar profissionalmente?

Por isso percebemos que as turmas (nas IES particulares) começam com 60/80/100 alunos e formam-se com uma média de 20 – quando chega nisso. A ausência deste tipo de prova no vestibular é a responsável pelo sentimento de frustração de acadêmicos como a Isabella, que gerou essa breve discussão através do facebook da Lígia.

É triste vermos alunos frustrados e desistindo de seus cursos por descobrirem lá dentro que não são capazes (não sabem e nem conseguem aprender a desenhar) assumindo uma culpa que não é deles e sim dos péssimos professores e da IES que não aplica o THE – claro, o idiota do aluno já injetou uma boa quantidade de dinheiro até descobrir a “sua” incompetência e incapacidade. AH AH AH.

IES que não aplicam os THEs nos vestibulares devem ser olhadas não com um, mas com os dois pés atras pelos vestibulandos.

Devo ressaltar ainda (novamente) que tem muita IES particular por aí que só cobra uma redação no vestibular. E olha que se o vestibulando escrever um único parágrafo (mal escrito, com péssima gramática e ortografia) já está valendo. Imaginem então o níve da “tchurma” que você terá de conviver durante o curso.

Nesse ponto concordo plenamente com a Monica quando ela colocou que “Por isso é que as públicas continuam sendo as melhores.

Então fica aí a dica:

VESTIBULANDOS:

Não é porque você é descolado, sociável, tem na cabeça zilhões de idéias fervilhando, seus olhos brilham quando vêem algo sobre Design entre tantas outras desculpas corriqueiras que você serve para ser um Designer. Se quer fazer Design procure então IES sérias, que cobram um vestibular completo (provas de conhecimentos gerais + THE) pois se você já começa sendo preguiçoso em não esforçar-se e preparar-se para enfrentar um vestibular completo, dificilmente será um profissional competente e reconhecido.

Design não é “modismo”, não é uma coisa meramente “legal”. É sim uma profissão séria, que exigem muito esforço e empenho pessoal, muita pesquisa, técnica e visão.

IES:

Não sejam dinheiristas em excesso.

Apliquem o THE e uma prova de vestibular normal (redação + conhecimentos gerais).Não sejam safadas ao ponto de abusar da recomendação do MEC (outro safado e culpado por isso) onde diz que a IES é livre para elaborar o seu vestibular sendo exigência mínima a cobrança de uma redação.

TODAS as pessoas de bem sabem perfeitamente que esta recomendação surgiu através de lobbie, de corrupção feita nos bastidores envolvendo tanto os gestores do MEC como os representantes das IES particulares dinheiristas.

Não façam valer os coleguismos na contratação dos professores*, usem critérios de mérito.

Não sejam meros acolhedores de alunos mal formados no ensino básico, passando a mão na cabeça da incompetência dos governos municipais, estaduais e federal.

Assim vocês estarão reforçando a imagem positiva de vocês perante a sociedade.

Do contrário, vocês estão sendo co-responsáveis pelo emburrecimento da população, pela formação de péssimos profissionais, pela falta de senso crítico, pela ausência de uma sociedade sadia e pensante.

Ou vocês acreditam mesmo que a grande maioria dos seus alunos escolheram vocês pela “excelência” do nome da IES? Pela qualidade de seus cursos?

Não mesmo!!!

Se nunca ouviram falar disso lá vai o nome da escolha: PPPPapai Pagou Passou – ou simplesmente PPPagou Passou. Ah, tem também a alcunha de “UniEsquina” que muitos usam para referir-se à estas IES irresponsáveis.

Por sinal este detalhe deve ser repensado também na pressão que os coordenadores de cursos fazem sobre os professores que não podem reprovar alunos que não aparecem nas aulas, não fazem provas e não entregam trabalhos – mas pagam a mensalidade né…

Dá para pensar num Brasil decente e parar de serem coniventes com esse país que está afundando dia a dia?

E tenham consciência de que vocês (IES e professores coleguinhas) são co-responsáveis por isso.

#ProntoFalei

* talvez as porcarias de vestibulares aplicados por muitas IES seja para facilitar a vida dos “profeçores” coleguinhas dentro das salas de aulas né??? (pensando, refletindo, acrescentando).

Curso de Iluminação Residencial

É, todo mundo correndo aqui para ver onde vai ter esse curso não é mesmo?

Pois é, recebi esta notícia por e-mail através de um boletim eletrônico e confesso que me deixou bastante irritado.

Reconheço no SENAC uma instituição séria e que merece respeito pela qualidade dos cursos oferecidos em diversas áreas e pelo seu papel social na formação de trabalhadores qualificados (ponto).

No entanto, já ha bastante tempo estou com ele “entalado”. Na verdade desde que o curso superior de Design de Interiores foi eliminado e mantiveram apenas o técnico e a especialização.

Isso para o mercado é péssimo pois os cursos técnicos formam “profissionais” de qualificação duvidosa, bem inferiores aos dos cursos superiores – com raríssimas excessões.

Como se não bastasse isso, agora o SENAC de Jaú resolveu lançar, provavelmente baseado nas diretrizes curriculares Tabajara, o curso de Iluminação Residencial.

Requisitos necessários? Basta estar com o ensino médio em andamento.

Gente, fala sério… Isso já não é nem sacanagem e sim PUTARIA com a cara dos profissionais sérios.

Como se já não bastassem os problemas e dificuldades que enfrentamos dia a dia no mercado onde eletricistas autodidatas oferecem projetos de iluminação para os clientes e os técnicos eletricistas também ( estes ao menos tem algum curso) agora teremos também de competir com gente totalmente desqualificada vendendo “projetos de iluminação residencial” no melhor estilo dos micreiros que disputam o mercado com os designers gráficos?

Na minha turma de pós em Iluminação, tem um bando de arquiteto lá que, depois de 12 meses de curso, ainda não sabem diferenciar os tipos de lâmpadas, imaginem esse povo que vai fazer um curso de – acreditem – 24 horas de duração!!!!

Estão duvidando? Vejam com seus próprios olhos então neste link.

Onde é que esses professores conseguirão enfiar na cabeça – prefiro aqui colocar goela abaixo – desses alunos leigos noções de tudo o que envolve a parte técnica (lampadas e equipamentos, luminarias) + projeto, + estética, + eficiência, + sistemas, + automação, + programa de necessidades, + normas técnicas e mais um monte de elementos que envolvem um projeto de iluminação?

Conhecendo o povo como conheço, jajá estes que se formarem nesse curso de iluminação RESIDENCIAL estarão por aí soltos no mercado vendendo seus projetos de iluminação de lojas e onde mais conseguirem se enfiar vendendo ao cliente algo que não possuem: CONHECIMENTO.

Pra piorar, fui olhar o site do Senac para ver a grade do curso e outras informações e também encontrei um de Iluminação Aplicada ao Paisagismo, com carga horária de…. 21 horas!!!!!

Isso já é um esculacho!!!

Se nos cursos superiores de arquitetura, engenharia, design de interiores que tem – no mínimo nos piores cursos – 60 horas de iluminação os egressos saem quase sem entender patavinas de nada de iluminação além do BE-A-BÁ, imagina nesses de 20 horas…

E não adianta virem aqui reclamar ou chiar com blablablas pois isso é FATO e todos vocês sabem que acontece diariamente. É só ir nas lojas de materiais elétricos e luminárias que encontrarão um monte de vendedores sem formação alguma fazendo e vendendo “projetos de iluminação”. Claro, assim a comissão fica só pra eles e não tem de dividir com arquitetos e designers a poupuda RT.

Acompanho – e faço parte também – diariamente a luta dos profissionais e das associações tentando arrumar o mercado da área da iluminação levando informação séria e correta sobre a mesma. Este é um trabalho árduo já de anos desenvolvida por gente séria como o Valmir Perez (Unicamp), da Jamile Tormann e de tantos outros profissionais além das associações como ABIL, AsBAI, ABriC entre outros.

Mas num país onde artesão é chamado de designer, eletricista de engenheiro elétrico, pedreiro de engenheiro civil podemos esperar o que???

É lamentável e ao mesmo tempo estarrecedor ver instituições sérias como o SENAC prestando este tipo de desserviço à sociedade.

É a visível a fundamentação em apenas dois pontos:

1- ganhar o dinheiro dos alunos

2- fôda-se o mercado, os clientes e a seriedade dos profissionais habilitados e especializados.

Fica aqui o meu protesto com essa falta de respeito e também o alerta aos leitores (clientes):

Exijam a apresentação do diploma de curso superior ou especialização antes de contratar alguém para fazer o seu projeto de iluminação. Isso é sério demais para ser colocado nas mãos de qualquer um.

Também fica o alerta aos parlamentares e aos profissionais sobre a urgente necessidade da regulamentação da área de Iluminação e Lighting Design.

Palestra LAC Philips/Senac – SP

Como vocês já estão sabendo, o LAC da Philips encontra-se de mudança e por isso não estão sendo ofertados cursos neste segundo semestre. No entanto eles estão ministrando palestras junto a IES e associações.

Hoje recebi um informativo da Lume Arquitetura falando sobre uma destas palestras:

PALESTRAS DE ILUMINAÇÃO NO SENAC LAPA TITO

O Senac Lapa Tito, juntamente com o LAC (Lighting Aplication Center) da Philips, realiza em 29 de setembro as palestras:

Princípios Básicos de Iluminação, das 14 às 16 horas

Iluminação Residencial, das 16 às 18 horas.

Entre os temas abordados estão: geração de luz; o que é luz; reflexão; absorção e transmissão; visão; curva da sensibilidade do olho; princípios básicos da luz e pigmentos de cores; e a maneira adequada de iluminar os mais variados ambientes residenciais, abordando também a iluminação decorativa.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do Senac.

Local: Senac Lapa Tito
Endereço: Rua Tito, 54 – Vila Romana – São Paulo -SP
Data: 29 de setembro
Horário: das 14 às 16 horas e das 16 às 18 horas
Preço: gratuito
Inscrições: www.sp.senac.br
Mais informações: (11) 2888-5500 ou lapatito@sp.senac.br

Material disponível na WEB

Encontrei dias atrás uma reportagem da revista Epoca falando sobre cursos online disponíveis na web oferecidos por diversas universidades espalhadas pelo mundo.

A coisa boa mesmo é que na maioria delas os professores disponibilizam os materiais destes cursos gratuitamente nos sites dos cursos.

Pra variar, virei a noite xeretando em todos os sites da lista e posso afirmar: tem mesmo!!!! Cada material de cair o queixo!!!

Você terá de ter um pouco de paciência para foçar, procurar e encontrar (mais ainda se seu inglês não for bom) os materiais dentro dos portais, mas não é tão difícil assim. Tem material sobre Arte, Design, Engenharias, Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo, mobiliário, design automotivo, aeroespacial, embarcações enfim, muita coisa ali, disponíveis a um clique.

No entanto vale ressaltar que tem materiais de outras áreas que são bastante pertinentes ao nosso trabalho. Vale a pesquisa também.

A lista é esta:

Massachussetts Institute of Technology – MIT (EUA): oferece dois mil cursos, com material de leitura, atividades e vídeo aulas. É um dos mais completos que existe.

Fundação Getúlio Vargas (Brasil): é a única no país a oferecer esse tipo de serviço. São 20 cursos divididos em quatro categorias.

Universidade Yale (EUA):  o material disponível introduz aos cursos ministrados na instituição.

Universidade de Berkeley (EUA): os cursos gratuitos são selecionados a cada semestre. Servem principalmente para os alunos estudarem.

Universidade Virtual de Monterrey (México): é pioneira no ensino online na América Latina. Foi criada no fim dos anos 90.

Universidade Estadual de Utah (EUA): o material online vem de 20 departamentos diferentes, entre eles Economia e Comunicação.

Universidade de Michigan (EUA): os departamentos de Medicina e Informática estão entre os que mais tem cursos disponíveis.

Paris Tech (França): é uma associação entre doze institutos de educação e pesquisa na França. Para quem se interessa por ciência e engenharia. Os cursos são em francês.

Universidade de Nova Jersey (EUA): os cursos são de quatro departamentos diferentes, alguns têm vídeo, outros só áudio. O material de leitura disponível também varia.

Para encontrar outros cursos, procure por Open Course Ware ou visite o site OCW (em inglês).

Existem escolas que oferecem cursos híbridos: misturam ensino online com a presença no campus. São pagos, garantem diploma e tem processo seletivo.

Universidade de Columbia (EUA)
: matérias a distância podem ser usadas como crédito para cursos presenciais.

Universidade de Londres (Inglaterra): o primeiro programa de ensino a distância foi criado ainda no século 19. Hoje, há instituições cadastradas pelo mundo onde os alunos a distância podem ter acompanhamento e fazer as provas. No Brasil, há seis pontos credenciados.

Universidade Harvard (EUA): o aluno pode ganhar créditos a distância, mas não ganha diploma sem frequentar o campus num tempo determinado. Harvard também tem uma seção digital, com materiais gratuitos.

Tem ainda outras universidades no Canadá, Reino Unido e Espanha que também disponibilizam seus cursos e materiais gratuitamente na web.

Boa pesquisa e leitura!!!

Mais correria…

Recebi hoje um comentário, na página Portfólio, de minha eterna Mestre e ex-professora, Drª Maria Tereza Devides.

Já a citei aqui neste blog algumas vezes pois sou mesmo fã dela.

Bom, recebi um convite para uma palestra/conversa com os alunos do primeiro período do curso de Design de Interiores da Unopar amanhã a noite (16/06).

Muito me honra este pedido vindo de quem vem e também pela oportunidade de poder conversar com o pessoal que está iniciando na área, certamente carregados de dúvidas e incertezas sobre o futuro profissional.

Não vou perder tempo dizendo quem sou eu, o que faço pois pelo que pude perceber eles já sabem pois conhecem e acompanham meu blog e meu trabalho. Então vou procurar focar na profissão, mercado e legislação vigente, associações, áreas profissionais possíveis, etc.

Infelizmente não é aberto então nao posso convidar outros para participar ok?

Móveis em Papelão – Oficina no Rio de Janeiro

O conceito de design limpo praticado com excelência na Escandinávia esta cada vez mais perto de nossas possibilidades, móveis em papelão é uma ótima opção para entrar em sintonia com essa tendência.

Móveis de papelão são duráveis, criativos e de baixíssimo custo, permitem decoração inusitada e reciclar matéria-prima.

Designers consagrados vêm desenvolvendo linhas de móveis feitos 100% com papelão . O design e arquiteto canadense Frank Ghery, o arquiteto suíço Nicola Enrico Staubli, o design e arquiteto italiano Marco Capellinni, desenvolvem projetos criativos e personalizados seguindo o conceito de design limpo. O principal aspecto dessa tendência consiste em ser ecologicamente correta. Confortáveis e práticos os móveis feitos de papelão reciclado permite que você modifique o espaço a hora que quiser, não pesa, e pode ser retrátil; a leveza e a praticidade das peças se destacam como pontos pró-investimento em móveis feitos com esse material.

Venha saber mais e fazer seu móvel em papelão na nossa oficina de Novembro, visite o blog e faça sua inscrição pelo e-mail.

Pós em Iluminação – IPOG – Londrina

Sob a coordenação da Jamile Tormann, o IPOG abriu as inscrições para uma turma de especialização em Iluminação e Design de Interiores aqui em Londrina – até que enfim!!!

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O início das aulas está marcado para os dias 6, 7 e 8 de novembro.

Este curso está sendo considerado o melhor na área aqui no Brasil. Também pudera, a lista de professores é de primeira grandeza:

Adriano Genistretti – Engenheiro eletrotécnico formado pela Escola de Engenharia Mauá. Gerente de Projetos de Iluminação Philips do Brasil Ltda. – Divisão Luminárias, com experiência de mais de 26 anos no ramo de Projetos (iluminação Pública, Esportiva, Comercial/Predial, Decorativa, Industrial, etc.), cursos de especialização na Holanda. Tem seus projetos aplicados em trabalhos como o Estádio do Morumbi, Vila Belmiro, Centro Empresarial Nações Unidas, Mosteiro de São Bento, Cais do Porto de Recife entre outros.
Claudia Amorim – Arquiteta. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UNB. Doutora pela Università Degli Studi di Roma “La Sapienza”. É docente da UnB, pesquisadora e consultora adHoc do CNPq.
Claudia Torres – Arquiteta. Mestre em Iluminação Arquitetônica PELA FAU/USP, Doutoranda pela UFPB, é sócia do escritório VIA ARQUITETURA Iluminação e design Ltda.
Farlley Derze – Mestre em Educação pela UNB. Especialista em História da Arte pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (FADM) – DF; docente de graduação e pós-graduação na FADM. Pesquisador e Coordenador do Núcleo de História da Associação Brasileira de Iluminação (ABIL).
Gláucia Yoshida – Socióloga – UFG, Mestre em Educação – UFG, Especialista em Formação Sócio-econômica do Brasil – ASOEC, Especialista em Docência Universitária: Formação e Vivência – UNIVERSO, Especialista em Psicanálise e Inteligência Multifocal – Faculdade Michelangelo.
Glaucus Cianciardi – Mestre em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie; Especialista em História da Arte pela Fundação Armando Álvares Penteado – FECAP. Atualmente ministra aulas nos cursos de Design de Interiores, Design Gráfico e Design de Produtos no Centro Universitário Belas Artes. Professor de programas de aperfeiçoamento da Câmara de Arquitetos, IAB – SP, com Formação Continuada e AEA – Academia de Engenharia e Arquitetura; atuando em todo o território nacional.  Desenvolve projetos nas áreas residencial e comercial.
Guinter Parschalk – Arquiteto e designer, especialista em iluminação e percepção visual com atuação internacional. Especialista em desenho industrial na Hochschule für künstlerische und industrielle Gestaltung Linz – Áustria.
Isac Roizenblatt – Engenheiro elétrico formado pela Escola de Engenharia Mauá, São Paulo – Brasil – CREA 23171 (1968). Mestre em Energia pela Universidade de São Paulo. Especialista em Iluminação pela Universidade Tecnológica de Eindhoven – Holanda. Programa Interunidades do Instituto de Eletrotécnica e Energia, Escola Politécnica, Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis e Instituto de Física da Universidade de São Paulo. Consultor da Pró Light and Energy Consultants.
Jamile Tormann – Lighting – Designer, Fez Arquitetura e Urbanismo pela USU – RJ, Licenciatura Plena em Artes – Habilitação em Artes Visuais pela FADM-DF, é Pós-Graduada em Iluminação e Designer de Interiores pela UCB-RJ. Autora do livro Caderno de Iluminação: arte e ciência. Editora Música e Tecnologia – RJ, 2006. É Sócia fundadora da ABrIC e ABIL, e Membro da CIE-BR comissão 3 (Comission Internationale de L’Éclairage). Escreve artigos como colaboradora para a Revista Lume Arquitetura – SP e Tecnoprofile Magazine – Argentina.
Juliana Ramacciotti – Arquiteta e Urbanista pela FAAP-SP. Mestranda pela Mackenzie – SP. Atuou por 4 anos na Philips Lighting em  projetos luminotécnicos e por 7 anos como Country Manager da Lutron do Brasil.
Leonardo Moraes – Sociólogo pela UFG – Mestre em História pela UnB, Especialista em História Nacional de Goiás pela UFG. Especialista em Docência Universitária pela UNIVERSO.
Lori Crízel – Arquiteto. Mestre em Conforto Ambiental pela UFRJ – ênfase em Luminotécnica. Docente da UFRJ e UFPR.
Luiz Emiliano Lavendaño – Arquiteto e Designer pela Universidad Católica de Valparaíso – Chile. Mestre em Design pela FAU/USP, docente e coord. do curso de graduação em Desenho Industrial da FAITER – SP.
Marcos Simão – Arquiteto. Especialista em Tecnologia e Projeto de Iluminação pela UNESA.
Nelson Ruscher – Eng. Eletricista e Mestre em Eficiência Energética e Eletrônica de Potência pela UNB. Consultor técnico da Philips Iluminação, Vice-Presidente da ABIL – Associação Brasileira de Iluminação.
Nelson Solano – Arquiteto. Mestre. Doutorando em Arquitetura pela USP. Autor do Livro Iluminação e Arquitetura. Editora Geros – SP, 2001.
Plinio Godoy – Engenheiro, coordenador da Divisão 3 do Comitê Brasileiro de Iluminação – CIE-Br, representante brasileiro no Comitê Internacional de Iluminação – CIE, palestrante no curso de Iluminação de Exteriores da Universidade de Versailles (Fr), autor de projetos reconhecidos, como a Ponte Estaiada, em São Paulo (SP).
Silvia Bigoni – Arquiteta. Especialista em Marketing pela FGV. Mestranda pela USP. Consultora desde 2001 do segmento de iluminação. Ministra o curso de Pós-Graduação de Design de Interiores na FAESA/ES e presta consultoria para o Prêmio ABILUX de Projetos de Iluminação. Atuou  na OSRAM do Brasil por 11 anos e ministrou o curso de Projetos de Iluminação na FUPAM/FAU-USP. Desenvolve ao longo dos anos projetos de iluminação residencial e comercial tais como Livraria Cultura; Artefacto; Esfera.
Thais Borges Lima – Arquiteta. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA. Doutoranda em Arquitetura e Urbanismo pela UNB.
Wilson Salloutti – Formado nas Faculdades Integradas Alcântara Machado, é sócio-fundador e atual diretor de Marketing da FASA Fibra Ótica, empresa pioneira na iluminação em fibra ótica para fins arquiteturais, decorativos e de comunicação visual no país. Sua luminária ‘Floating’ recebeu o Prêmio Via Design 2005.
Convidado: Peter Gasper – Arquiteto e Cenógrafo. L.D. responsável pela maioria das luzes dos monumentos de Brasília. Trabalhou na Rede Globo, onde fez o cenário e iluminação das novelas. Iluminou a Hidrelétrica de Itaipu, o show de Frank Sinatra no Maracanã, a Missa do Papa e o Rock’n’Rio. Fez o projeto de iluminação da casa da Xuxa e BIG BROTHER BRASIL.

As disciplinas são todas voltadas ao Lighting Design:

•HISTÓRIA DA ILUMINAÇÃO
•GRANDEZAS E CALCULOS LUMINOTÉCNICOS
•FONTES DE LUZ ARTIFICIAL
•PERCEPÇÃO VISUAL
•SISTEMAS DE ILUMINAÇAO COM FIBRA ÓTICA
•CONFORTO AMBIENTAL
•DESIGN DE INTERIORES RESIDENCIAL
•DESIGN DE INTERIORES COMERCIAL
•DESIGN DE LUMINARIAS
•METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
•PROJETO DE ILUMINAÇÃO AUXILIADO POR COMPUTADOR
•ILUMINAÇÃO DE INTERIORES RESIDENCIAL
•ILUMINAÇÃO DE INTERIORES COMERCIAL
•ILUMINAÇÃO DE EXTERIORES
•ILUMINAÇÃO ESPORTIVA
•ILUMINAÇÃO CÊNICA
•ILUMINAÇÃO DE MUSEUS, GALERIAS E SALAS DE EXPOSIÇÃO
•A LUZ SOB CONTROLE
•GERENCIAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE PROJETOS
•CONCEPÇÕES E CRITICA DA ILUMINAÇÃO

A duração do curso é de 20 meses com aulas uma vez por mês (Sexta das 18h às 23h, Sábado 8h às 19h, Domingo 8h às 13h) e o investimento é:

•Matrícula = R$200,00
•Parcelas = 21
•Mensalidade = R$ 480,00

Para maiores informações e inscrições:

IPOG – Instituto de Pós-Graduação
Av. Cândido de Abreu, 776, 6* andar, Ed. World Business
Centro Cívico    Curitiba – PR
Fones: (41) 3203-2899 / Fax 3203-2884 / 9900-9657
curitiba@ipoggo.com.br
www.ipoggo.com.br

DInt – como funciona um curso superior?

Alguns vídeos interessantes sobre como é o curso de Design de Interiores que encontrei no youtube pra vocês.

Apesar deste da Uniban “fechar” a atuação do profissional de Interiores e Ambientes dentro de “4 paredes” apenas – idéia já ultrapassada  superada – o contexto geral e apresentação do curso é excelente.

Na correria…

mas passando para dar um oi para vocês. Tou conseguindo sobreviver à loucura do dia a dia rsrsrs

Recebi um e-mail hoje com algumas questões interessantes. Não vou citar o nome do autor pois se ele preferiu o contato direto através de e-mail é porque prefere assim e seria anti ético de minha parte expo-lo aqui.

A primeira colocação dele refere-se basicamente ao temido “entrar no mercado”. Muitos profissionais optam pela carreira solo com seu escritório montado, outros preferem ligar-se a alguma empresa, outros vão na onda dos “freelances” e muitos desistem.

Para montar o seu escritório faz-se necessário, principalmente, que você já tenha um vasto círculo social que conheça quem é você, o que faz, como faz, o que já fez. Também é preciso ter grana para investir tanto na montagem do escritório quanto na divulgação do mesmo. Porém, de nada adianta montar um escritório “meia boca”. Isso atrairá clientes “meia boca” para projetos “meia boca” e seu pagamento será “meia boca”. E você será tido como um profissional “meia boca”. De nada vai adiantar gastar fortunas com publicidade se o cartão de visitas do produto que você oferece não for bom.

Ligar-se a alguma empresa é um meio de sobrevivência na maioria dos casos e de carreira em raros casos. Se for para ligar-se como mais um vendedor, terá de contentar-se com uma vidinha de vendedor e muitas vezes deixar de aproveitar todo o conhecimento que você adquiriu no seu curso. Para vender cadeiras, basta que você pesquise sobre elas e entenda um pouco de tudo sobre elas. Não há necessidade alguma de você entender de iluminação, gesso, etc.

Você pode também ter a sorte de seguir carreira dentro de alguma empresa. Departamento de projetos de uma construtora, uma grife de móveis, área educacional, enfim. É uma carreira que só vai depender de você mostrar a que veio.

Já para os “freelas” a coisa pega fogo. É um desgaste diário atrás de clientes quando você opta por trabalhar sozinho. Mas também pode ser uma boa dependendo de suas parcerias profissionais. Uma consultoria em lighting pode ser considerado um “freela”? Sim, afinal numa consultoria não há projeto.

Já os que desistem…

Um outro questionamento dele diz respeito à idade para se começar e tem referências à uma troca de carreira, bem sucedida por sinal.

Buscar fazer o que se gosta, sempre! Para que tudo saia bem feito e todos satisfeitos: o produto, o cliente, a empresa e você.

Trocar de carreira não é nenhum bicho de 7 cabeças como muitos pensam. Isso está mais ligado ao medo pessoal que à prática propriamente dita.

Independente da idade, sempre é tempo de recomeçar, renovar, reavaliar-se, reorganizar-se. Independente se há troca de área ou não. Isso é necessário para a sobrevivência humana.

Vejam meu caso. Era para eu ser um músico, com faculdade de música e estar tocando ou cantando a Renascença por esse mundão. Mas, no meio do curso me deparei com a cenografia e a iluminação cênica e vi os meus anos e anos de estudos e investimentos em música “desafinarem” porque uma nova luz se acendeu em minha vida. E eu já estava com 27 anos.

Desgostei da música? NUNCA! É uma das coisas que mais amo em minha vida, não vivo sem. Estou agora mesmo escrevendo este post com uma web-radio rolando ao fundo aqui em casa. Quando estou dirigindo, mesmo que seja pra ir ao supermercado que fica ha duas quadras daqui de casa, o som do carro vai ligado. Em viagens, sempre ligado. Quando estou de bobeira (coisa rara ultimamente)? Sempre com um som de qualidade como fundo. Sim, canto também e solto meus brados de tenor que por vezes assustam os vizinhos e deixam minhas cachorras eufóricas e começam a uivar rsrsrs

Porém, o Design falou mais forte profissionalmente por duas razões básicas:

1 – Sempre gostei demais de lidar com vitrinismo, mexer com materiais diversos e montar coisas, fazer e refazer. A possibilidade de atuar numa outra área que, junto com a música, faz a platéia delirar e sonhar me agradava. Eu teria de materializar, contextualizar o som em matéria.

2 – Viver de música clássica aqui no Brasil? aiminhanossasinhoradabicicretinhavremêia….. do jeito que andava – e anda – a cultura musical do brasileiro me fez temer por um futuro na sarjeta.

Entrando nas áreas de cenografia e iluminação cênica, foi um “pulinho” voltar-me totalmente para o Design.

Se você tem medo de virar sua vida 180° numa paulada só como eu fiz, faça devagar, aos poucos. Continue em sua carreira, faça um bom curso de Design de Interiores e outros complementares, vá frequentando lugares, festas, lojas e outros espaços que te possibilitem o contato com os “prospects” que nada mais são que potenciais clientes futuros.

Vá mudando devagar o seu foco profissional. Comece desenvolvendo pequenos projetos para conhecidos, familiares, amigos até que você sinta segurança para abandonar de vez a outra carreira e seguir a nova.

Outro ponto levantado diz respeito a quanto tempo é necessário para que a pessoa torne-se um profissional respeitado e reconhecido no mercado.

Isso é bastante complicado responder pois cada um é cada um. Alguns podem nunca sair do anonimato. Outros podem de uma hora para outra virar estrela de uma parca constelação. Tudo vai depender do emprenho, seriedade e ética profissional. E em empenho refiro-me à ir atras de clientes e parcerias, publicidade, relacionamentos profissionais e pessoais.

Essa vou colar na íntegra:

3 – Notei em seus tópicos, que você “valoriza pouco” (Digamos assim), a engenharia Civil, e concordo com vc a respeito da frieza da àrea (Somado ainda à questão da ABD, que considero ser irritante, injusto e desestimulante), mas, será que vc não estaria, mesmo que inconsientemente, apoiando as pessoas a fazerem DI, apenas para conseguir um maior apoio(Mais profissionais no mercado) para o reconhecimento da àrea ???
(Minha intenção não é ofendê-lo de maneira alguma, mas queria ter certeza de que o mercado e a àrea é realmente tudo isso que está dizendo…Ao ler seu blog, super positivo, tive uma boa perspectiva do ramo)

Em momento algum desvalorizo a engenharia civil. Muito pelo contrário, sempre mostro a importância, para o profissional de Design de Interiores/Ambientes, desta parceria com os engenheiros, sejam civis, elétricos, mecânico, etc.

Não sei se é frieza dos profissionais da área. Creio que o termo melhor colocado seria apatia, coisa muito em voga hoje no nosso país. Apatia cultural, apatia política, apatia educacional, apatia social. Vivemos numa apatia generalizada. Parece que a população opensante encontra-se anestesiada ou num estado de coma vegetativo o que as libera do ônus de ter de lutar, dar a cara para bater em benefício geral. O que vemos é cada um defendendo o seu umbigo e dando de ombros para o coletivo. Porém o que estes não percebem é que o coletivo se não for cuidado agora, no futuro afetará também a estes cômodos umbiguistas.

Jamais eu seria tão sem noção e irresponsável ao ponto de chamar pessoas para “gerar número”. Sempre que digo a alguém algo sobre a entrada no mundo do Design deixo bem claro: você gosta? Tem certeza? Já entendeu o que é e como funciona? Se sim, seja bem vindo(a), se não, tua busca ainda não terminou.

Eu, como regulamentista que sou, seria uma contradição imensurável convocar aos quatro ventos as pessoas para virarem Designers. Imagine a quantidade de porcarias que seriam feitas por esses “designers de carteirinha”, que não são comprometidos com a carreira e que nos afetariam diretamente ao ter seus trabalhos reprovados pelo mercado. Conseguem entender a gravidade disso?

Eu prefiro entrar numa sala de aulas no primeiro dia e ver que nela tem 40 alunos e no último apenas 10 do que encontrar com os 40 lá no ultimo dia. Ao menos, uma boa peneirada já foi dada.

Ele volta a questionar sobre a atuação dentro de empresas. Vamos lá…

Desmembrando melhor o que já postei acima, só para se ter uma idéia:

Construtoras: você pode vir a ser contratado por uma construtora para integrar a equipe de projetos. Aqui entrará o trabalho conjunto de vários profissionais: arquitetos, engenheiros, designers entre outros. Se o grupo for coeso certamente sairão excelentes projetos além de que você tem ainda a grande possibilidade de “papar” os clientes das mesmas em sua área específica. Imagine um edifício de 20 andares quantos apartamentos você terá a oportunidade direta de lidar com seus compradores…

Indústria: Seja de móveis de alto padrão, planejados de grife e até mesmo de móveis mais populares. Todas tem um departamento de design que é o responsável por criar as coleções.

Publicidade e Propaganda: é um ramo que os profissionais geralmente se esquecem e isso vemos diariamente refletido nos cenarios das propagandas de TV.

Isso só para trazer um pouco mais de luz para vocês. Mas existem muitas outras empresas em que podemos atuar. Tudo vai depender de seu portfolio, sua experiência e empenho profissional.

Criatividade…

Um profissional medíocre não cria, copia apenas e aceita quando o cliente lhe joga no colo um monte de revistas e diz que é exatamente aquilo que deseja. Este está sim amarrado ao mercado prostituto. Mas não para por aí, ele estará ajudando também a destruir a identidade brasileira a partir do momento em que muito do que vemos nas revistas veio de fora, não tem referência à cultura brasileira.

O profissional correto, ético e comprometido com a sua profissão, jamais aceita realizar um trabalho desses. Ele tem consciência de além de estar infringindo leis de direitos autorais estará ajudando a aumentar essa prostituição. Este profissional tem a consciência de que todo o material apontado lhe servirá apenas de referência, de repertório cultural e só. E saberá habilmente como fazer o cliente entender isso e estará livre para criar.

Finalizando:

Desculpas pelo enorme texto, mas vc sabe né ?…
O mundo dá muitas voltas, quem sabe não serei eu amanhã tendo a oportunidade e o prazer de te dar uma mãozinha, uma ajuda….

Sempre! Como sempre digo, ninguém é perfeito, ninguém sabe tudo, muito menos eu. Sou normal, mortal como qualquer um aqui. E isso inclui estar aberto ao aprendizado.

Assim como gosto muito de compartilhar meus conhecimentos e pesquisas com vocês e meus alunos, também gosto muito da interação, a troca de conhecimentos, informação, diálogos. Isso faz os dois lados crescerem.

Achei interessante a idéia de responder ao e-mail na forma de um post. As dúvidas e questões levantadas podem servir para muitos e não seria interessante mante-las no reservado diálogo de uma troca de e-mails. Portanto, a partir de agora, sempre que eu receber algum e-mail com um contexto e questões como as desse, procurarei responde-lo aqui no blog desta forma.

Abraços e muita luz a todos!

Presente de Natal à ABD

IRRESPONSÁVEIS!

Não encontro outra palavra para expor o que senti ao acessar o site da revista Casa Claudia para ver qual é a do tal “Curso de Decoração“.

Sobre as revistas já nem falo mais absolutamente nada sobre o fato delas irem – na maioria dos casos – na contramão de nossa profissão. Desrespeitam descaradamente e auxiliam na prostituição do mercado ao propor que qualquer um pode “virar” Designer ou Decorador num estalar de dedos bastanto para isso que se tenha bom gosto.

Mas o que mais me chocou nisso foi o vídeo da primeira aula. Logo de cara temos uma amostra do quão séria e dedicada à nossa profissão é aquela associaçãozinha chamada ABD – e jamais ABDI.

Para minha não surpresa, eis que em poucos segundos de vídeo aparece ninguém menos que o Negrete – digníssimo presidente da tal associaçãozinha – ensinando aos leigos como ser um Decorador. Não é de duvidar que este mesmo grupelo tenha se colocado de fora – em “nome de todos nós Decoradores e Designers – do Projeto de Regulamentação do Design. Mais uma vez, eles demonstram que são um grupo que prostitui e desrespeita a nossa profissão, bem ao contrário do que pregam.

Se lutam realmente pelo respeito e regulamentação da profissão de Designer de Interiores e Decoradores, deveriam sim postar-se totalmente contra este tipo de coisa e não vender-se para aparecer na mídia.

Observando as outras aulas percebi que outros profissionais aparecem dando tembém as suas “dicas”. Profissionais estes que respeito pela excelência de seus trabalhos, mas francamente, aparecendo ali, estão auxiliando a prostituição de nossa profissão e deveriam repensar seriamente as formas que andam utilizando para manter-se na mídia. Não precisam deste tipo de coisa uma vez que seus trabalhos já são reconhecidos.

Na segunda aula, falam sobre proporções – ergonomia. Isso é uma coisa que aprendemos em sala de aulas, muito estudo, muita análise e não em uma aulinha de pouco mais de 2 minutos onde aparecem algumas dicas – distâncias mínimas e confortáveis – que as donas de casa pegam e aplicam de seu jeito.

E a moda? É impressionante como forçam a barra sobre as tais tendências – o que está na moda e por vir. Com isso se esquecem de passar ao leigo internauta de que não devemos tratar os modismos relacionados à interiores da mesma maneira que tratamos a moda que vestimos. É moda de cortina, de tapete, de cores, de revestimentos, isso é IN, aquilo é OUT e por aí vai. No entanto, nada ou quase nada se vê falar sobre a identidade do morador e usuário. Se essa moda “serve” ou não para ele. Se essa “moda” vai ficar bem ou não para ele. Se essa “moda” é usual ou não para ele. O que vale é que “está na moda”. ECA!

Tudo bem que ao final de algumas das aulas a apresentadora fala algo como “em caso de dúvida converse com o seu decorador”. Mas isso só não basta para tirar o descrédito dado à nossa profissão – Decorador e Designer – quando se propõe um curso neste estilo. Talvez esteja aí a grade diferença e ponto chave para entender as ações dessa associaçãozinha:

Pela falta de regulamentação, qualquer um pode denominar-se de uma hora para outra Designer de Interiores. O que mais vemos são Decoradores usando o titulo Designer sem ter formação para tal. Inclusive essa associaçãozinha que de uma hora para outra mudou seu nome de Decoradores para Designers de Interiores.

Tudo bem que o nosso trabalho – Designers – é bem mais sério e profundo do que o apresentado nestas vídeos-aulas pois mexemos com coisas que um Decorador não mexe e nem pode pois nao tem qualificação para tal e que em matéria de decoração apenas, realmente, qualquer dona de casa é capaz de fazer. Mas colocar tudo isso como um grande “oba oba”, tá liberado, é desrespeitar totalmente os profissionais das áreas de Interiores, sejam estes Decoradores ou Designers.

Isso se chama IRRESPONSABILIDADE.

Isso se chama DESRESPEITO aos profissionais.

Isso se chama PROSTITUIR o mercado e a profissão.

Extensão CESUMAR – 2° semestre

Saiu a lista de cursos de extensão para o segundo semestre do CESUMAR.

Vou ministrar dois cursos:

CONTRATOS E DOCUMENTOS – COMO ELABORAR CORRETAMENTE

MINISTRANTE
PAULO OLIVEIRA
 
OBJETIVO GERAL
Conscientizar os profissionais sobre os principais pontos de atenção quanto a elaboração de documentos e a necessidade de que estes sejam muito bem elaborados.

CRITÉRIOS
Freqüência de 80%, participação e desenvolvimento dos trabalhos em sala.

REQUISITOS
Trazer os modelos adotados pela empresa para serem discutidos em sala de aula.

PÚBLICO ALVO
Acadêmicos, professores, profissionais das áreas de Design, Arquitetura e Engenharia e demais interessados.

VAGAS
30

CARGA HORÁRIA
16 horas/aula

AULAS
01 e 08|Novembro

INSCRIÇÕES 
http://www.cesumar.br/inscricao/inscricao/extensao/inscricao_form.php

AULAS
Sábados, das 8h às 12h e 14h às 17h30

INVESTIMENTO 
ALUNO DO CESUMAR 1x R$ 65,00
COMUNIDADE 1x R$ 75,00 
EX-ALUNO DO CESUMAR 1x R$ 65,00
FUNCIONÁRIO DO CESUMAR 1x R$ 65,00
PROFESSOR DO CESUMAR 1x R$ 65,00

DISCIPLINAS
ACOMPANHAMENTO E EXECUÇÃO
ADENDOS E ANEXOS (PÓS-CONTRATOS)
CONTRATOS – MODELOS E MODALIDADES
DESIGN – PRODUÇÃO OU DIREITOS?
ÉTICA CONTRATUAL
IMPORTÃNCIA E NECESSIDADE
INTERIORES, ARQUITETURA E LIGHT – EMPREITADA OU OBRA?
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
RISCOS

LIGHT DESIGN I

MINISTRANTE
PAULO OLIVEIRA

OBJETIVO GERAL
Apresentar o trabalho, mercado, campos de atuação, referências técnicas e metodologia projetual de um Light Designer.

CRITÉRIOS
Freqüência de 80%, participação e desenvolvimento dos trabalhos em salas de aula. Projeto final de curso.

REQUISITOS
Conhecimentos básicos de iluminação e AutoCAD.

PÚBLICO ALVO
Acadêmicos,professores, profissionais das áreas de Design, Arquitetura e Engenharia e demais interessados na área de Light Design.

VAGAS
30

CARGA HORÁRIA
48 horas/aula

AULAS
06, 13, 20, 27|Setembro, 04 e 11|Outubro
Sábados, 8h às 12h e 14h às 18h

INSCRIÇÕES 
http://www.cesumar.br/inscricao/inscricao/extensao/inscricao_form.php

INVESTIMENTO
ALUNO DO CESUMAR 1x R$ 180,00 
COMUNIDADE 1x R$ 200,00 
EX-ALUNO DO CESUMAR 1x R$ 180,00 
FUNCIONÁRIO DO CESUMAR 1x R$ 180,00
PROFESSOR DO CESUMAR 1x R$ 180,00 

DISCIPLINAS
APLICAÇÕES BÁSICAS E EFEITOS
EQUIPAMENTOS I – LÂMPADAS
EQUIPAMENTOS II – LUMINÁRIAS
EQUIPAMENTOS III – ESPECIAIS E TECNOLOGIAS
ESTUDO DE CASOS – OBSERVAÇÃO, ANÁLISE CRÍTICA E CONSTEXTUALIZAÇÃO
ILUMINAÇÃO ARQUITETURAL
ILUMINAÇÃO CÊNICA
INTRODUÇÃO AO LD
LIGHT EM EVENTOS – CÊNICO, SHOWS, EVENTOS DIVERSOS
LIGHT INTERIOR E EXTERIOR – COMERCIAL
LIGHT INTERIOR E EXTERIOR – RESIDENCIAL
NORMAS TÉCNICAS
SOFTWARES PARA LD